#MitoOuVerdade: Repelentes são seguros e podem ser usados por gestantes

By | 10 de dezembro de 2015

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Uma das formas de prevenção contra as infecções transmitidas pelo mosquito Aedes aegypiti – dengue, chikungunya e zika vírus, é o uso de repelentes. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) esclarece que não há qualquer impedimento para a utilização destes produtos por mulheres grávidas, desde que estejam devidamente registrados na Agência e que sejam seguidas as instruções de uso descritas no rótulo de cada produto.

» Veja nota da Anvisa sobre uso de repelentes de inseto durante a gravidez.

Já em crianças entre dois e 12 anos, a concentração da substância de repelência DEET deve ser no máximo 10% e a aplicação deve se restringir a três vezes por dia. Concentrações superiores a 10% são permitidas para maiores de 12 anos.

Os repelentes devem ser aplicados nas áreas expostas do corpo e por cima da roupa. E devem ser reaplicados de acordo com a indicação de cada fabricante e em caso de suor excessivo ou contato com água. Para aplicação da forma spray no rosto ou em crianças, o ideal é aplicar primeiro na mão e depois espalhar no corpo, lembrando sempre de lavar as mãos com água e sabão depois da aplicação. Em caso de contato com os olhos, é importante lavar imediatamente a área com água corrente.

Além do DEET, o principio ativo mais recorrente em repelentes no Brasil, são utilizadas em cosméticos as substâncias Hydroxyethyl isobutyl piperidine carboxylate (Icaridin ou Picaridin) e Ethyl butylacetylaminopropionate (EBAAP ou IR 3535), além de óleos essenciais, como Citronela. Embora não tenham sido encontrados estudos de segurança realizados em gestantes, estes ingredientes são reconhecidamente seguros para uso em produtos cosméticos conforme regulamentação de ingredientes cosméticos.

» Clique aqui e leia a matéria, na íntegra, no Blog da Saúde do Ministério da Saúde.

Fonte: Blog da Saúde MS.

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