#Tuberculose: Saiba mais sobre a doença, que tem tratamento e cura pelo SUS

By | 26 de março de 2018

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Celebrado no último sábado, (24/03) o Dia Mundial de Luta contra a Tuberculose, alerta a toda a sociedade sobre a doença, que apesar de ser uma das doenças mais antigas da história da humanidade, continua responsável por 9,6 milhões de casos todos os anos, sendo uma morte a cada 21 segundos no mundo. Ela possui diagnóstico e tratamento eficazes, entretanto, mantém elevado número de casos em diversos locais do mundo.

Segundo o último relatório da Organização Mundial de Saúde, é a doença infecciosa que mais mata jovens e adultos, ultrapassando o HIV/AIDS. No Brasil, a cada ano, são notificados aproximadamente 67 mil casos novos e ocorrem 4,5 mil mortes em decorrência da doença (13 brasileiros morrem em média todos os dias de tuberculose). Somente em 2017, Minas Gerais notificou 4.534 casos da doença, sendo que a Região Metropolitana de Belo Horizonte concentra aproximadamente um terço dos casos do Estado.

Qualquer um pode adoecer por tuberculose, mas aqueles que vivem com o vírus HIV/AIDS, diabéticos, pessoas que convivem com doentes da tuberculose, pessoas em situação de rua ou privados de liberdade estão entre os grupos de maior risco de adoecimento.

A tosse com uma duração de 03 ou mais semanas é um dos sintomas principais, acompanhado da febre ao final da tarde, suor noturno e emagrecimento. Ao apresentar esses sintomas, é importante a pessoa procurar a unidade básica de saúde mais próxima da sua casa para ser avaliada.

Lembre-se: Tuberculose tem cura! O tratamento é gratuito e disponível em toda rede SUS. Mas, para o resultado do tratamento ser efetivo, é importante o paciente tomar os medicamentos com regularidade (todos os dias) e no tempo previsto (mínimo de 06 meses).

O abandono do tratamento é um dos principais desafios para o controle da tuberculose. Trata-se de uma situação grave e pode levar o doente à morte; além de manter a transmissão da doença e ocasionar o aparecimento de bactérias mais resistentes, o que evidencia o fracasso coletivo no manejo da doença e inflige uma forte pressão aos pacientes para sequência do tratamento.

A coordenadora do Programa Estadual de Controle da Tuberculose, Maíra Veloso, ressalta que  o abandono do tratamento “trata-se de uma situação que pode agravar a quadro do paciente, além de manter a transmissão da doença e ocasionar o aparecimento de bactérias mais resistentes”, destacou ela.

Saiba mais sobre a doença em: http://www.saude.mg.gov.br/tuberculose

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