Monthly Archives: dezembro 2018

#Curiosidade: Você sabe qual é a importância da cultura de paz e não-violência na saúde pública?

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Entender que a SAÚDE é um conjunto de vários fatores que envolvem o bem-estar físico, mental e social – e não meramente a ausência de doença, nos permite perceber o quanto é relevante nos apropriamos de uma linguagem mais acolhedora, diversa, plural e inclusiva para melhorar o acesso das pessoas aos serviços de saúde, sobretudo no que diz respeito a informação como ferramenta de transformação social.

Em 1999, a Organização das Nações Unidas (ONU) definiu a Cultura de PAZ como um conjunto de valores e atitudes baseados no respeito pleno à vida e na promoção dos direitos humanos para a transformação da realidade por meio da cidadania e da inclusão social. No Brasil, o direito ao acesso à saúde está garantido na nossa Constituição Federal, na Lei 8080/1990, por meio dos princípios da universalidade, equidade e integralidade.

Nesse sentido, de acordo com o Ministério da Saúde, a Política Nacional de Promoção da Saúde está intrinsecamente ligada à Cultura de Paz, na medida em que visa à promoção da equidade e da melhoria das condições e dos modos de viver, ampliando a potencialidade da saúde individual e coletiva e reduzindo vulnerabilidades e riscos à saúde decorrentes dos determinantes sociais, econômicos, políticos, culturais e ambientais dos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).

A #CulturaDePaz acredita que Linguagem + Informação = Transformação Social 😊💖 Click To Tweet

Outro exemplo de promoção da Cultura de Paz na saúde pública é a Política Nacional de Humanização (PNH), cujo objetivo é concretizar os princípios do SUS no cotidiano da atenção (primária, secundária e terciária) e na gestão na saúde pública no Brasil, incentivando a educação permanente em saúde, por meio de trocas solidárias entre gestores (as), trabalhadores (as) e usuários(as) do sistema de saúde pública.  Clique aqui para entender mais sobre esse como a cultura de paz tem a ver com a saúde pública.

Dentro desse contexto, a cultura de paz e não-violência busca alternativas e soluções para estas questões que afligem a humanidade como um todo, não se foca na questão da violência, muito menos na linguagem bélica, mas na paz como um estado social de dignidade onde tudo possa ser preservado e respeitado. Por entender que as palavras podem interferir no modo como o leitor é apresentado a um determinado assunto, recomenda-se o seguinte:

  • Palavras utilizadas na Cultura de Paz (origem mobilizadora): Enfrentar, eliminar, descartar, alertar, agir, realizar, promover, interagir, encontrar, conversar, debater, acolher, respeitar, tolerar, participar, propor, informar, diversidade, pluralidade, igualdade, socialização/socializar, mobilizar, reunir, amigo, amizade, solidariedade, união, coletivo, roda de conversa, encontro, público, público-prioritário, grupo, grupo social, pessoas com câncer, pessoas com diabetes, pessoas com hanseníase, pessoas com HIV, etc.
  • Palavras não utilizadas na Cultura de Paz (origem bélica): Guerra, arma, agressão/agredir, portador/portadores, adversário, inimigo, combate/combater, batalha, golpe, luta, matar, assassinar, massacrar, violentar, brigar, exterminar, atacar, alvo, público-alvo, alvo atingido, inimigo, inimigo público, etc.

De acordo com a UNESCO, a cultura de paz tem como base oito pilares:

1. Educação para uma cultura de paz
2. Tolerância e solidariedade
3. Participação democrática
4. Fluxo de informações
5. Desarmamento
6. Direitos humanos
7. Desenvolvimento sustentável
8. Igualdade de gêneros

  •  Clique aqui e confira um livro digital sobre a cultura de Paz produzido pelo Ministério da Saúde.
Fontes: Min. da Saúde / UNESCORede Escola / Info Jovem.

#Repositório: ESP-MG disponibiliza duas novas publicações para o público

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Neste mês, a Escola de Saúde Púbica do Estado de Minas Gerais (ESP-MG) lançou duas novas publicações, frutos das experiências e vivências de ações educacionais no Sistema Único de Saúde (SUS).

O livro “Sobre vivências de agentes do SUS: travessias pelo Norte de Minas”, traz um recorte de docentes e alunos do Curso de Qualificação de Agentes Comunitários de Saúde nos territórios do Norte de Minas.

Já a cartilha “Mulheres, Agroecologia e as Lutas por Saúde: 30 anos do SUS, 20 anos do Setor de Saúde do MST-MG”, é um trabalho escrito a várias mãos, que mostra o protagonismo das mulheres nas lutas pelo direito à terra, à saúde e a um ambiente saudável para os povos do campo, além de ser um importante registro com temas como agrotóxicos, saúde ambiental e do trabalhador, agroecologia, saneamento e Educação Popular em Saúde.

Acesso ao conhecimento

As duas publicações podem ser acessadas gratuitamente e na íntegra por meio do Repositório Institucional da Escola, um sistema de informação que armazena, organiza, preserva e dissemina as informações produzidas pela instituição.

De acordo com o coordenador da Biblioteca da ESP-MG, Jefferson Oliveira, o Repositório é uma importante ferramenta que auxiliará na Gestão do Conhecimento na instituição. “Além de divulgar a produção da ESP-MG, as informações armazenadas nele irão fomentar a memória institucional, contribuindo para a geração de novos saberes”, explica.

Acesse aqui o Repositório Institucional da ESP-MG.  

Por Ascom/ESP-MG

#SaúdeELiteratura: Livro da UNA-SUS traz balanço dos trabalhos publicados pelo Nescon

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Hipertensão e diabetes são os problemas mais recorrentes nas unidades de saúde onde atuam os profissionais que cursaram o Curso de Especialização em Saúde da Família, ofertado pelo Núcleo de Educação em Saúde Coletiva (Nescon), da Faculdade de Medicina da UFMG. A análise, feita a partir dos trabalhos de conclusão de curso, foi publicada em capítulo do livro “Práticas Inovadoras da Rede UNA-SUS: tecnologias e estratégias pedagógicas para a promoção da Educação Permanente”, lançado neste ano, com a participação de pesquisadores do Núcleo.

O capítulo “Perfil dos Trabalhos de Conclusão de Curso em Especialização em Saúde da Família, UFMG, Faculdade de Medicina, Núcleo de Educação em Saúde Coletiva, 2013/2017”, foi redigido à quatro mãos, pelas integrantes da coordenação do curso Maria Rizoneide Araújo e Matilde Cadete, e os estagiários Guilherme Medeiros e Rafael Ribeiro.

De acordo com Maria Rizoneide, o capítulo traz a análise da temática dos trabalhos produzidos de 2013 a 2017 e o perfil dos profissionais que os produziram. Os trabalhos buscam propor soluções para os problemas encontrados nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) onde os alunos atuam e foram publicados na plataforma Phila, que é um sistema de gestão acadêmica dos cursos do Nescon.

A publicação do livro da Rede UNA-SUS é resultado de reuniões realizadas, todos os anos, com as universidades. O objetivo é discutir a educação a distância e problemas estruturais, como o custo dos programas de qualificação. Ao final das reuniões é feita uma carta de compromisso e para a solicitação de recursos para a secretaria executiva da UNA-SUS. Neste ano, a 24ª reunião foi realizada no final de novembro, na Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre.

Para os autores, a temática dos trabalhos mostra que os profissionais estão mais preocupados em resolverem problemas do dia a dia, o que dificulta ações de promoção da saúde. “São poucos os que fazem um trabalho de promoção da saúde, de treinamento das pessoas, de capacitação e mudança de concepção no processo de adoecer”, aponta Maria Rizoneide. Ela completa que esses profissionais precisariam ter tempo para conversar com os pacientes e conhecer suas demandas. “Da mesma forma que fazemos com um amigo da gente, conhecendo seus jeitos. É preciso fazer assim na saúde também, para saber como abordar a família”, avalia.

 

Fonte: Faculdade de Medicina da UFMG.

#Mobilização: INCA promove a Semana de Mobilização Nacional para Doação de Medula Óssea

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No ano em que comemora 25 anos, o Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (REDOME) aproveita a Semana de Mobilização Nacional para Doação de Medula Óssea (14 a 21 de dezembro) para destacar a importância da atualização do cadastro de doadores já inscritos no banco. Um dado que torna ainda mais importante o pedido do REDOME é que neste ano foram atualizados cerca de 138 mil cadastros, número inferior a 2017 e superior a 2016, quando cerca de 90 mil cadastros foram atualizados.

Fazer com que os doadores cadastrados mantenham seus dados atualizados é um desafio para o REDOME e para qualquer outro registro em todo o mundo. Geralmente, os doadores permanecem de 20 a 25 anos inscritos e devem sempre procurar o registro para informar sobre qualquer alteração de um dado fornecido no momento do cadastro, como telefone, endereço, e-mail etc.

“Com os dados atualizados, o doador poderá ser encontrado rapidamente em caso de compatibilidade. Para 2019, estamos planejando novas ações de comunicação, especialmente por meio de redes sociais e aplicativo para mobile, que irão permitir a comunicação mais frequente com nossos doadores. A meta é ampliar o número de atualizações dos cadastros”, explica Danielli Oliveira, coordenadora técnica do registro.

Instituída através da Lei nº 11.930, de 22 de abril de 2009, também conhecida como “Lei Pietro”, a Semana de Mobilização Nacional para Doação de Medula Óssea é uma homenagem ao filho do ex-deputado Beto Albuquerque, que faleceu de leucemia, e é considerada por especialistas de fundamental importância para lembrar a população de que doar é simples e o cadastro no REDOME é feito de forma rápida e indolor. O incentivo para a sua criação veio da necessidade de esclarecimento sobre a importância da doação e do transplante de medula óssea.

O REDOME

Criado em 1993, o REDOME hoje é o terceiro maior registro de doadores de medula óssea do mundo e conta com cerca de 5 milhões doadores que compõem uma rede mundial de 32 milões de doadores. Este ano foram realizados 355 transplantes (até novembro) por meio da doação não aparentada. A busca de doadores acontece simultaneamente no resgistro brasileiro e em outros registros do mundo. Da mesma forma, registros de outros países também realizam busca de doadores no Brasil.

Tão importante quanto novos cadastros é que o doador já cadastrado mantenha seus dados atualizados. Por isso, o doador deve estar consciente de que permanecerá no Registro até completar 60 anos de idade. Neste tempo, ele precisa informar ao REDOME sobre qualquer alteração de um dado fornecido no momento do cadastro, como telefone, endereço, e-mail etc. Com os dados atualizados, ele poderá ser encontrado rapidamente em caso de compatibilidade com algum paciente. Se os dados não forem atuais, esta demora na localização pode atrasar o processo para o transplante do paciente.

 

#SaúdeNaCozinha: Aprenda 4 molhos para carne à base de frutas

Não é porque o fim do ano chegou que devemos deixar a alimentação saudável de lado. É possível inserir alimentos como frutas, castanhas e legumes em nossos pratos no fim do ano. Além de serem alimentos que trazem saúde e disposição, sendo de extrema importância para o bom funcionamento do corpo, as frutas são fontes de nutrientes essenciais ao organismo, por isso devem ser consumidas diariamente.

E o seu prato terá mais saúde na medida em que você não irá utilizar molhos e temperos industrializados. Então, anotem essas dicas e bom apetite! Aproveite e confira aqui nossas dicas para comprar e armazenar as frutas.

frutas

1. Molho de acerola para carnes 
INGREDIENTES
1 copo americano de acerola
2 colheres de sopa de açúcar
1 copo americano de água
½ cebola picada em cubos muito pequenos
1 colher de chá de sal
2 colheres de sopa de azeite
1 colher de chá de orégano
1 pitada de louro em pó

MODO DE PREPARO
Bata a acerola com água no liquidificador. Depois leve ao fogo por 2 minutos. Coe e reserve. Volte com o suco para o liquidificador com a cebola e bata novamente. Leve ao fogo o suco, o açúcar, o sal, o orégano, o louro e o azeite e deixe ferver por 10 minutos. Sirva junto com a carne.

DICA: Pode ser acrescentado ao cozimento fundo de legumes ou de carnes, manjericão ou outro tempero a gosto.

2. Molho de laranja para carnes vermelhas
INGREDIENTES
Fundo escuro da carne que foi preparada
2 xícaras de suco de laranja
3 colheres de sopa de farinha de trigo
1 colher de sopa de mel

MODO DE PREPARO
Acrescente o caldo de laranja e o mel ao fundo escuro que ficou na panela, por fim engrosse com a farinha de trigo. Disponha sobre a carne preparada.

3. Molho de manga agridoce para carnes
INGREDIENTES
2 xícaras de manga sem a casca e picada em cubos médios
½ xícara de açúcar
½ copo americano de água
2 colheres de chá de gengibre ralado
1 colher de sopa de hortelã picado em fatias finas
1 colher de chá de curry
1 colher de sopa de pimenta dedo de moça picada em fatias finas (sem semente)
1 colher de chá de casca de limão ralada
1 pitada de sal

MODO DE PREPARO
Bata todos os ingredientes no liquidificador. Prove e acerte o tempero a gosto. Leve ao fogo por, no máximo, 4 minutos. Sirva em seguida.

DICA: É importante que o sabor fique agridoce e que o curry e a pimenta não escondam o gosto e o perfume da manga.

4. Molho de jabuticaba para carnes
INGREDIENTES
200 g de carne bovina (patinho, chã de fora ou chã de dentro)
4 colheres de sopa de óleo
4 dentes de alho amassados
1 colher de chá de sal
1 cebola picada em cubos muito pequenos
suco de jabuticaba sem açúcar
1 colher de sopa de amido de milho

MODO DE PREPARO
Doure o alho no óleo, depois acrescente a carne picada em cubos pequenos. Deixe refogar até secar a água. Acrescente a cebola e deixar dourar. Depois acrescente água para cozinhar a carne. Cozinhe até secar a água. Depois acrescente um pouco de água para triturar no liquidificador. Coe e retorne a panela, acrescente o suco de jabuticaba e o amido de milho. Deixe engrossar um pouco. Sirva o molho com carnes vermelhas.

Fonte: Portal Saúde Brasil 

#Curso: UFMG e Hemominas capacitam profissionais da saúde para doença falciforme

EAD-SUS

Até 11 de fevereiro, estão abertas as inscrições para o curso gratuito e a distância “Doença Falciforme: Linha de Cuidados – Conhecer para Cuidar”, oferecido pelo Núcleo de Ações e Pesquisa em Apoio Diagnóstico da Faculdade de Medicina da UFMG (Nupad) em parceria com a Fundação Hemominas.

Podem se inscrever enfermeiros e médicos que atuam na rede de atenção à saúde de Minas Gerais. A qualificação objetiva fortalecer a capacidade técnica e política dos profissionais e das equipes das Unidades Básicas de Saúde em Doença Falciforme. A intenção é a melhoria da qualidade da assistência e redução da morbimortalidade que é determinada pela doença.

As atividades são auto instrucional e desenvolvidas no Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) do Centro de Apoio à Educação a Distância da UFMG (Caed). Os cursistas terão acesso a um fórum para esclarecimento de dúvidas e troca de experiências.

A previsão para o início do curso é no dia 11 de março. As atividades têm duração de 15 horas e podem ser concluídas em até 60 dias. Para certificação, é necessário obter aproveitamento mínimo de 70%.

Doença Falciforme 

De acordo com dados do Ministério Saúde, nascem cerca de 3.500 crianças com a doença no país por ano. As doenças falciformes são ocasionadas por anemia que afeta todo o corpo e que tem como causa a alteração na hemoglobina, proteína responsável pelo transporte de oxigênio presente nos glóbulos vermelhos. Devido a essa alteração, os glóbulos das pessoas com a doença apresentam o formato de foice, desenho que batiza o nome da enfermidade.

Inscrições e mais informações: www.nupad.medicina.ufmg.br

#Aedesaegypti: Como realizar mutirão para eliminar os focos do mosquito na minha região?

Crédito: Marcus Ferreira / SES-MG.

Crédito: Marcus Ferreira / SES-MG.

Entra ano e sai ano, a gente sempre alerta sobre os riscos das doenças causadas pelo mosquito Aedes aegypti. Mas, se tem uma coisa que é fundamental para que toda e qualquer possibilidade de foco de larvas do mosquito em água parada seja eliminada é a conscientização de que cada um precisa fazer a sua parte e, além disso, mobilizar amigos, colegas, vizinhos e familiares sobre a importância de se fazer uma vistoria desses possíveis focos em casa, na escola ou no trabalho.

Por isso, a participação social é fundamental! E, você: já pensou em propor um mutirão comunitário? Trata-se de uma forma de envolver, mobilizar e engajar a população nó enfrentamento ao Aedes. Abaixo, confira uma lista com orientações para grupos interessados em realizar mutirões:

Fonte: Blog da Saúde / Min. da Saúde.

#SUS: Você conhece o portfólio de Educação e Pesquisa da ESP-MG?

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O “Portfólio de Educação e Pesquisa 2018-2019” da Escola de Saúde Pública do Estado de Minas Gerais (ESP-MG), apresenta informações sobre os “Eixos Estratégicos de Educação, Pesquisa e Inovação” da instituição, além de um catálogo de ofertas de cursos que serão realizadas ao longo de 2019, além das instituições parceiras na realização de ações educacionais. O documento consolida uma trajetória de quase 73 anos da ESP-MG: uma instituição historicamente reconhecida pela excelência na formação de trabalhadores do Sistema Único de Saúde (SUS).

#SaúdeNaCozinha: Que tal fazer uma receita refrescante de sorvete de banana?

Crédito: Blog Casa e Cozinha / Reprodução.

Crédito: Blog Casa e Cozinha / Reprodução.

Não tem nada melhor do que uma sobremesa bem geladinha em dia de calor, não é mesmo? E se tem uma unanimidade nesse quesito é o sorvete. Então, para você não ficar com água na boca e poder deliciar esse doce sem culpa, o Blog da Saúde MG te dá uma dica de receita fácil e saudável: sorvete de banana. Como assim? A partir de quatro ou mais bananas bem maduras você pode fazer sorvetes de diferentes sabores, cores e texturas.

Para quem não sabe, a banana é uma fruta rica em fibras, potássio, vitaminas C e vitaminas B1, B2, B6, além dos minerais como magnésio, cobre, manganês, cálcio, ferro e ácido fólico. Além disso, é uma fruta que contém compostos antioxidantes (dopamina e catequina) e triptofano que atua na produção de serotonina, responsável por ajudar a relaxar o corpo e manter o bom humor.

MODO DE FAZER:
– Pique em rodelas quatro bananas bem maduras e deposite em um pote ou vasilha com tampa;
– Em seguida, leve o pote ou vasilha com as bananas picadas ao congelador por pelo menos quatro horas.
– Após esse processo, coloque as bananas em um liquidificador ou um processador de alimentos. Importante misturar até ficar uma massa homogênea.
– Em seguida, coloque em um pote de sorvete e congele por quatro horas.
– Na hora de comer, tire um pouquinho antes do congelador, para que fique macio.

DICAS
Você também pode fazer esse sorvete de banana com outros sabores. Confira:

1) Sorvete de chocolate:
– Massa homogênea de banana gelada
– Cacau em pó 60%, 70% ou 80%
– ½ colher de café de chia
– ½ colher de café de linhaça

2) Sorvete de Frutas Vermelhas
– Massa homogênea de banana gelada
– 200 gramas de Frutas Vermelhas (cereja, framboesa, morango, amora, mirtilo, uva vermelha ou roxa e goji berry)
– ½ colher de café de chia
– ½ colher de café de linhaça

3) Sorvete de Mix de Castanhas:
– Massa homogênea de banana gelada
– 2 colheres de café de castanha do Pará triturada
– 2 colheres de café de nozes trituradas
– 2 colheres de café de amêndoas trituradas

4) Sorvete de Mix de Grãos:
– Massa homogênea de banana gelada
– 1 colher de café de semente de abóbora
– 1 colher de café de semente de girassol
– 1 colher de café de gergelim

5) Sorvete de Mix de pasta de amendoim:
– Massa homogênea de banana gelada
– 2 colheres de sopa de pasta de amendoim integral e sem adição de açúcar
– ½ colher de café de canela.
– ½ colher de café de chia
– ½ colher de café de linhaça

6) Sorvete de coco:
– Massa homogênea de banana gelada;
– 1 copo de leite de coco
– 1 coler de coco ralado
– ½ colher de café de chia
– ½ colher de café de linhaça

7) Sorvete de limão:
– Massa homogênea de banana gelada;
– 1 copo de suco de limão natural (limão haiti ou siciliano)
– raspas de limão para decorar a gosto.
– ½ colher de café de chia
– ½ colher de café de linhaça

8) Sorvete de maracujá:
– Massa homogênea de banana gelada
– 1 copo de suco de maracujá natural
– ½ copo de suco de laranja natural
– ½ colher de café de chia
– ½ colher de café de linhaça
– Separe parte da poupa natural do maracujá com sementes para decorar

9) Sorvete de abacaxi:
– Massa homogênea de banana gelada
– 1 copo de suco de abacaxi natural
– ½ copo de suco de laranja natural
– Folhas de hortelã a gosto
– ½ colher de café de chia
– ½ colher de café de linhaça

10) Sorvete de manga:
– Massa homogênea de banana gelada
– 1 copo de suco de manga natural
– ½ copo de suco de laranja natural
– ½ colher de café de chia
– ½ colher de café de linhaça

10) Sorvete de maçã:
– Massa homogênea de banana gelada
– 1 copo de suco de maçã natural
– ½ copo de suco de laranja natural
– ½ colher de café de chia
– ½ colher de café de linhaça

12) Sorvete de beterraba:
– Massa homogênea de banana gelada
– 1 copo de suco de beterraba natural
– ½ copo de suco de laranja natural
– ½ colher de café de chia
– ½ colher de café de linhaça

13) Sorvete de iogurte e mel:
– Massa homogênea de banana gelada;
– 2 iogurtes naturais desnatados;
– ½ colher de café de chia
– ½ colher de café de linhaça
– ½ colher de café de canela.

 

#VidaSaudável: Você sabe escolher e armazenar as frutas corretamente?

Crédito: Pixabay / Reprodução.

Crédito: Pixabay / Reprodução.

As frutas são alimentos que trazem saúde e disposição, sendo de extrema importância para o bom funcionamento do corpo. São fontes de nutrientes essenciais ao organismo, por isso devem ser consumidas diariamente. “A proteção que o consumo de frutas ou de legumes e verduras confere contra doenças do coração e certos tipos de câncer não se repete com intervenções de medicamentos ou suplementos que contêm os nutrientes individuais presentes”, ressalta Helissa de Oliveira, analista técnica da Coordenação Geral de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde.

Mas, não basta consumi-las, é preciso saber escolher frutas com boa qualidade, indica o livro “Na cozinha com as frutas, legumes e verduras”. A publicação do Ministério da Saúde em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) traz informações úteis sobre diversos alimentos brasileiros e como diversificar seu uso no dia a dia. Também indica como escolher e armazenar esses alimentos, confira:

Fonte: Portal Saúde Brasil.

#Ciência: Estudo indica que Zika Vírus pode provocar infertilidade masculina

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Crédito: Fiocruz Imagens / Reprodução.

Um novo estudo, promovido pelo Instituto de Medicina Tropical da Universidade de São Paulo, sugere que a infecção pelo Zika vírus também possa trazer complicações para os homens. Segundo a pesquisa, liderada pela infectologista Vivian Avelino-Silva, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), o Zika pode causar infertilidade.

Quatorze homens infectados pelo vírus em 2016 participaram do estudo. Cinco deles fizeram o exame de espermograma e, em quatro, os resultados ficaram fora dos parâmetros de normalidade estabelecidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS). “Observamos que, dentre os cinco homens em que fizemos a coleta de sêmen, quatro tinham o valor fora do normal, considerando a normalidade com referência da OMS. Isso sugere que pode existir um efeito de infecção por Zika que a gente ainda não conhecia, que é uma alteração prolongada, talvez até permanente, de infertilidade entre os homens”, disse Vivian.

O estudo não é conclusivo e aponta a necessidade de que novas pesquisas sejam feitas. A pesquisadora destacou que a amostra era pequena e que a equipe não tinha exames desses cinco homens antes da infecção para comprovar que a alteração foi feita pelo zika. “Não conseguimos provar, mas já existem estudos em animais que sugerem resultados semelhantes. Por isso achamos que o resultado é importante para que seja feito um estudo com um número maior de homens”, ressaltou a pesquisadora do Departamento de Moléstias Infecciosas e Parasitárias.

Fonte: Agência EBC.