#HorárioDeVerão: Como o fim desse período pode afetar a nossa saúde?

By | 16 de fevereiro de 2017

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No próximo domingo (19/02) termina o horário de verão. A partir da meia-noite, os relógios devem ser atrasados em uma hora nas Regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. A medida, em vigor desde outubro, visa proporcionar uma economia de energia para o País, com um menor consumo no horário de pico (das 18h às 21h), pelo maior aproveitamento da luminosidade natural.

Com isso, o uso de energia gerada por termelétricas pode ser evitado, reduzindo o custo da geração de eletricidade. A mudança de horário é adotada no Brasil desde 1931. A previsão do governo é de que o Horário de Verão deste ano resulte em uma economia de R$ 147,5 milhões, por causa da redução do uso de energia de termelétricas. Na edição anterior (2015/2016), a adoção do horário possibilitou uma economia de R$ 162 milhões.

Mudança

O fim do horário de verão pode alterar o corpo humano de diferentes maneiras, segundo os especialistas. Entre as principais consequências estão a sonolência, a enxaqueca, a dor de estômago e, até mesmo, alteração do apetite. A nova adaptação de horário dura, em média, sete dias. Para evitar problemas durante o período, o recomendado é preparar-se para dormir no horário de costume e evitar o consumo de bebidas que tirem o sono, como café, refrigerante e alguns tipos de chá que contêm cafeína.

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Além disso, o estilo de vida também influência nesse desconforto do organismo. Pessoas que têm uma vida mais regrada em relação aos horários de alimentação e sono tendem a ser mais afetadas. Já para quem tem mais flexibilidade na rotina, o recomendado é acordar 15 minutos mais cedo diariamente, para que a transição ocorra aos poucos.

 

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