#Curiosidade: Você sabe qual é a importância da vacina contra o sarampo?

By | 20 de junho de 2017

Por Ana Paula Brum

Foto: Marcelo Martins / Portal Brasil / Reprodução.

Foto: Marcelo Martins / Portal Brasil / Reprodução.

A vacina contra o sarampo é segura e eficaz na prevenção da doença e é garantida a toda população pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Tanto a tríplice viral, que protege contra o sarampo, a rubéola e a caxumba, quanto a tetra viral, que protege contra o sarampo, a rubéola, a caxumba e a varicela (catapora), estão disponíveis em todas as unidades de saúde do estado.

Toda pessoa com até 29 anos de idade, que tiver apenas uma dose da vacina tríplice viral, deve receber uma segunda dose, com intervalo mínimo de 30 dias entre elas. Já as pessoas na faixa etária de 30 a 49 anos de idade devem ter, pelo menos, uma dose da vacina comprovada ao longo da vida. Aos viajantes, recomenda-se a atualização das vacinas antes de viajar, preferencialmente com 15 dias de antecedência.

Para o assessor técnico da Diretoria de Vigilância Epidemiológica da SES-MG, Gilmar José Rodrigues, o risco de importação do sarampo continua alto, portanto a sensibilização dos profissionais de saúde deve fazer parte da rotina diária. “A vigilância deve ser ativa e constante, devendo os profissionais estarem em alerta para casos suspeitos de sarampo em pessoas com histórico de viagem ou em contato com viajantes. É preciso manter altas coberturas vacinais em todos os municípios e em todas as faixas etárias preconizadas”, ressaltou. Em Minas Gerais, no ano de 2016, a cobertura para a vacina tríplice viral para crianças de um ano foi de 98,93% com uma dose da vacina, número considerado adequado para primeira dose. No entanto, com a segunda dose, a partir dos 15 meses, a cobertura foi de 88,38%, abaixo da meta mínima de 95% recomendada.

Gilmar acrescentou, ainda, a importância de reforçar a vacinação não só entre aqueles que têm viagem marcada para o exterior como também para aqueles que trabalham com turismo, como em aeroportos, hotéis, transporte e agências. “Por estarem em contato direto com turistas, é preciso que esses profissionais verifiquem se estão com o cartão de vacinação em dia para se protegerem e também para não transmitirem a doença para seus familiares e pessoas próximas”, completou.

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