Monthly Archives: abril 2018

#Ciência: Infância e longevidade são temas da revista “Ciência & Saúde Coletiva”

A revista Ciência & Saúde Coletiva (vol.23 n.4), de abril de 2018, traz como tema principal Infância e longevidade: vulnerabilidades, continuidades e descontinuidades. O editorial da publicação considera que o intenso e rápido crescimento e desenvolvimento do ser humano na infância e adolescência está inexoravelmente relacionado ao processo de envelhecimento com seu próprio ritmo em relação aos processos cognitivos, à necessidade de manter atividades físicas e cerebrais mais precoces e, ao mesmo tempo, às declínio de algumas funções.

Esse número temático da revista reúne artigos sobre amamentação, gravidez, aborto, religiosidade, consumo de bebidas alcoólicas, ideação suicida, depressão e cuidado com a saúde. Os artigos apontam fragilidades e potencialidades das extremidades da vida que precisam ser vistas como um processo contínuo e descontínuo, individual e social.

Clique aqui e conheça a edição.

Fonte: Ensp/Fiocruz

#FiqueLigado: Confira o funcionamento dos hemocentros neste feriado!

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A Fundação Hemominas informa as unidades que estarão funcionando para doação de sangue nos dias 28/04 (sábado), 30/04 (ponto facultativo) e 1º de maio (feriado do Dia do Trabalho). Seguem abaixo os horários:

Sábado, 28 de abril:

Hemocentro de Belo Horizonte: das 7h às 18h
Unidade de Coleta do Hospital Júlia Kubitschek: das 7h às 12h
Hemocentro de Juiz de Fora: das 7h às 11h
Hemocentro de Montes Claros: das 7h às 12h
Hemocentro de Uberlândia: das 7h às 11h30
Unidade de Coleta de Poços de Caldas: das 7h às 11h30

Segunda-feira, 30 de abril (ponto facultativo):

*Hemocentro de Belo Horizonte: das 7h às 18h
Unidade de Coleta do Hospital Júlia Kubitschek: das 7h às 12h
*Hemocentro de Juiz de Fora: das 7h às 18h
Hemocentro de Uberaba: das 7h às 11h30 e das 13h30 às 17h30
Hemocentro de Uberlândia: das 7h às 11h30
Hemocentro de Pouso Alegre: das 7h às 11h
Hemonúcleo de Divinópolis: das 7h às 11h

* Excepcionalmente neste dia não haverá cadastro para candidatos à doação de medula óssea.

Terça-feira, 1º de maio (Dia do Trabalho):

Todas as unidades que atendem doadores de sangue no Estado estarão fechadas.

Fonte: Fundação Hemominas

#FakeNews: Seminário da UFMG vai debater disseminação de notícias falsas sobre Saúde na internet

Em um mundo tão tecnológico, é preciso tomar cuidado para não cair nas chamadas fake news – notícias falsas que circulam livremente pela internet como se fossem verdades. No campo da saúde, essas notícias podem confundir as pessoas ao se passarem por verdade, difundindo informações equivocadas que, muitas vezes, podem ser altamente prejudiciais.

Pensando nisso, o Centro de Estudos do Medicamento (CEMED) da Faculdade de Farmácia da UFMG promove o seminário: “As fake news na Saúde: questões para entender o contemporâneo”, que visa entender e ampliar o debate sobre o assunto; confira:

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#VidaSaudável: Obesidade e importância da vacinação são temas da Semana Saúde na Escola

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Foto: iStcok / Reprodução.

Durante toda esta semana (23 a 27/04), mais de 152 mil escolas públicas de todo o país poderão realizar a Semana Saúde na Escola. Durante esse período, equipes de saúde e de educação trabalharão ações de conscientização e prevenção à saúde envolvendo estudantes, professores, pais e funcionários que fazem parte do ambiente escolar. Neste ano, a mobilização traz como tema principal o enfrentamento ao excesso de peso e à obesidade infantil, além da importância da atualização da vacinação com base caderneta de saúde da criança, entre outros acompanhamentos.

A Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) de 2015 mostrou que estudantes de escolas públicas que aderiram ao Programa Saúde na Escola (PSE) apresentaram menor consumo de guloseimas, refrigerantes e substâncias psicoativas. O dado foi analisado em turmas do 9º ano do ensino fundamental, já que 85,5% desses alunos no país frequentam escolas públicas e 48,7% estão em escolas que participam do Saúde na Escola.

A coordenadora-geral de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde, Michele Lessa, explica que os temas deste ano exigem ações rotineiras e preventivas. “Os números da obesidade infantil no Brasil são críticos. E também é importante utilizar a caderneta de saúde da criança para registro e acompanhamento das condições de saúde desse público. E a saúde aliada a educação são imbatíveis na prevenção e promoção da saúde. É isso que a Semana da Saúde na escola irá resgatar”, ressalta a coordenadora.

O Programa Saúde na Escola é uma iniciativa dos Ministérios da Saúde e da Educação (MEC). Desde 2012, quando foi instituída, a semana já abordou alimentação saudável, combate ao Aedes aegypti, práticas corporais e saúde ocular.

Obesidade

Ainda de acordo com a PeNSE, 7,8% dos adolescentes das escolas entre 13 e 17 anos estão obesos, sendo maior entre os meninos (8,3%) do que nas meninas (7,3%). Entre as crianças, a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) de 2008/2009 indicou prevalência de excesso de peso de 34,8% e de obesidade 16,6% em crianças na faixa de 5 a 9 anos.

A Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde (2006) também aponta um índice alarmante: 40,5% das crianças menores de cinco anos consomem refrigerante com frequência e outro estudo, a Pesquisa Nacional de Saúde (2013), indica que 60,8% dos menores de 2 anos comem biscoitos ou bolachas recheadas.

Para orientar a população adotar uma alimentação saudável já na infância, o Ministério da Saúde lançou, em 2010, o Guia Alimentar para Crianças Menores de Dois Anos para profissionais da Atenção Básica (ou Primária) no Sistema Único de Saúde (SUS), mães e cuidadores quanto à alimentação saudável das crianças brasileiras menores de 2 anos. “Temos que estimular, desde bebês, a adoção de hábitos saudáveis. Só assim teremos uma população com mais saúde e cada vez menos presentes doenças crônicas que podem ser prevenidas, como hipertensão e diabetes”, defende Michele Lessa.

Vacinação

O Ministério da Saúde, por meio do Programa Nacional de Imunizações (PNI), oferece todas as vacinas recomendadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) no Calendário Nacional de Vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS). Atualmente são disponibilizadas pela rede pública de saúde de todo o país cerca de 300 milhões de doses de imunobiológicos ao ano, para combater mais de 20 doenças, em diversas faixas etárias.

Para acompanhar a rotina de vacinação, o Ministério da Saúde disponibiliza a Caderneta de Saúde da Criança, um instrumento de identificação e acompanhamento do desenvolvimento do menor de 0 a 9 anos de idade. O documento, disponível no site do Ministério, contém informações e orientações sobre saúde, direitos da criança e dos pais, registro de nascimento, amamentação e alimentação saudável, vacinação, crescimento e desenvolvimento, sinais de perigo de doenças graves, prevenção de violências e acidentes, entre outros.

Ainda, é disponibilizado para a população o aplicativo “Vacinação em Dia” do Programa Nacional de Imunização (PNI) para uso por smartphones e tablets, que contém as informações necessárias para garantir a imunização do cidadão e de sua família. O aplicativo é capaz de gerenciar cadernetas de vacinação cadastradas pelo usuário e de abrigar informações completas sobre as vacinas disponibilizadas pelo SUS, inclusive com lembretes sobre as campanhas sazonais de vacinação.

 

Por Ingrid Castilho, da Agência Saúde / Min. da Saúde.

#Mobilização: Saúde em Cena realiza apresentação em Escola Municipal

Divulgação: Altiodório Amaral

Divulgação: Altiodório Amaral

Na última sexta feira (20/04), o Grupo de Teatro Saúde em Cena, formado por trabalhadores da SES-MG, apresentou o espetáculo: “Deu a Louca no Mundo da Fantasia”, na Escola Municipal Altiodório Amaral, no município de São Joaquim de Bicas, para os alunos do 1º e 2º ano no auditório da Escola. A peça trabalha a Campanha de prevenção do mosquito Aedes aegypti.

A apresentação aconteceu após o tema ser trabalhado na comunidade escolar. Através do material da Campanha: Com o Aedes Não se Brinca” disponibilizado pelo Núcleo de Mobilização Social da SES-MG, os alunos produziram cruzadinhas, bottons e fizeram Blitz pela escola recolhendo possíveis focos do mosquito Aedes aegypti.

Posteriormente a apresentação, os alunos produziram desenhos e redação sobre a apresentação Deu a Louca no Mundo da Fantasia.

Susan Aun, coordenadora do Grupo de Teatro Saúde em Cena, reforça o papel mobilizador das crianças. “As crianças são mobilizadoras natas, o conteúdo aprendido de forma lúdica através do teatro tem muito mais assimilação por elas. E elas levam o que aprenderam para a vida”, finalizou.

#PráticasIntegrativas: Auriculoterapia é usada no tratamento de pessoas com Chikungunya

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Sentir dores intensas nas articulações dos pés, das mãos e do corpo todo, parar de fazer as caminhadas diárias e não ter ideia de como mudar a situação. Foi isso que a vendedora Rosa de Fátima passou depois de ter sido picada pelo mosquito Aedes aegypti e contraído a chikungunya. Mas depois que ela começou a aplicar sementes em alguns pontos específicos da orelha, a dor sumiu. “Depois disso não tive mais dor e consigo fazer tudo normal”, relata Rosa. A técnica é chamada de auriculoterapia, que utiliza tecnologia semelhante a acupuntura, mas não usa agulhas e sim sementes para fazer o tratamento.

A vendedora conheceu a técnica ao participar do projeto Grupo de Atenção Integral e Pesquisa em Acupuntura e Medicina Tradicional Chinesa (Gaipa) – ação de extensão do Departamento de Fisioterapia da Universidade Federal do Ceará. A terapia complementar vem da cultura chinesa e já foi usada para o tratamento de várias doenças. A técnica é uma das 29 Práticas Integrativas Complementares ofertadas no Sistema Único de Saúde (SUS).

Melhora

“Devido ao baixo custo e ao relato na literatura científica sobre a sua efetividade no tratamento das dores musculoesqueléticas, o resultado foi positivo. A medida que a demanda de pacientes aumentou na nossa unidade, nós sentimos a necessidade de fazer também uma capacitação de profissionais do Núcleo de Apoio a Saúde da Família (NASF) para essas práticas integrativas”, explica o coordenador do Gaipa, Bernardo Diniz Coutinho.

O tratamento é oferecido pelos alunos da universidade e por profissionais que atuam nas unidades de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS). Os pacientes chegam com dor devido à chikungunya, passam pela triagem das unidades de saúde e são encaminhados para o tratamento. As aplicações são feitas de acordo com a situação de cada paciente.

“O paciente que procura o nosso serviço, normalmente, já vem com histórico de dor intensa, e isso acaba comprometendo a qualidade do seu sono, do seu estado de humor a suas relações sociais no trabalho, como o desempenho de atividades em casa. Um paciente com histórico de meses de dor, sem melhora com o uso do tratamento de medicamentos, com a auriculoterapia ele relata melhora de redução da intensidade da dor no corpo, melhora da qualidade do sono e na hora que a gente avalia a capacidade física dele, de exames de testes clínicos confiáveis, nós percebemos também a melhora a parte funcional do corpo a partir da segunda sessão”, falou Bernardo.

Tratamento para chikungunya

Não existe vacina ou tratamento específico para chikungunya. Os sintomas são tratados com medicação para a febre (paracetamol) e as dores articulares (antiinflamatórios). Os sintomas iniciam entre dois e doze dias após a picada do mosquito e incluem, também dor de cabeça, dores nos músculos e manchas vermelhas na pele. Para Rosa, o tratamento com a auriculoterapia veio como um remédio e com pouco tempo de tratamento ela se sente renovada. “Eu sempre caminhei e passei muito tempo sem poder caminhar depois da Chikungunya, só que depois de um mês de auriculoterapia eu voltei a caminhar. Hoje eu tenho uma vida normal”.

O Gaipa atua nas unidades de saúde com essas técnicas de práticas complementares há certa de dois anos, a fim de ofertar uma atenção integral, humanizada à população com esses tipos de doenças. Além disso, realiza pesquisas para o aprimoramento da atenção à saúde, avaliando a eficácia, efetividade e segurança dos cuidados prestados.

 

Por Luiza Tiné / Blog da Saúde / Min. da Saúde.

#VidaSaudável: Saiba como prevenir a Hipertensão Arterial

Nesta quarta-feira (26/04), é celebrado o Dia Nacional de Prevenção e Controle à Hipertensão Arterial. Hipertensão, também conhecida como pressão alta pode acometer crianças, adultos, homens e mulheres. Mas, algumas medidas ajudam na prevenção. Quer saber mais sobre o assunto? Então, vem com a gente:

#Concurso: Edital incentiva a produção de reportagens investigativas sobre aborto e saúde

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O edital Jornalismo Investigativo em Direitos Humanos, Aborto e Saúde Pública selecionará cinco propostas apresentadas por jornalistas profissionais, individualmente ou em equipe, que foquem em um ou mais dos seguintes temas/questões:

1) Impactos do aborto clandestino na vida das mulheres;

2) Perversidades na rota clandestina do aborto;

3) Obstáculos nos serviços de saúde para o acesso ao aborto garantido por lei;

4) O papel dos profissionais de saúde;

5) Aborto: uma pauta permanente no Congresso;

6) Desafios para ampliação do aborto seguro no Brasil.

As propostas inscritas serão avaliadas por um Comitê de Seleção composto por cinco jornalistas. Cada uma das cinco propostas selecionadas contará com apoio financeiro de até R$ 10.000,00 e deverá ser desenvolvida e veiculada no prazo de até quatro meses a partir da data de recebimento do financiamento. Acesse o edital completo para mais detalhes.

O objetivo do edital Jornalismo Investigativo em Direitos Humanos, Aborto e Saúde Pública é fomentar a produção e veiculação de reportagens investigativas sobre questões e histórias pouco exploradas pela imprensa e que contribuam para o aprofundamento do debate público sobre a problemática do aborto no país a partir de uma perspectiva de direitos humanos e saúde pública.

Uma realização do Instituto Patrícia Galvão, esta iniciativa conta com apoio institucional da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) e da Global Health Strategies Brasil.

#Ciência: Pesquisadores discutem insuficiência hepática causada pela febre amarela

Por Dalila Coelho / UFMG 
Crédito: Rovena Rosa / Agência Brasil.

Crédito: Rovena Rosa / Agência Brasil.

No último verão, o Brasil experimentou o maior surto de febre amarela dos últimos 38 anos, tendo registrado, de acordo com o Ministério da Saúde, 1.157 casos e 342 mortes, de 1º de julho de 2017 a 17 de abril deste ano. O surto, que está atenuado, mas ainda não se encerrou, reforçou uma tendência: grande parte dessas mortes teve como causa a insuficiência hepática aguda decorrente da Febre Amarela.

Com o objetivo de expandir resultados de pesquisas realizadas sobre a doença, diagnósticos e tratamentos e preparar os profissionais das várias áreas correlatas para a reincidência esperada para este ano, o centro de pesquisas Liver Center at UFMG promove nesta quinta-feira, dia 26, o simpósio Acometimento hepático na febre amarela: avanços e perspectivas na pesquisa básica e clínicaO evento, aberto ao público, começa às 17h no CAD 1, no campus Pampulha. Veja a programação.

“Vamos reunir pesquisadores, médicos e profissionais da saúde para abordar questões como diagnósticos da febre amarela, biomarcadores imunológicos, manejo de pacientes com hepatite aguda e avaliação de patologista para explicar as razões da evolução tão séria da doença”, informa a professora Maria de Fátima Leite, do Departamento de Fisiologia e Biofísica do ICB, uma das coordenadoras do Liver Center. Confira os principais trechos da conversa:

1) O acometimento hepático decorrente da febre amarela é um fenômeno novo ou já fora observado em surtos anteriores da doença?

A última epidemia que enfrentamos apenas realçou as complicações hepáticas decorrentes da doença. A progressão da insuficiência hepática em pacientes com febre amarela é muito rápida e é a maior causa de mortes. A novidade é que agora o transplante de fígado foi introduzido, com sucesso, como estratégia de tratamento.

2) Qual a razão desse surto tão grande de febre amarela?

As principais causas da última epidemia em Minas Gerais são a deficiência de vacinação e os problemas ambientais que ocorreram no estado nos últimos anos. O último surto foi muito grave. Os casos diminuíram recentemente, mas espera-se que aumentem novamente no fim do ano.

3) Como o simpósio busca contribuir para o enfrentamento da doença?

O simpósio reunirá professores, pesquisadores e médicos de vários locais. Queremos nos preparar melhor para enfrentar o novo surto. Teremos palestras sobre aplicação de biomarcadores, kits seletivos para detecção da febre amarela, estratégias de tratamento, avaliação patológica e pesquisas aplicadas e em modelo animal.Tudo pensado para explicar melhor o que está acontecendo com o fígado, o porquê dessa evolução tão grave e como podemos nos preparar melhor para a volta da epidemia.

4) Que linhas de pesquisa têm sido desenvolvidas na UFMG sobre a febre amarela e o acometimento hepático?

Na UFMG já existiam pesquisas na área de febre amarela, mas com a recente epidemia, as pessoas “saíram da zona de conforto” por causa da questão hepática. Da mesma forma, pesquisadores que já estudavam o fígado se voltaram também para a febre amarela. Observou-se a necessidade de reunir os grupos e mudar a direção das pesquisas para focar nesse grande problema de saúde pública. Essa preocupação alcança, inclusive, o nosso grupo de pesquisa (Liver Center), criado no ano passado em parceria com a universidade de Yale (EUA).  Com a grande incidência de problemas hepáticos atrelados à febre amarela, estamos mais atentos a essa questão.

#Top5: Por que se vacinar contra a Gripe?

De 23 de abril a 1º de junho, a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) lança a sua Campanha de Vacinação Contra Influenza com o seguinte slogan: “Pra enfrentar a Gripe, vacine-se”. Para vacinar basta ir ao Posto de Saúde mais próximo da sua casa munido com o Cartão de Vacinação. Se você perdeu ou não sabe onde deixou o seu cartão, é possível fazer outro cartão na Unidade de Saúde em que for vacinar.

O Influenza é um vírus de circulação sazonal e, em 2018, a vacina disponibilizada pelo Sistema Único de Saúde (SUS) é trivalente, protegendo contra 3 tipos de Influenza, sendo eles o H3N2, o H1N1 e o B. Quer conhecer um pouco mais sobre a vacina e tirar suas dúvidas? Então veja nossas dicas:

 

Com informações do Ministério da Saúde

#SaúdeELiteratura: Livro Educação no século XXI já está disponível para download

Divulgação UNA-SUS

Divulgação UNA-SUS

O livro Educação no Século XXI – Volume 3, que reúne uma série de estudos referentes a educação, desafios e experiências na forma de ensino, já está disponível para download.

Os artigos contidos na obra foram originalmente apresentados no XXIII CIAED – Congresso Internacional da ABED de Educação a Distância, no ano passado, em Foz do Iguaçu.

O Sistema UNA-SUS contribuiu com vários capítulos que trazem diferentes experiências vividas e compartilhadas pelas instituições de ensino superior integrantes da REDE UNA-SUS.

Para fazer o download ou ler online, clique aqui.

Fonte: Una-SUS