Monthly Archives: maio 2018

#DeuNaMídia: Banco de Leite da Maternidade Odete Valadares convida mães a se cadastrarem

Em comemoração ao Dia Mundial de Doação de Leite Humano, que aconteceu no último sábado (19/05), o Bom Dia Minas, da TV Globo Minas, entrevistou a Gerente do Banco de Leite Humano da Maternidade Odete Valadares, Maria Hercília de Castro, que ressaltou o quanto é importante novas mães se cadastrarem.

Atualmente, o Banco de Leite Humano conta com 170 mães cadastradas, mas é importante contar com mais mulheres. Ela aproveitou para explicar como funciona o processo de doação de leite humano. Confira:

  • Clique aqui e confira o passo a passo para doar Leite Humano (ou Leite Materno) no SUS?

#Curiosidade: Funed alerta para a importância das abelhas para a saúde e meio ambiente

Por Luciane Marazzi / Funed 
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Crédito: Luc Viatour / Wikimedia Commons / Reprodução.

Neste último domingo (20/05) foi comemorado em todo o planeta o Dia Mundial das Abelhas. A data comemorativa, proclamada pela Organização das das Nações Unidas (ONU), foi escolhida pela Assembleia Geral da ONU para lembrar a importância da polinização para o desenvolvimento sustentável, cujo impacto afeta questões ligadas ao meio ambiente e a saúde.

As abelhas são conhecidas pela produção de mel, cera, geleia real e veneno, mas o que pouca gente sabe é que esses seres vitais para o planeta são responsáveis pela polinização de 70% das culturas agrícolas e estão correndo o risco de desaparecerem.

Apesar da importância desses insetos na manutenção e no desenvolvimento das áreas verdes, na renovação das matas e florestas, que contribuem com a geração do oxigênio necessário a toda forma de vida no planeta, as abelhas estão desaparecendo em áreas do mundo todo. No Brasil, esse desaparecimento já se manifesta em vários estados, como São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Minas Gerais.

Mas por que as abelhas estão desaparecendo? A resposta está na própria natureza e especialmente na ação do homem sobre o planeta. Doenças, pragas, fungos, ácaros, vírus, mudanças climáticas, contaminação da água, formas de manejo, déficit nutricional e o uso de defensivos agrícolas, conhecidos como pesticidas, estão entre as possíveis causas da chamada Síndrome do Colapso das Colônias.

De acordo com Lívia Gardoni, do Serviço de Recursos Vegetais e Opoterápicos (SRVO), da Fundação Ezequiel Dias (Funed), estudos mostram que o uso de defensivos agrícolas (agrotóxicos), particularmente os pesticidas neonicotinoides, são uma das principais hipóteses para o desaparecimento das abelhas.

Cientistas, empresas, governos e produtores já estão se unindo para salvar as abelhas. O Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama) publicou, em fevereiro de 2017, uma instrução normativa que prevê a avaliação dos riscos de novos químicos considerando a cultura e a forma de aplicação. Até então, só a toxicidade era estudada.

Além disso, segundo o Ibama, alguns neonicotinoides – classe de inseticidas derivados da nicotina – estão em revisão. O manejo inadequado das colmeias também influencia. As caixas devem ficar à sombra e é preciso atenção à nutrição. Para que as abelhas não passem fome, o apicultor não pode retirar todo o mel, precisa deixá-las em locais com boa oferta de pólen e distante das lavouras, explica Lívia.

  • Clique aqui e confira a matéria completa no site da SES-MG.

 

#SaúdeELiteratura: Pesquisadora participa de livro sobre escravidão e saúde no Brasil

Foto: Cia das Letras / Divulgação.

Foto: Cia das Letras / Divulgação.

A pesquisadora da Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz), Tânia Salgado Pimenta, é uma das colaboradoras do Dicionário da Escravidão e Liberdade, que está sendo lançado neste mês de maio, em torno dos debates sobre os 130 anos da abolição da escravidão no Brasil. No livro organizado pela antropóloga Lilia Schwarcz, da Universidade de São Paulo (USP), e pelo historiador Flávio Gomes, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Tânia é responsável pela descrição do verbete Doenças.

“No verbete eu abordo as doenças que atingiam mais escravizados e libertos e o pensamento médico sobre as doenças relacionadas a escravos. Também trato das atividades de cura exercidas por esses indivíduos e da assistência à saúde a que tinham acesso em diversos contextos e dos usos que faziam dessa assistência”, explica Tânia.

A historiadora recebeu o convite a partir da produção científica que vem desenvolvendo na Fundação. “Desde 2009 temos o grupo de pesquisa do CNPq Escravidão, Raça e Saúde, chancelado pela Fiocruz, no âmbito do qual incentivamos pesquisas e proporcionamos diálogos acadêmicos sobre o tema”. Além disso, com o apoio da Fiocruz, Tânia também coordena o projeto intitulado Etnicidade, africanos e doenças no atlântico: padrões sócio-demográficos e assistência no Rio de Janeiro (1810-1888).

Desafiada a escrever um verbete para leitores não especializados, além de especialistas e do público acadêmico, e a participar de um livro sobre escravidão organizado por Lilia Schwarcz e Flávio Gomes, a professora da Casa de Oswaldo Cruz destacou a importância da iniciativa.

“Em primeiro lugar, considero importante contribuir para toda e qualquer produção que propicie debate sobre a escravidão brasileira que embasa desigualdades absurdas e atuais em nossa sociedade. Em segundo, aponto a inclusão do verbete doenças como um reconhecimento da contribuição das pesquisas sobre ‘escravidão e saúde’ para a historiografia e para uma melhor compreensão sobre as condições de vida, as relações sociais construídas e a agência dos indivíduos escravizados e libertos”, afirma.

O Dicionário

A obra lançada pela Companhia das Letras reúne cinquenta textos dos maiores especialistas no tema, oferecendo um panorama abrangente de como a escravidão se enraizou na sociedade brasileira.

No prefácio, o historiador Alberto da Costa e Silva afirma o seguinte: “A meia centena de ensaios concisos que Lilia Moritz Schwarcz e Flávio dos Santos Gomes reuniram neste volume, com título e intenção de ser um dicionário temático, mostra a grande quantidade de faces que compõem o que é um poliedro em movimento. Cada um desses textos convida a novos textos, a novas pesquisas, a aprofundamentos, a novas comparações e a contestações.”

 

 

Fonte: Agência Fiocruz. 

 

#RevistaGerais: Novo prazo para envio de artigos sobre Judicialização da Saúde

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Revista Gerais – publicação de caráter de divulgação técnico-científico do Sistema Estadual de Saúde e que possui periodicidade semestral, prorrogou o prazo para envio de artigos para compor Suplemento Temático sobre Judicialização da Saúde até o dia 14/06/2018.

Podem ser submetidos artigos que tratem de temas relativos aos eixos temáticos do evento:

  • Atores da Judicialização da Saúde
  • Incorporação de procedimentos e patentes
  • Cenários futuros da Judicialização da Saúde e Transparência

Os textos submetidos deverão atender aos seguintes critérios: artigo completo com no máximo 15 páginas incluindo desenhos, figuras, gráficos, imagens, quadros, tabelas e referências bibliográficas. O texto deverá obedecer às Normas EditoriaisClique aqui para saber quais são esses critérios.

Para outras informações, envio de sugestões de pauta ou apreciação de artigos, basta entrar em contato no e-mail revista.gerais@esp.mg.gov.br ou pelo telefone (31) 3295-7990. Saiba mais: http://revistageraissaude.mg.gov.br

 

#Disque100: Mobilização é essencial no enfrentamento ao abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes

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O dia 18 de maio é marcado como o Dia de enfrentamento ao abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes. A data foi escolhida como dia de mobilização contra a violência sexual porque em 18 de maio de 1973, na cidade de Vitória (ES), um crime bárbaro chocou todo o país e ficou conhecido como o “Caso Araceli”. Esse era o nome de uma menina de apenas oito anos de idade, que teve todos os seus direitos humanos violados, foi raptada, estuprada e morta por jovens de classe média alta daquela cidade.

O objetivo da data é propor a mobilização e sensibilização de toda a sociedade a participar do enfrentamento da violência e exploração sexual contra crianças e adolescentes. A violência sexual acontece por meio do abuso sexual e exploração sexual, que se caracterizam como ato, de qualquer natureza, atentatório ao direito humano ao desenvolvimento sexual da criança e do adolescente, praticado por um adulto, que possui uma posição de autoridade ou poder.

Denuncie! O Disque Direitos Humanos – Disque 100 funciona diariamente, 24 horas, por dia, incluindo sábados, domingos e feriados. As ligações podem ser feitas de todo o Brasil por meio de discagem direta e gratuita, de qualquer terminal telefônico fixo ou móvel, bastando discar 100. As denúncias podem ser anônimas, e o sigilo das informações é garantido, quando solicitado pelo demandante.

Fonte: Ministério dos Direitos Humanos.

#DoaçãoDeLeiteHumano: Por que esse ato é tão importante?

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Comemorado em 19 de maio, O Dia Mundial de Doação de Leite Humano tem o objetivo de proteger e promover o aleitamento materno, e a sensibilização da sociedade para a importância da doação de leite humano. Em Belo Horizonte, esse serviço é oferecido por meio do Banco de Leite Humano da Maternidade Odete Valadares, que funciona de segunda à sexta-feira, das 8h às 17 horas, e é aberto ao público. O leite materno coletado e processado é destinado a alimentar bebês prematuros e/ou de baixo peso internados em UTIs Neonatais durante seis meses. Esse assunto gera muitas dúvidas, por isso a equipe do Blog da Saúde MG traz alguns esclarecimentos sobre o assunto. Tire suas dúvidas e divulgue essa causa:

 

#VacinaGripe: Por que o SUS oferta a vacina contra a gripe para grupos prioritários?

Crédito: Gil Leonardi / Imprensa MG.

Crédito: Gil Leonardi / Imprensa MG.

Até o dia 1º de junho, acontece em todo o País a Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe (Influenza). Trata-se de uma infecção aguda causada pelo vírus Influenza, que afeta o sistema respiratório e pode provocar complicações graves, inclusive a morte, se não for tratada a tempo, especialmente nos indivíduos que apresentam fatores ou condições de risco para as complicações.

A Influenza ocorre durante todo o ano, mas é mais frequente no outono e no inverno, quando as temperaturas caem, principalmente no Sul e Sudeste do País. A transmissão ocorre por meio de secreções das vias respiratórias da pessoa contaminada ao falar, tossir, espirrar ou pelas mãos, que após contato com superfícies recém‐contaminadas por secreções respiratórias pode levar o agente infeccioso direto a boca, olhos e nariz.

Mas, porque o Sistema Único de Saúde (SUS) oferta a vacina contra a gripe para grupos prioritários? Após estudos dos dados epidemiológicos, concluiu-se que era mais viável imunizar estes grupos que são mais sensíveis aos sintomas da Influenza. Estudos demonstram que a vacinação pode reduzir entre 32% a 45% o número de hospitalizações por pneumonias, de 39% a 75% a mortalidade global e em, aproximadamente, 50% nas doenças relacionadas à influenza. Além da vacina, as ações de prevenção da transmissão da influenza incluem a etiqueta respiratória e a lavagem correta e frequente das mãos.

Desse modo, fazem parte do grupo prioritário: indivíduos com 60 anos ou mais de idade, serão vacinadas as crianças na faixa etária de 6 meses a menores de 5 anos de idade (4 anos, 11 meses e 29 dias), as gestantes, as puérperas (até 45 dias após o parto), os trabalhadores da saúde, os professores das escolas públicas e privadas, os povos indígenas, as pessoas que possuem doenças crônicas não transmissíveis (tais como diabetes, hipertensão, asma, entre outros, além daquelas pessoas que têm outras condições clínicas especiais), os adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas, a população privada de liberdade e os funcionários do sistema prisional.

 

 

#DeuNaMídia: Coordenadora de Imunização da SES-MG fala sobre vacinação contra a Gripe

Nesta quinta-feira (17/05), a Coordenadora Estadual de Imunização da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), Eva Lídia Arcoverde, concedeu entrevista ao telejornal Bom Dia Minas, da TV Globo Minas. Em pauta, a Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe. Eva Lídia destacou a ainda baixa cobertura vacinal no Estado, e convocou os mineiros a procurarem os postos de vacinação para se imunizarem contra a Gripe (Influenza). Confira e se informe:

» Clique aqui e saiba mais informações sobre a Gripe e a vacina.

#SaúdeDaPele: Entenda os tipos de acne e saiba como tratar cravos e espinhas

*com Faculdade de Medicina da UFMG 
Foto: Carol Morena

Foto: Carol Morena.

Uma das principais infecções bacterianas na adolescência, a acne também pode persistir na fase adulta. Cravos e espinhas surgem devido a um processo inflamatório que se manifesta, principalmente, no rosto, peito e dorso. Os tratamentos variam de acordo com o grau de acne, mas o mais importante em qualquer fase é não manipular ou cutucar as lesões para evitar manchas ou cicatrizes posteriores.

O dermatologista e professor aposentado da Faculdade de Medicina da UFMG, Antônio Guedes, explica: “Se você espremer, está correndo o risco de deixar mancha ou cicatriz. Por isso, existem os medicamentos adequados para uso, produtos tópicos, que dão um bom resultado para ajudar a secar”. Guedes também recomenda a limpeza de pele, desde que seja feita por um especialista com boa experiência na área, porque há o risco de machucar a região.

Casos clínicos e Tratamento

A acne causa inflamações e formações subsequente de pápulas, que são os pontos avermelhados; pústulas, os pontos amarelados; nódulos, que são as lesões; e os comedões, mais conhecidos como cravos. Guedes acrescenta que, ao espremer a espinha, ela pode “arrebentar” para dentro e não para fora, transformando-se em um cisto.

O tratamento da acne difere de acordo com o caso clínico apresentado. Para a acne grau 1, recomenda-se medicamentos de uso local que têm como objetivo o ressecamento da pele. Na acne grau 2, que tem algumas pústulas, além dos medicamentos nos locais afetados, pode ser indicado o uso da tetraciclina, antibiótico que deve ser usado a longo prazo, com poucos efeitos colaterais e resultado adequado.

Na acne grau 3 e grau 4, pode ser usada também a isotretinoína, popularmente conhecida como Roacutan. A indicação é precisa para casos mais complexos e agressivos, já que seus efeitos colaterais podem ser mais importantes, dentre eles perda óssea, problemas hepáticos, alterações no triglicerídeo e colesterol ou mesmo o surgimento de miosite, que causa inflamação muscular. A mulher em período fértil deve conciliar o uso do anticoncepcional e outros métodos contraceptivos com a isotretinoína, já que há risco de malformação do feto caso ela engravide.

#SaúdeLGBT: Dia de Enfrentamento à LGBTfobia nos convida a refletir sobre equidade no SUS

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Comitê de Saúde Integral LGBT de Minas Gerais | Crédito: Marcus Ferreira.

Nesta quinta-feira (17/05) é comemorado Dia Internacional de Enfrentamento à LGBTfobia. A data celebra a retirada da homossexualidade da Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde (CID).

Essa vitória do movimento e comunidade LGBT é relembrada no mundo todo, e a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), por meio do Núcleo de Políticas de Promoção da Equidade, aproveita a data para reafirmar seu compromisso e dever de promover o enfrentamento à discriminação de orientação sexual e identidade de gênero e, sobretudo, a saúde integral da população LGBT de Minas Gerais.

Lorena Lemos, Diretora de Políticas de Promoção da Equidade em Saúde da SES-MG, aponta que o SUS tem que trabalhar com o reconhecimento da diversidade, respeitando as pessoas lésbicas, bissexuais, transexuais, travestis e gays. “É fundamental para nós pensarmos na qualidade do acesso aos serviços de saúde e na promoção de saúde dessas pessoas e reconhecer que a LGBTfobia pode ser um processo que dificulta e ser uma barreira de acesso aos serviços e oferta da saúde integral a todas e todos cidadãos”, afirma.

Inauguração do "ambulatório trans" do Hospital Eduardo de Menezes, da Fhemig | Crédito: Cristina Rossi

Inauguração do “ambulatório trans” do Hospital Eduardo de Menezes, da Fhemig | Crédito: Cristina Rossi.

A Política Nacional de Saúde Integral da População LGBT, criada pelo Governo Federal em 2011, é um marco histórico de reconhecimento das demandas desta população em condição de vulnerabilidade, sendo norteadora de suas necessidades e especificidades no Sistema Único de Saúde (SUS).

A Política LGBT tem como marca o reconhecimento dos efeitos da discriminação e da exclusão no processo de saúde-doença da população LGBT. Suas diretrizes e seus objetivos estão, portanto, voltados para mudanças na determinação social da saúde, com vistas à redução das desigualdades relacionadas à saúde destes grupos sociais. Clique aqui e conheça a Política Nacional de Saúde Integral da População LGBT.

Combate à transfobia

A data, 17 de maio, se estende também à luta contra a transfobia e pelo direito à identidade de gênero. Ainda hoje a transexualidade é considerada um transtorno pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Sua despatologização é urgente para que essa população tenha acesso aos serviços de saúde de forma integral e equânime.

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*com Núcleo de Políticas de Promoção da Equidade em Saúde e ESP-MG.

#ChegadaDoBebê: Confira 8 dicas essenciais para uma #GravidezSaudável

A gravidez é um período de grandes transformações para a gestante, mas também para seu parceiro ou parceira, e toda a família. Mesmo quando a gravidez é planejada, a família precisará de um tempo para se adaptar a essa nova etapa da vida. Pensando nisso, o #BlogDaSaúdeMG elaborou essa lista, com 8 dicas essenciais para uma gestação saudável, para você se preparar bem nesta nova fase: