#ComOAedesNãoSeBrinca: Casos de Chikungunya no Brasil caem 32% em 2017

By | 5 de janeiro de 2018

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Os casos de Chikungunya no Brasil tiveram redução de 32,1% nos onze primeiros meses de 2017 se comparados ao mesmo período de 2016, aponta levantamento do Ministério da Saúde. Até meados de novembro do ano passado, foram registrados 184.525 casos prováveis de febre chikungunya em todo o País, o que representa uma taxa de incidência de 89,5 casos para cada 100 mil habitantes.

No mesmo período do ano passado, foram registrados 272.805 casos. A taxa de incidência no mesmo período de 2016 foi de 132,4 casos/100 mil/hab. Em dezembro de 2017 foram confirmados laboratorialmente 152 óbitos ocasionados pela doença. Em todo o ano passado, foram 213 mortes confirmadas.

Transmissão

A picada de fêmeas dos mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictus infectadas pelo vírus CHIKV transmite a doença chikungunya. Também é possível a transmissão da mãe para o bebê no momento do parto e por transfusão sanguínea. Há diferentes testes para a confirmação da doença. Os três mais utilizados são: sorologia, PCR em tempo real (RT‐PCR) e isolamento viral. Todos estão disponíveis em laboratórios de referência da rede pública.

Sintomas

A doença persiste por até dez dias após o surgimento das manifestações clínicas. Entre os sintomas está febre, de início repentino, acima de 38,5 graus, além de dores intensas nas articulações de pés e mãos. Pode ocorrer ainda dor de cabeça, dores nos músculos e manchas vermelhas na pele. Depois da picada do mosquito, os sintomas começam a ser notados entre dois e dez dias. Porém, de acordo com o Ministério da Saúde, cerca de 30% dos casos não chegam a desenvolver sintomas. Podem ser mais graves as manifestações em crianças recém-nascidas de mães que tenham o vírus.

Tratamento

O Ministério da Saúde recomenda que rapidamente se busque a unidade de saúde mais próxima, já que a automedicação pode mascarar sintomas, além de dificultar o diagnóstico e agravar o quadro. Como não há tratamento específico, o acompanhamento é geralmente feito com hidratação e repouso. Em até dez dias, os pacientes concluem a recuperação.

Prevenção

Assim como nos casos de dengue e zika, é fundamental eliminar os locais de criadouro dos mosquitos Aedes aegypti. Trata-se de uma doença muito debilitante e que pode levar à morte.

  • Para saber mais sobre as doenças ligadas ao Aedes, clique aqui.

 

Fonte: Portal Brasil.

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