#SaúdeELiteratura: Até que ponto a tecnologia faz mal na infância?

By | 1 de janeiro de 2017

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Até que ponto a tecnologia faz mal na infância? Nascidos no período em que a internet é tão comum quanto a televisão, crianças e adolescentes estão cada vez mais conectados, sobretudo para estabelecer relações uns com os outros e o mundo em que vivem. Pensando nos impactos que o excesso de exposição pode provocar à saúde, a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) elaborou um estudo com foco na “Saúde de Crianças e Adolescentes na Era Digital”.

Voltado não só aos profissionais de saúde, mas também aos pais, educadores, e aos próprios jovens, o documento é inédito no país, e foi inspirado em estudos e recomendações internacionais adaptadas à realidade nacional. De acordo com a SBP, estudos científicos comprovam que a tecnologia influencia comportamentos através do mundo digital, pela adoção de hábitos, muitos deles inadequados desde os primeiros anos da infância.

Entre as consequências, estão o aumento da ansiedade, a dificuldade de estabelecer relações em sociedade, o estímulo à sexualização precoce, a adesão ao cyberbullying, o comportamento violento ou agressivo, os transtornos de sono e de alimentação, o baixo rendimento escolar, as lesões por esforço repetitivo e a exposição precoce a drogas, entre outros. Todos com efeitos danosos para a saúde individual e coletiva, com graves reflexos para o ambiente familiar e escolar.

Os profissional pediatra ocupa, nesta questão, papel chave, segundo aponta o estudo. Eles podem ser o agente de mudanças, ao orientar os pais a agirem diante de cenários de risco e propor um plano de uso adequado da tecnologia de acordo com as idades e desenvolvimento cognitivo e maturidade.

» Confira abaixo algumas das recomendações da SBP:

» Clique aqui e confira a íntegra do Manual de Orientações da SPB sobre a “Saúde de Crianças e Adolescentes na Era Digital”

Fonte: Sociedade Brasileira de Pediatria

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