#SífilisCongênita: Diagnóstico e tratamento no SUS garantem saúde da mãe e do bebê

By | 18 de novembro de 2016
Ilustração: Deise Meireles

Ilustração: Deise Meireles

A sífilis – infecção causada pela bactéria Treponema pallidum, pode ser transmitida da mãe para o bebê durante a gestação ou no momento do parto. Chamada de sífilis congênita, a doença pode causar complicações como nascimento prematuro, baixo peso ao nascer, pneumonia, anemia, má-formação e até acometimento cerebral.

Para que isto não ocorra, é fundamental que todas as gestantes iniciem o pré-natal logo no início da gravidez e realizem todos os exames necessários. Mesmo que a sífilis seja diagnosticada na mãe, por meio de um tratamento adequado é possível evitar que o bebê nasça com a sífilis congênita.

A sífilis congênita tem cura e tratamento gratuito disponibilizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Mas para que o tratamento seja realizado adequadamente, tanto as gestantes quanto seus parceiros devem fazer os exames de diagnóstico. Em caso de resultado positivo para a gestante, é fundamental que o parceiro também procure os serviços de saúde e passe pelo tratamento. Dessa forma, a reinfecção por sífilis é evitada e a saúde da mãe e do bebê ficam garantidas.

Uma das principais causas da transmissão da sífilis é a não utilização do preservativo nas relações sexuais. Em alguns casos a infecção é silenciosa e não apresenta sintomas durante anos. Ainda assim, as pessoas infectadas continuam transmitindo a doença.

 

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