Monthly Archives: outubro 2016

#ResultadoDaEnquete: como as internautas da SES-MG cuidam da sua saúde?

Neste mês de outubro, a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) abordou a saúde da mulher em suas redes sociais. Por meio do slogan “E você, já descobriu que todo dia pode ser rosa?”, a SES-MG buscou conscientizar as mulheres acerca das boas práticas de saúde que contribuem para melhorar a qualidade de vida e podem prevenir doenças, não só no mês de outubro, como em todos os dias do ano.

No site da SES-MG, uma enquete questionou as internautas sobre seus hábitos no cuidado com a saúde; confira os resultados:

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#MobilizaçãoDaSaúde: SES-MG contou com apoio de mais de 300 parceiros pela saúde da mulher

Durante a Campanha “E você, já descobriu que todo dia pode ser rosa?”, que tem como objetivo reforçar a importância de cuidar da saúde da mulher todos os dias, a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) contou com o apoio de mais de 300 parceiros de mobilização social que promoveram ações de conscientização junto a seus públicos.

“Os parceiros potencializam o alcance do público ao qual precisamos chegar, com eles formamos uma rede de comunicação e informação”, destaca Susan Prado, referência técnica em mobilização social da SES-MG. Clique aqui e saiba mais.

No Blog da Saúde MG, a gente te apresenta alguns dos parceiros desta Campanha e as ações promovidas por eles, confira:

#OutubroRosa: Hemominas promove palestra para as servidoras sobre saúde da mulher

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Dentro das ações de promoção à saúde da mulher inspiradas no Movimento Outubro Rosa, a Fundação Hemominas promoveu, na última quarta-feira (26/10), uma palestra para as servidoras sobre saúde da mulher. O encontro aconteceu no prédio da Administração Central da Fundação e atraiu várias servidoras que, além de ouvir a ginecologista e médica do trabalho da MGS, Marisa de Andrade Chaves, tiraram dúvidas sobre o tema e compartilharam suas experiências com as outras colegas.

Marisa Andrade abriu a palestra afirmando que mais do que informar sobre os perigos do câncer de mama e colo do útero, é essencial conscientizar as mulheres sobre o que elas mesmas podem fazer para prevenir as doenças ou detectá-las precocemente.

“Toda mulher pode ter, no seu dia a dia, ações que podem colaborar para o cuidado com a saúde e prevenção do câncer de mama e outras doenças. O exame ginecológico anual, por exemplo, pode ajudar a detectar alguma irregularidade, uma vez que o médico realiza o exame de palpação e expressão das mamas”, disse. A médica apresentou uma série de mitos e verdades sobre os principais fatores de risco e causadores deste tipo de câncer.

Após a palestra, foi exibido um vídeo educativo com informações sobre os sintomas da doença e dicas de prevenção. A funcionária da MGS, Heloína Soares Correa, elogiou a iniciativa e disse que a palestra foi muito didática e esclarecedora. “Nós mulheres cuidamos de muitas coisas, mas muitas vezes nos esquecemos de nós mesmas. A palestra foi ótima e nos ajudou a entender a importância de termos mais cuidado com a nossa saúde”, concluiu.

Fonte: Hemominas.

Gestores e ouvidores do Sistema Estadual de Saúde participam de capacitação sobre o OuvidorSUS

A Ouvidoria-Geral do Estado de Minas Gerais (OGE-MG) promove mais uma oficina de capacitação sobre o Sistema OuvidorSUS, destinado a gestores e ouvidores da Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig), da Fundação Hemominas e da Fundação Ezequiel Dias (Funed). Realizada na Escola de Saúde Pública (ESP-MG), a capacitação foi ministrada por dirigentes do Departamento de Ouvidoria Geral do Sistema Único de Saúde (Doges) do Ministério da Saúde, Renata Lustosa e Guilherme Grili, e pelas integrantes da Ouvidoria de Saúde.

O OuvidorSUS funciona como ferramenta para o recebimento, tratamento e monitoramento das reclamações, sugestões, solicitações, denúncias e elogios dos usuários do Sistema Único de Saúde, além da disseminação de informações em saúde.  A capacitação é a segunda etapa da Oficina de Planejamento Estratégico do Sistema Estadual de Ouvidorias do SUS de Minas Gerais, que teve início nos dias 27 a 29 de setembro, com o objetivo de implantar vinte e uma novas ouvidorias na Fhemig, uma na Funed e outra na Hemominas. Na última semana, participaram da capacitação sobre o sistema OuvidorSUS integrantes de 23 Unidades Regionais da Secretaria de Estado da Saúde.

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Fonte: OGE-MG.

Semana do Doador Mirim concientiza crianças e jovens sobre doação de sangue e medula óssea

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Estimular em crianças e jovens a consciência e responsabilidade quanto a uma futura atitude e sensibilização para o ato de doar sangue. Esta é a proposta do Programa Doador do Futuro, desenvolvido pela Fundação Hemominas em todas as suas unidades. Nesse sentido, uma das últimas ações ocorreu no Hemonúcleo de Divinópolis, com a realização da Semana do Doador Mirim, no período de 17 a 21 de outubro, envolvendo atividades como dinâmicas, hemotur e palestras educativas.

Outro tema abordado foi o processo de cadastramento para doação de medula óssea. O programa prevê também que os jovens atuem como multiplicadores das informações, difundindo-as entre seus familiares e amigos e, assim, atraindo mais doadores. No dia 17 de outubro, participaram do evento os alunos da Escola Estadual São Francisco de Assis, da cidade de Carmo do Cajuru.

A jovem Gabriely Barbosa Silva, do 4º ano do ensino fundamental, destacou a importância de participar dessa ação. “Ir à Hemominas foi muito legal, aprendi coisas novas e interessantes sobre a doação de sangue”. Segundo o diretor da escola, Eduardo Anísio de Souza Batista, “é muito importante participar do Programa Doador do Futuro para que os alunos sejam multiplicadores das informações, incentivando, no presente, sua família a doar e, no futuro, tornando-se potenciais doadores de sangue”.

Já no dia 18 de outubro, os alunos da Escola Municipal Bom Pastor participaram da roda de conversa, hemotur e da dinâmica da bexiga. Essa brincadeira tem por finalidade promover a interação entre as crianças, a cooperação e principalmente mostrar a importância de cada pessoa para a doação, na busca por doadores e multiplicadores da solidariedade. No dia 19, foi a vez dos estudantes do Centro de Artes e Ofícios participarem também das atividades promovidas pelo Hemonúcleo de Divinópolis e assistirem ao processo de separação dos hemocomponentes.

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Na quinta-feira, dia 20/10, os alunos do Centro Educacional Criativo visitaram o Hemonúcleo de Divinópolis e participaram de palestras e atividades lúdicas, como a dinâmica do cartão, cujo foco era destacar a importância de ser solidário. No último dia da Semana do Doador Mirim, 21 de outubro, a Escola Jean Piaget encerrou os trabalhos com os alunos também participando de dinâmicas, hemotur e rodas de conversa.

A estagiária de pedagogia da captação de Divinópolis, Mariana Whitte Fonseca, comentou a satisfação em participar de um projeto tão importante. “Acredito que recebendo as orientações e incentivos, a criança e o adolescente se tornarão adultos mais conscientes sobre esse ato social de grande valor e compromisso com a vida”.

Segundo Mariana, foi perceptível o interesse das crianças. “Acredito que nosso objetivo foi alcançado e teremos o retorno de todo esforço, dedicação e carinho que empenhamos nesse projeto”. De 2004 a setembro de 2016, o Programa Doador do Futuro contabilizou 7.364 palestras, alcançando 313.432 alunos das escolas de Minas Gerais.

 

Fonte: Hemominas.

#EAD: Curso de Especialização em Saúde da Família e Comunidade pela UNA-SUS

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Estão abertas as inscrições para o preenchimento de 260 vagas para o Curso de Especialização em Saúde da Família e Comunidade ofertado pelo Núcleo de Estudos, Pesquisa e Extensão em Educação Permanente para o SUS (NUEPES) da Universidade Federal do Piauí (UFPI) em parceria com a UNA-SUS. O curso será oferecido na modalidade de educação a distância (EAD).

Esta é a primeira oferta da UFPI, na modalidade à distância, como integrante do Sistema Universidade Aberta do SUS (UNA-SUS). As inscrições devem ser realizadas até 16 de novembro, na secretaria da UNA-SUS/UFPI, situada no Campus Ministro Petrônio Portela, S/N, bairro Ininga, Teresina (PI), ou nos polos de apoio presencial, constantes no Edital.

Com carga horária de 450 horas, a especialização é composta por sete áreas didáticas: Contexto das Políticas Públicas e das Redes de Atenção à Saúde, Estudo e Análise Situacional do Território: Saúde – Doença; Ciclo de Vida: Mulher, Criança e Adolescente; Ciclo de Vida: Adulto, Homem e Idoso; Urgência; Reflexão sistemática sobre a prática – TCC; e dentre as optativas é possível escolher entre Saúde Ambiental e Didática.

Para conhecer a primeira oferta de especialização da UNA-SUS/UFPI, clique aqui e acesse o edital na íntegra.

 

Fonte: UNA-SUS.

#SaúdeDaMulher: confira a rota do mamógrafo móvel em Minas em novembro e dezembro

A mamografia é essencial para diagnosticar o câncer de mama, uma das doenças que mais acomete as mulheres atualmente. Para ter acesso ao exame disponibilizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS), as mulheres com idade entre 40 e 49 anos devem procurar uma Unidade Básica de Saúde (UBS) e solicitar uma consulta médica. A partir dessa consulta, será avaliada a necessidade de realizar o exame.

Já para as mulheres na faixa etária de 50 a 69 anos, basta solicitar a requisição de mamografia e agendar o exame pelo SUS. Os municípios que não têm acesso ao exame, contam com mamógrafos para facilitar o diagnóstico precoce do câncer de mama que aumentam em mais de 90% o sucesso do tratamento.

Confira a Rota do Caminhão Mamógrafo em Minas Gerais durante os meses de novembro e dezembro:

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» Aqui você encontra mais informações sobre a promoção e prevenção à saúde da mulher. Você já descobriu que todo dia pode ser rosa?

#Igualdade: Conheça 6 mulheres negras fundamentais para a promoção da equidade no SUS

Da esquerda para a direita: Sony Santos, Izabel dos Santos, Joyce Aragão, Mãe Meninazinha de Oxum, Luiza Bairros e Zélia Profeta

Da esquerda para a direita: Sony Santos, Izabel dos Santos, Joyce Aragão, Mãe Meninazinha de Oxum, Luiza Bairros e Zélia Profeta

No Dia Nacional de Mobilização Pró-Saúde da População Negra, comemorado nesta quinta-feira (27/10), e ainda aproveitando a ocasião do #OutubroRosa, o Blog da Saúde MG homenageia algumas das mulheres negras que contribuem para a promoção da equidade no Sistema Único de Saúde (SUS) por meio de seis ícones desta luta pela igualdade de direitos.

» Leia também: Você conhece a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra?

Saiba, abaixo, como essas mulheres fazem ou fizeram a diferença no SUS:

Sony Santos

É ativista pela saúde pública brasileira, e reconhecida pela luta em prol dos direitos das mulheres negras no Brasil. No estado do Permambuco, Sony coordenou programas de DST/Aids nos municípios de Olinda e Recife, e foi coordenadora da Política de Saúde da População Negra da Secretaria Municipal de Saúde de Recife.

“Os profissionais de saúde reconhecem a existência do racismo quando tem a possibilidade de dialogar com o tema. Ele reconhecer que ele pode fazer mais, que ele pode ter um olhar diferenciado, uma maior atenção às pessoas negras. Mas é necessário que os gestores abram espaços para essa discussão, para que os trabalhadores possam se qualificar nesse tema.”

Izabel dos Santos

Uma das pessoas que mais marcou a história da saúde pública brasileira nos últimos 50 anos, foi a mulher responsável por criar e desenvolver importantes políticas de inclusão na área de recursos humanos na saúde pública brasileira, no final do século 20. Izabel rompeu com a naturalização da desqualificação profissional dos trabalhadores de nível técnico na saúde, criando uma Escola Técnica do Serviço Público de Saúde, já com a concepção multiprofissional.

“Para ser uma proposta de Escola de inclusão social, ela precisa ter uma proposta político-pedagógica. Ela tem que entender o corpo docente todo dela, o povo todo que trabalha com ela, tem que saber muito claramente, explicitar bem, o que eles entendem por Educação, Sociedade, Democracia, SUS. Ela tem que ter um marco de referência, o que é libertação e o que é Educação para a Libertação. Nas escolas todas que eu abri, a primeira coisa que eu fiz foi construir esse marco de referência.”

Joyce Aragão

Médica do Ministério da Saúde e do Instituto de Pediatria e Puericultura Martagão Gesteira – IPPMG da UFRJ. No Rio de Janeiro, exerceu os cargos de Secretária da Saúde do Município de São João de Meriti, coordenadora da Implantação das Ações Integradas da Saúde na Região Metropolitana do Rio de Janeiro e coordenadora da Implantação do Comitê de Morte Materna da SES. Coordenou também o Grupo de trabalho de Controle de Doença Falciforme do estado e ainda foi coordenadora do Programa Nacional de Doença Falciforme do Ministério da Saúde, no qual prestou relevantes serviços de apoio às pessoas com Doença Falciforme.

“O racismo existe e tem que ser superado. No dia-a-dia, no processo de trabalho, na construção de políticas, a gente ainda sente a maneira meio atravancada de encarar uma questão que é evidente que existe, que é evidente que está aí.”

Mãe Meninazinha da Oxum

Referência da Rede Nacional de Religiões Afro-brasileiras e Saúde – RENAFRO, Mãe Meninazinha de Oxum faz de sua vida uma luta contra a intolerância religiosa e em favor da divulgação da contribuição dos terreiros para a cultura e saúde brasileira. Ela trabalha na perspectiva de construção de políticas públicas para a saúde do povo de terreiro e tem como missão a luta pelo direito humano à saúde com ênfase nas questões de gênero e raça. Lançou recentemente o livro “A história de uma Meninazinha: o legado ancestral”.

“Quando chega uma pessoa precisando de ser cuidada, tanto na medicina, quanto no nosso lado, nós tratamos com ebó com banhos, com folhas, raízes, chá e o carinho que a gente dá as pessoas. Muitas vezes as pessoas vêm doentes, se sentindo doentes e, no fundo, não tem doença nenhuma. A pessoa está precisando de uma palavra, de um apoio, de um afago mesmo. Às vezes tem pessoas que ligam e marcam um jogo, e só de conversar não precisa mais. Eu acho que isso é saúde.”

Luiza Bairros

Ativista, professora, pesquisadora e ex-ministra da Igualdade Racial entre os anos de 2011-2015, cargo no qual contribuiu de forma significativa para a implementação da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra e do Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial – SINAPIR. Para o movimento social, sobretudo o de mulheres negras, deixou reflexões fundamentais para compreensão e ação política pela igualdade de gênero e raça.

“Quando falamos em saúde da população negra, nós também estamos falando nas condições de nascer, viver e morrer de uma população com taxas de mortalidade que são mais precoces e maiores, comparativamente a outros grupos sociais. Então se trata de defender um direito, que é o direito fundamental de viver com dignidade e de ser atendido nas suas necessidades e nas suas particularidades.”

Zélia Maria Profeta da Luz

Farmacêutica, mestre em Biologia Celular e Molecular e doutora em Parasitologia. Diretora do Centro de Pesquisa René Rachou (FiocruzMinas), tem publicações na área de prevenção e controle das leishmanioses, avaliação em saúde e saúde urbana.

“A vida acadêmica exige muita dedicação. Conciliar a vida acadêmica e mais as atividades que a direção de uma unidade exige é de fato muito complexo. Mas considero importante que mais mulheres entrem nessa seara da disputa e atuação da política de direção institucional’, avalia.

Fonte: Ministério da Saúde e Fiocruz

ONU afirma que países devem investir em educação e empoderamento de meninas

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A educação formal para meninas a partir dos 10 anos e a construção de projetos de vida que adiem a gravidez na adolescência são questões decisivas para o desenvolvimento socioeconômico mundial. As informações fazem parte do relatório “Situação da População Mundial”, lançado hoje (26) pelo Fundo de População das Nações Unidas.

A edição deste ano do relatório, intitulada “10 – Como nosso Futuro Depende de Meninas nessa Idade Decisiva”, analisa a importância dos investimentos em meninas na faixa etária de 10 anos e como fatores cruciais tais como leis, serviços, políticas, investimentos, dados e padrões que garantam os direitos das meninas a partir dos 10 anos podem determinar o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Os 17 ODS, expressos em 169 metas, representam o eixo central da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, que entrou em vigor no dia 1º de janeiro deste ano. Eles vão orientar as ações nas três dimensões do desenvolvimento sustentável – econômica, social e ambiental – em todos estados-membros das Nações Unidas até 2030.

O relatório traz insumos para a elaboração e aprimoramento de políticas públicas, incluindo um conjunto de dez ações essenciais recomendadas para assegurar o pleno desenvolvimento das 60 milhões de meninas dessa idade que vivem hoje no mundo. Segundo o relatório, elas já estão entre os grupos populacionais sob maior risco de serem deixados para trás, fora de um desenvolvimento igualitário e inclusivo.

Clique aqui e leia a matéria completa no site da Agência Brasil.

 

Câncer de mama é a 2ª principal causa de morte entre mulheres nas Américas

Por Blog da Saúde

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Nas Américas, o câncer de mama é o mais comum entre as mulheres, sendo a segunda principal causa de morte entre esse público. Estima-se que, em 2012, 408 mil mulheres foram diagnosticadas com a doença e mais de 92 mil morreram devido ao câncer no continente. Caso essas tendências continuem, a expectativa é de que haja um aumento de 46% no número de novos casos nas Américas até 2030.

O câncer de mama pode ser detectado de forma precoce e tratado com eficácia. Programas de sensibilização sobre a saúde da mama podem aumentar a consciência das mulheres sobre os riscos da doença e sobre os sinais e sintomas que precisam de atenção médica imediata. Em países de alta renda, programas organizados que incluem mamografias levam ao diagnóstico precoce, bem como ao tratamento eficaz, e têm reduzido a taxa de mortalidade por essa doença.

» Clique aqui e se informe sobre promoção e prevenção à saúde da mulher!

Há muitos desafios, no entanto, para a implementação de tais programas em países e territórios com recursos limitados. Por isso, outubro é marcado em todo o mundo como o mês de sensibilização e compreensão dos riscos do câncer de mama, sinais e sintomas precoces e conscientização geral da população – parte de uma importante abordagem de saúde pública.

Principais informações

Diversos países na América Latina e no Caribe apresentam algumas das mais altas taxas de risco de morte por câncer de mama, destacando as desigualdades na saúde existentes na região.

Na América Latina e Caribe, uma maior proporção de mortes por câncer de mama ocorre entre mulheres com menos de 65 anos de idade (57%).
O diagnóstico precoce, juntamente com os avanços no tratamento, tem mostrado melhores resultados e uma maior sobrevida para mulheres com câncer de mama. Mesmo assim, muitos países da América Latina e do Caribe continuam a ter acesso limitado a essas intervenções, capazes de salvar vidas.

Programas abrangentes de prevenção e controle do câncer de mama são essenciais para reduzir a carga da doença. Esses devem incluir educação, rastreio e detecção precoce, diagnóstico, tratamento e cuidados paliativos.

Embora as causas do câncer de mama continuem sendo em grande parte desconhecidas, o histórico familiar da doença, a utilização de hormônios, a obesidade e o uso de álcool foram identificados como fatores que podem aumentar o risco de desenvolvimento da doença.

Regional de Saúde de Pedra Azul produz documentário sobre Saúde da Mulher

Para celebrar o movimento internacional “Outubro Rosa”, a Regional de Saúde de Pedra Azul produziu um documentário sobre Saúde da Mulher com o objetivo de chamar a atenção das pessoas sobre a importância da realização de exames preventivos para o enfrentamento ao câncer de mama e do colo de útero, além de ações de conscientização sobre a importância da saúde integral da mulher. Abaixo, assista o documentário na íntegra:

A iniciativa de criar o documentário partiu da referência técnica do Núcleo de Atenção Primária da Regional de Pedra Azul, Ana Cristina Cardoso. Inicialmente, ela entrou em contato com o Núcleo Regional de Prevenção e Combate ao Câncer (NUPRECC) de Pedra Azul para explicar a ideia do documentário e para que o Nuprecc pudesse indicar as mulheres que participariam do projeto.

Segundo Ana Cristina, o NUPRECC era essencial como parceiro porque já tinha os contatos das mulheres que participariam do documentário, já que realizava visitas semanais a elas. Este contato permanente também foi importante para a aceitação por parte das mulheres para que participassem do projeto. No total, quatro mulheres que tiveram câncer foram convidadas para falar sobre como souberam que tiveram a doença, como lidaram com o medo da morte, as fases do tratamento, além de deixarem uma mensagem de luta e destacarem a importância da prevenção.

  • Clique aqui e confira a matéria completa no site da SES-MG.