#AleitamentoMaterno: Quais são as responsabilidades do empregador com a trabalhadora que amamenta?

By | 4 de agosto de 2017

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Mulheres já são, há muito, parte significativa e fundamental da força de trabalho do país, e o cada vez mais crescente aumento do número de mulheres chefes de família têm dificultado a manutenção do aleitamento materno pelas mulheres que trabalham fora do lar, ainda que sejam inúmeros os benefícios dessa prática.

Por isso, faz-se necessário o estímulo aos empregadores para a viabilização e manutenção do aleitamento materno após a licença-maternidade. As mulheres que amamentam e que se afastam de seus filhos em virtude do trabalho precisam esvaziar as mamas durante a sua jornada diária, para o alívio do desconforto e para manter a produção de leite. Na maioria das vezes não há nos ambientes de trabalho um lugar apropriado para isso, o que impede que a mulher aproveite o leite retirado para oferecer ao seu filho posteriormente.

Diante dessa demanda, alguns empregadores estão investindo em salas de apoio à amamentação, destinadas à retirada e à estocagem de leite materno durante a jornada de trabalho. Não só a dupla mãe-criança se beneficia com a sala de apoio à amamentação como também as empresas e os órgãos públicos.

Ao dar maior conforto e valorizar as necessidades de suas funcionárias, o empregador pode ter como retorno maior adesão ao emprego e, consequentemente, permanência de pessoal capacitado, além de uma percepção mais positiva da imagem da instituição perante seus colaboradores e a sociedade. Vale acrescentar que a implantação de salas de apoio à amamentação é de baixo custo, assim como a sua manutenção.

Para ajudar na instalação das Sala, o Ministério da Saúde tem um guia para orientar os empregadores, confira:

» Clique aqui e acesse o Guia para implantação de Salas de Apoio à Amamentação para a mulher trabalhadora

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