Monthly Archives: outubro 2015

Aprenda a cuidar corretamente de suas lentes de contato e evite infecções

O Dia das Bruxas (Halloween) chegou, e com ele vêm as festas à fantasia! Vai se fantasiar e colocar lentes de contato coloridas ou estilizadas? Então, é preciso ter alguns cuidados de armazenamento e limpeza a fim de evitar possíveis infecções, veja só:

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O uso de lentes de contato também é uma ótima saída para quem não gosta de usar óculos. Porém, é importante que elas sejam higienizadas antes e depois do uso para evitar que microrganismos entrem em contato com a retina ocular. Para isso, utilize sempre uma solução aquosa própria e de sua confiança.

É fundamental lembrar que o uso das lentes de contato deve ser individual. Jamais as compartilhe com outra pessoa e respeite os prazos de validade determinados pelo fabricante. Adotando esses hábitos a saúde de seus olhos estará segura e livre de possíveis infecções. O melhor remédio é prevenir, sempre!

 

Por Paula Gargiulo

#TOP5: Cuidados com a saúde ao fazer pintura facial

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Na hora de se produzir para as festas – especialmente as festas à fantasia, vale destacar a importância dos cuidados com os produtos utilizados na maquiagem. Os itens que levam tintas, purpurinas e corantes podem provocar alergia. Por isso, vale seguir alguns cuidados antes de poder curtir a festa com tranquilidade.

Adotando esses hábitos a saúde de sua pele e de seus olhos estará segura e livre de possíveis reações indesejadas, e você poderá curtir a festa com tranquilidade. Em caso de qualquer reação alérgica, procure imediatamente um serviço de saúde mais próximo de sua casa.

Conheça os sinais, sintomas e tratamentos do bruxismo

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Para muitas pessoas, o bruxismo é um hábito inconsciente. Até que alguém comente que elas fazem um som de ranger de dentes enquanto estão dormindo, ou um exame dental e descobrem que seus dentes estão desgastados, essas pessoas podem nem perceber o que estão fazendo.

Além disso, o bruxismo pode se manifestar tanto durante o sono, quanto ao acordar. De acordo com o período em que acontece, se divide em bruxismo em vigília (acordado) e bruxismo do sono. Esta divisão é importante, pois o tratamento será diferente em cada caso.

No bruxismo em vigília, a pessoa permanece por longos períodos apertando ou encostando os dentes, principalmente em momentos de tensão, estresse, ou até mesmo quando está concentrada estudando, usando o computador no trabalho ou assistindo TV. Ele pode aparecer também como efeito colateral de algumas medicações, como as utilizadas no tratamento da ansiedade e mal de Parkinson.

O bruxismo do sono, além de estar relacionado a algumas medicações, pode ser indício de problemas neurológicos ou distúrbios respiratórios do sono, como ronco ou apneia. O excesso de cafeína, fumo e álcool também está ligado ao aumento de eventos de bruxismo, tanto em vigília como no sono.

Em caso de qualquer um dos sintomas descritos acima, procure a unidade básica de saúde mais perto de sua casa. O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece tratamento bucal gratuito. Atualmente, mais de 64 mil profissionais trabalham com saúde bucal na rede pública de saúde. As equipes de Saúde Bucal da Atenção Básica estão em 90% dos municípios brasileiros e beneficiam 81 milhões de brasileiros.

#OutubroRosa: SRS Uberlândia realiza exposição “Prevenção pela Arte” no Sesc Poços de Caldas

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Servidores com talentos artísticos da Superintendência Regional de Saúde (SRS) de Uberlândia, realizaram em 2012 trabalhos em soutiens, símbolo naquele ano da Campanha Estadual na prevenção ao Câncer de Mama, dentro da programação do Outubro Rosa. As peças fazem parte da exposição “Prevenção pela Arte”, que já foram expostas em várias unidade de saúde, empresas e eventos ligados à saúde nos 18 municípios que compõem a jurisdição da unidade regional de Uberlândia.

Em 2013, a unidade do Sesc Uberlândia realizou exposição no espaço cultural de suas dependências, atraindo o grande público que circula naquele espaço. E durante todo este mês de outubro/2015, a unidade Sesc Poços de Caldas está expondo alguns deste trabalhos na Casa Amarela, espaço de exposições, debates e encontros.

Para Daiana Rocha Silva Tavares, analista de Saúde – Sesc Poços de Caldas, a exposição faz parte das ações da Saúde da Mulher da unidade. “O objetivo da exposição é despertar através do meio artístico, a conscientização sobre a prevenção do câncer de mama”, salientou a analista.

Fotos: Tarcísio Luiz de Paula / Ascom / Sesc MG.

Serviço:
Exposição “Prevenção pela Arte”
Local: SESC Poços de Caldas
Endereço: Rua Paraná, nº 229 – Centro
Datas: a exposição vai até o dia 30/10

Por Cássio Machado
Mobilização Social/SRS Uberlândia.

#OutubroRosa: Mobilização dos parceiros em prol da saúde da mulher

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Durante todo #OutubroRosa, a campanha em prol da promoção da saúde da mulher ganhou as ruas e chegou a diversos pontos de Minas Gerais. Com ações criativas, empresa, escolas, grupos e instituições das mais diversas áreas foram sensibilizados pela equipe de Mobilização Social da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) a passar para frente a ideia de que “saúde é atitude”. A todos os parceiros que participaram conosco desta campanha o nosso muito obrigado.

Clique aqui e confira a lista com nossos parceiros.

Confira as ações de mobilização da EPAMIG.

Abaixo, confira a galeria de fotos:

 

Núcleo de Mobilização de Juiz de Fora envolve alunos na prevenção contra a Dengue

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O Núcleo de Mobilização Social do município de Juiz de Fora promoveu duas apresentações do “Teatro da Dengue na Escola” no início deste mês para os alunos dos turnos da manhã e tarde, da Escola Municipal Dante Jaime Brochado.

A intenção foi envolver os alunos com a promoção à saúde além da participação da escola com a prevenção e controle da dengue, transmitindo informações dirigidas para as crianças e demais participantes, contendo cenas que demonstram o ciclo do mosquito, os sintomas da doença e como evitar os criadouros.

Para o evento, foram afixados cartazes e distribuídos materiais educativos, como folders e jogos relacionados com o tema da dengue e, para os “mobilizadores mirins”, foi passado o incentivo de replicarem o aprendizado com seus familiares.

 

Por Ana Rita Fernandes

Outubro Rosa foi marcado por ações de conscientização na Regional de Pedra Azul

Durante o mês de outubro, os municípios da Gerência Regional de Saúde (GRS) de Pedra Azul desenvolveram uma série de ações para abordar a temática do câncer de mama e da saúde integral da mulher. Foram realizadas palestras, caminhadas, corridas, danças, entre outras ações. Na Regional de Saúde, os servidores realizaram, no dia 16, uma roda de conversa para tirar dúvidas sobre câncer e praticar atividade física.

No município de Rio do Prado, no dia 20, foi realizada uma palestra na Unidade Básica de Saúde (UBS) Manoel Gamas de Oliveira, com debates sobre o que é o câncer de mama, sinais, sintomas e como é o desenvolvimento da doença. Um médico do município aproveitou a oportunidade para agendar a mamografia das mulheres da faixa etária da campanha que estavam a mais de dois anos sem fazer o exame. Em Cachoeira de Pajeú as ações aconteceram do período de 19 a 23 de outubro, com caminhada fazendo referência à luta contra o câncer de mama, sensibilização com vídeos e coreografia com a paródia da música “Show das Poderosas”.

No dia 22, em Felisburgo, foi realizada atividade física ao ar livre e palestras sobre os fatores de risco para a doença, como fatores ambientais e comportamentais, além de abordar sobre a importância da alimentação saudável, do autoexame das mamas, e da necessidade de se fazer a mamografia e consultas médicas periódicas, já que a doença, se diagnosticada precocemente, tem tratamento e cura. Por fim, em Itaobim, foi realizada uma caminhada, alongamento e palestra sobre os cânceres de mama e colo do útero.

 

Por Allan Campos

Pesquisa usa células-tronco para regenerar articulações

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O Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia Jamil Haddad (Into) está realizando uma pesquisa inédita com células tronco que pretende transformar o tratamento no Sistema Único de Saúde (SUS) para o desgaste de articulações. A pesquisa pretende, no futuro, aposentar as próteses sintéticas tradicionais que atualmente milhares de pacientes com artrose utilizam.

No estudo, é investigado um líquido específico de célula-tronco que reveste as articulações do copo, principalmente as do joelho, quadril e ombro, o chamado líquido sinovial. O objetivo é que ao estimular as articulações com as células-tronco, elas se regenerem sem a necessidade de colocação de próteses sintéticas, como é feito atualmente.

Atualmente, cerca de 20% da população brasileira tem mais de 60 anos. O envelhecimento da população brasileira é um dos principais fatores de risco para a maior incidência de artroses. Estar mais tempo exposto ao desgastes naturais do corpo faz com que as articulações se desgastem e necessitem de reparações.

Por Paula Blandy Gargiulo

#Palestra: “Urgência e Crise na atenção às situações ligadas ao uso de álcool e outras drogas”

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No último dia 22 de outubro, a Superintendência Regional de Saúde de Uberlândia promoveu o Encontro da Rede de Atenção Psicossocial. Aqui, você confere a palestra da psicóloga do Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas, Bárbara Cristina Souza Barbosa, que tratou do tema “Urgência e Crise na atenção às situações ligadas ao uso de álcool e outras drogas”.

A crise, o medo e o vínculo nas atenção às situações ligadas ao uso de álcool e outras drogas:

A relação do corpo e do vínculo na atenção aos usuários do Caps AD:

A importância do atendimento em Grupo na Atenção do CAPS AD:

 

Por Priscilla Fujiwara

Você conhece o cotidiano de um Centro de Atenção Psicossocial?

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Na última semana, o tema “Urgência e Crise” foi debatido durante o Encontro da Rede de Atenção Psicossocial da Superintendência Regional de Saúde de Uberlândia. A realidade e superações de um Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas (CAPs AD) da rede de Uberlândia foi relatada pela psicóloga Bárbara Cristina Souza Barbosa. Usuários, profissionais de saúde e gestores: conheçam este relato corajoso sobre os desafios de quem lida todos os dias com a construção de vínculos, o acolhimento do impossível de suportar e a invenção do cotidiano.

Quando o medo não prepondera, a invenção acontece*

Vou começar contando de uma situação vivida essa semana. Nada melhor do que a experiência cotidiana para tentarmos dar conta daquilo que temos dúvidas, receios, impasses, recuos e acertos. Estava num grupo, intitulado como grupo terapêutico, e inocentemente levei algumas imagens pra podermos trabalhar. Inocentemente porque eu nunca me preocupo muito com as imagens ou qualquer recurso estético que eu levo para o grupo, porque o tema é sempre deles. São os integrantes do grupo que dão o tom, meu papel é apenas acompanhar. A imagem era de uma árvore fotografada, bonita com uns efeitos de fogos de artifícios. A meu ver parecia uma imagem bela, apenas isso.

Uma paciente – a gente pode um dia conversar sobre a minha preferência em dizer paciente do que usuária – pega a imagem, olha, levanta o dedo e diz: “Isso é um vulcão”. Cinco minutos atrás, outra paciente, essa não falando do vulcão, mas estando em erupção grita: “Quer saber, vou participar desse grupo porque eu tenho algumas coisas pra dizer”. Então digo: “venha, fulana, sente aqui”.

Entre estar em erupção e contar da erupção há um grande intervalo. E isso tem a ver com o tema proposto: crise e urgência em situações ligadas ao uso de álcool e outras drogas. A crise tem a ver com algo que se manifesta subitamente, aparenta ser uma mudança imprevista, algo que eclode podendo intensificar ou não.

Em relação aos pacientes do CAPs AD, podemos pensar em muitas eclosões que se dão no dia-a-dia. Pacientes fissurados, que já estão há dias sem o uso, tentando aguentar a abstinência  de forma quase heróica. Pacientes que acabaram de chegar do uso e estão nervosos e num movimento de culpabilização de si próprio: “gastei meu dinheiro todo a noite, tô com raiva, tô destruído, não dormi, me sentindo perseguido, me sentindo um lixo”. Pacientes que desencadeiam crises psicóticas na unidade de saúde, e tantos outros, que muitas vezes vem da rua, essa rua que aparenta poder tudo com regras extremamente rígidas e chegam no CAPs AD não suportando a convivência com qualquer outro.

Em relação ao público ad, é importante frisar essa coisa da população em situação de rua, pois a sensação de estar em perigo constante – seja por ameaça de polícia, parceiro de morro, “chá de manta”, ou qualquer outra – é levada para a instituição. Instituição que esse sujeito vai para tentar dar um limite nesse excesso todo que é a rua.

Pensa a cena, todos esses usuários se encontram numa casa, de passagem, e convivem. Primeiro, há grande chance de algo eclodir porque a convivência com outro semelhante lhes causa mal estar. Segundo, porque estamos falando de pacientes que vivem em situações limite o tempo todo e não dá pra nos iludirmos, eles vão endereçar pra nós essas situações limite.

Outra situação: Estou no plantão, plantão num domingo, um paciente chega xingando muito, metendo o pé na bicicleta que acabou de fazê-lo cair, com sangue no joelho e enfurecido. Pergunto o que aconteceu, ele está sem paciência pra narrar qualquer coisa. Óbvio, ele está machucado e diz que vai “pegar” outro paciente que está lá dentro. Digo: “você pode até pegar, mas antes nós vamos fazer um curativo no seu machucado, e vamos agora”.

O paciente entra, subimos pra sala de enfermagem, o curativo dura um tempo maior do que estava esperando e chora. Ele me conta a história da noite anterior e diz: “eu vi um cara ser assassinado hoje, eu peguei no sangue dele”. Isso vira uma história grande e acabamos no fim da tarde tomando café olhando as fotos da neta dele no celular que ele fez questão de não perder.

Há dois recursos que eu confio para conter crise: o primeiro é a palavra, nessa eu confio muito. O segundo é o vínculo, corpo, transferência que vem junto com essa palavra, que eu também confio muito. E essas duas coisas, qualquer profissional pode fazer. Ouvir, falar e estar junto.

Algumas vezes colocamos o nosso corpo na reta, tenho a certeza que trabalhar com o sofrimento é pagar com o corpo, no caso ad isso fica explícito, e corpos amedrontados não se colocam em crises. Quando a paciente me conta do vulcão e quando o outro me conta da história da noite anterior ele está narrando, dando sentido aquilo que é insuportável. Não contar do vulcão, é entrar em erupção.

Muitas vezes o paciente ad vai recusar esse outro que vem fazer laço, ele recusa porque insiste na tentativa de destruir o laço e acaba pagando com o corpo. Retomo a importância do atendimento em grupo com esse público, porque no grupo essas erupções são partilhadas. Ali se torna um lugar de alteridade, convivência com a diferença e possibilidade de ficar perto nessa diferença. Como diz outro paciente: “Cada caso é um caso”.

E digo mais, não podemos deixar que a medicação, medicalização, farmacologia seja a principal contentora de crises. É usar do mesmo artifício que o usuário de drogas usa pra lidar com o mal-estar: tamponamento e desligamento. A medicação pode ser um aliado a todas essas estratégias já mencionadas, jamais um fator preponderante. Tenho inclusive algumas contraindicações pra lidar com esse público (correndo o risco de me parecer com uma bula): Estabelecer regras inflexíveis e tentar convencê-los a fazer aquilo que você quer. Mesmo que seu convencimento seja doce, não é uma boa. Nós como profissionais da saúde temos uma tarefa árdua: acolher o impossível de suportar. E isso não é aceitar tudo que o paciente pede e ser bonzinho, é estar disponível para esse outro que muitas vezes chega sujo, sem banho, com cheiro de álcool, sem censura e enraivecido… “Para a palavra perdida não voltar como bala perdida”, ela precisa ser reconhecida.

Muitas vezes eu como profissional, também me irrito. Muitos pacientes chegam exigindo uma imediatez, “eu quero a consulta agora, eu quero o passe agora, não vou esperar”. Mesmo imediatismo que estabelecem com a droga e com suas relações na vida. Nesse caso há duas possibilidades: eu também ser imediatista e mandar ele embora ou sair andando porque ele ta me irritando, ou tentar dar continência pra essa pressa sem limites. A crise é sempre vinda num susto e temos mania de acabar com o susto rapidamente porque o susto assusta. Sabendo a história do sujeito que tem crise, história essa trabalhada no projeto terapêutico singular, as coisas se acalmam porque eu tenho uma ideia com quem eu estou lidando, e inclusive posso usar elementos dessa história na crise.

Não há receita pra lidar com a crise, todos os dias vejo invenções diferentes de profissionais de diversas áreas. E essas invenções só são possíveis porque há disponibilidade. Pesquisando a definição da palavra crise, uma das conceituações que aparecem é momento de decisão. Sim, a crise convoca uma decisão da equipe, decisão essa que vai ser dada de maneira muito particular por cada profissional e é importante que essa decisão não seja de apagamento do sujeito, apagamento daquele que sofre e agride. O quanto de agressividade suportamos do outro?  É uma pergunta difícil de responder.

Essa invenção pra lidar com tudo isso que explode só é possível na prática, na experiência, no acontecimento. E quanto mais acompanhado melhor. Ou seja, quanto mais eu suponho que a equipe que eu trabalho suporta junto comigo a crise e banca ficar por perto, mais seguro eu me sinto diante desse susto. Estando sozinho o susto é mais avassalador e os recursos utilizados tendem a impossibilitar o cuidado. O diagnóstico deve ajudar na direção do tratamento desse que sofre, não na explicação e resignação a crise. Como diria Nietzsche: “É preciso ter um caos dentro de si para dar à luz uma estrela cintilante”.

Bárbara Cristina Souza Barbosa é psicóloga do CAPs AD em Uberlândia.

Por Priscilla Fujiwara

Blog da Saúde MG completa primeiro mês no ar

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Nesta quarta-feira (28/10) o Blog da Saúde MG completa um mês no ar. Uh-huuuuu…hoje é dia de festa, bebê! Todos nós que trabalhamos com o Blog estamos felizes com o sucesso do projeto e com o carinho que ele tem recebido nas redes sociais. Para a equipe, o blog representa mais um canal importante para fortalecermos as ações do Sistema Único de Saúde (SUS) em Minas Gerais.

Se você está conhecendo o Blog da Saúde MG neste dia especial, seja bem-vindo! Se já é um leitor deste espaço, muito obrigado pela sua audiência. Estamos todos trabalhando para que as informações sobre saúde pública cheguem de forma precisa até você.

Até o momento já publicamos 52 posts sobre os mais variados assuntos dentro das 10 seções existentes. Tem muita coisa bacana! De entrevista com pesquisadores de saúde à lista de alimentos saudáveis para crianças, passando, inclusive, por notícias do momento, como foi o caso da recomendação da OMS de que carne processada pode causar câncer.

Além disso, também temos um espaço especial para as Regionais de Saúde, a seção “Fala, Regional”. A proposta é organizar, em uma única página, todas as postagens produzidas pelas Superintendências e Gerências Regionais de Saúde da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), mostrando as ações de saúde pública nos mais diversos pontos do Estado, sobretudo, os trabalhos que envolvem a mobilização social.

Por isso tudo e mais um pouco, você também faz parte desta conquista! Que venha o primeiro aniversário do Blog da Saúde MG! Em nome de toda equipe, o nosso muito obrigado pela sua audiência.

Wander Veroni, jornalista e coordenador de Comunicação Digital da SES-MG.