#Curiosidade: Qual é a relação entre o nosso cérebro e a disseminação de Fake News?

By | 15 de junho de 2018

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O professor e pesquisador do Departamento de Neurociências da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Bruno Souza, foi à Escola de Saúde Pública do Estado de Minas (ESP-MG) na última quarta-feira (13/06) para ministrar uma palestra sobre os “Os impactos da Fake News na Ciência e na Saúde”. A atividade foi uma parceria das Assessorias de Comunicação Social da ESP-MG e da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) com o objetivo de explicar o atual cenário de disseminação de notícias falsas, que impactam diretamente as informações para os cidadãos.

Em sua apresentação, o pesquisador explicou que o compartilhamento desse tipo de notícia está ligado diretamente ao condicionamento de nosso cérebro. “Nosso cérebro é o órgão mais falho de nosso corpo, devido ao que ele absorve, guarda e se condiciona. Optamos por acreditar nessas informações, ainda mais se elas estiverem carregadas de emoções”, diz.

  • Para ler a matéria completa no site da SES-MG, clique aqui.

Também conhecida como boatos ou notícias, as Fake News são informações publicadas de forma desonesta com a intenção de enganar e confundir as pessoas. No caso da saúde, gera sérios impactos para a população como contestar a eficácia de vacinas, levando muitas pessoas a não participarem das campanhas pontuais de vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS). Por isso, listamos algumas atitudes que impactam para a disseminação das Fake News:

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