Monthly Archives: abril 2017

#SaúdeIndígena: Minas investe em atendimento integrado no SUS para a população indígena

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Foto: Marcelo Santana / Imprensa MG.

A identidade cultural brasileira está intimamente ligada à tradição indígena. Considerando esta relevância, o Governo de Minas Gerais, pela primeira vez, realiza políticas públicas integradas que reafirmam as tradições, sem deixar de promover os direitos destes povos.

A participação de representantes indígenas na construção das ações realizadas por cinco secretarias e outros dois órgãos estaduais tem transformado a realidade dos mais de 17.500 habitantes dos 12 povos, distribuídos em seis regiões do estado.

Para identificar as demandas de cada comunidade, foi elaborado um diagnóstico inédito, que contextualiza o quadro e, ainda, define a política pública estadual para os povos indígenas. De 2015 a 2018, a previsão é de que os investimentos destinados aos indígenas somem R$ 1,3 bilhão.

Atendimento integrado em Saúde

A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) também estende sua atuação especifica para os povos indígenas com a Política Estadual de Saúde Indígena no Sistema Único de Saúde (SUS). Para este objetivo foram realizadas visitas técnicas nas 16 aldeias atendidas em Minas Gerais para traçar um levantamento da situação da estrutura das unidades básicas de saúde indígena das aldeias, de seu perfil epidemiológico e de suas condições sanitárias. Soma-se a essa ação a permanente ampliação da discussão entre as lideranças indígenas e gestores de cada município.

Promover a inclusão dos indígenas no processo de elaboração de uma nova política de atenção à saúde desse grupo é, também, intenção inédita da SES-MG. Em depoimento institucional, a coordenação estadual de saúde indígena reforça que a atual gestão “está priorizando ouvir as comunidades indígenas, saber dessas pessoas quais são as suas carências. As visitas têm sido uma oportunidade de elas falarem, se expressarem. O que temos percebido é a satisfação, por parte dos indígenas, em compreender que a Secretaria de Estado de Saúde está com a intenção de escutá-los e inclui-los no processo”.

Uma forma de trabalho com a saúde indígena que vá além das resoluções foi apontada como bastante positiva pelo técnico em Enfermagem, Itamar Maxakali, que é morador da comunidade Aldeia Verde, no município de Ladainha, e presidente do Conselho Local de Saúde da aldeia. “Tem sido muito positivo o Estado ouvir o que a gente quer, não só vindo dizer no que a gente tem que gastar a verba, mas debatendo conosco. Nossa expectativa é que nossas demandas sejam ouvidas agora, e as carências possam ser resolvidas”, afirma Itamar.

Para Emerson Pacheco, também membro da Coordenação Estadual de Saúde Indígena da SES-MG, tendo as visitas técnicas como primeira etapa desse processo, a elaboração da nova política será um marco na atenção à saúde indígena em Minas Gerais. “Até então, trabalhava-se como se todas as etnias e aldeias tivessem a mesma situação de saúde – e nós sabemos que não é assim. As visitas estão acontecendo para que possamos conhecer a realidade desses municípios e as demandas específicas de cada aldeia; não mais uma política verticalizada, baseada apenas em resoluções, e que não atende às necessidades reais de cada comunidade”, conta Emerson.

Com a atuação nos territórios e um olhar mais regionalizado, a SES-MG tem trabalhado para fortalecer o subsistema de saúde indígena no estado e, consequentemente, contribuir para a construção de uma Política Estadual de Saúde Indígena ainda mais abrangente, capaz de integrar atendimento em diversas linhas de atuação.

Entre esses pontos de ação estão: atenção à saúde indígena; infraestrutura; saúde bucal; vigilância epidemiológica; promoção, prevenção e educação sanitária; saúde mental; transporte sanitário indígena (sistema viário); manutenção da medicina tradicional indígena; saneamento básico; saúde mental em saúde indígena; oferta de medicamentos; consultas especializadas, exames complementares; e repasse hospitalar. Para ler a matéria completa, clique aqui.

Abaixo, confira uma galeria de imagens sobre promoção da saúde indígena para compartilhar nas redes sociais:

Fonte: Agência Minas.

#VidaSaudável: Inscrições abertas para a 1ª Jornada da Educação Alimentar e Nutricional

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O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) recebe, até o dia 16 de maio, inscrições para a 1ª Jornada da Educação Alimentar e Nutricional. O concurso tem como objetivo incentivar o debate e a prática das ações de educação alimentar no espaço escolar e premiará ações desenvolvidas em escolas públicas de educação infantil, que visam a promoção da alimentação saudável e a prevenção da obesidade infantil.

Diretores de escolas de educação infantil podem cadastrar as ações executadas em suas regiões aqui. Para facilitar as inscrições, a organização do concurso elaborou um tutorial – acesse-o neste link.

Para o presidente do FNDE, Silvio Pinheiro, o concurso não vai só incentivar, mas também dar visibilidade às experiências já implementadas em várias regiões do país. “São mais de 150 mil escolas espalhadas pelo Brasil e muitas delas já realizam um trabalho de excelência no que diz respeito à alimentação das crianças. É necessário que essas práticas se tornem conhecidas, que haja troca de experiência para que nossos estudantes tenham, cada vez mais, acesso a um atendimento de qualidade”, destacou.

Etapas

A jornada será composta por seis etapas e abordará os seguintes temas: Alimentação complementar e prevenção da obesidade infantil; Alimentos regionais brasileiros; Prevenção e redução de perdas e desperdícios de alimentos; Horta escolar pedagógica; Agricultura familiar na escola; Atividades lúdicas para o desenvolvimento social e relacionado ao ato de comer.

De acordo com o regulamento, cada fase deverá ter uma breve descrição da ação executada, conforme roteiro prévio, a inserção de uma fotografia que comprove a realização das atividades e um pequeno vídeo demonstrando o que foi realizado em cada etapa. A cada etapa cumprida no prazo será liberada para download, na plataforma e-FNDE, uma peça do selo de participação na Jornada e a descrição do tema executado. Após a conclusão das seis etapas, o participante terá recebido as seis peças e completado o selo.

As escolas que completarem a jornada no prazo estipulado serão agraciadas com certificado de menção honrosa para o nutricionista, o diretor e o coordenador da jornada; um kit com publicações sobre alimentação saudável e participarão de uma mostra sobre educação alimentar e nutricional no Congresso Brasileiro de Alimentação e Nutrição (Conbran), que será realizado em 2018, em Brasília. A iniciativa também será divulgada em uma publicação digital do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).

 

Fonte: Agência Minas.

#SUSParaTodos: Defensoria Pública lança de cartilha sobre Direito da Saúde

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Defensoria Pública de Minas Gerais lançou neste mês de abril a cartilha “A Defensoria Pública e a Garantia do Direito da Saúde” para orientar o cidadão. Produzida pela Defensoria Pública do Estado de Minas Gerais, com a colaboração da Secretaria de Estado de Saúde e o apoio da Associação dos Defensores Públicos de Minas Gerais (Adep-MG), a cartilha tem o objetivo de auxiliar na orientação dos cidadãos que necessitam de atenção em saúde pública. Para acessar a cartilha online, clique aqui.

De acordo com o coordenador da Defensoria Especializada da Saúde, o defensor público Bruno Barcala Reis, a cartilha busca encaminhar o cidadão para as portas de acesso corretas do Sistema Único de Saúde (SUS), difundindo os serviços prestados pelas secretarias Municipal e Estadual de Saúde e, inclusive, evitando a judicialização desnecessária. “O material, de âmbito estadual, é útil para a população em geral e não só para os assistidos da Defensoria Pública”, explica Reis.

#MitoOuVerdade: Quais os benefícios do própolis?

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O própolis é uma mistura de pólen, resinas vegetais coletadas pelas abelhas por meio de suas enzimas salivares, e cera, e é considerado o melhor método de defesa natural para o nosso sistema imunológico.

No período do outono e o começo da baixa de temperaturas, o própolis fica em alta e muitas pessoas começam a fazer uso desse produto. No entanto, é importante salientar que o própolis oferece diversos benefícios ao organismo, mas não é um medicamento.

Um dos grandes mitos com relação ao própolis é sobre sua eficácia na prevenção à Dengue, Zika e Chikungunya. Ainda não foi comprovado nada cientificamente, por isso a melhor maneira de prevenir essas doenças é não deixando água parada em casa. Clique aqui e confira uma série de dicas de prevenção ao mosquito Aedes.

Alguns dos efeitos benéficos para o organismo é que ela fortalece a imunidade, tem ação antibacteriana, antioxidante, antifúngica e cicatrizante. Mas, se o uso do produto for contínuo e exagerado faz o organismo fica tolerante às substâncias e elas deixem de agir direito. Assim, procure uma equipe de saúde na Unidade Básica de Saúde (também conhecida como Posto de Saúde) mais próxima da sua casa e se informe sobre o uso correto desse produto. #FicaADica 😋👍🐝🍯💖

#VidaSaudável: É possível prevenir a hipertensão?

Dia Nacional de Prevenção e Controle da Hipertensão Arterial

Nesta quarta-feira (26/04), é celebrado o Dia Nacional de Prevenção e Controle à Hipertensão Arterial. Hipertensão, também conhecida como pressão alta pode acometer crianças, adultos, homens e mulheres. No entanto, algumas mudanças de hábitos podem ajudar a prevenir essa doença, que se caracteriza por uma pressão arterial em repouso que apresenta valores acima de 14 por 9 (140mmHg X 90mmHg). Em função disso, o Blog Saúde MG preparou uma lista de dicas para você se cuidar e manter sua saúde em dia:

#VidaSaudável: Você sabe a importância da ergonomia no trabalho?

Você já sentiu dor nas costas ou nos pés depois de um dia de trabalho? Se sim, provavelmente, a sua cadeira ou mesa não está adaptada para as suas características corporais. Com o intuito de promover um ambiente de trabalho mais saudável, as empresas, instituições e órgãos públicos tem adotado políticas que valorizam a ergonomia do trabalho, oferecendo ao indivíduo o conforto adequado e os métodos de prevenção de acidentes e de patologias especificas para cada tipo de atividade laboral.

A má postura em pessoas que trabalham muitas horas sentadas ou executam a mesma atividade de forma repetitiva pode ocasionar dor, parestesia (frio, calor, formigamento ou pressão), sensação de peso e fadiga, principalmente nos ombros. Para dar dicas de como ter uma postura saudável no ambiente de trabalho, o fisioterapeuta da Cidade Administrativa, Roscio Neves de Oliveira, gravou um vídeo especial para o Blog da Saúde MG. Acompanhe:

#VidaSaudável: Como higienizar legumes, frutas e verduras de maneira correta?

Legumes, frutas e verduras são alimentos saudáveis e essenciais para a nossa alimentação. Eles são excelentes fontes de várias vitaminas e minerais e, portanto, muito importantes para a prevenção de deficiências de micronutrientes.

Além de serem fontes de fibras, fornecem, de modo geral, muitos nutrientes em uma quantidade relativamente pequena de calorias, características que os tornam ideais para a prevenção do consumo excessivo de calorias e da obesidade e das doenças crônicas associadas a esta condição, como o diabetes e doenças do coração.

Mas, frequentemente surgem dúvidas com relação à higienização desses alimentos. Por isso, o Blog da Saúde MG preparou o passo a passo para você higienizar corretamente legumes e verduras e se alimentar de forma mais segura e saudável. Acompanhe:

#Curiosidade: Qual é o papel da Rede de Frio para o controle das vacinas ofertadas pelo SUS?

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Você chega a uma sala de vacinação de uma Unidade Básica de Saúde (UBS) e, a partir de uma simples picada de agulha, já sabe que está protegido contra uma determinada doença por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). Como é possível ter a certeza de que todas as vacinas oferecidas pelo Calendário Nacional de Vacinação apresentam eficácia e segurança? Essa garantia só é possível graças a um severo controle de qualidade que assegura a mesma proteção nos imunobiológicos (vacinas e soros), distribuídos em todo o Brasil.

Como funciona essa estrutura de aquisição das vacinas e dos soros, distribuição e armazenamento até que a população seja, de fato, beneficiada? A partir do momento em que uma vacina é incorporada ao Calendário Nacional de Vacinação – após a consideração de todos os critérios epidemiológicos, é a hora da compra dos produtos.

» Clique aqui e confira o Manual de Rede de Frio do SUS.

» Clique aqui e confira um site completo com informações para a prevenção da Gripe.

“Inicialmente é feita uma busca nos laboratórios nacionais. Se eles não produzirem o imunobiológico, nós buscamos por meio do fundo rotatório da Organização Pan-Americana da Saúde, e aí tem início o processo de aquisição pelo Ministério da Saúde”, explica o gerente da Gestão de Insumos do Programa Nacional de Imunizações (PNI), Ricardo Gadelha de Abreu.

Assim que o imunobiológico chega ao Brasil, é também iniciada a rede de cuidado e controle de qualidade, preconizada pelo Manual de Rede de Frio. A Central Nacional de Armazenamento e Distribuição de Imunobiológicos (Cenadi), no Rio de Janeiro, é a primeira a receber as importações. Então, são retiradas amostras e enviadas ao Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS), para a realização dos testes de qualidade. “Assim temos maior garantia da segurança desses imunobiológicos para as 27 unidades federadas”, argumenta Gadelha.

Segundo ele, o mesmo procedimento é feito com produtos adquiridos de laboratórios nacionais: as amostras retiradas da Cenadi são levadas para o INCQS, onde são feitos os testes. Só então as vacinas são liberadas para o programa nacional.

Distribuição

Então a vacina entrou no Calendário Nacional de Vacinação do SUS, certo? Agora é a vez de os estados brasileiros solicitarem, mensalmente, as doses ao Ministério da Saúde. “Nós analisamos os pedidos e distribuímos por meio de um sistema de informação para os estados. Quando essas vacinas e soros chegam aos estados, eles distribuem para as suas regionais e, consequentemente, as regionais distribuem para os municípios, para que, finalmente, cheguem à população na sala de vacinação”, detalha Gadelha.

Em todo esse caminho pelo país, o cuidado é intenso. A distribuição da Cenadi aos estados é realizada por meio aéreo, sempre garantindo que sejam mantidas as temperaturas determinadas pelos laboratórios (em geral de +2ºC a +8ºC). Já dentro dos estados, o transporte é terrestre, em caminhões refrigerados.

Se as condições forem mantidas ao longo de todo o trajeto, as vacinas não precisarão ser novamente testadas. No entanto, na sala de vacinação a vigilância ainda continua. As temperaturas são monitoradas, então, nos refrigeradores. “As equipes responsáveis pela imunização nos municípios estão sempre atentas para acompanhar as temperaturas do acondicionamento das vacinas”, acrescenta Gadelha. As equipes estaduais são as responsáveis pelas supervisões nos municípios.

Com todo esse monitoramento, a população pode ter certeza de que a vacina recebida é segura, eficaz e de qualidade fiscalizada. “O Ministério da Saúde tem sempre o cuidado muito próximo com os imunobiológicos por meio do controle de qualidade. Todas as vacinas, embora passem por estudos e testes dos laboratórios pré-qualificados pela Organização Mundial da Saúde, o que já é uma segurança muito grande, ao chegar ao Brasil elas são novamente testadas”, reafirma Ricardo Gadelha de Abreu.

“Todos os postos têm equipamentos disponíveis para manter essas vacinas em temperaturas adequadas, e esse monitoramento rotineiro é a maior garantia. As nossas vacinas contam com estudos nacionais e mundiais que dão essa segurança de que, se entrou no calendário, é uma vacina segura e que realmente vai prevenir as doenças”, assegura Gadelha.

Por Ana Cláudia Felizola / Blog da Saúde do Ministério da Saúde.

#MitoOuVerdade: devo substituir o leite comum por leite de castanha?

Arte: Maycon Portugal

Arte: Maycon Portugal

Algumas pessoas, ainda que não possuam qualquer tipo de intolerância ou alergia, têm substituído o consumo do leite de vaca pelos chamados “leites vegetais”, crendo que seriam mais saudáveis ou menos calóricos. Mas será que essa é uma troca benéfica, do ponto de vista nutricional, ou existe algum risco nessa atitude?

O leite de vaca é uma fonte rica em cálcio, importante para manutenção óssea, e a falta desse macronutriente pode ocasionar a desmineralização óssea, dentre outras doenças. Entretanto, o leite não é um alimento essencial; uma alimentação equilibrada e variada pode suprir as necessidades nutricionais de cálcio e outros nutrientes presentes no leite de vaca.

  • Clique aqui para saber dicas e informações sobre “Vida Saudável”.

Pessoas que apresentem intolerância a lactose, ou sejam alérgicas a proteína do leite, que não podem consumir o leite, ou ainda indivíduos veganos, que não consumem produtos de origem animal, devem incluir em sua alimentação outros alimentos fontes de cálcio, como vegetais de folhas verde escuras, amêndoas, soja e outras leguminosas, entre outros.

Vale lembrar que os leites vegetais não substituem todos os nutrientes presentes no leite de vaca, e são alimentos com características nutricionais diferentes. Somente um nutricionista ou um médico poderá avaliar a necessidade de substituir o leite de vaca por leite de soja ou outros leites vegetais, e avaliará a alimentação do indivíduo, incluindo disponibilidade de nutrientes.

#VidaSaudável: É possível manter a saúde mental em dia?

O que é preciso para se ter uma vida saudável? Integrar em harmonia corpo e mente. Para quem acompanha nosso blog, temos dado diversas dicas para melhorar sua alimentação e para começar a praticar atividades físicas por meio de uma #VidaSaudável.

E a mente? Como fazer para que tenhamos pensamentos equilibrados, tornando nossa vida mais leve? O Blog da Saúde MG preparou essa lista para você poder refletir e começar a se inspirar. Confira:

 

#MitoOuVerdade: chá de hibisco, chá verde… são bons mesmo?

Arte: Maycon Portugal

Arte: Maycon Portugal

O consumo de chás, como o de hibisco e o chá verde, tem sido considerado benéfico como potencial emagrecedor e antioxidante. Mas será que faz mesmo bem à saúde? Existem riscos no consumo excessivo desses chás? Qual seria uma medida recomendada?

Alguns estudos relacionam o chá de hibisco a ações diuréticas, de proteção do fígado, hipocolesterolêmica, antihipertensiva, anticarcinogênica e antioxidante; entretanto ainda é escasso o número de estudos que relacionam o seu uso e benefícios para saúde, e que avaliam possíveis efeitos toxicológicos em diferentes quantidades de consumo.

  • Clique aqui para saber dicas e informações sobre “Vida Saudável”.

O chá verde contém compostos bioativos que já foram relacionados a ações antioxidantes, termogênicas, anti-inflamatóriaas, antiateroscleróticas, hipocolesterolêmicas, hipoglicemiantes e anticancerígenas, o que pode auxiliar no tratamento de doenças crônicas, como as cardiovasculares, diabetes, obesidade e câncer . Entretanto, esses efeitos dependem da quantidade de chá consumida e de sua biodisponibilidade e não há um consenso sobre a dose necessária para se obter esses efeitos.

Concluindo, a disponibilidade de estudos que comprovem benefícios e malefícios desses chás ainda é escassa e ainda não há consenso quanto à dose e ao modo de administração ideais.