Monthly Archives: dezembro 2017

#Evento: “Ciência em Movimento” realiza a última exposição de 2017 em Ouro Verde de Minas

Caminhão do programa "Ciência em Movimento" da FUNED. Foto: ASCOM/FUNED.

Caminhão do programa “Ciência em Movimento” da FUNED. Foto: ASCOM/FUNED.

O município mineiro de Ouro verde de Minas, no Vale do Mucuri, recebe de 12 a 14/12, a última exposição do Programa Ciência em Movimento (PCM), da Fundação Ezequiel Dias (Funed), em 2017.

A programação da exposição inclui palestras sobre animais peçonhentos e prevenção de acidentes e oficinas e jogos sobre abelhas, aranhas, serpentes e escorpiões. A visita do programa irá movimentar a cidade, atraindo estudantes, profissionais de saúde e a população em geral.

O Programa foi criado em 2012, pela Funed, com o objetivo de difundir e popularizar a ciência por todo o estado. O caminhão leva conhecimento científico e tecnológico, através de linguagem lúdica e popular, estabelecendo uma relação de diálogo entre os pesquisadores e a sociedade e entre ciência, saúde e cultura.

Serviço:
Exposição Programa Ciência em Movimento
Datas e horários:
12 e 13/12 – das 8h às 12h e das 13h às 17h – Palestras e exposição
14/12 – das 8h às 12h e das 13h às 17h – Exposição
Local da exposição: Quadra Poliesportiva da Prefeitura (próximo ao mercado municipal)
Endereço: Rua Rui Barbosa, 119, Centro.

#VidaSaudável: INCA apoia campanha “Você Tem o Direito de Saber o que Come”

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Você já se preocupou com os ingredientes dos alimentos industrializados que ingere? O Instituto Nacional de Câncer (INCA) está apoiando a campanha “Você tem o direito de saber o que come”, idealizada pela Aliança pela Alimentação Adequada e Saudável, em favor da maior transparência de informações nos rótulos de alimentos ultraprocessados, como sucos e bolos industrializados. A Aliança é uma organização da sociedade civil que promove a segurança alimentar e nutricional do Brasil.

A campanha mostra que como o marketing de alimentos ultraprocessados é nocivo, principalmente para as crianças. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), esse tipo de apelo midiático pode influenciar os menores a terem hábitos alimentares menos saudáveis. Ainda segundo a OMS, os rótulos dos alimentos deveriam ser úteis para orientar os consumidores às melhores escolhas nutricionais.

Alimentos ultraprocessados também contribuem para a epidemia de obesidade no País. A obesidade está relacionada a 13 tipos de cânceres diferentes. A campanha tem sua fundamentação científica no posicionamento do INCA acerca do sobrepeso e da obesidade, que, por sua vez, enfatiza a defesa de “intervenções recomendadas pela OMS e OPAS que favorecem as escolhas alimentares saudáveis”.

Para o evitar o excesso de peso, as pessoas devem ter uma alimentação saudável, praticar exercícios regularmente e manter o peso corporal adequado. Com essas práticas, aproximadamente 1 em cada 3 tipos de câncer mais comuns no Brasil poderiam ser evitados. Abaixo, assista o vídeo da campanha:

#Quiz: ‘Pega’ ou ‘Não Pega’? Veja se você sabe mesmo tudo sobre HIV/Aids!

As Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST’S), dentre elas o HIV/Aids, são causadas por vírus, bactérias ou outros microrganismos. São transmitidas, principalmente, por meio do contato sexual (oral, vaginal, anal) sem o uso de camisinha masculina ou feminina com uma pessoa que esteja infectada. A transmissão de uma IST pode acontecer, ainda, da mãe para a criança durante a gestação, o parto ou a amamentação.

 Assim, para que você saiba exatamente como se proteger contra a doença e também como lidar com pessoas portadoras do HIV, diminuindo assim o medo e o preconceito, preparamos este quiz. Confira se você sabe como se “pega” ou “não pega” o vírus HIV:

A informação é umas das principais formas de prevenção contra as IST’s e o HIV/AIDS. No site www.saude.mg.gov.br/sexoseguro você encontra diversas informações para uma vida sexual saudável!

#MitoOuVerdade: Como são produzidas as camisinhas distribuídas no SUS?

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A camisinha é o método mais eficaz para evitar as Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST’s), como o HIV/AIDS, alguns tipos de hepatites, e a sífilis, por exemplo. Além disso, evita uma gravidez não planejada. O Ministério da Saúde mantém a distribuição gratuita, em todo o Brasil, dos preservativos masculinos e femininos nas Unidades Básicas de Saúde (popularmente conhecidas como Postos de Saúde) do Sistema Único de Saúde (SUS). Só no primeiro quadrimestre de 2016, foram distribuídos 143,4 milhões de preservativos masculinos.

E quando o assunto é camisinha, é importante falar que o processo de produção dos preservativos passa por um rigoroso processo, desde a coleta do látex, que acontece na seringueira até a distribuição para a população. Então, que tal assistir ao vídeo abaixo e se empoderar de conhecimento sobre a camisinha? Confira:

#SexoSeguro: Casos de HIV/Aids reforçam a importância do tratamento no SUS

Por Míria César

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Em Minas Gerais, no período de 2007 a 2017, foram diagnosticados 37.755 casos de HIV/Aids, que estão distribuídos em 730 municípios: 40% desses casos foram diagnosticados em heterossexuais, 33% em homossexuais e 5% em bissexuais. Mais de 46% dos casos conhecidos estão entre jovens de 20 a 34 anos. Em 2017, no período de janeiro a 29 de novembro, foram diagnosticadas 3.543 pessoas com a doença. Para ler a matéria completa no site da SES-MG, clique aqui.

Segundo a coordenadora do Programa de ISTs/Aids e Hepatites Virais da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), Jordana Costa Lima, no período de 2012 a 2016, houve um aumento significativo de casos da infecção no público masculino, chegando em 2017, uma média de 3 homens para cada 1 mulher soropositiva. “Ao analisarmos a categoria de exposição observamos um aumento de casos entre homens que fazem sexo com homens (HSH), representando 38% a mais dos casos notificados no ano de 2015”, disse.

Por isso, é muito importante fazer o Teste Rápido nas Unidades de Saúde e começar o tratamento oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS). “Isto porque o vírus causador da infecção possui uma chamada janela imunológica (fase em que o vírus encontra-se indetectável no sangue) e a pessoa poderá transmitir o Vírus mesmo não apresentando sintomas. Quanto mais cedo descoberto, mais rápido será o tratamento. Por isso é tão importante reforçar as informações sobre a doença”, analisa Jordana.

A taxa de incidência da Aids em Minas Gerais é de 20,4 pessoas a cada 100 mil habitantes. As regionais de saúde de Belo Horizonte, Uberlândia e Divinópolis estão entre regiões com mais casos da doença. A HIV não apresenta sintomas e o acompanhamento médico desde o início é imprescindível para se garantir qualidade de vida. O diagnóstico precoce é fundamental para interromper a cadeia de transmissão do vírus e também para que o tratamento seja realizado da maneira mais adequada.

HIV no Brasil

O aumento do diagnóstico entre as pessoas que vivem com HIV e a ampliação do número de pessoas em tratamento são os destaques do Relatório de Monitoramento Clínico do HIV lançado recentemente pelo Ministério da Saúde. O documento demonstra o avanço do país no alcance das metas 90-90-90, no período de 2012 a 2016. De acordo com o documento, estima-se que, em 2016, aproximadamente 830 mil pessoas viviam com HIV no país; dessas, 694 mil (84%) diagnosticadas; 655 mil (79%) vinculadas a algum serviço de saúde; e 563 mil (68%) retidas nos serviços.

A proporção de pessoas vivendo com HIV diagnosticadas (1ª meta) aumentou em 18%, passando de 71%, em 2012, para 84%, em 2016. Ainda com relação aos resultados das metas no país, houve um aumento de 15% na proporção de PVHIV diagnosticadas que estavam em tratamento (de 62% em 2012 para 72% em 2016).

Nos primeiros seis meses de 2017, o relatório aponta que quase 35 mil pessoas iniciaram terapia antirretroviral (TARV). Na terceira meta, das pessoas em tratamento antirretroviral há pelo menos seis meses, em 2016, 91% atingiram supressão viral (carga viral abaixo de 1.000 cópias/mL, indicando sucesso no tratamento). Essa proporção é 6% acima da observada em 2012 (85%) e aponta que o país ultrapassou a meta estabelecida.

#NASF: Conheça o Médico de família, aquele que cuida de todas as fases da vida!

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Crédito: iStock / Reprodução.

O Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF) é uma equipe composta por profissionais de diferentes áreas de conhecimento dentro do Sistema Único de Saúde (SUS), que devem atuar de maneira integrada e apoiando os profissionais das Equipes Saúde da Família, das Equipes de Atenção Básica para populações específicas, compartilhando as práticas e saberes em saúde nos territórios sob responsabilidade destas equipes.

Criado com o objetivo de ampliar a abrangência e o escopo das ações da atenção básica, bem como sua resolubilidade, o NASF deve buscar contribuir para a integralidade do cuidado aos usuários do SUS, principalmente por intermédio da ampliação da clínica, auxiliando no aumento da capacidade de análise e de intervenção sobre problemas e necessidades de saúde, tanto em termos clínicos quanto sanitários e ambientais dentro dos territórios. Para saber mais sobre o NASF, clique aqui.

Histórias de Vida

Conhecer a casa, a família, os vizinhos e entender os problemas locais e como eles afetam a saúde dos que lá vivem faz parte da equipe da família. Ela entra na Unidade Básica de Saúde (UBS) às 8h e sai às 17h. Atende a vários pacientes no dia, desde crianças até idosos na melhor idade. “Nós atendemos a família, fazemos consulta desde o pré-natal, acompanhamos as crianças na fase de crescimento e desenvolvimento, nas consultas pediátricas também. Cuidamos dos idosos, adultos, da família toda”, descreve Gleice Anne Lubiana, médica da família no programa Mais Médicos. O ritmo de trabalho não é muito diferente de outros especialistas, a diferença é que o médico de família está preparado e se preocupa em atender a comunidade.

A doutora explica que o médico especializado em saúde da família se ocupa do diagnóstico, para orientar o paciente sobre medidas de prevenção e, se necessário, de tratamento. A finalidade dessa especialidade é conhecer e acompanhar as pessoas por toda a vida, dentro do seu contexto e das suas complexidades. “Atendemos por território, e para isso, contamos com os agentes comunitários para fazer o recadastramento das pessoas, ou seja, parte do papel do médico da família é saber onde o paciente mora”, explica.

Conhecer a casa, a família, os vizinhos e entender os problemas locais e como eles afetam a saúde dos que lá vivem faz parte da equipe da família. “Contamos com uma equipe multidisciplinar para acompanhar essas famílias, fazemos também visitas domiciliares quando necessário e fazemos o atendimento lá mesmo”, fala a doutora. A equipe que auxilia a médica é formada por uma enfermeira, técnicos de enfermagem e agentes comunitários. Juntos eles avaliam cada caso e, quando necessário, encaminha para a especialidade adequada.

Edson Fernandes, auxiliar de construção, por exemplo, foi marcar um exame para mulher que está com 4 meses de gestação. “Eu vim marcar uma prevenção para minha esposa e aproveitei para mostrar meus exames para doutora Gleice”, comenta Fernandes. Para ele, a vantagem de ter um médico para família é que ele também pode aproveitar as consultas do pré-natal da esposa para se consultar, fazer exames e se preparar para essa nova fase da vida.

Entre um paciente e outro, Gleice conversa com a equipe. “Quando uma mesma pessoa tem vários problemas ou algum agravo que não conseguimos resolver na Unidade Básica, encaminhamos para uma UPA ou hospital”, explica. Para Gleice, contar com uma equipe multidisciplinar é fundamental para conhecer a população e permite que os profissionais conheçam bem seus pacientes e sua área de atuação. “Você acaba criando um vínculo muito grande médico/paciente e conhece toda a família, é muito importante”, comenta a doutora sorrindo.

Equipe Saúde da Família

Uma UBS tem suas Equipes de Saúde da Família, que trabalha em uma localidade específica, contando com uma população que permanece mais ou menos a mesma, o que permite que os profissionais conheçam bem seus pacientes e sua área de atuação.

Uma unidade de Saúde da Família pode atuar com uma ou mais equipes de profissionais, dependendo do número de famílias a ela vinculadas. A recomendação do Ministério da Saúde é que uma equipe seja responsável por uma área onde residam de 600 a 1.000 famílias, com o limite máximo de 2.000 a 3500 habitantes. Mas esse critério pode ser flexibilizado em razão da diversidade das regiões, levando em conta fatores como densidade populacional e acesso aos serviços, além de outros fatores que variam de lugar a lugar.

 

Fonte: Blog da Saúde / Min. da Saúde.

#SexoSeguro: Vamos tirar as dúvidas sobre a camisinha feminina?

Você sabia que o Sistema Único de Saúde (SUS) também distribui a camisinha feminina? Sim! E tal como a opção masculina, o preservativo feminino também serve para se prevenir contra a HIV/Aids, hepatites virais e outras infecções sexualmente transmissíveis (IST’s), bem como evitar uma gravidez indesejada.

O preservativo feminino tem um formato e um modo de usar bem diferente da camisinha masculina e dentre suas particularidades, está o fato de que pode ser colocada até 8 horas antes da relação sexual. No vídeo abaixo, você esclarece suas dúvidas quanto ao assunto e conhece melhor esse recurso. Use! Empodere-se! Cuide-se!

Confira também no Blog da Saúde MG outras postagens sobre a camisinha feminina:

#ElesPorElas: 6 atitudes que os homens podem assumir para se tornarem agentes de mudança

Em alusão ao Dia Nacional de Mobilização dos Homens pelo fim da Violência contra as Mulheres, celebrado nesta quarta-feira (06/12), o Blog da Saúde MG quer sensibilizar e envolver os homens em ações pelo fim de todas as formas de violência contra a mulher, atuando em consonância com as ações dos movimentos de mulheres, feministas e de outros movimentos organizados em prol da equidade de gênero e justiça social.

Vale lembrar que as violências contra a mulher vão além da agressão física. Por isso, nós enumeramos 6 atitudes que os homens podem assumir para se tornarem agentes de mudança contra a violência à mulher:

O fim da violência contra as mulheres é uma luta de todas e todos!

#SaúdeDaColuna: Saiba como cuidar desse órgão

Você sabia que a coluna vertebral é o eixo central do corpo? Ela é exigida em quase todos os movimentos e ainda funciona como um duto de feixes nervosos, ligando diversos órgãos e outras partes do corpo ao cérebro. Por isso, é muito importante cuidar bem dela. Algumas dicas ajudam a evitar problemas na coluna como cifose, lordose e escoliose.

A Pesquisa Nacional da Saúde, realizada pelo Ministério da Saúde em parceria com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2014, revelou que 27 milhões de adultos no país são acometidos por doença crônica na coluna, o que corresponde a 18,5% da população adulta brasileira. Os problemas lombares são os mais comuns, com prevalência maior em 21% das mulheres contra 15% dos homens.

Mas, o que é possível fazer para evitar esses problemas? O Blog da Saúde MG lista para você alguns cuidados básicos com a postura e com a saúde da coluna. Veja abaixo a galeria que preparamos sobre o tema:

Conheça outras dicas para a saúde da coluna aqui.

#SexoSeguro: UNAIDS lança desafio sobre o quanto você sabe sobre HIV/Aids

Kit #DesafioUNAIDS enviado a influenciadores digitais e youtubers para promover o debate sobre HIV, AIDS, sexualidade e discriminação. Foto: Divulgação.

Kit do #DesafioUNAIDS enviado a influenciadores digitais e youtubers para promover o debate sobre HIV, AIDS, sexualidade e discriminação. Foto: Divulgação.

O que você sabe sobre HIV e AIDS, sobre sexualidade, estigma e discriminação? Será que seu repertório está atualizado para os dias de hoje, ou ficou parado nos anos 80 e 90? Esse é o pano de fundo do #DesafioUNAIDS, um jogo descontraído e informativo proposto pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) a dezenas de influenciadores online para o mês de dezembro— quando o Brasil e o mundo todo se mobilizam pela conscientização das pessoas em relação à AIDS (síndrome da imunodeficiência adquirida). Quem aceitar o #DesafioUNAIDS, terá que publicar em seus canais do Youtube, Facebook, Twitter e Instagram o material gravado para que todos os seguidores vejam como cada um de seus ídolos se saiu.

“Nossa ideia é sair da linguagem técnica, que não dialoga diretamente com os jovens, e deixar que esses influenciadores criem, à sua própria maneira e com sua criatividade, esse diálogo tão fundamental entre seus seguidores”, explica Georgiana Braga-Orillard, Diretora do UNAIDS no Brasil. No vídeo abaixo, veja como participar do Jogo:

Como funciona?

O jogo consiste em 15 perguntas. Entre estas 15, os youtubers que aceitarem o #DesafioUNAIDS poderão pular três delas (com as fichas “pular”), procurar uma das respostas no Google (com a ficha “googlar”) e usar uma chance para pedir ajuda do “Tirador de Dúvidas”, que também pode ser algum outro especialista da escolha do participante do desafio. As outras dez perguntas, precisam ser respondidas, sem consultar o gabarito. É aí que o conhecimento e a criatividade se unem para vencer o desafio.

Para isso, os youtubers e influenciadores digitais desafiados receberam um kit #DesafioUNAIDS, que consiste em:

  • 15 cards de perguntas retiradas da internet sobre HIV, AIDS, sexualidade e discriminação;
  • 3 fichas para ‘pular’ 3 das 15 perguntas que o desafiado não souber responder;
  • 1 ficha para googlar e tentar achar a resposta na internet (também caso o desafiado não saiba ou não tenha certeza da resposta);
  • e 1 gancho de telefone dos anos 80 para “discar” para o “Tirador de Dúvidas”
    Mesmo com o recurso de consultar a própria internet para uma das perguntas, a ideia é mostrar que o famoso “doutor Google” nem sempre está correto ou que, na maioria das vezes, apresenta várias opções de resposta deixando o usuário sem saber exatamente qual delas é a mais adequada.