#FiqueLigado: Uso de repelente é medida essencial de proteção em áreas de ocorrência de mosquitos transmissores de doenças

By | 28 de junho de 2018
Crédito: EBC

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Você reside em área de ocorrência de Dengue, Chikungunya, Zika ou Febre Amarela? Então, #fiqueligado nessa orientação: além de cuidar para eliminar os focos dos mosquitos Aedes aegypti e Sabethes, reforce a sua proteção com o uso de repelentes! A orientação vale, sobretudo, se você tem contraindicação para a vacina de Febre Amarela.

Para garantir a imunidade, o repelente deve ser aplicado diariamente nas áreas expostas do corpo, devendo ser observado o tempo de reaplicação de 10 horas ou as orientações do fabricante na rotulagem. Vale destacar que todos os repelentes à venda devem estar registrados na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o que garante a eficácia e a segurança do produto.

Às gestantes que vivem em áreas de risco para Dengue, Chikungunya, Zika Vírus e Febre Amarela – e nunca foram vacinadas contra essa última, além de todas as medidas de cuidado com a casa e o ambiente e o uso do repelente, a orientação é reforçar a proteção mantendo portas e janelas fechadas ou teladas, além do uso de calça e camisa de manga comprida

Vale reforçar que os inseticidas considerados “naturais” à base de citronela, andiroba, óleo de cravo, entre outros, não possuem comprovação de eficácia nem a aprovação pela ANVISA.

LIRAa

De acordo com o Levantamento de Índice Rápido para Aedes aegypti (LIRAa) e Levantamento de Índice Amostral (LIA) realizados em abril de 2018, 112 municípios mineiros estão em situação de risco para ocorrência de surto, 388 estão em situação de alerta e 340 em situação satisfatória. Vale destacar que 13 municípios não encaminharam os resultados. O próximo levantamento será realizado em agosto.

O Levantamento de Índice Rápido para Aedes aegypti (LIRAa) e o Levantamento de Índice Amostral (LIA) são métodos de amostragem e mapeamento dos índices de infestação por Aedes aegypti e Aedes albopictus. Esses levantamentos permitem a identificação da situação de infestação dos municípios que o realizaram e a adoção de ações de enfrentamento vetorial nas áreas de maior risco.

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