#Tecnologia: Aplicativo “Meu Pré-natal” alcança mais de 100 mil downloads

By | 10 de dezembro de 2018
Crédito: Divulgação.

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O aplicativo Meu Pré-natal, planejado e desenvolvido pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), alcançou a marca de mais de 100 mil downloads. Disponível para Android e IOS, o Meu Pré-natal busca responder as principais dúvidas das gestantes durante o atendimento pré-natal e acaba de receber uma atualização: o Plano de Parto, funcionalidade que auxilia a mulher a informar ao médico quais são as expectativas para o parto.

A ferramenta educativa foi desenvolvida por equipe liderada pelo Centro de Informática em Saúde (Cins) da Faculdade de Medicina e está disponível de forma gratuita desde junho de 2016. O sucesso do aplicativo também reflete na pontuação da ferramenta. Em escala que vai até 5, o app está com 4 estrelas na opinião dos usuários da loja do Google, onde é possível fazer o download do aplicativo.

A coordenadora do projeto e professora do Departamento de Ginecologia e Obstetrícia, Zilma Reis, que coordena também o Cins, atribui o sucesso do aplicativo à praticidade do acesso à informação. “O aplicativo descomplica a comunicação entre a mulher e o profissional de saúde. O seu conteúdo científico bem elaborado recebeu linguagem acessível às mulheres”, avalia.

A ferramenta apresenta um formato de pergunta e resposta com o conteúdo mais importante para a gestante se manter bem orientada sobre os cuidados e as transformações em seu corpo. As informações disponíveis permitem saber, por exemplo, se a mulher deve continuar tomando o remédio agora que está grávida ou quando se deve começar a fazer pré-natal.

Plano de parto

Na nova funcionalidade, a gestante responde sobre como prefere que ocorra o nascimento, quem gostaria como acompanhante e o que espera do pós-parto. O técnico em tecnologia da informação do Cins, Isaias Oliveira, explica que, a partir das respostas, um arquivo é gerado e pode ser compartilhado com o médico. Segundo a professora Zilma Reis, com o arquivo, é possível que a gestante consiga explorar as possibilidades de cuidado que serão oferecidas nas maternidades. “Isso facilita a comunicação entre o casal e os obstetras e enfermeiros”, completa.

Fonte: Faculdade Medicina UFMG.

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