Monthly Archives: janeiro 2016

#VisibilidadeTrans: Coloque a bandeira Trans no seu perfil nas redes sociais

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Nos últimos dias, publicamos no nosso blog uma série sobre a Semana pela Visibilidade de Travestis e Transexuais, cujo Dia da Visibilidade Trans é comemorado no dia 29 de janeiro. Dar visibilidade a esta comunidade que ainda necessita de mais sensibilidade por parte dos profissionais de saúde e, porque não dizer da própria sociedade, atende aos princípios de universalidade, equidade e integralidade que regem o Sistema Único de Saúde (SUS). Para ver os posts sobre este assunto, clique aqui.

Para defender a visibilidade social de travestis e transexuais sobre as questões relacionadas à cidadania, aos direitos humanos e o acesso à saúde pública não significa, necessariamente, fazer parte do movimento. Mas sim de entender que o SUS é para todas e todos. Se você apoia esta iniciativa, coloque a bandeira Trans no seu perfil nas redes sociais e multiplique o respeito à diversidade nas suas redes.

#VisibilidadeTrans: Documentário “O cotidiano que ninguém vê”

A discriminação, a falta de cidadania, as dificuldades para se inserir na sociedade e o medo da violência são alguns dos vários problemas enfrentados pelas mulheres transexuais e travestis em seu cotidiano. Um cotidiano que ninguém vê. É sob esse título que a jornalista Larissa Padron produziu seu filme-documentário como projeto de conclusão de seu bacharelado em Comunicação Social pela Universidade Federal de Minas Gerais.

As questões citadas acima – e outras tantas, como a dificuldade de aceitação e acolhimento da própria familia – são relatadas por Anyky Lima, presidente do Cellos MG, o Centro de Luta pela Livre Orientação Sexual de Minas Gerais, e representante mineira da ANTRA (Associação Nacional das Travestis e Transexuais), que é personagem central do documentário.

À jornalista, Anyky relata suas experiências de luta e militância em prol da defesa das travestis, sobretudo em Minas Gerais, e também nos lembra, a todo momento, seu lugar de cidadã e pessoa “comum”, com um cotidiano de alegrias e dores como eu e você. Vale a pena conferir:

#VisibilidadeTrans: A Temática Trans no Cinema e no Teatro

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De 25 a 31 de janeiro, a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) participa da Semana da Visibilidade Trans. A proposta é sensibilizar a sociedade sobre as questões relacionadas à cidadania, aos direitos humanos e o acesso à saúde pública que envolvem a comunidade de transexuais e travestis. Para ver todos os posts publicados sobre a #VisibilidadeTrans no Blog da Saúde MG, clique aqui. Confira algumas dicas de filmes e de peça de teatro que abordam a temática trans:

Filme “Tomboy” (2013)

Sinopse: Laure (Zoé Héran) é uma garota de 10 anos, que vive com os pais e a irmã caçula, Jeanne (Malonn Lévana). A família se mudou há pouco tempo e, com isso, não conhece os vizinhos. Um dia Laure resolve ir na rua e conhece Lisa (Jeanne Disson), que a confunde com um menino. Laure, que usa cabelo curto e gosta de vestir roupas masculinas, aceita a confusão e lhe diz que seu nome é Mickaël. A partir de então ela leva uma vida dupla, já que seus pais não sabem de sua falsa identidade.

Filme “Meninos Não Choram” (2000)

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Sinopse: Teena Brandon é uma menina que decide trocar de identidade, passando-se por um menino chamado Brandon Teena. Ela passa a viver exatamente como sua identidade, se apaixonando por outra menina, saindo com amigos e tudo mais. Porém, quando todos descobrem sua verdadeira identidade, uma onda de violência abala o local.

Filme “Transamérica” (2005)

Sinopse: Bree Osbourne (Felicity Huffman) é uma orgulhosa transexual de Los Angeles, que economiza o quanto pode para fazer a última operação que a transformará definitivamente numa mulher. Um dia ela recebe um telefonema de Toby (Kevin Zegers), um jovem preso em Nova York que está à procura do pai. Bree se dá conta de que ele deve ter sido fruto de um relacionamento seu, quando ainda era homem. Ela, então, vai até Nova York e o tira da prisão. Toby, a princípio, imagina que ela seja uma missionária cristã tentando convertê-lo. Bree não desfaz o mal-entendido, mas o convence a acompanhá-la de volta para Los Angeles, tudo isso na verdade para garantir a continuidade do processo que permitirá que ela faça a cirurgia.

Teatro

“Num Ano Com Treze Luas”

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“Num ano com treze luas” é uma livre adaptação do filme do diretor alemão Fassbinder. A personagem em foco é Elvira, uma trans que lida com suas questões de gênero e amores não correspondidos. Um corpo deslocado que tenta se encaixar de alguma forma no seu mundo de contradições. A peça está em exibição na 42º Campanha de Popularização do teatro e da Dança de Minas Gerais. Clique aqui para mais informações.

Onde: Centro Cultural Banco do Brasil – CCBB

Quando: de 24 a 29 de Fevereiro, de quarta à segunda-feira, às 19hs.

Quanto: R$ 5,00 nos postos do Sinparc

Classificação: 16 anos

 

#VisibilidadeTrans: Livro “Viagem Solitária” conta a história do primeiro transexual masculino no Brasil

O livro “Viagem Solitária” conta a história de João W. Nery, o primeiro transexual masculino no Brasil. A obra narra a infância triste e confusa do menino tratado como menina, a adolescência transtornada, o crescimento dos seios que ele fazia de tudo para esconder, o processo de autoafirmação e a paternidade, tudo isso em plena Ditadura Militar.

São muitos os personagens dessa história: de Darcy Ribeiro, considerado seu mentor intelectual e um dos primeiros amigos a compreenderem-no, a Antônio Houaiss, que, sendo um grande defensor das liberdades democráticas, recomendou seu primeiro livro para publicação, “Erro de pessoa: Joana ou João?”, do qual foi prefaciador. Veja mais detalhes no vídeo abaixo:

#EAD: Curso de Atenção Integral à Saúde de Pessoas em Situação de Rua

Estão abertas as inscrições para o Curso de Atenção Integral à Saúde de Pessoas em Situação de Rua, promovido pela Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp/Fiocruz), por meio da Coordenação de Educação a Distância (EAD/Ensp/Fiocruz) e do Centro de Saúde Escola Germano Sinval Faria (CSEGSF/Ensp/Fiocruz), em parceria com os Departamentos de Gestão da Educação na Saúde (Deges/SGTES/MS) e de Atenção Básica (DAB/SAS/MS), do Ministério da Saúde. Clique aqui e conheça o edital.

Podem participar profissionais portadores de diploma de nível médio ou de nível superior nas áreas da saúde e assistência social que não tenham sido contemplados com vagas na primeira oferta do curso (2014). Ao todo, a escola oferece 500 vagas com o objetivo de atender todas as equipes de Consultório na Rua e de Consultório de Rua, implantadas (cadastradas no CNES) até dezembro de 2015 em todo o território nacional.

As inscrições vão até o dia 18/3/2016 e devem ser feitas no site EAD/Ensp.

#VisibilidadeTrans: Documentário discute saúde de pessoas transexuais usuárias do SUS

A campanha “Cuidar bem da saúde de cada um. Faz bem para todos. Faz bem para o Brasil”, lançada pelo Ministério da Saúde nesta quarta-feira (27/01), quer informar e conscientizar toda a sociedade, bem como profissionais de saúde, trabalhadores e gestores do Sistema Único de Saúde (SUS) sobre garantias ao atendimento de travestis e transexuais, considerando as especificidades de saúde dessa população.

Um dos produtos dessa campanha é um documentário sobre a saúde de pessoas transexuais, produzido a partir de depoimentos de travestis e transexuais usuárias e usuários do SUS e de movimentos sociais, além de gestores e profissionais que atendem nos ambulatórios específicos do processo transexualizador. Confira:

#SaúdeELiteratura: Livro digital aborda Transexualidade e Travestilidade na Saúde

 

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Foi lançada nesta quarta-feira (27/01), no Ministério da Saúde, em Brasília-DF, a campanha “Cuidar bem da saúde de cada um. Faz bem para todos. Faz bem para o Brasil”, com foco na saúde integral, atendimento humanizado e respeito para as travestis, mulheres transexuais e homens trans. Como parte das ações desse lançamento, foi apresentado também o livro “Transexualidade e Travestilidade na Saúde”.

O livro apresenta uma coletânea de artigos, com foco no desafio da promoção da equidade em saúde para a população de travestis e transexuais a partir do olhar de movimentos sociais, da academia, do serviço e da gestão. A publicação está disponível gratuitamente neste link.

#VisibilidadeTrans: Cartão do SUS pode ter o Nome Social

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A adoção do Nome Social é uma iniciativa pactuada pelos órgãos e entidades ligadas ao Sistema Único de Saúde (SUS) que visa promover a cidadania, buscando coibir a exposição dos usuários do SUS a situações constrangedoras ou vexatórias. A portaria do Ministério da Saúde, nº 1.820, de 13 de agosto de 2009, que dispõe sobre os direitos e deveres dos usuários da saúde, garante o direito ao uso do Nome Social em qualquer unidade de saúde pública.

A adoção do campo “Nome Social” ainda deve ser usado pelas pessoas que possuam apelido amplamente conhecido em sua comunidade o que desejem registrá-lo a fim de possibilitar maior personalização em seu Cartão do SUS.  Apesar da impressão do Cartão do SUS poder ser feita somente exibindo o Nome Social, por questões legais, o nome de registro civil será mantido na base de dados nacional do Cartão para garantir a validade do registro desse usuário, mas como já esclarecido, essa informação do nome civil, não constará da impressão do CNS caso seja o desejo do usuário. Para conferir a nota técnica completa, clique aqui.

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#VisibilidadeTrans: Sugestões de conduta aos profissionais de saúde do SUS

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A implantação da Política Nacional de Saúde Integral de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (LGBT) é uma conquista social importante para que o Sistema Único de Saúde (SUS) consiga ser realmente universal e igualitário. Uma das iniciativas que já está em prática em todo o país é que os serviços de saúde e, principalmente o cartão do SUS, devem adotar o Nome Social do usuário ou da usuária para que, desta forma, não haja nenhum tipo de constrangimento.

Além disso, para superar os desafios na implementação, a portaria também estabelece como objetivos a atenção às necessidades específicas dessa população, a qualificação da informação em saúde relativa à população LGBT pelos profissionais de saúde, além de iniciativas voltadas à redução de riscos e oferta de atenção os problemas decorrentes do uso prolongado de hormônios femininos e masculinos para travestis e transexuais. Temas como a discussão do modelo de atenção à saúde mais adequado, bem como sobre a abertura de ambulatórios trans, estão sendo promovidos pela Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) que instituiu o Comitê de Saúde Integral LGBT com a intenção de fomentar e monitorar a implementação de ações de saúde no Estado.

Dentro deste contexto, foi elaborado algumas sugestões de condutas para os profissionais de saúde do SUS:

# Evite seguir um protocolo de atendimento que tenha como pressuposto a heterossexualidade.

# A abordagem ou reconhecimento pel@ profissional de saúde sobre a orientação sexual e identidade de gênero, é importante para o acolhimento e percepção de vulnerabilidades específicas de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais. Além disso, saber abordar este aspecto da sexualidade humana pode propiciar um novo canal de diálogo que considere a especificidade das vivências de cada usuário/a. No entanto, não a faça como um protocolo rígido, que obedeça apenas a obrigação profissional. Muitas vezes, quando feita desse modo, traz o resultado oposto ao esperado e induz a omissões ou respostas que não correspondem ao que é real.

# Não pressuponha a orientação sexual a partir de estereótipos ou modelos sociais definidos de gênero de suas/seus usuári@s. Nem sempre uma mulher que se veste ou se comporta de maneira considerada “mais masculina”, é lésbica ou bissexual e nem sempre as mulheres que se vestem ou se comportam de modo considerado “feminino” são heterossexuais e, no caso dos homens, vale a mesma observação.

# Saber indagar ou abordar para que o/a usuári@ se coloque sobre a sua orientação sexual não retira a importância de conhecer a identidade de gênero do/a usuário/a. As mesmas recomendações sobre orientação sexual, também valem neste caso. A construção de um diálogo franco e acolhedor é que poderá permitir que a pessoa à sua frente diga como se vê: como mulher, como homem, como travesti, como transexual, como trans homem, como mulher trans ou qualquer outra ou em nenhuma categoria destas. É importante que fique claro para o/a usuári@ que o/a profissional ao abordar esta temática, tente aproximar-se de suas necessidades de saúde e não por curiosidade, controle ou preconceito.

# Procure refletir sobre as suas referências de gênero, estereótipos ou estigmas da travestilidade e da transexualidade – como prostituição, uso de drogas, HIV/AIDS, criminalidade – e demandas no processo de cuidado, possibilitando olhar para o/a usuário/a de forma singularizada e escutando suas necessidades individuais. Romper com julgamentos morais na conduta profissional, adotando uma postura aberta às diferenças e respeitosa humanizam o atendimento e possibilitam a adesão ao cuidado e aos serviços de saúde.

 

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#VisibilidadeTrans: Programação Cultural em BH da Semana pela Visibilidade de Travestis e Transexuais

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O dia 29 de janeiro, próxima sexta-feira, é o Dia Nacional da Visibilidade Trans. Com o tema “Saúde, Segurança e Direitos Humanos”, a Semana pela Visibilidade de Travestis e Transexuais, em Belo Horizonte, traz uma série de eventos, como exibição de filmes, rodas de conversas, gaymada, exposições fotográficas e performances. A maioria é aberta ao público. Veja a programação completa abaixo.

 

Terça-Feira (26/01)

10h – Cine Pipoca Filme: “Muito Prazer: Travestis e Transexuais de Juiz de Fora”

Mediadora: Sissy Kelly – Rede Trans Brasil / Local: Casa de Direitos Humanos – Av. Amazonas, 558, Centro. Entrada franca.

13h30 – Cine Pipoca Filme: “Muito Prazer: Travestis e Transexuais de Juiz de Fora”

Mediadora: Gisela Lima – Mobilizadora Social do Instituto Pauline Reichstul / Local: Salas 6 e 7, 2º andar, Prédio Gerais, Cidade Administrativa. Entrada franca.

15h30 – Cine Pipoca Filme: “Muito Prazer: Travestis e Transexuais de Juiz de Fora”

Mediadora: Sissy Kelly – Rede Trans Brasil / Local: Casa de Direitos Humanos – Av. Amazonas, 558, Centro. Entrada franca.

 

Quarta-Feira (27/01)

13h30 – Cine Pipoca filme: “Muito Prazer: Travestis e Transexuais de Juiz de Fora”

Mediadora: Libernina Andrade – mulher trans feminista

Local: Casa de Semiliberdade São João Batista

Evento restrito ao público interno

19h – Roda de conversa: Travestilidades e Transfeminismos

Convidados: – Babi Macedo – Travesti, artista plástica, graduanda do Curso de Artes Plásticas pela Escola Guignard – UEMG

– Rhany Mercês – Mulher transexual, consultora ambiental, graduanda em Serviço Social pela Estácio de Sá, ativista trans.

– Diogo Oliveira – Homem trans e militante do Coletivo Classista MOOCA

Local: Teatro da Assembleia – Rua Rodrigues Caldas, 70, Santo Agostinho.

19h – Programação Cultural:

Exposição: “Eu, Nós, Elas – Retratos da Transdiversidade Feminina” de Babi Macedo

Local: Teatro da Assembleia – Rua Rodrigues Caldas, 70, Santo Agostinho.

*Informamos que as inscrições para a Roda de Conversa “Travestilidades e transfeminismos” estão encerradas. Atingimos a lotação do espaço. A confirmação de inscrição será comunicada por e-mail.

 

Quinta-Feira (28/01)

10h – Cine Pipoca Filme: “Muito Prazer: Travestis e Transexuais de Juiz de Fora”. Direção: Tatiana Carvalho Costa

Mediadora: Libernina Andrade – mulher trans feminista

Local: Centro Socioeducativo Horto

Evento restrito ao público interno.

13h30 – Capacitação de Gestoras e Gestores

Documentário: “TransHomemTrans”. Direção: Tatiana Carvalho Costa

Mediador: Raul Capistrano – CELLOS MG

Plenária 9º andar, Prédio Gerais, Cidade Administrativa

Evento restrito ao público interno.

 

Sexta-Feira (29/01)

9h – Dia da Beleza e atividades culturais

Local: Penitenciária Professor Soares Albergaria – Ala Específica.

Evento restrito ao público interno

9h – Cine Pipoca Filme: “Muito Prazer: Travestis e Transexuais de Juiz de Fora”. Direção: Tatiana Carvalho Costa

Mediadora: Libernina Andrade – mulher trans feminista

Local: Presídio de Vespasiano – Ala específica.

Evento restrito ao público interno.

13h às 17h – Confecção do cartão do SUS com nome social

Local: Casa de Direitos Humanos – Av. Amazonas, 558, Centro. Entrada franca.

15h – Lançamento do Grupo de Trabalho – GT do Programa Cidadania Trans

Local: Casa de Direitos Humanos – Av. Amazonas, 558, Centro. Entrada franca.

18h30 – Programação cultural

Local: Viaduto Santa Tereza – rua Aarão Reis, Centro

18h30 – Desfile Performático Travesti e trans.

20h – Gaymada: Campeonato Interdrag. Edição: Todo dia é dia de Visibilidade Travesti e Trans!!!

Coletivo Toda Deseo.

22h – Pelada Trans.

Momento futebolístico de Homens Trans.

23h – Encerramento com performances de Cristal Lopez e Willa Queer

Durante a programação cultura na sexta-feira, a exposição fotográfica “Elas, Madalenas”, de Lucas Ávila, será projetada nas paredes da região da rua Aarão Reis.

 

REALIZAÇÃO

Nuh/UFMG

Conselho Regional de Psicologia de Minas Gerais – 4ª Região

Governo do Estado de Minas Gerais

Prefeitura Municipal de Belo Horizonte

Coletivo Classista MOOCA

Coletivo Beijo no seu preconceito

Coletivo Toda Deseo

Rede Trans Brasil

Una-se Contra a LGBTfobia/Una

Rede Afro LGBT Mineira

Conselho Regional de Serviço Social de Minas Gerais

#VisibilidadeTrans: Você sabe o que é isso?

Semana Visibilidade Trans-01

De 25 a 31 de janeiro, a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) participa da Semana pela Visibilidade de Travestis e Transexuais, cujo Dia da Visibilidade Trans é comemorado no dia 29 de janeiro. A proposta é sensibilizar a sociedade sobre as questões relacionadas à cidadania, aos direitos humanos e o acesso à saúde pública que envolvem a comunidade de transexuais e travestis.

Por meio da Política Nacional de Saúde Integral de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais, o Sistema Único de Saúde (SUS) universaliza o acesso à saúde pública à população LGBT sem que haja qualquer tipo de discriminação ou preconceito nas Unidades de Saúde. Por isso, transexuais e travestis podem ter o Nome Social no Cartão do SUS.

O nome social é aquele pelo qual transexuais e travestis preferem ser chamados (as) cotidianamente, refletindo sua identidade de gênero, em contraposição aos nomes de registro civil determinados no nascimento, com o qual não se identificam. Além disso, é muito importante que os profissionais de saúde respeitem a diversidade sexual e de gênero das usuárias e dos usuários da saúde pública, se preocupando com o acolhimento e tratamento adequado para que não haja discriminação, nem preconceito.

O cuidado com os aspectos da identidade de gênero são fundamentais para trabalhar questões de saúde de indivíduos que trazem uma identidade de gênero diferente de seu corpo biológico de nascimento. Evitar preconceitos e decisões clínicas baseadas em estereótipos de gênero auxilia no alcance do cuidado integral dessa população que tem outras demandas de saúde para além de sua sexualidade. Abaixo, confira o depoimento da Secretária-Adjunta da SES-MG, Alzira de Oliveira Jorge, sobre a campanha:

– Quer conhecer mais sobre a Política Nacional de Saúde da População de Lésbicas, Bissexuais, Transexuais e Travestis? O UNASUS oferece um curso online! Clique aqui e faça a sua inscrição.