#VoltaÀsAulas: Minas Gerais capacita profissionais para a alimentação escolar na rede de ensino

By | 23 de fevereiro de 2018
Foto: Agência Brasil / Reprodução.

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Dentro das políticas de alimentação escolar na rede estadual de ensino em 2018, estão novos e melhores cardápios para os alunos, além da capacitação dos profissionais que lidam com a alimentação de cada dia. Para isso, é de responsabilidade da Diretoria de Suprimento Escolar da Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais (SEE) orientar e exigir o cumprimento do Plano Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), estabelecido pela legislação federal.

Nesse sentido, a contratação de 54 nutricionistas, uma para cada Superintendência Regional de Ensino (SRE) e sete para o órgão central da SEE; e a capacitação de mais de três mil diretores, vice-diretores e equipes administrativas e de mais 12 mil cantineiras, que representam 30% dos Auxiliares de Serviço da Educação Básica (ASBs) em Minas Gerais, contribui para o fortalecimento das ações em todo o Estado.

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De acordo com a nutricionista e coordenadora do PNAE na SEE, Tatiane Guimarães Perri Maciel, em 2017 foram realizadas 2.584 visitas a escolas estaduais para a qualificação das equipes que lidam direta ou indiretamente com a alimentação escolar.

“Em vista do trabalho que realizamos no ano passado, acreditamos que em 2018 tende a ser muito melhor. As novas capacitações começarão a partir de março, já que os ASBs começam a trabalhar neste mês, em função dos processos de designação. Queremos treinar todos desde o início, para que possam desempenhar suas atividades com eficiência e qualidade durante todo o ano”, explicou.

O acompanhamento das escolas pelas nutricionistas em cada SRE, de acordo com Tatiane, tem sido fundamental para mapear as realidades, dificuldades e as especificidades de cada território no que diz respeito à alimentação escolar.

“O trabalho destas profissionais tem nos mostrado, por exemplo, as dúvidas das cantineiras em relação às orientações e exigências da legislação, os procedimentos de higiene adotados, a preferência ou não por produtos da agricultura familiar, o respeito à validade dos alimentos, a gestão do desperdício, entre vários outros processos que são importantes para fazer uma análise de como tem funcionado a alimentação escolar no Estado como um todo”, afirmou Tatiane.

Neste caso, as nutricionistas não só acompanham o trabalho de todas as escolas, como também ficam à disposição para tirar dúvidas e orientar o cumprimento dos cardápios estabelecidos pela SEE.

Fonte: SEE-MG.

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