Monthly Archives: maio 2017

#Evento: SES-MG promove web seminário “Tabagismo uma ameaça para o desenvolvimento”

Em comemoração ao Dia Mundial Sem Tabaco, celebrado em 31 de maio, a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), por meio da Diretoria de Promoção à Saúde, promove no dia 1º de junho o web seminário “Tabagismo uma ameaça para o desenvolvimento”.

Voltado aos profissionais da saúde, gestores municipais e estaduais, além de parceiros no controle do tabagismo e instituições de ensino, o objetivo do encontro é promover um espaço de discussão e reflexão crítica relacionado ao uso do tabaco, subsidiando a construção de ações que contribuam para a melhoria da saúde da população.

O web seminário será transmitido ao vivo via Youtube através do link http://videos.uaitec.mg.gov.br/aovivo/ e as inscrições podem ser feitas clicando aqui.

» Confira a programação completa do evento:

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#VidaNoTrânsito: Por que apoiar a campanha “Maio Amarelo”?

Pelo segundo ano consecutivo, a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) apoia a Campanha Maio Amarelo, de mobilização contra as mortes no trânsito. O amarelo é em alusão ao sinal de trânsito, que quando está amarelo requer atenção, requer cuidados.

No Sistema Único de Saúde (SUS), os acidentes de trânsito são responsáveis por uma das principais causas de internação e mortes no país, contribuindo para a diminuição da expectativa de vida da população. Um trânsito seguro é responsabilidade de cada um de nós, motoristas, motociclistas, pedestres e ciclistas.

Nesse vídeo, a Coordenadora de Vigilância de Doenças e Agravos Não Transmissíveis da SES-MG, Janaína Passos, fala mais sobre essa campanha, o papel da SES-MG no #MaioAmarelo e como a mobilização de todos é importante. Assista:

#MitoOuVerdade: Se eu doar leite materno enquanto amamento, posso ficar sem leite?

Nesta sexta-feira (19/05), é celebrado o Dia da Doação de Leite Humano. O objetivo da data é estimular a doação de leite materno, promover debates sobre a importância do aleitamento materno e da doação de leite humano, além de divulgar os bancos de leite humano nos estados e nos municípios. Mas, você sabe como fazer a doação do leite humano aos Bancos de Leite? Se eu doar leite materno enquanto amamento, posso ficar sem leite?

Para responder essas dúvidas, o Blog da Saúde MG conversou com a coordenadora do Banco de Leite Humano da Maternidade Odete Valadares, Maria Hercília Barbosa. No vídeo abaixo, ela mostra como a mulher deve fazer para doar e esclarece dúvidas quanto ao armazenamento e se o leite da mulher diminui com a doação. Assista:

#Solidariedade: Campanha visa arrecadar potes para doação de Leite Humano

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Há várias maneiras de ajudar na causa da Doação de Leite Humano e uma delas é doando potes para o Banco de Leite mais próximo da sua casa. No entanto, é importante observar que os potes para armazenar o leite somente podem ser de vidro, com tampa plástica.

De acordo com a coordenadora do Banco de Leite da Maternidade Odete Valadares, Maria Hercília Barbosa, o pote não pode ser de plástico, porque esse tipo de material adere as partículas de gordura do leite humano. “E é preciso preservar todas as propriedades desse leite humano, para que depois de pasteurizado chegue de boa qualidade ao bebê prematuro ou doente”, alerta.

As pessoas que tiverem interesse em doar os potes devem entrar em contato com o Banco de Leite ou posto de coleta. No caso de Belo Horizonte devem ligar para a Maternidade Odete Valadares através do telefone (31) 3298.6008 para que o Banco de Leite busque os potes em sua residência, quando tiver quantidade razoável. No vídeo abaixo, a coordenadora do Banco de Leite Humano da Maternidade Odete Valadares fala mais sobre este assunto:

#ChegaDeLGBTFobia: Você sabe o que é equidade?

Arte: Deise Meireles

Arte: Deise Meireles

Equidade é um dos princípios doutrinários do Sistema Único de Saúde (SUS) e tem relação direta com os conceitos de igualdade e de justiça. No Sistema Único de Saúde (SUS) a equidade se evidencia no atendimento aos indivíduos de acordo com suas necessidades, oferecendo mais a quem mais precisa e menos a quem requer menos cuidados. Busca-se, com este princípio, reconhecer as diferenças nas condições de vida e saúde e nas necessidades das pessoas, considerando que o direito à saúde passa pelas diferenças sociais e deve atender a diversidade.

O princípio da equidade também norteia políticas de saúde, reconhecendo necessidades de grupos específicos e atuando para reduzir o impacto dos determinantes sociais da saúde aos quais estão submetidos. Entre os grupos que têm necessidades diferenciadas de atendimento e atenção à saúde está a população LGBT. Nesse sentido, o Governo Federal criou, em 2011, a Política Nacional de Saúde Integral da População LGBT, um marco histórico de reconhecimento das demandas desta população em condição de vulnerabilidade, e documento norteador e legitimador das suas necessidades e especificidades.

Dessa forma, a Política LGBT tem como marca o reconhecimento dos efeitos da discriminação e da exclusão no processo de saúde-doença da população LGBT. Suas diretrizes e seus objetivos estão, portanto, voltados para mudanças na determinação social da saúde, com vistas à redução das desigualdades relacionadas à saúde destes grupos sociais. A saúde é um direito de todos. A equidade no atendimento público de saúde garante que os mais vulneráveis recebam cuidados diferenciados, para que dessa forma, se igualem aos outros.

#ChegaDeLGBTFobia: Campanha nas redes sociais quer promover o respeito à população LGBT

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Nesta última quarta-feira (17/05) comemoramos o Dia Internacional Contra LGBTfobia. Em função disso, a Secretaria de Estado de Direitos Humanos, Participação Social e Cidadania (Sedpac) lançou uma campanha bastante interessante nas redes sociais para mostrar o quanto que expressões do nosso cotidiano contribuem para o preconceito e a discriminação nos mais diversos espaços sociais

A proposta é, justamente, mostrar que as palavras ferem tanto quanto os atos violentos que, infelizmente, ainda se fazem presente na nossa sociedade. Dados da Secretaria Especial de Direitos Humanos, do Ministério da Justiça e Cidadania, mostram que a população LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros) continua vítima do preconceito e de violência. Prova disso é que o Disque 100, serviço da secretaria destinado a receber demandas relativas a violações de direitos humanos, recebeu 1.876 denúncias de LGBT em 2016, número 38% maior do que em 2011. Abaixo, confira as peças da campanha e compartilhe nas suas redes sociais:

Políticas Públicas

Em Minas Gerais, a criação, pelo governador Fernando Pimentel, da Secretaria de Estado de Direitos Humanos, Participação Social e Cidadania (Sedpac) foi mais uma iniciativa para reforçar o compromisso com as políticas de promoção e proteção de direitos humanos. Desde que foi criada, a Sedpac articula políticas públicas e ações educativas contra o preconceito ao público LGBT, muitas delas em parceria com outras secretarias e órgãos estaduais.

“Quando construímos políticas públicas para a população LGBT, estamos contribuindo para a redução da violência física e psicológica sofrida por ela. Quando reconhecemos e construímos espaços para todos, avançamos muito na cidadania”, ressalta o coordenador especial de Políticas de Diversidade Sexual da Sedpac, Douglas Miranda.

Outro grande desafio é a criação do Conselho Estadual de Cidadania de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (CEC LGBT), órgão que será responsável pela elaboração e condução das políticas públicas voltadas para esses segmentos da população. “A criação do conselho é de suma importância, inclusive para dar visibilidade à pauta no estado e estimular a criação de Conselhos Municipais de Cidadania LGBT”, destaca Douglas Miranda. A minuta de decreto foi escrita com participação ativa de movimentos sociais, como o Grupo de Trabalho Cidadania Trans

#Amamentação: Escute nossa playlist e torne esse momento ainda mais especial!

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Amamentar é um ato que reforça o vínculo entre mãe e bebê. 👩👶💜 Além disso, deve ser um momento de afeto e tranquilidade. É importante escolher um local arejado, calmo e sem que haja muitas interrupções. A mãe deve estar relaxada e conectada com aquele momento. Outra dica é evitar pegar o bebê para mamar estressada ou com pressa, pois ele sente a tensão e o aleitamento pode não ser bem-sucedido.

Pensando nisso, o Blog da Saúde MG criou uma playlist especial no Spotify para esse momento ser ainda mais especial. É uma seleção de músicas leves, que cantam o amor, na voz de diversas cantoras brasileiras. Coloque baixinho, escute, aconchegue seu bebê e relaxe! Essa seleção é especialmente para você e seu bebê. Ouça e compartilhe com as suas amigas nas redes sociais:

#AbusoInfantil: Por que precisamos nos lembrar do 18 de maio?

Arte: Maycon Portugal

Arte: Maycon Portugal

Com o objetivo de mobilizar a sociedade contra a violação dos direitos sexuais de crianças e adolescentes, 18 de maio foi estabelecido como o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. Apenas no ano de 2014 foram registradas 24.575 denúncias de violência sexual contra crianças e adolescentes no Brasil. Dados como esses, divulgados pelo Disque Direitos Humanos, evidenciam como é importante combater essa realidade.

Por que 18 de maio?

Neste dia, em 1973, uma menina de 8 anos, de Vitória (ES), foi sequestrada, violentada e cruelmente assassinada. Seu corpo apareceu seis dias depois, carbonizado e os seus agressores nunca foram punidos. Com a repercussão do caso, e forte mobilização do movimento em defesa dos direitos das crianças e adolescentes, 18 de maio se tornou o dia para que a população brasileira se una e se manifeste contra esse tipo de violência.

O que é violência sexual?

É a situação em que a criança ou o adolescente é usado para o prazer sexual de uma pessoa mais velha. Ou seja, qualquer ação de interesse sexual, consumado ou não. É uma violação dos direitos sexuais das crianças e adolescentes, porque abusa ou explora do corpo e da sexualidade, seja pela força ou outra forma de coerção, ao envolver crianças e adolescentes em atividades sexuais impróprias à sua idade, ou ao seu desenvolvimento físico, psicológico e social.

Abuso x Exploração

A violência sexual pode ocorrer de duas formas distintas. Abuso sexual é qualquer forma de contato e interação sexual entre um adulto e uma criança ou adolescente, em que o adulto, que possui uma posição de autoridade ou poder, utiliza-se dessa condição para sua própria estimulação sexual, da criança ou adolescente, ou ainda de terceiros, podendo ocorrer com ou sem contato físico.

Já a exploração se caracteriza pela utilização sexual de crianças e adolescentes com a intenção de lucro, seja financeiro ou de qualquer outra espécie. São quatro formas em que ocorre a exploração sexual: em redes de prostituição, pornografia, redes de tráfico e turismo sexual.

Prevenção

A melhor maneira de se combater a violência sexual contra crianças e adolescentes é a prevenção. É necessário um trabalho informativo junto aos pais e responsáveis, a sensibilização da população em geral, e dos profissionais das áreas de educação e jurídica, com a identificação de crianças e adolescentes em situação de risco, e o acompanhamento da vítima e do agressor.

Denuncie

Além da prevenção, o combate a essa realidade exige que os casos sejam denunciados. Portanto, se souber de algum caso de violência sexual infantil, procure o conselho tutelar, delegacias especializadas, polícias militar, federal ou rodoviária e ligue para o Disque Denúncia Nacional, de número 100.

Fonte: Fundação Abrinq

#VocêSabia? Orientação sexual e identidade de gênero são determinantes sociais da saúde

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Você conhece os chamados “determinantes sociais da saúde”? Segundo definição da Organização Mundial de Saúde (OMS), esses se referem às mais diversas condições em que uma pessoa vive e trabalha, e que influenciam a ocorrência de problemas de saúde e seus fatores de risco. Dessa forma, fatores tais como moradia, alimentação, escolaridade, renda e emprego devem ser considerados na determinação social de sofrimento e de doença.

Em 2011, ao instituir a Política Nacional de Saúde Integral da População LGBT, o Ministério da Saúde reconhece a orientação sexual e a identidade de gênero também como determinantes sociais da saúde, e propõe uma série de diretrizes com vistas à eliminação das iniquidades e desigualdades em saúde dessa população.

E como entender a orientação sexual e a identidade de gênero como determinantes sociais da saúde? Entre os principais desafios relatados por mulheres lésbicas e bissexuais no acolhimento e atendimento em saúde estão a crença equivocada de que elas não têm risco de desenvolver cânceres de mama e de colo de útero; a oferta de anticoncepcionais e preservativos masculinos antes de qualquer abordagem sobre suas práticas sexuais; e o atendimento ginecológico embasado no pressuposto de que a vida sexual ativa de todas as mulheres é heterossexual ou ligada à reprodução.

Travestis e transexuais, por sua vez, encaram diariamente a restrita experiência dos serviços de saúde em relação à transexualidade, ampliando o intenso sofrimento dessas pessoas ao não se reconhecerem no corpo biológico e agravando distúrbios de ordem psicológica que vêm acompanhados de tendências à automedicação, automutilação e suicídio. Além disso, a falta de respeito ao nome escolhido pelas pessoas travestis e transexuais configura-se como uma violência que acontece diariamente nas suas vidas sociais.

Dessa forma, faz-se imprescindível a sensibilização de trabalhadores, gestores e profissionais de saúde que atuam no Sistema Único de Saúde para oferecer um acolhimento e atendimento com escuta qualificada e humanizada à população LGBT. Nesse sentido, o curso sobre a Política Nacional de Saúde Integral LGBT, lançado em parceria com a Universidade Aberta do SUS (UNA-SUS), oferece informações para que os trabalhadores e profissionais de saúde possam prestar atendimento qualificado e que considere as necessidades específicas desta população, de modo que ela se sinta acolhida nos serviços de saúde.

#Ciência: Pesquisa mostra que o controle do Aedes no frio é muito mais eficaz

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O fato de o mosquito Aedes aegypti se proliferar com mais intensidade durante as estações mais quentes do ano faz com que boa parte das pessoas só se lembre de eliminar os criadouros nesses períodos. Entretanto, de acordo com o pesquisador da Fiocruz Minas, Fabiano Duarte Carvalho, é quando caem as temperaturas que as medidas de controle podem ser mais eficazes, já que o ciclo reprodutivo do mosquito fica mais lento e, dessa forma, as ações voltadas para o combate terão um impacto maior.

“Sabemos que há casos de dengue e outras arboviroses o ano inteiro, o que significa que o mosquito está presente em todos os meses. Entretanto, este é um período em que há menos mosquitos em circulação e, com isso, é muito mais fácil combater os focos neste momento. É preciso aproveitar a fase em que o Aedes está mais fraco”, afirma o pesquisador.

Especialista em hábitos e comportamento do Aedes aegypti, Carvalho é um dos autores do artigo Why is Aedes aegypti Linnaeus so Successful as a Species? (Por que o Aedes aegypti pode ser considerado uma espécie de sucesso?), publicado recentemente na Neotropical Entomology, uma importante publicação na área de entomologia. Nele, os pesquisadores relacionam uma série de fatores que favorecem a espécie e fazem com que o combate ao inseto seja um desafio para todos os países que sofrem com as doenças por ele transmitidas.

O ciclo de vida do mosquito compreende quatro fases – ovo, larva, pupa e adulto, e segundo os pesquisadores, é lá no primeiro estágio que reside uma das principais razões de sucesso do inseto. É que o ovo do Aedes aegypti é extremamente resistente, podendo durar por mais de um ano, quando as condições são desfavoráveis.

“Os ovos podem eclodir em minutos quando imersos em água. A falta dela, entretanto, não representa a quebra desse ciclo de vida, uma vez que os ovos permanecem viáveis durante semanas, meses, podendo chegar a mais de 400 dias. É claro que o número de ovos viáveis diminui ao longo do tempo, mas os que permanecem podem ser suficientes para a manutenção local da espécie”, explica Carvalho.

Outra característica que contribui para a proliferação da espécie é a alta capacidade reprodutiva. Uma única fêmea pode colocar aproximadamente 100 ovos por ciclo. “Além disso, elas têm uma estratégia que chamamos de oviposição em saltos, que é a distribuição dos ovos entre vários locais de reprodução, tornando complicada a tarefa de eliminar completamente os criadouros. Há estudos que demonstram que uma única fêmea distribui ovos entre quatro e seis criadouros e que, quando há condições, podem usar até 11”, destaca Carvalho.

 

Fonte: Fiocruz Minas

#VidaSaudável: Você sabe qual a importância da Ginástica Laboral?

Com o objetivo de prevenir problemas relacionadas ao sedentarismo e a má postura no ambiente de trabalho, a Ginástica Laboral surge como uma modalidade de atividade física destinada aos trabalhadores para ajudar na prevenção de doenças ocupacionais que se incluem nos grupos Lesões por Esforços Repetitivos (LER) e Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (DORT).

  • Clique aqui e confira mais informações sobre alimentação adequada e a prática de atividade física no site “Vida Saudável”.

Trata-se de uma atividade que envolve uma série de exercícios de alongamento realizados durante a jornada de trabalho para melhorar a saúde do trabalhador, ajudando a eliminar a fadiga corporal e mental, além de melhorar a autoestima por desenvolver uma melhor consciência corporal. Para falar mais sobre este assunto, o fisioterapeuta da Cidade Administrativa, Roscio Neves de Oliveira, gravou um vídeo especial para o Blog da Saúde MG. Confira:

Abaixo, confira um trecho da Ginástica Laboral que é realizada na Cidade Administrativa: