Monthly Archives: agosto 2017

#VidaSaudável: Anvisa planeja nova mudança nos rótulos de alimentos

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As informações que vêm nos rótulos de alimentos são importante para que o consumidor possa fazer escolhas conscientes sobre o que vai para sua mesa no dia a dia. Mas como deve ser o rótulo dos alimentos para que as informações sejam de fácil entendimento e respondam às dúvidas sobre a qualidade nutricional do produto?

A procura por esta resposta está no centro do trabalho que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) vem realizando a fim de propor novas soluções para a informação nutricional no Brasil. As propostas iniciais que estão em discussão estão baseadas em dois eixos principais: o uso do sistema de semáforo com cores, que sinalizam se algum ingrediente está em excesso, e o uso de octógonos com advertência sobre algum ingrediente em excesso que pode fazer mal.

O grupo conta com o setor produtivo de alimentos, Ministério da Saúde (MS), Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), Instituto de Defesa do Consumidor (IDEC) e Fundação Ezequiel Dias (FUNED), órgão integrante do Sistema Estadual de Saúde. O próximo passo é fazer um refinamento das propostas discutidas pelo grupo e dar inicio ao processo de regulação que envolve, por exemplo, a realização de consulta pública sobre o tema.

A informação nos rótulos dos alimentos vem sendo considerada uma estratégia fundamental para promover uma alimentação saudável e combater doenças como a obesidade, diabetes, entre outras.

Fonte: Anvisa

#TOP5: Quais cuidados são necessários com a lente de contato?

Lentes de contato são a alternativa preferida por muitos em relação aos óculos. Os oftalmologistas dizem que não existe nenhuma contraindicação pré-estabelecida, mas apenas um especialista poderá decidir quem pode ou não passar a usar lentes de contato. O mau uso do acessório pode trazer problemas graves nos olhos. Por isso, o Blog da Saúde MG preparou algumas dicas acerca das lentes de contatos. Fique por dentro!

 

 

 

#SUS: Minas Gerais é pioneiro em políticas públicas para pessoas em situação de rua

Crédito: J. B. Reis | Agência Minas

Crédito: J. B. Reis | Agência Minas

A dificuldade de acesso à alimentação e a boas condições de higiene pode resultar em várias doenças a pessoas em situação de rua. Por isso, a Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG), em mais uma iniciativa pioneira, desde 2015 ajuda a custear o programa federal Equipes de Consultório na Rua (eCR), que promove atendimento itinerante e permanente em todas as regiões do estado.

Graças a esse apoio, as ações em Minas Gerais foram ampliadas, segundo Mayla Magalhães, diretora de Políticas de Atenção Primária à Saúde da Secretaria de Estado de Saúde. Hoje, existem 15 eCRs em funcionamento em 12 municípios mineiros.

As equipes das eCRs são formadas por enfermeiros, psicólogos, assistentes sociais, terapeutas ocupacionais, além de profissionais de arte e educação que desenvolvem um trabalho lúdico que tem contribuindo diretamente para atrair um número maior de pessoas em situação de rua.

A SES também possui a Política de Saúde Mental, Álcool e outras Drogas em consonância com os princípios do SUS e da Reforma Psiquiátrica Antimanicomial.

Embora essa política não seja voltada exclusivamente para pessoas em situação de rua, muitas delas são atendidas pela Rede de Atenção Psicossocial (Raps), especialmente no Caps que, em Belo Horizonte, recebe o nome de Cersam. A Raps é uma iniciativa federal com gestão municipal. O Governo do Estado é responsável por uma parte do custeio e por fomentar a adesão dos municípios à rede.

Leia mais: Governo do Estado é pioneiro em políticas públicas para pessoas em situação de rua

Fonte: Agência Minas

#Ciência: Fiocruz recruta voluntários para pesquisa de febre amarela e HIV

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Foto: iStock / Reprodução.

Um estudo inédito no Brasil está sendo conduzido pelo Laboratório de Pesquisa Clínica em DST e Aids (LaPClin-Aids) do Instituto Nacional de Infectologia (INI/Fiocruz) para avaliar o grau de proteção e de segurança da vacina da febre amarela em pacientes vivendo com HIV. Com este objetivo a equipe do LaPClinAIDS está recrutando 100 voluntários não portadores do vírus HIV e que nunca se vacinaram contra febre amarela, para servir de grupo controle.

Conduzido pelos pesquisadores Lara Coelho (INI), Beatriz Grinsztejn (INI) e Luiz Camacho, da Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp/Fiocruz), a pesquisa YF-HIV – Imunogenicidade e segurança da vacina de Febre Amarela em pacientes infectados pelo HIV conta com a participação do Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos/Fiocruz) e do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), além de ter o apoio do Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde (Devit/MS).

“Trata-se de uma grande colaboração dentro da Fiocruz. Contamos com a cooperação dos Laboratórios de Flavivírus, da Dra. Ana Bispo, e de Imunologia Molecular, da Dra. Monick Guimarães, ambos do Instituto Oswaldo Cruz, e do Laboratório de Tecnologia Virológica [Latev/Bio-Manguinhos], da Dra. Sheila Lima”, enfatiza Beatriz, coordenadora do LapClin-Aids.

O estudo incluirá 400 pessoas, sendo 300 pacientes com HIV já atendidos no LaPClin-Aids e 100 voluntários que serão recrutados na comunidade Fiocruz. “Priorizamos vacinar os pacientes com HIV que já fazem parte do nosso acompanhamento aqui no Laboratório porque temos acesso aos exames e eles já estão acostumados a participar de nossos protocolos clínicos, o que facilita a realização da pesquisa”, ressaltou Lara. A ideia da equipe é fazer um banco de cadastro com pessoas não portadoras do HIV e que não tomaram a vacina de febre amarela para que, mesmo que não queiram participar do estudo, possam recebe-la no INI.

A meta da equipe de pesquisa é vacinar 10 pessoas por dia, de segunda a quinta-feira, etapa que deve durar cerca de três meses. O prazo desta primeira etapa encerra em setembro, mas o estudo vai além desse período. Uma semana após a aplicação da vacina, os participantes do estudo retornarão para fazer um exame de sangue e para responder ao questionário de eventos adversos para saber se está tudo bem com ela ou se sentiu alguma coisa. Posteriormente voltarão ao Laboratório após 30 dias para novos exames.

“Nessas amostras de sangue vamos medir a quantidade de anticorpos protetores contra Febre Amarela que a pessoa está produzindo. Ela regressará após um, cinco e dez anos para podermos avaliar a duração desses anticorpos no paciente (duração da proteção dada pela vacina). Isso porque, na verdade, havia uma indicação, até bem pouco tempo, de que a vacina precisava ser repetida após 10 anos e agora não mais. A segunda dose não é considerada necessária, mas isso é uma realidade para as pessoas que vivem com HIV? Nós não sabemos. Por isso estamos prevendo um estudo tão longo para responder essa pergunta: quanto tempo duram esses anticorpos da febre amarela em pessoas vivendo com HIV?”, encerrou Lara.

Os interessados em participar do estudo ou de fazer parte desse banco de cadastros devem procurar o Laboratório de Pesquisa Clínica em DST e Aids, do Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI), no campus da Fiocruz, ou ligar para (21) 3865-9520 ou 3865-9540 ou através de mensagem / WhatsApp para (21) 99619-7166 ou 98158-4610. Podem se vacinar homens e mulheres, entre 18 e 60 anos, que não tenham histórico de alergia a ovo e que nunca tenham recebido uma dose da vacina.

HIV x Vacina da Febre Amarela

A vacina da febre amarela é contraindicada para quem tem imunodeficiência grave, ou seja, CD4 abaixo de 200. Para os pacientes que têm imunodeficiência moderada ou leve, ou seja, CD4 acima de 200, há embasamento para vacina-los se eles estiverem morando em uma área com risco de febre amarela, situação atual do Rio de Janeiro. “Normalmente, as pessoas portadoras do HIV no Rio de Janeiro não tomavam a vacina de febre amarela porque não havia a doença circulando em nosso estado. Essas pessoas só eram vacinadas caso viajassem para alguma região endêmica da doença. Nós podemos vacinar pacientes com HIV de acordo com a contagem de células CD4 que eles têm [um tipo de linfócitos, as células brancas do sangue, que desempenham um papel importante na imunidade dos indivíduos]”, explica Lara Coelho.

A pesquisadora explicou que cada frasco da vacina de febre amarela tem 10 doses e, uma vez aberto, deve ser todo utilizado para não ter seu conteúdo descartado. “Mesmo com o cadastro de pacientes, se não conseguirmos os 10 diários, podemos usar esse banco para convocar as pessoas e não desperdiçarmos a vacina. Ou seja, quem trabalha na Fiocruz e nunca se vacinou poderá receber sua dose aqui no LaPClin-Aids. Nós entraremos em contato com essas pessoas ao final do dia caso haja alguma dose disponível para ser ministrada. A principal preocupação é não perder nenhuma dose da vacina, principalmente nesse contexto que estamos vivendo”, afirmou.

Fonte: Antonio Fuchs (INI/Fiocruz)

#Curiosidade: Como se prevenir contra a Leishmaniose?

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Considerada uma das doenças parasitárias que que mais mata no mundo, a Leishmaniose é causada por vários protozoários pertencentes a espécies do gênero Leishmania e da família Trypanosomatidae. A Organização Mundial de ou da Saúde (OMS) estima que os casos mundiais de leishmaniose alcançam 1,3 milhão por ano, com 20 mil a 30 mil mortes.

Ainda, segundo a OMS, a Leishmaniose afeta as populações mais pobres e está, geralmente, associada à desnutrição, deslocamentos populacionais, condições precárias de moradia e um sistema imunológico fraco. Os sintomas são febre de longa duração, perda de peso, o aumento do tamanho do fígado e do baço, anemia e aparecimento de lesões. Atualmente, a doença possui dois tipos mais conhecidos:

  1. leishmaniose tegumentar americana (LTA) é uma doença infecciosa, não contagiosa, causada por protozoário, de transmissão vetorial, que acomete pele e mucosas.
  2. leishmaniose visceral ou calazar (LVL) ataca órgãos internos, a pele e as mucosas.  É considerada uma doença crônica e sistêmica que, quando não tratada, pode evoluir para óbito em mais de 90% dos casos.

De acordo com o Ministério da Saúde, entre 2005 e 2015, o número de casos de LV no Brasil reduziu 9%, passando de 3.597 casos, em 2005, para 3.289 casos, em 2015. Com relação à LT, nesse período houve uma redução de 27%, passando de 26.685 casos em 2005 para 19.395 casos em 2015. Em 2015, a região Nordeste registrou o maior número de casos de LV (1.806); seguida pelas regiões Sudeste (538); Norte (469); Centro-Oeste (157); e Sul (5). Em relação à LT, a região Norte registrou o maior número de casos (8.939) dessa doença; seguida do Nordeste (5.152); Centro-Oeste (2.937); Sudeste (1.762); e Sul (493).

Tratamento

O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece diagnóstico e tratamento gratuitos para a população contra os dois tipos da doença: tegumentar e visceral. Ao primeiros sintomas, o paciente deve procurar a Unidade Básica de Saúde mais próxima para avaliação da equipe de saúde. Confirmado o diagnóstico, o tratamento é feito com uso de medicamentos específicos e eficazes. No caso da leishmaniose tegumentar, que é caracterizada por úlceras na pele e mucosas, a medicação usada hoje em dia no Brasil é o antimoniato de meglumina.

Já para o tratamento da leishmaniose visceral (LV), que causa febre e atinge áreas como o fígado e o baço, são utilizados três fármacos, a depender da indicação médica: o antimoniato de N-metil glucamina, a anfotericina B lipossomal e o desoxicolato de anfotericina B.

E como prevenir?

A Diretora de Vigilância Ambiental da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) esclarece que não existe vacina para prevenir a leishmaniose visceral e tegumentar em humanos. “As medidas de controle estão associadas ao controle do vetor, com aplicação residual de inseticida, conforme critérios estabelecidos pelos Ministério da Saúde, diagnóstico precoce e tratamento oportuno dos casos detectados.”

Além dessa ação, é recomendada a limpeza de quintais, terrenos, vias e praças públicas com a eliminação de resíduos sólidos orgânicos e destino adequado dos mesmos, eliminação de fontes de umidade, podas de arvores e arbustos.

Já para os cães, é essencial praticar a posse responsável, não permitindo que o animal fique solto na rua. Além disso, é importante a utilização de coleiras impregnadas com inseticida do grupo das permetrinas e consultas periódicas ao veterinário. E o lixo orgânico também deve ser descartado da forma correta e adequada.

#Cursos: Nescon abre inscrições na área de reabilitação de pessoas com deficiência

Foto: PBH/Divulgação

Foto: PBH/Divulgação

Até o dia 07 de novembro, a o Núcleo de Educação em Saúde Coletiva (Nescon) da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) oferecerá 12000 vagas em cursos gratuitos destinados a quem tenha interesse em atuar na habilitação e reabilitação de pessoas com deficiência.

São quatro modalidades de qualificação ofertadas: Direitos das pessoas com deficiência e habilidade física e motora (3 mil vagas), Direitos das pessoas com deficiência e visão (3 mil vagas); Direitos das pessoas com deficiência e audição (3 mil vagas) e Direitos das pessoas com deficiência e ampliação da comunicação (3 mil vagas).

As formações ampliam os conhecimentos dos participantes acerca do uso terapêutico de tecnologias assistivas, como próteses, órteses, entre outros meios auxiliares. Gratuitas, 100% a distância, as qualificações são prioritariamente voltadas a gestores e profissionais de saúde de nível superior vinculados ao SUS. Interessados que não pertencem a este grupo também podem acessar o conteúdo das qualificações.

As inscrições podem ser feitas no site oficial. As qualificações são fruto de uma parceria da UFMG com o Ministério da Saúde, por meio da Universidade Aberta do SUS (UNA-SUS).

#Aplicativo: MG App passa a fazer agendamento de doação de sangue na Hemominas

Foto: SES-MG / Reprodução.

A partir de agora, as pessoas que desejam doar sangue podem fazer o agendamento direito no aplicativo MG App, o principal aplicativo para smartphones desenvolvido pelo Governo de Minas Gerais. Por isso, se você está com boa saúde, tem entre 16 e 69 anos, pesa mais de 50kg, não deixe de ajudar. Doe sangue. A Fundação Hemominas tem capacidade de receber até 400 doações de sangue por dia e, com a facilidade de marcação de horário pelo smartphone, espera ver as doações aumentarem.

No inverno as pessoas estão mais suscetíveis a gripes, resfriados, infecções de gargantas e outras viroses. Com o sistema imunológico enfraquecido, a tendência é que o número de doadores de sangue que comparecem aos hemocentros diminua.

“Hoje mais de 200 mil telefones já têm o aplicativo instalado e a população do estado conta cada vez com mais serviços na palma da mão”, comemora o superintendente de Governança Eletrônica da Seplag, Rodrigo Diniz. O MG App também disponibiliza serviços da Cemig, Copasa, Detran-MG, Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), Polícia Civil e agendamento de atendimento nas UAIs.

Como acessar?

Para acessar a nova função, entre no aplicativo MG App e, em seguida, acesse o menu no canto superior esquerdo (três listras horizontais). A seguir, marque a opção “Agendamento de Serviços” e, então, pressione “Agendar Serviços”. Na nova lista de opções, procure por “Doação de sangue” e selecione. O próximo passo é definir o município, clicar em “avançar” e, por fim, definir o melhor dia e horário para o agendamento na unidade escolhida.

Fonte: Agência Minas.

#AgostoLilás: Campanha incentiva o enfrentamento à violência contra a mulher

Durante o mês de agosto acontece, em todo o Brasil, o #AgostoLilás. A campanha nasceu com o objetivo de alertar a população sobre a importância da prevenção e do enfrentamento à violência contra a mulher, incentivando as denúncias de agressão, que podem ser físicas, psicológicas, sexuais, morais e até patrimoniais. Neste ano em especial, o #AgostoLilás comemora também os 11 da Lei Maria da Penha.

A violência contra as mulheres é uma violação de direitos humanos e um grave problema de saúde pública. Ela pode trazer como consequências: mortes, lesões, traumas físicos e vários tipos de agravos mentais e emocionais. Além disso, diminui a qualidade de vida das mulheres e de suas famílias, gerando prejuízos à sua autonomia e seu potencial como pessoa e cidadã. A violência pode também provocar doenças sexualmente transmissíveis, gravidez indesejada, distúrbios sexuais, depressão, entre outros agravos. Abaixo, confira a nossa galeria de imagens e compartilhe nas redes sociais:

No Sistema Único de Saúde (SUS), o atendimento às vítimas de violência sexual é integral e obrigatório em todos os hospitais integrantes da rede, de acordo com a Lei Federal nº 12.845/2013. Em Minas Gerais, 87 hospitais estão habilitados como referência do Serviço de Atenção às Pessoas em Situação de Violência Sexual. Esses estabelecimentos oferecem atendimento emergencial, integral e multidisciplinar às vítimas de violência sexual e, se necessário, encaminham aos serviços de assistência social.

O atendimento clínico e psicológico nesses hospitais funciona em regime integral, 24 horas por dia, nos sete dias da semana, e é realizado de forma humanizada, respeitando o sigilo e a privacidade das vítimas. Além disso, as unidades são responsáveis pela administração de medicamentos preventivos de doenças sexualmente transmissíveis e também anticoncepção de emergência.

Canais de denúncia

A mulher que quiser fazer a denúncia deve procurar a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher, na Avenida Augusto de Lima 1942, no Barro Preto (telefone: 31 3295-6913). O atendimento é feito de segunda a segunda, ininterruptamente.

Para denúncias anônimas, a mulher pode utilizar o Disque Direitos Humanos (Disque 100). A central funciona 24 horas por dia, durante todos os dias da semana, inclusive feriados. Outro canal é o Disque Denúncia, pelo telefone 181.

Violência

Em Minas Gerais, a violência doméstica e familiar contra a mulher caiu, entre 2015 e 2016, em todo o Estado e também na capital. No estado, foram 2.681 ocorrências a menos deste tipo de crime no último ano, o que representa uma queda de 2,08%. Já na capital, o decréscimo foi de 1,74%, com 15.224 casos registrados no ano de 2015 e 14.960 em 2016. Para ver a pesquisa completa, clique aqui.

#EAD: Inscrições abertas para o curso “Delineando um projeto de pesquisa” da UNA-SUS

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A Universidade Aberta do SUS (UNA-SUS), em parceria com a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) por meio do Hospital das Clínicas, do Grupo SABER Tecnologias Educacionais e Sociais, está com inscrições abertas para o curso gratuito “Delineando um projeto de pesquisa”, que poderá ser feito na modalidade de educação a distância (EAD). Clique aqui para fazer a sua inscrição.

O curso tem duração de 60 horas-aula e poderá ser feito no período de 15 de agosto de 2017 a 28 de fevereiro de 2018 por qualquer pessoa interessada na temática. O objetivo é fornecer aos estudantes das várias áreas da saúde conhecimentos elementares sobre o delineamento de projetos de pesquisas clínicas quantitativas e sua execução, de modo a permitir-lhes uma visão mais crítica dessas informações, que estimule a curiosidade científica e auxilie na elaboração de projetos para os trabalhos de conclusão de curso.

Segundo José Ângelo Rizzo, médico, professor do curso de Medicina da UFPE e um dos idealizadores do curso, “apesar de os estudantes da área da saúde terem professores orientadores capazes de ajudá-los na elaboração de projetos de pesquisa, a falta de compreensão de questões básicas a respeito da pesquisa em saúde dificulta o diálogo e a compreensão da necessidade da construção de um projeto consistente e metodologicamente adequado, que servirá de reflexão sobre o assunto pesquisado e, principalmente, servirá de guia para a execução do próprio projeto. É nesse aspecto que o curso desenvolvido pretende auxiliar”.

Portanto, se você deseja conhecer mais sobre pesquisa clínica, quer entender o que é um estudo duplo-cego, um estudo de coorte, o significado de randomização, qual a estrutura de um projeto de pesquisa, os procedimentos necessários para submeter projetos ao Comitê de Ética em Pesquisa e, principalmente, deseja elaborar um projeto de pesquisa em saúde mais consistente, aqui está uma excelente oportunidade para aperfeiçoar seus conhecimentos.

Os participantes que fizerem a avaliação final e obtiverem nota igual ou superior a 7,0 (sete) poderão emitir a declaração de conclusão de curso pela Plataforma Arouca do Sistema UNA-SUS.

Fonte: UNA-SUS.

#MediaDoctor: UFMG lança primeiro portal de análise de notícias sobre saúde no Brasil

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Foto: Reprodução.

Está no ar o primeiro portal acadêmico de avaliação de notícias sobre saúde no Brasil. O site integra o projeto Media Doctor, do Centro Colaborador do SUS – Avaliação de Tecnologias & Excelência em Saúde (CCATES), da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), em parceria com a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec).

Preocupados com a qualidade da informação em saúde oferecida à população brasileira, os pesquisadores adotaram a metodologia Media Doctor, implantada em países como Austrália, Estados Unidos, Canadá e Japão. O objetivo é analisar as notícias sobre saúde publicadas em jornais, revistas e portais online. Os pesquisadores examinam critérios científicos como indicação, benefícios, segurança, custo, alternativas, novidade tecnológica em saúde e independência da informação.

Além das avaliações por profissionais de saúde, o portal Media Doctor tem as seções Olhar do jornalista, com a percepção de profissionais da imprensa sobre o conteúdo, segundo critérios de noticiabilidade, e Bula, que funcionará como fonte segura de informações para os jornalistas, oferecendo definições científicas de doenças, tratamentos e medicamentos.

O portal Media Doctor Brasil também fará monitoramento das avaliações, por meio do Scanner saúde, espécie de raio-X das reportagens avaliadas pelos pesquisadores, provendo dados como percentual das que receberam cinco estrelas e temas mais publicados em jornais, revistas e portais de notícia do país. O projeto é coordenado pelo professor Augusto Guerra, do Departamento de Farmácia Social, e financiado pelo Ministério da Saúde. Assista ao vídeo produzido pelo CCATES:

Fonte: Faculdade de Medicina da UFMG.

#Dica: 10 melhores posts do #BlogdaSaúdeMG sobre alimentação saudável

Está na busca por uma #VidaSaudável através de uma alimentação balanceada e mais nutritiva? 🙋🍊🍐🍓😋 Se você respondeu “SIM”, estamos aqui para te ajudar! 👏👏👏 O #BlogDaSaúdeMG elegeu alguns de seus melhores posts sobre o assunto e reuniu aqui para você se informar e se inspirar para uma alimentação melhor para a sua saúde; confira: