Monthly Archives: dezembro 2018

#AnoNovo: Como traçar metas para começar o ano em dia com a saúde?

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Em toda virada de ano fazemos reflexões sobre tudo o que foi feito ou deveria ter sido feito nos últimos meses. Com o balanço, acabamos percebendo que muitas coisas acabaram não sendo realizadas como se esperava. Por isso, para seguir com objetivos certeiros no ano que está chegando, a criação de listas de metas e/ou resoluções pode ajudar bastante. Mas, nesses momentos, você costuma adicionar sua saúde na lista de objetivos?

Veja também no site da SES-MG:
Cuidados simples podem evitar transtornos nas festas de final de ano

Pensando nisso, criamos uma lista especial de 15 ações saudáveis para seguir nos próximos meses. Atitudes simples podem proporcionar uma vida mais saudável para você e também para as pessoas que te rodeiam. Confira algumas dessas dicas e tenha um #AnoNovo repleto de saúde:

1 – Melhore sua alimentação
O Guia Alimentar para a População Brasileira apresenta dez passos simples para uma alimentação saudável, além de oferecer sugestões de refeições que respeitam as diferenças regionais e que indicam comidas e bebidas de fácil acesso para os brasileiros.

2 – Cuide da sua saúde mental
Para fazer diferente e mudar a trajetória da vida é importante estar com a saúde mental em dia. Confira cinco dicas para te ajudar nessa jornada.

3 – Diminua o consumo de álcool
O uso nocivo de álcool mata mais de 3 milhões de pessoas a cada ano. Reduzir o consumo de álcool pode ser muito benéfico para sua saúde.

4 – Pare de fumar
O SUS disponibiliza uma série de recursos para apoiar a pessoa que deseja sozinha parar de fumar. O tratamento é gratuito e está disponível nas Unidades Básicas de Saúde. Confira algumas perguntas e respostas sobre tabagismo.

5 – Lave sempre as mãos
Para a prevenção de doenças como herpes, gripe e outras viroses, água e sabão nunca são demais. Lavar as mãos é ato reconhecido pela Organização Mundial da Saúde como um dos principais instrumentos contra epidemias. Uma simples atitude que pode te salvar de infecções no próximo ano.

6 – Previna a Hipertensão 
Conhecida como pressão alta, a hipertensão arterial pode ser vista como o “mal do século”. Mas a boa notícia é que ela pode ser evitada de acordo com nossos hábitos de vida. Confira dicas para prevenir a hipertensão.

7 – Evite o estresse excessivo no trabalho
Uma vida profissional desgastante e sobrecarregada pode evoluir para problemas psicológicos, como a Síndrome de Burnout. Aproveite o novo ano para evitar o esgotamento profissional.

8 – Coloque a vacinação em dia
O Calendário Nacional de Vacinação contempla não só as crianças, mas também adolescentes, adultos, idosos, gestantes e povos indígenas. No novo ano, não dê ouvidos às notícias falsas e vacine-se.

9 – Não se automedique
A cultura da automedicação brasileira deve ser evitada em todas as situações, mas, no caso de suspeitas de doenças relacionadas ao Aedes, a situação pode ser mais grave. Por isso, evite sempre a automedicação.

10 – Não compartilhe Fake News 
As notícias falsas têm ganhado repercussão com a velocidade com que elas são divulgadas. Na saúde, o medo gerado por conta dessas notícias falsas pode ter graves consequências, como o retorno de doenças já eliminadas e morte de crianças por doenças evitáveis pela vacinação. Confira oito passos para identificar possíveis fake news.

11 – Se torne um Doador de Sangue
Quer fazer algo altruísta no próximo ano? Doar é um ato de solidariedade. Uma doação pode beneficiar até 4 pessoas. Lembre que existe sempre alguém precisando de você. Ainda precisa de mais algum motivo? Doando sangue você ainda tem direito a um dia de folga no trabalho.

12 – Se torne um Doador de Órgãos
A doação de órgãos também é um ato nobre que pode salvar vidas. Muitas vezes, o transplante de órgãos pode ser única esperança de vida ou a oportunidade de um recomeço para pessoas que precisam de doação. No próximo ano, se torne um doador de órgãos e avise a sua família.

13 – Previna as Infecções Sexualmente Transmissíveis
Use sempre camisinha! O uso do preservativo (masculino ou feminino) em todas as relações sexuais é o método mais eficaz para evitar a transmissão das Infecções Sexualmente Transmissíveis, do HIV/Aids e das Hepatites virais B e C.

14 – Lute contra o preconceito com pessoas vivendo com HIV
Mais de 35 anos após a confirmação do primeiro caso de Aids no Brasil, muitas pessoas ainda têm dúvidas sobre a doença. Reunimos respostas para algumas das perguntas ainda frequentes sobre o vírus, o HIV, e a doença. Se informe e ajude na luta contra o preconceito com pessoas vivendo com HIV.

15 – Se mobilize para enfrentamento do Aedes aegypti
A mobilização da sociedade é fundamental para eliminarmos os focos do mosquito Aedes aegypti e, com isso, não deixar água parada em casa, na escola ou no trabalho. Então, que tal convocar toda a sua comunidade para fazer um #DiaD de vistoria nas varandas, jardins e quintais da sua localidade, hein?

 

Por Janaina Bolonezi /Blog da Saúde / Min. da Saúde

#ViajanteSaudável: Como levar seus remédios em uma viagem internacional?

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Crédito: Pixabay / Reprodução.

Chegaram as férias, tempo de viajar. Destino foi definido e as passagens estão compradas para uma viagem internacional. Em meio à preparação, definição de roteiro, atualização da cartão de vacinação, uma dúvida comum pode aparecer: posso levar meus medicamentos para caso eu tenha uma dor de cabeça, dor de garganta ou um resfriado naquele país?

» Confira o nosso site: www.saude.mg.gov.br/viajantesaudavel

A preocupação sobre levar medicamentos para outro país é ainda maior para pessoas com doenças crônicas, que precisam tomar remédios continuamente para manutenção da saúde, e demais pessoas que usam medicamentos de uso contínuo. Por isso, realizamos uma entrevista com Leonardo Nascimento Santos, especialista em regulação e vigilância sanitária da Anvisa, para esclarecer as principais dúvidas sobre como levar medicamentos em viagens internacionais. Confira: 
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1) A entrada de medicamentos em outros países pode sofrer fiscalização sanitária?

Pode. Cada país estabelece seus requisitos próprios que envolvem, inclusive, questão diplomática. Por exemplo, pode ser proibida a entrada de tipos de medicamentos que sejam fabricados em países com relações diplomáticas conturbadas. Por isso, é importante se atentar para as regras de fiscalização de cada país para onde se vai viajar.

Quanto à entrada no Brasil, os medicamentos destinados a uso próprio são dispensados de autorização pela autoridade sanitária. Recomenda-se a prescrição médica apenas para comprovar o uso pessoal. Particularmente, para a importação de medicamentos à base de substâncias sujeitas a controle especial e suas atualizações, a apresentação da receita médica e do documento fiscal dos produtos adquiridos no mercado externo é obrigatória.

2) Nesses casos, o que fazer para transportar medicamentos para doenças crônicas, que devem ser tomados continuamente, em voos internacionais?

O receituário médico assinado por profissional habilitado é o documento que atesta a necessidade do uso do medicamento durante a viagem, inclusive durante o voo.

3) Quanto ao transporte, quais os cuidados devem ser tomados ao levar medicamentos em viagens internacionais?

Além dos requisitos exigidos pela Anvisa, cabe ao viajante atender aos requerimentos gerais de transporte aéreo. Medicamentos líquidos sem prescrição médica devem ter embalagem com capacidade máxima de 100 mL, nessa restrição incluem-se medicamentos líquidos como xaropes e sprays, além de cremes, géis e pomadas. Recomenda-se também dispor da prescrição médica para as embalagens de medicamentos pressurizadas, tais como os dispositivos inalatórios, comumente usados para o tratamento de asma.

O transporte de itens proibidos, como cilindros de oxigênio, que podem ser necessários para manutenção da saúde do viajante devem ser comunicados à empresa aérea com antecedência para conhecer os procedimentos necessários.

4) Quais são as recomendações para acondicionar remédios em voos internacionais? E, no caso de medicamentos que precisam de refrigeração, o que deve ser feito?

Os acondicionamentos de medicamentos, geralmente, enquadram-se em 3 situações: Em temperatura ambiente (15°C a 30°C), sob refrigeração (2°C a 8°C) e abaixo de determinada temperatura (inclusive congelados). Para medicamentos a serem acondicionados sob refrigeração ou congelados, o viajante deve consultar a empresa aérea quanto à possibilidade de acondicionar o medicamento nas condições necessárias, haja vista que o transporte de gelo em bagagem acompanhada costuma ser vedado. É comum que as empresas aéreas, quando avisadas previamente, disponibilizem espaço em compartimentos sob as condições de temperatura necessárias.

5) Existe algum tipo de limite na quantidade de medicamentos que podem ser transportados nesse tipo de viagem?

Para entrada no Brasil, a quantidade limite é aquela necessária para cobrir o período da viagem.

6) Quando falamos do transporte de remédios sem prescrição médica em viagens internacionais, existe algum tipo de regra ou cuidado especial que deva ser tomado?

Na fiscalização executada pela Anvisa, os medicamentos isentos de prescrição médica podem ser transportados sem a prescrição médica. Destacamos que medicamentos isentos de prescrição no Brasil podem ter diferentes restrições em outros países, a exemplo da dipirona sódica. Por isso, é sempre importante verificar as regras de fiscalização do país que deseja visitar.


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Por Janaina Bolonezi / Blog da Saúde / Min. da Saúde.

#Curiosidade: O limão queima a pele em contato com o sol?

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Piscina, praia, sol. E para completar, um tira gosto regado a limão, que tal? Sem dúvida nenhuma essa combinação é saborosa, mas é preciso tomar cuidado com a fitofotodermatite, uma dermatose que se manifesta por lesões geralmente avermelhadas, com formato linear em regiões de pele descobertas pelas roupas, podendo até formar bolhas. Esses sintomas surgem entre 24 e 48 horas após o contato com a seiva da planta e a exposição solar.

A fitofotodermatite é causada pela combinação do contato com a planta fotossensibilizante e exposição à radiação solar. Alguns alimentos como as frutas cítricas (limão, tangerina, lima), cenoura, figo, salsinha, arnica, hibisco, arruda, canela e mama-cadela merecem atenção especial.

Por isso, a prevenção é fundamental. Deve-se evitar contato com essas plantas e, se isso ocorrer, lavar bem a área com água corrente e sabão neutro. Também é essencial evitar a exposição ao sol após o contato com as plantas, frutas ou produtos citados.

#VerãoSaudável: Como evitar a intoxicação alimentar?

Na estação mais quente do ano, além dos cuidados com a exposição solar, outra questão que merece atenção redobrada é com relação à alimentação. Os cuidados com a higiene e a conservação dos alimentos devem ser redobrados, pois as altas temperaturas favorecem o desenvolvimento de microorganismos que podem causar danos a nossa saúde.

Para prevenir a intoxicação alimentar, é fundamental conservar bem os produtos que serão consumidos. Além disso é recomendado que o gelo utilizado em bebidas seja industrializado, produzido com água potável e armazenado em embalagem ou recipiente devidamente fechado, limpo e separado de outros alimentos.

Como a  contaminação dos alimentos pode acontecer de diversas maneiras, o Blog da Saúde MG lista algumas dicas para evitar essa surpresa desagradável e curtir o verão de forma saudável. Confira:

 

#VerãoSaudável: Confira 5 dicas sobre o tema e aproveite a estação!

Com os dias mais longos e as noites mais curtas, o VERÃO, que começa nessa sexta-feira (21/12), é uma época propícia para atividades ao ar livre com muito sol e diversão. Mas também é preciso tomar alguns cuidados para manter uma #VidaSaudável para fica bem disposto durante os dias mais quentes. Abaixo, confira esse TOP 5 sobre essa estação e divirta-se com saúde:

#FiqueLigado: O que fazer em caso de afogamentos, acidentes com fogos de artifício e queimaduras?

Fim de ano é sempre marcado pelo clima de festas e comemorações, mas alguns dos eventos típicos dessa época são também propícios para a ocorrência de acidentes graves, como com fogos de artifício, afogamentos e queimaduras. Pensando nisso, a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) alerta para o que fazer em cada caso. Informe-se e previna-se!

#SaúdeEntrevista: Você sabe qual é o melhor protetor solar para a sua pele?

Por Paula Gargiulo

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Nesta sexta-feira (21/12), começa o Verão!  A estação tem como característica marcante a elevação das temperaturas. No verão os dias são mais longos e as noites mais curtas. E com o sol mais forte, muitas dúvidas surgem com relação ao uso do protetor solar. Por isso, conversamos com a Médica Dermatologista da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), Maria de Lourdes Ribeiro de Carvalho Leite, que explica sobre o uso correto de protetor solar, qual fator é ideal para determinado tipo de pele e também quais cuidados devem ser tomados além do uso do protetor.

1) Em quais ocasiões o uso do protetor solar é indicado?

Orienta-se o uso diário que proteja contra radiação UVA e UVB e tenha um fator de proteção solar (FPS) 30, no mínimo e deve ser reaplicado a intervalos de duas a três horas, ou após longos períodos de imersão na água. O filtro solar deve ser usado diariamente, mesmo quando o dia estiver frio ou nublado, pois a radiação ultravioleta atravessa as nuvens.

2) Como deve ser o cálculo de qual o fator adequado do protetor solar para adultos e crianças?

O sol é o fator ambiental mais relevante para o câncer de pele. Mas, se for descoberto cedo, a chance de cura é superior a 90%. Para evitar a doença, a prevenção deve começar ainda na infância, com fator de proteção de 30 ou mais.

Nas crianças, inicia-se o uso de filtro solar a partir de 6 meses de idade, utilizando um protetor adequado para a pele que é mais sensível, de preferência filtros físicos. Recomenda-se buscar orientação com pediatra ou dermatologista sobre qual o melhor produto para cada caso. E também é muito importante orientar as crianças e jovens para que criem o hábito de usar protetor solar diariamente. Além disso, é importante lembrar que quanto mais clara a pele, mais sensível à exposição solar e maior deve ser o fator de proteção solar.

3) Pessoas que têm a pele negra também precisam usar o protetor? Qual o fator mais indicado nesses casos?

As pessoas de pele negra têm uma proteção “natural”, pois produzem uma maior quantidade de melanina. No entanto, precisam fazer a fotoproteção, pois também estão sujeitas a queimaduras, câncer de pele e outros problemas.

4) Quais são os fatores de risco para o câncer de pele?

Os grupos de maior risco são os do fototipo I e II, ou seja: pessoas de pele clara, com sardas, cabelos claros ou ruivos e olhos claros. Além destes, os que possuem antecedentes familiares com histórico de câncer de pele, queimaduras solares, incapacidade para se bronzear e muitas pintas também devem ter atenção e cuidados redobrados.

5) Além do protetor solar, quais outros acessórios devemos utilizar para nos proteger do sol?

As recomendações básicas da Sociedade Brasileira de Dermatologia incluem a adoção de medidas fotoprotetoras como evitar os horários de maior incidência solar (das 10h às 16h); utilizar chapéus de abas largas, óculos de sol com proteção UV e roupas que cubram boa parte do corpo; procurar locais de sombra, bem como manter uma boa hidratação corporal. Na praia ou na piscina, usar barracas feitas de algodão ou lona, que absorvem 50% da radiação ultravioleta. As barracas de nylon formam uma barreira pouco confiável: 95% dos raios UV ultrapassam o material.

Leia a matéria completa no site da SES-MG: Chegada do verão requer cuidados com a pele

#VídeoSaúde: Documentário aborda a vida de mães de filhos com Síndrome Congênita do Zika Vírus

Crédito: Fernanda Costa / Reprodução.

Crédito: Fernanda Costa / Reprodução.

A VideoSaúde do Espírito Santo (ES), por meio do Canal Saúde, ambos ligados à Fundação Osvaldo Cruz (Fiocruz), lançou o documentário “Todo cuidado do mundo”, dirigido por Úrsula Dart e Hugo Reis. O vídeo aborda a vida de quatro mulheres – Sabrina, Glaucilene, Alessandra e Josileide – cujo os filhos foram diagnosticados com a Síndrome Congênita do Zika Vírus.

Segundo Sérgio Brito, coordenador da VideoSaúde Regional ES, o documentário é a primeira produção da Regional da VideoSaúde e é um dos resultados do Acordo de Cooperação com a UFES. “O documentário resulta de parcerias e de muito empenho e dedicação de todas as equipes envolvidas”, afirma.

O roteiro do filme tomou como base a pesquisa realizada por Michele Nacif, da UFES, para o seu doutorado, na qual enfocava o zika vírus e comunicação, que serviu como argumento para o roteiro na I Oficina da VideoSaúde/ES: da Ideia ao Argumento, em 2016. No ano seguinte, a VideoSaúde Regional UFES conseguiu viabilizar parte do orçamento para o documentário, contando com o apoio da Pró-Reitoria de Extensão e do Proext/MEC SESU 2016/2017: Saúde Coletiva, Comunicação e Cultura.

A realização contou com a VideoSaúde Distribuidora e o Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict), ambos da Fiocruz, o Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva (PPGSC) e o Laboratório de Projetos em Saúde Coletiva (Laprosc), os dois da Universidade Federal do Espítiro Santo (UFES). Abaixo, assista o trailer do documentário:

#ViajanteSaudável: O que fazer no aeroporto quando ocorre atraso ou cancelamento no voo?

Crédito: Pixabay / Reprodução.

Crédito: Pixabay / Reprodução.

Não tem nada melhor do que aproveitar o seu momento de folga ou de férias e curtir uma viagem, não é mesmo? E nesse planejamento, muitas vezes, o modo mais prático de fazer o deslocamento da sua cidade de origem até o destino pretendido é de avião. Apesar de ser a maneira mais rápida de se fazer uma viagem dentro ou fora do nosso país, é preciso ter em em mente que pode acontecer alguns imprevistos no aeroporto, tais como: atrasos nos voos, excesso de tráfego aéreo, manutenção não programada das aeronaves, problemas com a tripulação ou falta de tripulação, volume de ocupação na aeronave ou, até mesmo, interferência das condições climáticas.

Veja também:
Clique aqui e veja o hotsite da SES-MG com dicas para uma viagem saudável

Sim, a gente sabe o quanto é frustrante ter que ficar horas no aeroporto esperando, sobretudo quando um voo é cancelado de última hora. A principal dica é não se desesperar. Geralmente, não só as empresas áreas, como também as empresas que administram os aeroportos, tem um plano de contingência específico para esse tipo de situação: planejando a alimentação dos passageiros, o remanejamento da passagem ou a garantia do reembolso e a acomodação em hotéis, caso haja a necessidade. Também pode acontecer de você ser remanejado para um outro voo no mesmo dia, só que com uma diferença de horas significativa daquela passagem que você tinha comprado. Ou ainda ter que passar por conexões em que você tem que ficar muitas horas nesse aeroporto.

Por isso, o Blog da Saúde MG separou algumas dicas para você ter uma viagem saudável e não se estressar ainda mais com esses transtornos. Acompanhe:

#EAD: Fiocruz lança curso online sobre “Ciência Aberta” com interface na saúde pública

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A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) está lançando o primeiro microcurso de Formação em Ciência Aberta, que será oferecido através do Campus Virtual Fiocruz. A iniciativa integra as estratégias da Fundação para apresentar à comunidade o movimento da Ciência Aberta, suas diversas práticas, expectativas e controvérsias, especialmente para os alunos da pós-graduação. Os cursos são gratuitos e podem ser feitos por outras pessoas interessadas na temática, mesmo que não façam parte da comunidade Fiocruz.

Conheça a Formação Modular

A nova formação está estruturada em três séries, totalizando sete cursos, que são oferecidos na modalidade à distância. Os interessados já podem se inscrever no primeiro curso O que é ciência aberta? A cada curso realizado, os alunos passam por uma avaliação online e recebem certificados de conclusão de acordo com critérios de aprovação.

A Formação Modular em Ciência Aberta é uma realização da Vice-presidência de Informação e Comunicação (VPEIC/Fiocruz), através do Campus Virtual Fiocruz — plataforma educacional que integra os cursos, recursos educacionais, vídeos e ambientes de aprendizagem da instituição. Os novos microcursos são resultados de uma parceria entre a Coordenação de Informação e Comunicação (VPEIC), a Escola Corporativa Fiocruz e a Universidade do Minho (Portugal). O primeiro curso da série já está no ar:

CURSO 1: O que é Ciência Aberta?

A Série 1 trata dos Fundamentos da Ciência Aberta, e é composta por três cursos. O primeiro, O que é Ciência Aberta?, apresenta conceitos e práticas da área. Os participantes vão aprender sobre pesquisa, dados abertos, marcos legais, educação aberta e recursos educacionais abertos. O conteúdo deste curso introdutório foi elaborado por especialistas da Universidade do Minho (Portugal), responsáveis pelo desenvolvimento do Programa Foster – Fostering the practical implementation of Open Science in Horizon 2020 and beyond, da União Europeia, e da Fiocruz. Clique aqui para fazer a sua inscrição!

Estrutura: Aula 1: Introdução à Ciência Aberta | Aula 2: Acesso aberto | Aula 3: Dados de pesquisa abertos | Aula 4: Workflows abertos | Aula 5: Ciência cidadã | Aula 6: Inovação aberta | Aula 7: Educação aberta | Aula 8: Boas práticas e ferramentas de ciência aberta

Conteudistas: Eloy Rodrigues (Universidade do Minho) | José Manuel Carona Carvalho (Universidade do Minho) | Maria Antónia Pebre Madeira Correia Sousa (Universidade do Minho) | Pedro Miguel Oliveira Bento Príncipe (Universidade do Minho) | Ana Cristina da Matta Furniel (Campus Virtual Fiocruz) | Ana Paula Bernardo Mendonça (Campus Virtual Fiocruz) | Rosane Mendes (Campus Virtual Fiocruz)

  • Carga horária: 10h

Confira outros cursos da primeira série da temporada:

CURSO 2: Panorama histórico da Ciência Aberta

Apresenta o contexto internacional do movimento da Ciência Aberta, sua relação com iniciativas do Governo Aberto e a perspectiva do uso de dados administrativos para a produção de novos conhecimentos e políticas públicas em saúde. Os participantes também vão poder contrastar as principais expectativas depositadas na Ciência Aberta por diversos atores e antigas problemáticas (como as assimetrias do fazer científico entre países), refletindo criticamente sobre as oportunidades e riscos para a sociedade brasileira. Este curso foi elaborado por membros do Grupo de Trabalho em Ciência Aberta da Fiocruz (GTCA) com pesquisas relevantes na área.

Estrutura: Aula 1: Cenário internacional | Aula 2: Cenário brasileiro | Aula 3: Ciência aberta e saúde: abertura dos dados governamentais | Aula 4: Os obstáculos que a Ciência Aberta pretende mitigar | Aula 5: Uma ciência aberta, várias expectativas | Aula 6: Visões críticas da Ciência Aberta | Aula 7: Qual Ciência Aberta precisamos?

Conteudistas: Anne Clinio (Coordenação de Informação e Comunicação/Fiocruz) | Paula Xavier (Coordenação de Informação e Comunicação/Fiocruz) | Flavia Tavares Silva Elias (Gerência Regional de Brasília/Fiocruz) | Gabriela Oliveira (Gerência Regional de Brasília/Fiocruz) | Marcia Luz da Motta (Gerência Regional de Brasília/Fiocruz) | Bethania Almeida (Cidacs/Fiocruz Bahia)

Carga horária: 10h
Inscrições: Janeiro/2019

CURSO 3: Marcos legais

Apresenta o panorama legal nacional, com ênfase em direito autoral e proteção de dados pessoais. O curso foi desenvolvido pelos autores da publicação Marcos legais nacionais em face da abertura de dados para pesquisa em saúde: dados pessoais, sensíveis ou sigilosos e propriedade intelectual.

Inscrições: Fevereiro/2019

Entre abril e julho de 2019 está previsto o lançamento de duas novas séries sobre Ciência Aberta, que podem ser cursadas por todos os interessados e não precisam ser cursadas linearmente. A Série 2, Pesquisa Aberta, abordará temas como acesso aberto e dados abertos. Já a Série 3, Educação Aberta, traça um panorama histórico sobre a temática, apresentando debates relevantes sobre os recursos educacionais abertos (REA).

 

Fonte: Fiocruz / Reprodução.

#ViajanteSaudável: Cinco países das Américas notificam casos de Febre Amarela à OPAS

Crédito: iStock / Reprodução.

Crédito: iStock / Reprodução.

Você vai viajar para a América do Sul neste verão? Então, não deixe de se vacinar contra a Febre Amarela e de solicitar o seu Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP), combinado? É que a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) recebeu notificação de cinco países das Américas com casos confirmados: Bolívia, Brasil, Colômbia, Guiana Francesa e Peru.

Tendo em vista que a Febre Amarela é uma doença viral transmitida por mosquitos infectados, que pode levar à morte, a OPAS incentiva todos os seus Estados Membros com áreas de risco de transmissão a continuarem os esforços para imunizar as populações em risco e tomar as medidas necessárias para manter os viajantes informados.

No caso do Brasil, o informe destaca que, nos últimos três anos, houve uma expansão da área histórica de transmissão do vírus causador da doença e, consequetemente, intensificação das ações de imunização e enfrentamento da arbovirose. O país tem um padrão sazonal, com maior transmissão entre dezembro e maio. Porém, as epizootias (mortes de macacos) notificadas ao longo de 2018 mostraram que a circulação do vírus da febre amarela continuou durante o período de baixa transmissão (junho a novembro).

Prevenção

A medida mais importante para prevenir a Febre Amarela é a imunização. Quem vive ou se desloca para as áreas de risco deve estar com as vacinas em dia e se proteger de picadas de mosquitos. Apenas uma dose da vacina é suficiente para garantir imunidade e proteção ao longo da vida. Efeitos secundários graves são extremamente raros. Pessoas com contraindicações para a vacina contra a febre amarela (crianças abaixo de 9 meses, mulheres grávidas ou amamentando, pessoas com hipersensibilidade grave à proteína do ovo e imunodeficiência grave) ou com mais de 60 anos devem consultar seu profissional de saúde para avaliação cuidadosa de risco-benefício.

 

Fonte: OPAS / Adaptação.