#SaúdeNaCozinha: Acordo já retirou 14 mil toneladas de sódio dos alimentos processados

By | 29 de junho de 2016
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Ilustração: Maycon Portugal / SES-MG.

O sódio em excesso é prejudicial à saúde por ser um fator de risco para a hipertensão arterial, insuficiência cardíaca e renal, além de ser apontado por favorecer a retenção de líquidos, dando a sensação de inchaço.

Para melhorar a qualidade nutricional dos alimentos processados, o Ministério da Saúde e a Associação das Indústrias da alimentação (Abia) firmaram em 2011 parceria que já possibilitou a retirada de 14.893 toneladas de sódio dos produtos alimentícios.

A redução equivale a 3.723 caminhões de 10 toneladas carregados de sal. É importante lembrar que o sódio não está presente apenas em alimentos salgados. Alimentos doces, como biscoitos recheados, leite condensado, chocolate em pó, iogurte e refrigerantes também apresentam esse item em sua composição.

Na terceira fase do acordo, em que foram incluídas margarinas, cerais matinais, caldos (gel e cubos) e temperos prontos, 94,5% das 22 de empresas analisadas atingiram a meta. A maior redução foi observada nos temperos, com queda de 16,35% seguida pela margarina com 7,12%. Outras categoriais também registram queda: cereais matinais (5,2%), caldos e cubos em pó (4,9%), temperos em pasta (1,77%), tempero para arroz (6,03%). Caldos líquidos e em gel é a única categoria que teve aumento na concentração de sódio (8,84%).

A meta é que, até 2020, as indústrias do setor promovam, de forma voluntária, a retirada de 28.562 toneladas de sal do mercado brasileiro.

Os dados foram apresentados nessa terça-feira (28/06), pelo ministro da Saúde, Ricardo Barros e também pelo presidente da Abia, Edmund Kloz. Os dois órgão darão início, a partir de agora, a um novo debate com o objetivo de reduzir o açúcar nos alimentos processados.

 

Fonte: Portal da Saúde/Ministério da Saúde

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