#8M: Revista Radis de março destaca mulheres na ciência

By | 8 de março de 2019

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Como amamentar e desenvolver pesquisa com o prazo batendo a sua porta, fazer valer sua voz onde seu corpo e biotipo são vistos como raros, circular no universo tradicionalmente masculino, provar excelência enquanto se esquiva de assédio e discriminação. Relatos como os das pesquisadoras Thais, Edenia, Nísia e Denise, ajudam a mostrar o que é ser mulher no ambiente acadêmico e em quais condições elas desenvolvem seu trabalho, essencial para o avanço do conhecimento.

As cientistas vêm ganhando espaço na pesquisa, e no Brasil, já assinam 49% dos artigos publicados em toda a academia. No topo da carreira e em áreas tecnológicas e exatas, no entanto, elas ainda estão em desvantagem numérica. Única mulher a ganhar dois prêmios Nobel em áreas distintas — Química e Física —, Marie Curie é até hoje referência em todo o mundo. De um total de 904 pessoas agraciadas com a premiação desde 1901, apenas 51 são mulheres. Para aumentar as referências femininas e incentivar as gerações mais jovens, é preciso reduzir as inequidades da sociedade que atrasam a carreira ou mesmo impedem o ingresso de novos talentos. Por meio de suas próprias trajetórias, os perfis mostrados a seguir contam porque é importante que mais mulheres estejam presentes em todos os espaços de produção de ciência.

Continue a leitura no site da revista Radis.

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