Monthly Archives: dezembro 2017

#FicaADica: Nas comemorações de fim de ano evite o exagero

ano novo

Um período repleto de promessas a cumprir para o ano seguinte, inspiradas por comemorações familiares, confraternizações entre colegas de trabalho, amigos-ocultos e ritos de passagem quase sempre acompanhados de excessos alimentares e uns goles a mais. Mas, moderação é a palavra chave para evitar o mal-estar, dores de cabeça, distúrbios estomacais, intestinais e até os casos extremos de coma alcoólico. Por isso, veja as dicas que preparamos para aproveitar sem deixar de se cuidar:

Com informações do Blog da Saúde

#SaúdeEntrevista: Fernando Ferreira Carneiro fala práticas populares em saúde

Por Ayrá Sol Soares / ESP-MG.

fernando1

Em dezembro deste ano, a Escola de Saúde Pública do Estado de Minas Gerais (ESP-MG) recebeu o lançamento do livro “Campo, Floresta e Águas: práticas e saberes em saúde”, durante atividade das “Oficinas de Vigilância e Promoção à Saúde em Áreas de Reforma Agrária”, promovida pela instituição.

Na oportunidade, a equipe do #BlogDaSaúdeMG conversou com um dos organizadores da publicação, Fernando Ferreira Carneiro*, que é coordenador do Observatório da Política Nacional de Saúde Integral das Populações do Campo, da Floresta e das Águas (Obteia) sobre as experiências desse projeto realizado coletivamente por pesquisadores populares e acadêmicos, movimentos sociais e instituições de ensino de todo o país. Confira:

1) Como surgiu a ideia do livro?

O livro é resultado de seis anos de pesquisas realizadas pelo Obteia. O projeto foi financiado pelo Ministério da Saúde e executado pelo Núcleo de Saúde Pública da Universidade de Brasíli (UnB)a, em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz do Ceará. O objeto desse livro tem a ver com a Política Nacional de Saúde Integral das Populações do Campo, da Floresta e das Águas (PNSIPCF) e um dos eixos dessa política é a avaliação em monitoramento.

2) Como foi o processo de produção?

Realizamos avaliações e monitoramentos por meio de pesquisas com movimentos sociais, universidades de todo o país, em nove territórios, nas cinco grandes regiões do Brasil. Começamos na Ilha do Marajó/PA, onde temos o pior IDH do Brasil, chegando até o Rio Grande do Sul, em uma área de assentamento do Movimentos dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).

3) Quem foram os parceiros nessa pesquisa?

Cerca de dez movimentos sociais participaram, o MST, o Conselho Nacional das Populações Extrativistas, a Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura, a Federação Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras da Agricultura Familiar do Brasil, o Conselho Nacional de Entidades Quilombolas entre outros. Para cada território se estabeleceu uma parceria entre uma universidade e um movimento social, um pesquisador popular e um acadêmico, que por meio de métodos de pesquisa participativas e dialógicas, buscaram trabalhar como essa Política se realizava no território. O livro é um esforço de 69 autores, envolvendo acadêmicos, movimentos sociais e profissionais do Sistema Único de Saúde (SUS). Além disso, 20 revisores acadêmicos e populares, buscando inovar não só na parceria na execução da pesquisa, mas na elaboração do livro.

4) Qual foi o grande desafio na produção da obra?

Primeiro foi realizar a pesquisa, pois não se tem uma cultura de avaliação de políticas no Brasil, principalmente a partir de pesquisas mais rigorosas e com o financiamento do próprio governo, tendo a gestão certo receio pela pesquisa poder mostrar muitos problemas. O segundo desafio é o campo científico, de como fazer uma pesquisa de referencial participativo e de ação, já que a maioria das pesquisas realizadas são extrativas, em que os pesquisadores vão no território recolhem a informação e não há uma devolução. A nossa proposta foi fazer uma pesquisa em que as pessoas fazem com, não para e não sobre as pessoas, e isso não é uma linha hegemônica da ciência moderna.

5) Esse protagonismo das pessoas na pesquisa foi um dificultador?

A verdade é que não somos formados nem preparados para fazer pesquisa participativa, e inclusive, na academia há um preconceito, como se fosse uma pesquisa de segunda categoria ou como se não fosse ciência. Muitas vezes nós temos um discurso muito revolucionário, mas na hora de colocarmos em prática é difícil. Envolver 69 autores, movimentos sociais, a publicação em uma editora de uma universidade foi difícil. Imagine uma pescadora na Ilha da Maré (Salvador/BA), um extrativista na Ilha do Marajó receber e conseguir imprimir um termo de referência, assinar e enviar pelos Correios… Só nesse processo precisamos de um ano.

6) O livro é dedicado a quem?

Esse livro se dedica a vários atores, aos trabalhadores do Sistema Único de Saúde (SUS), em que sua grande maioria desconhece a Política, desconhece que as populações precisam de um olhar diferenciado, específico, cuidadoso. Ele também é direcionado aos movimentos sociais para que saibam que eles têm direitos e que muitas vezes ficam só no papel e não viram realidade. E também para academia, porque o próprio conceito campo, florestas e águas não é um conceito acadêmico, na academia você tem população rural. Esse é um conceito que foi formulado pelos movimentos e está sendo permanentemente construído e é uma grande oportunidade de elaboração conjunta e um conhecimento potente capaz de realizar as mudanças que essas comunidades precisam que ocorram para que realmente tenham seu direito à saúde.

7) E quem são essas populações?

É uma face oculta de um grupo que parece ser apenas 20% da população brasileira, mas se começarmos a olhar por outro lado, temos 50% a 60% dos municípios do Brasil deporte pequeno, com características quase que rurais. O que usualmente é chamado de rural, nós chamamos de campo, floresta e águas e é muito maior do que se imagina e ele está invisibilizado, ausente em termos de prioridade das políticas públicas.

8) Qual a mensagem central do livro?

Esse livro é uma oportunidade para você navegar de Norte a Sul pelo Brasil, descobrir uma população que ainda é invisibilizada pelos sistemas nacionais de informação, pelas políticas públicas e é uma nova dimensão que pode se abrir, principalmente para quem está estudando e se formando no campo da saúde. Uma das grandes demandas que essas comunidades expressam e vocalizam é a visibilidade, a existência.

fernando3

Observação: Biblioteca da ESP-MG (Unidade Sede) conta com um exemplar do livro “Campo, Floresta e Águas: práticas e saberes em saúde”, para consulta e empréstimo.

 

 

_____________________

Perfil: *Graduado em Ciências Biológicas, mestre em Saúde Ambiental, doutor em Epidemiologia e pós-doutor em Sociologia (Universidade de Coimbra/Portugal). Docente do Núcleo de Estudos de Saúde Pública da UnB e membro do grupo de trabalho de Saúde e Ambiente da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (ABRASCO).

 

#ComOAedesNãoSeBrinca: Aplicativo auxilia na prevenção de focos do Aedes aegypti em BH

bh_sem_mosquito2

Você já fez uma vistoria na sua casa, escola ou trabalho para prevenir possíveis focos de água parada e, com isso, eliminar qualquer possibilidade de proliferação do do mosquito Aedes aegypti? Se não, a partir desta semana, a população de Belo Horizonte passa a contar com o aplicativo “BH sem Mosquito”, desenvolvido pela Prefeitura da capital mineira. O aplicativo está disponível gratuitamente para os sistemas Android e IOS.

Trata-se de uma uma ferramenta online que pode ser instalada no smartphone ou tablet que avisa ao usuário quando e onde deve ser feita uma vistoria, eliminando água para evitar possíveis focos do Aedes, transmissor da Chikungunya, Zika e Dengue.

Ainda, por meio do “BH sem Mosquito”, o usuário pode escolher o dia e horário em que o aplicativo emite um alerta, para ser lembrado de fazer uma pequena ronda em casa ou empresa para verificar se há acúmulo de água em algum local. O aplicativo disponibiliza também o mapa de ações, no qual é possível verificar a localização por regional e o número de pessoas utilizando o app.

Este mapa reúne as contribuições dos usuários e pode ser utilizado para nortear as ações do Poder Público, pois é possível filtrar os itens que estão sendo mais trabalhados pela população e também em quais regiões. Além disso, o aplicativo conta com informações sobre o Aedes aegypti, como ciclo de vida, características do mosquito e forma de contágio. É possível também verificar as doenças que podem ser transmitidas, sintomas e tratamentos.

As informações coletadas pelo aplicativo são utilizadas de maneira privada pela Prefeitura de BH, sendo anônima a participação dos usuários. O “BH sem Mosquito” é uma importante ferramenta colaborativa que pode ser utilizada associada a outras ações desenvolvidas para o controle, prevenção e enfrentamento ao vetor, como as vistorias dos Agentes de Combate a Endemias na Atenção Básica do Sistema Único de Saúde (SUS) e ações de Mobilização Social em saúde.

Fonte: PBH / Adaptação.

#TOP5: Conheça bibliotecas virtuais com livros e materiais sobre saúde pública e coletiva

É estudante ou profissional de saúde e está buscando por fonte de informação e materiais para auxiliar seus estudos, pesquisas ou o próprio trabalho? As bibliotecas virtuais de entidades públicas e outros órgãos oficiais são certamente fonte de informação confiável e de qualidade que certamente podem lhe auxiliar.

Por isso, nós do #BlogDaSaúdeMG lhe mostramos cinco opções de bibliotecas virtuais para que você possa aprofundar os seus conhecimentos sobre os mais diversos ramos do Sistema Único de Saúde (SUS)Compartilhe e confira:

 

BVS

BIBLIOTECA VIRTUAL EM SAÚDE (BVS)

Disponível na internet desde 2001, é uma divisão da Biblioteca do Ministério da Saúde. Por meio do site estão disponíveis bases de dados bibliográficas referenciais e de texto completo para pesquisa ao acervo físico e digital de livros, cartilhas, manuais, revistas, cartazes, fôlderes, políticas, programas nacionais, legislação, além de outros serviços. É possível, ainda, acessar bases de dados internacionais, como Medline e Lilacs, dentre outras.

ARES

ARES

ARES é a sigla para Acervo de Recursos Educacionais em Saúde. Utilizados pela Rede UNA-SUS em suas ofertas de cursos, diversos recursos educacionais estão disponíveis para consulta em repositório digital. O acervo público, com materiais em diversos formatos, é alimentado de forma colaborativa e mantido por diversas instituições.

CNS

BIBLIOTECA VIRTUAL CNS

O Conselho Nacional de Saúde (CNS), órgão vinculado ao Ministério da Saúde, é responsável pela deliberação, fiscalização, acompanhamento e monitoramento das políticas públicas de saúde. Além de boletins e informativos eletrônicos do Conselho, a Biblioteca Virtual do CNS dispõe de jornais, livros, revistas e uma série de documentos voltados à temática do controle social e para a formação de conselheiras e conselheiros de saúde.

CEBES

BIBLIOTECA DAVID CAPISTRANO DA COSTA FILHO | CEBES

A Biblioteca Virtual do Centro Brasileiro de Estudos de Saúde, que homenageia o sanitarista fundador da entidade coloca à disposição livros digitais e vídeo-aulas, além de textos para debates e revistas, como a Revista Saúde em Debate, importante veículo de difusão dos temas articulados ao direito universal à saúde e da reforma sanitária.

NESCOM

BIBLIOTECA VIRTUAL NESCON

A Biblioteca Virtual do Núcleo de Educação em Saúde Coletiva (NESCON) – órgão complementar da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais – é um repositório de informações de acesso livre, com seleção abrangente de materiais nas áreas da saúde coletiva. O acervo é composto de livros, publicações eletrônicas, trabalhos de conclusão de curso, além de materiais instrucionais produzidos para apoiar os cursos do Nescon.

#FicaADica: Uso de fogos de artifício nas festas de fim ano deve ser feito com responsabilidade

Artefato muito usado nas comemorações de fim de ano, os foguetes de mão e fogos de artifício, podem provocar acidentes, se utilizados da maneira incorreta. Segundo dados da Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig), nesse período de Natal e Ano Novo, o Hospital João XXIII (HJXXIII), referência estadual para o tratamento de queimaduras, registra um aumento de 12% a 15% do número de atendimentos e de 8% a 10% das internações em razão de acidentes com fogos de artifício.

#Alimentação: É possível se alimentar de forma saudável nas festas de fim de ano?

Você cuida o ano inteiro para manter uma alimentação saudável e balanceada, rica em alimentos in natura ou minimamente processados, mas com as festas de fim de ano, a tentação de exagerar na comida acaba sendo o pesadelo? Mesmo que tradicionalmente as ceias sejam recheadas de alimentos gordurosos e com excesso de açúcares, existem opções que podem deixar a ceia agradável e saborosa, sem prejudicar a saúde.

Por isso, assista esse vídeo do projeto Avalia Sal e faça uma ceia diferente para o Ano Novo, utilizando ingredientes nutritivos e comuns à mesa do brasileiro! Boas festas!

 

#SUS: PrEP está disponível em 36 serviços do SUS a partir deste mês

banner_hiv_aids_2017

A Profilaxia Pré-Exposição ao HIV (PrEP) já está disponível, em 36 serviços do Sistema Único de Saúde em 22 cidades brasileiras. Os serviços começaram a receber o medicamente nesta segunda-feira, dia 18. Nesta primeira etapa da implantação, os 10 estados e o Distrito Federal atendidos, serão Amazonas (Manaus), Bahia (Salvador), Ceará (Fortaleza), Distrito Federal (Brasília), Minas Gerais (Belo Horizonte, Uberlândia, Juiz de Fora e Passos), Pernambuco (Recife), Paraná (Curitiba), Rio de Janeiro (Rio de Janeiro, Niterói e Duque de Caxias), Rio Grande do Sul (Porto Alegre), Santa Catarina (Florianópolis) e São Paulo (São Paulo, Campinas, Piracicaba, Ribeirão Preto, Santos, São Bernardo do Campo e São José do Rio Preto). Confira aqui a lista de serviços que ofertarão a PrEP.

Esses estados e o Distrito Federal foram escolhidos por terem participado de projetos pilotos da PrEP. Os outros 16 estados brasileiros serão contemplados até maio de 2018. O Brasil é o primeiro país da América Latina a utilizar essa estratégia de prevenção como política de saúde pública.

O público prioritário para PrEP são as populações-chave, que concentram a maior prevalência de HIV no país: gays e outros homens que fazem sexo com homens (HSH); pessoas trans; trabalhadores/as do sexo – e casais sorodiferentes (quando uma pessoa está infectada pelo HIV e a outra não). O simples pertencimento a um desses grupos não é suficiente para caracterizar indivíduos com exposição frequente ao HIV.

“Uma série de critérios deve ser levada em conta antes da indicação da PrEP, como o número de parceiros sexuais, os outros métodos de prevenção utilizados, o compromisso com a adesão ao medicamento, entre outros”, destaca a diretora do Departamento de IST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Adele Benzaken. A PrEP poderá ser indicada para pessoas, pertencentes aos grupos prioritários citados, que realizaram sexo anal ou vaginal sem preservativo nos últimos 6 meses e/ou apresentaram episódios frequentes de IST ou uso repetido da PEP.

De uso contínuo a PrEP, é preciso tomar o comprimido diariamente para ficar protegido do HIV, sendo que a proteção se inicia a partir do 7º dia para exposição por relação anal e a partir do 20º dia para exposição por relação vaginal. A PrEP só será indicada após testagem do paciente para HIV, uma vez que é contraindicada para pessoas já infectadas pelo vírus.

PrEP no mundo – A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda, desde 2012, a oferta da PrEP, que já é utilizada nos Estados Unidos, Bélgica, Escócia, Peru e Canadá, comercializada na rede privada, e na França, África do Sul, que a oferecem no sistema público de saúde. O investimento inicial do Ministério da Saúde será de R$ 8,6 milhões para 3,6 milhões de comprimidos, para atender à demanda pelo período de um ano, aproximadamente.

Aplicativos – Os profissionais de saúde, gestores e o público terão à disposição o aplicativo do Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) da PrEP. Reproduzido na íntegra, o app oferece a facilidade de busca aos conteúdos mais acessados por meio de títulos e subtítulos e sinalização para favoritos e opções de compartilhamento. No aplicativo também poderá ser feita a busca pelos locais em que a profilaxia é realizada no Brasil e perguntas frequentes sobre o tema. O aplicativo pode ser obtidos na Apple Store e na Google Play para smartphones com sistemas Android ou IOS.

Já na biblioteca do site do DIAHV, está disponível o guia Diretrizes para a Organização dos Serviços de Saúde que ofertam a PrEP ao HIV no Sistema Único de Saúde. Nele, os profissionais de saúde envolvidos na oferta da PrEP terão informações sobre as rotinas e preventivas e de cuidado.

A PrEP insere-se na “Prevenção Combinada”, como forma de potencializar a proteção contra o HIV, que inclui: testagem regular; profilaxia pós-exposição (PEP); teste durante o pré-natal e tratamento da gestante que vive com o vírus; redução de danos para uso de drogas; testagem e tratamento de outras infecções sexualmente transmissíveis (IST) e das hepatites virais; uso de preservativo masculino e feminino, além do tratamento para todas as pessoas.

Cabe destacar que a PrEP não protege o indivíduo de outras infecções sexualmente transmissíveis como sífilis e gonorreia, tão pouco da gravidez. Por isso, o uso do preservativo continua sendo recomendado.

Para saber mais sobre HIV, acesse: http://www.saude.mg.gov.br/sexoseguro

#TOP5: Alimentos que parecem saudáveis, mas não são!

Barrinhas de cereal, sopas prontas, peito de peru e uma série de alimentos apenas aparentam ser saudáveis e nutritivos. Boa parte das opções disponíveis no mercado, desses produtos, “escondem” quantidades elevadas de sódio e açúcar, além de conservantes e outros aditivos químicos. Por isso, fique ligado e saiba como fazer escolhas saudáveis para a sua alimentação e a da sua família.

#SaúdeLGBT: Aplicativo TODXS irá receber denúncias de agressão e discriminação

aplicativo_TODXS_LGBTIQ

O Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União (CGU) recebe denúncias feitas pelo aplicativo TODXS, relativas à discriminação e agressão a membros da comunidade LGBTI+ (lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros, intersexuais). O objetivo da parceria com a startup social é a triagem e o correto direcionamento das denúncias aos órgãos púbicos responsáveis pela adoção de providências ou medidas preventivas.

A TODXS é a primeira instituição a aderir ao Me-Ouv, lançado em novembro pelo CGU. A iniciativa permite o acesso automatizado da startup ao Sistema Informatizado de Ouvidorias do Poder Executivo Federal (e-Ouv). Além do tratamento adequado das denúncias, os dados coletados serão utilizados para subsidiar o planejamento e a priorização de ações de governo voltadas à população LGBTI+ em diversas áreas.

Para a CGU, a parceria com o TODXS é uma mudança importante nos paradigmas de comunicação entre governo e cidadão, inaugurando uma forma inovadora de diálogo entre grupos da sociedade e o Estado. O Me-Ouv faz parte do Programa de Avaliação Cidadã de Serviços e Políticas Públicas (Procid), criado pelo CGU em 2016, para coletar dados e produzir informações acerca da satisfação dos usuários de políticas e serviços públicos prestados pelo governo federal.

Aplicativo

Além de coletar denúncias de violência contra a população LGBTI+ e avaliar o atendimento policial, no caso de ter sido feito boletim de ocorrências, com o TODXS é possível consultar organizações representativas ou de apoio por todo o Brasil.

O aplicativo ainda permite aos usuários consultar leis específicas à comunidade LGBTI+, do local onde se encontra o usuário ou por tema (como família, educação, nome social). O TODXS compila mais de 800 normas jurídicas de todo o país, para que a população LGBTI+ possa conhecer e garantir seus direitos.

Desde que foi lançado, em junho deste ano, mais de 3 mil pessoas baixaram o TODXS. O objetivo da organização é alcançar 10 mil pessoas até o final de 2018, promovendo ações que eduquem a sociedade e reduzam o cenário de violência. Segundo o CGU, o Brasil é considerado pela associação Transgender Europe um dos países que mais mata transexuais no mundo.

Fonte: Agência Brasil.

#XôDesperdício: 5 dicas para reaproveitar o que sobrou da Ceia de Natal

A sua Ceia de Natal foi especial, mas sobrou muita comida? Aprenda a armazenar e reaproveitar o que sobrou da festa, porque jogar fora, nem pensar, né?

Antes de tudo, #FicaADica: não coloque na mesa toda a comida que foi preparada para a ceia. Ainda que os pratos tenham sido preparados com cuidado e higiene, a exposição por muito tempo na mesa, e até mesmo a movimentação em volta da comida – as pessoas falam, espirram, tossem, mexem no cabelo – pode contaminar os alimentos. O ideal é servir os preparos em recipientes menores, fechados, e deixar na mesa a quantidade proporcional do número de convidados. Assim, o que não foi para a mesa pode ser servido, fresco, no dia seguinte.

👉 Anote e compartilhe com a sua rede:

SerieNatal-06

#VidaSaudável: É possível ter uma ceia saudável nas festas de fim de ano?

As ceias de fim de ano – tanto nas festas de Natal, quanto as de Ano Novo, são momentos de bastante comilança, não é mesmo? Por conta da vasta variedade alimentar, é muito importante se controlar para não passar mal em um momento de festa e, com isso, evitar exageros não só alimentar, mas sobretudo com as bebidas. Para que isso não aconteça, aqui vão algumas dicas práticas: