Monthly Archives: novembro 2015

#10MinContraADengue: Você sabe diferenciar os sintomas da Dengue dos da febre Chikungunya?

10 Minutos Contra a Dengue 2015

Uma enquete realizada pela Fundação Ezequiel Dias (Funed) em seu site, e da qual participaram 923 pessoas, revelou que 77% delas não sabem diferenciar os sintomas da Dengue dos da febre Chikungunya. O resultado é compreensível. Ambas as doenças provocam febre alta de início abrupto, dor de cabeça, fadiga, além de dores musculares, atrás dos olhos e vermelhidão no corpo (exantema).

Uma manifestação clínica que difere as duas doenças, no entanto, são as dores intensas nas articulações que sofrem as pessoas acometidas pelo vírus Chikungunya, tanto na fase aguda da doença, quanto nas chamadas fases subaguda e crônica. Essa última, apesar de ocorrência mais rara, pode perdurar por meses ou anos. Já a dengue, além de ter apenas sintomas agudos, provoca dores nas articulações de menor intensidade.

Porém, independente de qual doença for, se Dengue ou Chikungunya, a recomendação é uma só: procure uma Unidade de Saúde para realizar o diagnóstico e o tratamento dos sintomas, caso sinta alguns dos descritos acima. Beba, também, bastante água e não tome medicamentos sem orientação médica. Vale lembrar ainda que, por serem ambas transmitidas pelo Aedes aegypti, a melhor maneira de evita-las é eliminar qualquer foco de água parada no qual o mosquito possa se reproduzir. Para outras informações, acesse o site oficial da campanha 10 Minutos Contra a Dengue.

#10MinContraADengue: Separe um tempinho para eliminar a Dengue

10 Minutos Contra a Dengue_2015

É hoje! Que tal separar #10MinContraADengue para eliminar qualquer possibilidade de foco do mosquito da Dengue na sua casa, na escola ou no trabalho? A ação é o resultado de um estudo feito pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) e se baseia no ciclo de vida do mosquito Aedes aegypti, do ovo ao mosquito adulto, que leva de 7 a 10 dias. Por isso, é tão importante mobilizar toda sociedade.

Ao agir uma vez por semana na limpeza de criadouros – o que leva 10 minutos, a população interfere no desenvolvimento do vetor, impedindo que ovos, larvas e pupas do mosquito cheguem à fase adulta, e freando assim a transmissão da doença. A principal ação para prevenção dessas doenças é evitar o nascimento do mosquito da dengue, já que não existem vacinas ou medicamentos que evitam a contaminação.

“Pretendemos mobilizar a sociedade em geral com informações diretas e acessíveis, para que todos tenham em mente a importância de interromper o ciclo do mosquito logo em seu início de reprodução”, afirma o superintendente de Vigilância Epidemiológica, Ambiental e Saúde do Trabalhador da SES-MG, Rodrigo Said. Abaixo, assista o vídeo e veja como é simples proteger você, sua família, amigos e vizinhos:

É importante lembrar que o mosquito da Dengue, que também é o transmissor da febre Chikungunya e do Zika Vírus, não escolhe o bairro ou casa para se reproduzir. Ele precisa apenas de locais com água parada. Por isso, o cuidado para evitar a sua proliferação deve ser feito por todos.

De acordo com o Ministério da Saúde, em 45 dias um único mosquito pode contaminar até 300 pessoas. É bom lembrar que o ovo do Aedes aegypti pode sobreviver até 450 dias, mesmo se o local onde foi depositado estiver seco. Se a área receber água novamente, o ovo ficará ativo e poderá atingir a fase adulta em poucos dias. Por isso, após eliminar a água parada, é importante lavar os recipientes com água e sabão.

#10MinContraADengue: Qual é a diferença entre Dengue, Chikungunya e Zika Vírus?

dengue_tabela

A campanha #10MinContraADengue tem como propósito fazer com que as pessoas separem apenas 10 minutos de sua semana para limpar os locais em suas casas, escola ou trabalho onde o mosquito da Dengue possa se reproduzir. O conceito da campanha foi desenvolvido pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) e se baseia no ciclo de vida do Aedes aegypti, do ovo ao mosquito adulto, que leva de 7 a 10 dias.

Agindo uma vez por semana na limpeza de criadouros, a população interfere no desenvolvimento do vetor, impedindo que ovos, larvas e pupas do mosquito cheguem à fase adulta, e freando assim a transmissão da doença. Lembrando que o mosquito da Dengue (Aedes aegypti) também é o transmissor da febre Chikungunya e do Zika Vírus. Mas, você sabe qual é a diferença entre eles?

1) Dengue: Trata-se de uma doença infecciosa febril que dura um pouco mais de uma semana e é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, da família Flaviridae. Atualmente, o mosquito também transmite a febre Chikungunya e o Zika Vírus. O diagnóstico da Dengue se dá através de exame clínico no consultório médico no qual o profissional realiza a Prova do Laço e faz o pedido laboratorial para um exame de sangue no paciente. Não existe tratamento específico contra o vírus da Dengue, nem uma vacina, por enquanto. A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda que a pessoa com Dengue tome muito líquido para evitar desidratação e só use medicamentos com recomendação médica.

2) Febre Chikungunya: doença viral, muito comum em algumas regiões da África, causada pelo vírus CHIKV, da família Togaviridae. Na fase aguda, os sintomas são febre alta, dor muscular, exantema (erupção na pele), conjuntivite e dor nas articulações (poliartrite). No Brasil, o Aedes aegypti e o Aedes albopictus, mosquitos transmissores da dengue e da febre amarela, são vetores em potencial da doença.

3) Zika Vírus: Da família Flaviviridae e do gênero Flavivirus, o Zika Vírus provoca uma doença com sintomas muito semelhantes ao da Dengue, febre amarela e Chikungunya. De baixa letalidade, a chamada febre zika causa febre baixa, hiperemia conjuntival (olhos vermelhos) sem secreção e sem coceira, artralgia (dores nas articulações) e exantema maculo-papular (manchas ou erupções na pele com pontos brancos ou vermelhos), dores musculares, dor de cabeça e dor nas costas. A doença tem um período de incubação de aproximadamente quatro dias até os sintomas começarem a se manifestar e os sinais e sintomas podem durar até sete dias.

#10MinContraADengue: SES-MG está em alerta sobre os casos de Zika vírus e microcefalia no País

10 Minutos Contra a Dengue_mobilizacao

As doenças Dengue, Chikungunya e Zika vírus são transmitidas pelo mesmo mosquito, o Aedes aegypti. Portanto, eliminar qualquer foco do mosquito é a principal forma de evitar as três doenças. Para o monitoramento da entrada do Zika vírus em Minas Gerais e em consequência aos casos de microcefalia ocorridos nos estados do Nordeste, a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) está cumprindo os protocolos do Ministério da Saúde e orienta todas as gestantes para a importância do pré-natal, oferecido gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Além disso, a SES-MG está reativando a vigilância sentinela, que são equipes das unidades de saúde tecnicamente treinadas para identificar os sintomas agora ligados ao Zika vírus e encaminhar para a análise. Embora não tenha registro de circulação do vírus no estado, as unidades estão distribuídas estrategicamente nos municípios de Uberaba, Belo Horizonte, Montes Claros, Teófilo Otoni, Juiz de Fora e Pouso Alegre. Minas Gerais ainda não tem nenhum caso registrado, porém, São Paulo, Estado vizinho, já apresentou ocorrência de microcefalia que pode estar relacionada ao Zika vírus.

» Clique aqui para ver uma matéria completa no site da SES-MG sobre microcefalia.

O Ministério da Saúde tornou compulsória a notificação de casos da microcefalia em todo território nacional, incluindo Minas Gerais. O protocolo para identificação de bebês com o problema deverá ser usado em todo o país. As instruções preveem os critérios para detecção da microcefalia em recém-nascidos, definem o fluxo de atendimento, diagnóstico, vigilância e acompanhamento de bebês com a anomalia.

Ainda, de acordo com o Ministério da Saúde, foram registrados neste ano 739 casos suspeitos de recém-nascidos com microcefalia, doença que causa durante a gestação a má formação do crânio. A vinculação dessa doença a partir da transmissão do Zika Vírus pelo Aedes aegypti é uma novidade surgida no Brasil. Nesta semana, uma morte por microcefalia foi confirmada em Goiânia (GO).

#10MinContraADengue: SES-MG lança nova campanha de mobilização contra a Dengue

Foto: Marcus Ferreira.

Foto: Marcus Ferreira.

Na manhã desta sexta-feira (27/11), o Secretário de Estado de Saúde de Minas Gerais, Fausto Pereira dos Santos, concedeu entrevista coletiva para apresentar à imprensa nova campanha de mobilização, controle e enfrentamento contra o mosquito Aedes aegypti, chamada de “10 Minutos Contra a Dengue”, que será trabalhada neste ano e no próximo. O anuncio aconteceu na Escola de Saúde Pública de Minas Gerais (ESP-MG).

Também participaram da coletiva a subsecretária de Vigilância e Proteção à Saúde da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), Celeste de Souza Rodrigues, do superintendente de Vigilância Epidemiológica, Ambiental e Saúde do Trabalhador da SES-MG, Rodrigo Said, e da coordenadora do Programa Estadual de Controle Permanente da Dengue, Geane Andrade. Para ver a matéria completa no site da SES-MG, clique aqui. Abaixo, assista na íntegra a entrevista coletiva:

 

#MitoOuVerdade: Doar sangue faz bem!

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Quem contraiu dengue pode doar sangue, porém, é preciso aguardar 30 dias após a cura.

 

Mitos e Verdades_Doação de Sangue-01

 

A reposição sanguínea ocorre logo após a doação. Glóbulos vermelhos levam até quatro semanas e plaquetas levam de 5 a 7 dias.

 

Mitos e Verdades_Doação de Sangue-04

 

Homens podem doar sangue a cada dois meses, já as mulheres precisam esperar 3 meses. Essa diferença de tempo ocorre devido à reposição dos estoques de ferro que nas mulheres é mais lenta por causa dos ciclos menstruais.

Mitos e Verdades_Doação de Sangue-02

 

Após uma gripe ou resfriado é preciso aguardar 14 dias para fazer a doação.

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A quantidade de sangue perdida durante a menstruação é muito pequena, sendo assim, não há impedimento para fazer a doação neste período.

 

Por Jéssica Gomes e Paula Gargiulo

#DoaçãoDeSangue: Saiba o passo a passo durante a doação

A doação de sangue ajuda a salvar diversas vidas. São beneficiadas com esse ato pessoas que passam por cirurgias, que fazem tratamento de quimioterapia entre outros procedimentos. Normas técnicas determinam os critérios que condicionam ou não uma determinada pessoa a ser um doador de sangue. O objetivo desses critérios é garantir a proteção do doador e também a segurança de quem vai receber o sangue. Importante destacar que mulheres podem doar sangue a cada intervalo de 90 dias, podendo fazer até 3 doações por ano. Já os homens podem fazer até 4 doações por ano, aguardando 60 dias de intervalo.

Para quem estiver apto, é importante atentar para alguns cuidados antes da doação de sangue, como por exemplo, evitar alimentos gordurosos no dia da doação, dando preferência ao consumo de alimentos leves, além de hidrata-se. Não é possível doar em jejum.

Saiba o passo a passo durante a doação de sangue:

Ao chegar ao hemocentro para a doação de sangue é feito um cadastro com dados gerais e pessoais. Dessa forma, é importante levar documento oficial de identidade com foto. Logo após o cadastro, é realizada a triagem clínica. Uma entrevista analisa as condições de saúde do possível doador, bem como os riscos para a pessoa que vai receber.

Posteriormente a entrevista, acontece a coleta do sangue, que dura em torno de 15 minutos. É utilizado material esterilizado, descartável e o procedimento não oferece qualquer risco a quem está doando. Dentre as recomendações para que o doador continue se sentindo bem ao longo dia, podemos destacar:

  • Alimentar-se bem (após a doação é servido um pequeno lanche ao doador);
  • evitar esforços físicos exagerados, pelo menos durante as doze horas seguintes à doação;
  • não fumar, por aproximadamente 2 horas;
  • evitar a ingestão de bebidas alcoólicas por 12 horas;
  • Não dirigir veículos de grande porte, trabalhar em andaimes, praticar paraquedismo ou mergulho.

E lembre-se: O sangue é um elemento que ainda não pode ser produzido artificialmente. Por isso, os voluntários à doação são tão importantes para ajudar a manter os estoques de sangue cheios. Faça a sua parte!

#SaúdeEntrevista: Especialista fala sobre a importância da doação de sangue

Crédito: Divulgação/ Hemorio

Crédito: Divulgação/ Hemorio

A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera que se houvesse entre 1% a 3% da população como doadora de sangue, haveria hemocomponentes disponíveis para atender todas as necessidades nacionais. Em 2008 o Brasil alcançou a histórica marca de 2,2% de doações na população, sendo 1,8% realizadas na rede pública. No entanto, frente às disparidades regionais como variações demográficas, disponibilidade de leitos de saúde e amplitude logística regional; este percentual de doações também se mostra desigual em certas regiões, ora para cima ora para baixo.

Por essa razão, as autoridades executivas de saúde empenham esforços no sentido de ampliar a captação e doadores com oficinas, capacitações e campanhas na área; além de planos de contingência e a estruturação de redes estaduais de hemocentros e uma Hemorrede Nacional capaz de prover cooperação técnica e logística necessária ao atendimento da população que precisa de sangue. Para falar mais sobre o assunto e esclarecer dúvidas, leia abaixo a entrevista com a médica e presidente da Fundação Hemominas, Dra Júnia Guimarães Mourão Cioffi. Acompanhe:

1) Porque doar sangue pode ser considerado um ato de cidadania?

O hábito de doar sangue requer responsabilidade, compromisso e, principalmente, solidariedade – qualidades que já nascem com a pessoa ou que podem ser cultivadas desde a infância e mesmo despertadas pelo exemplo alheio, ou quando a necessidade bate à porta. O ato traz benefícios para todos: hospitais, pacientes, Hemominas e sociedade, além de dar mais segurança ao cidadão que, a qualquer momento, pode necessitar do procedimento transfusional. E quem não pode doar, também pode dar sua contribuição, conscientizando outras pessoas sobre a importância e necessidade desse grande gesto.

2) Uma única doação de sangue pode salvar quantas vidas?

Uma única doação de sangue pode salvar até quatro vidas. O sangue é fracionado em  4 hemocomponentes principais e, em seguida, enviado aos hospitais e pacientes que estejam necessitando

3) Como é o processo de captação de doadores e a triagem?

A captação de doadores tem por princípio e norma realizar a conscientização e sensibilização de pessoas para a doação voluntária, com esclarecimento e a valorização do gesto altruísta, solidário e responsável. A mobilização de doadores voluntários é feita através de campanhas da Fundação Hemominas e de ações feitas em parceria com entidades, imprensa e sociedade em geral. Após chegar ao posto de coleta, o doador em potencial passa por uma triagem clínica e hematológica para avaliar se ele está em condições de doar sangue. Estando aptos à doação, os candidatos poderão efetuá-la. É importante lembrar que o candidato deve levar um documento com retrato, dentro do prazo de validade para que o seu cadastro possa ser feito.

4) Após a coleta, como o sangue é dividido?

Logo após o término da doação, o sangue passa por um processo de centrifugação em equipamento especial; daí ocorre a separação dos hemocomponentes que serão utilizados em transfusão, conforme a necessidade dos pacientes. São eles:

Concentrado de hemácias (CHM) – é a parte vermelha do sangue que contém as hemácias, células sanguíneas responsáveis pelo transporte do oxigênio para todo o corpo humano. É utilizado em anemias agudas como as causadas por hemorragias que ocorrem, por exemplo, em acidentes ou cirurgias com grande perda de sangue.

Concentrado de plaquetas (CP) – é um componente de cor amarelo claro, que contém as plaquetas, responsáveis por um dos mecanismos de coagulação que impedem a continuidade do sangramento, formando um tampão nos vasos sanguíneos. É utilizado em caso de alteração da função ou diminuição do número de plaquetas, como ocorre em leucemias e em tratamentos com quimioterapia.

Plasma fresco congelado(PFC) – é a parte líquida do sangue, clara e que contém fatores de coagulação responsáveis pelos outros mecanismos de coagulação, além da plaqueta. É utilizado em sangramento e deficiência de vários fatores de coagulação como as que ocorrem em grandes queimados e distúrbios de coagulação adquiridos.

Crioprecipitado (CRIO) – é um precipitado originado do descongelamento do PFC em temperatura de 4° C, rico em fator VIII, fator XIII e fibrinogênio. É utilizado em pacientes com deficiência de fatores de coagulação (fibrinogênio e fator XIII).

O sangue é rotulado de forma a permitir sua rastreabilidade (possibilidade de identificar a origem do sangue doado, em caso de reações adversas no receptor), porém, preservando o sigilo do doador, conforme determina a legislação brasileira. São realizados exames para tipificação do sangue e identificação de doenças transmissíveis. Somente após a liberação dos testes laboratoriais, os hemocomponentes, devidamente estocados, são distribuídos aos hospitais e clínicas conveniados.

Conheça o processo de fracionamento do sangue e seus principais usos

Dia doador de sangue-01

5) O sangue doado possui “prazo de validade?”

Cada hemocomponente possui uma validade. As plaquetas, por exemplo, só podem ser utilizadas por cinco dias após a coleta do sangue. É por isso que os doadores devem comparecer regularmente aos Hemocentros e postos de coleta. Uma redução no comparecimento afeta rapidamente o estoque de plaquetas necessárias a pacientes com distúrbios de coagulação.

  • Concentrado de hemácias (CHM) – 35 a 42 dias (dependendo da solução de conservação).
  • Concentrado de plaquetas (CP) – cinco dias.
  • Plasma fresco congelado (PFC) – um ano.
  • Crioprecipitado (CRIO) – um ano

A partir do fracionamento do plasma sanguíneo por processos físico-químicos, é possível também preparar hemoderivados, geralmente produzidos em escala industrial. Através desse processo são obtidos concentrados de fatores de coagulação, albumina, globulinas.

6) Porque a doação de sangue não pode ser remunerada e nem usada como forma de pena?

A doação de sangue é caracterizada por um ato de solidariedade e sujeitar essa atitude a um consequente benefício, econômico ou não, desnatura o seu caráter gratuito e pode comprometer a segurança do serviço e a qualidade dos produtos obtidos da doação, sendo esta for movida pelo interesse desvirtuado. A doação voluntária de sangue também é regulamente por lei. O artigo 14, II da Lei Federal nº 10.205, de 21/03/01, que “Regulamenta o § 4º do art. 199 da Constituição Federal, relativo à coleta, processamento, estocagem, distribuição e aplicação do sangue, seus componentes e derivados, estabelece o ordenamento institucional indispensável à execução adequada dessas atividades, e dá outras providências” prevê, entre os princípios básicos e diretrizes da Política Nacional de Sangue, Componentes e Hemoderivados a utilização exclusiva da doação voluntária, não remunerada, do sangue, cabendo ao poder público estimulá-la como ato relevante de solidariedade humana e compromisso social”. Isso ressalta a proibição de remuneração ao doador pela doação de sangue, direta ou indiretamente, bem como de qualquer prática de ato ou procedimento que induza o homem e a mulher a doar sangue mediante compensações pecuniárias ou outro tipo de retribuição material direta ou indireta, ou ainda a submissão da doação a qualquer condição (neste caso, livrar-se da pena), pois a imposição aumenta o risco de comprometimento da segurança e qualidade dos hemocomponentes a serem transfundidos.

Por Junia Brasil

 

#TOP5: É possível ter uma vida saudável com o diabetes?

Diabetes 1

O diabetes é desenvolvido quando o corpo não produz ou não utiliza de forma adequada a insulina, hormônio responsável por controlar a quantidade de glicose no sangue. Essa deficiência da produção ou da ação da insulina compromete o aproveitamento da glicose, o que provoca sua elevação no sangue, excedendo as taxas normais, que variam entre 70 a 110 mg/dl.

Vale lembrar que os pacientes diagnosticados com diabetes têm direito a receber tratamento e medicação adequada, além de acompanhamento médico nas unidades básicas de saúde do SUS. Porém, adotar hábitos mais saudáveis é fundamental para prevenir o desenvolvimento dessa doença crônica. Confira as dicas de prevenção!

#SaúdeNacozinha: Conheça os benefícios da fibra alimentar para a saúde

PostBenefíciosdaFibra

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda o consumo de 25 gramas de fibra alimentar por dia. Mas, afinal, o que é e quais são os benefícios dessa substância à nossa saúde? Fibras são partes dos vegetais que não são digeridas pelo nosso organismo, uma vez que são resistentes à ação das enzimas digestivas humanas. Podemos citar como exemplo de alimentos ricos em fibra os grãos integrais, que por serem minimamente processados, mantêm a maior parte dos componentes originais, como vitaminas e minerais.

No que se refere aos benefícios da fibra, no caso dos diabéticos, especificamente, a presença desse elemento na composição dos alimentos faz com que a absorção da glicose seja mais lenta, evitando, assim, tanto a hiper como a hipoglicemia. Além disso, a fibra alimentar também diminui o nível de colesterol, regulariza a função intestinal e assegura uma absorção mais lenta dos nutrientes, promovendo a sensação de saciedade e diminuindo, indiretamente, a ingestão de outros alimentos.

A fibra alimentar também está presente nas frutas, legumes, hortaliças, leguminosas, oleaginosas e alimentos à base de cereais integrais. Vale destacar, ainda, que a ingestão de líquido é fundamental para que as fibras presentes em alimentos possam cumprir seu papel em nosso organismo. E nada de exageros! Equilíbrio é indispensável para se manter uma alimentação balanceada e a saúde em dia.

Mobilização Social em Varginha usa fantoches para alertar sobre a dengue

Teatro Mariáguá 1

Com o tema “Água, meio ambiente e dengue”, a escola Professora Helena Reis, no bairro Cidade Nova, em Varginha, recebeu o teatro com fantoche do Núcleo Municipal de Mobilização de Varginha para conscientizar alunos e professores a respeito dos cuidados no consumo e preservação da água.

De forma divertida, a personagem “Mariágua”, explica sobre a importância da água, da sua preservação e dos cuidados no consumo, além de destacar os perigos da dengue. Na ocasião, também aconteceu panfletagem, colagem de cartazes pela escola, demonstração de larvas e de mosquitos e exposição de brinquedos reciclados. A peça de teatro e a personagem Mariágua foram idealizados por Claudenice Aparecida Martins, agente de combate às endemias, e apadrinhados por Rosângela Antunes Conde, responsável pela Vigilância Ambiental.

 

Por Fernanda Rosa