Monthly Archives: abril 2019

#DeuNaMídia: Licenciamento Sanitário Simplificado é tema de matéria no Diário do Comércio

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O jornal Diário do Comércio publicou nesta terça-feia (30/04) uma matéria sobre o Licenciamento Sanitário Simplificado, que estabelece a Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios.

A medida foi implementada como projeto piloto nos municípios de Contagem e Ipatinga, desde 11/04 e, até o momento, já beneficiou 15 novos empreendimentos. Esse novo licenciamento foi desenvolvido em parceria com a Junta Comercial de Minas Gerais (JUCEMG) e utiliza o portal de serviços da instituição na internet para requerimento do licenciamento junto à autoridade sanitária. Além da documentação junto à VISA-MG, as solicitações referentes ao Corpo de Bombeiros de Minas Gerais poderão ser realizadas de forma eletrônica para a Junta Comercial.

De acordo com Filipe Laguardia, superintendente de Vigilância Sanitária da SES-MG, a partir dessa iniciativa há economia tanto para o poder público, quanto para os empreendedores. “No aspecto do Estado, temos diminuição do uso de papéis e uso mais racional e eficiente de recursos humanos. Pelo lado do empresário, há diminuição da burocracia e retrabalho, evitando que seja necessário se dirigir a vários órgãos para obtenção da documentação”, explica.

Clique aqui e saiba mais: Licenciamento Sanitário Simplificado pode dinamizar atividade empresarial no Estado

#FiqueLigado: Matrículas abertas para nova oferta de cursos sobre Atenção Domiciliar

Créditos: Divulgação Blog da Saúde

Créditos: Divulgação Blog da Saúde

A Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), por meio do Núcleo de Educação em Saúde Coletiva (UNA-SUS/UFMG-Nescon), está com matrículas para três novas turmas dos cursos sobre Atenção Domiciliar. Os módulos fazem parte do Programa Multicêntrico de Qualificação Profissional em Atenção Domiciliar a Distância. As inscrições podem ser realizadas até 20 de novembro de 2019.

O público-alvo são profissionais de saúde e gestores do SUS, com registro no Cadastro Nacional de Saúde (CNES). Demais interessados no tema também podem se matricular. Todos recebem a declaração de conclusão 3 dias após o término do curso.

 Os cursos são autoinstrucionais e possuem início imediato. Confira!

Atenção Domiciliar na Rede de Atenção Básica à Saúde

O curso qualifica profissionais de saúde de nível superior e médio e gestores que atuam no SUS para a realização de procedimentos e cuidados do paciente em domicílio.
Com carga horária de 45 horas, a capacitação contextualiza a atenção domiciliar na Rede de Atenção de Saúde do Sistema Único de Saúde (RAS-SUS), no âmbito da Rede Básica à Saúde (RBS), considerando: a Política Nacional de Atenção Básica à Saúde e as diretrizes e normas da área.

São cinco unidades que abordam tópicos como território, redes de atenção e necessidades de saúde; gestão e organização da atenção domiciliar na rede básica de saúde; avaliação, monitoramento da Atenção Domiciliar – AD na rede básica de saúde; classificação, níveis de complexidade e riscos da AD na Rede Básica de Saúde e Plano de cuidado individual na AD.

Essa última unidade destaca ações de natureza complementar e compartilhada e ações assistenciais específicas da equipe de enfermagem, do enfermeiro, do médico, do agente comunitário de saúde e do Núcleo de Apoio a Saúde Família (NASF).

Princípios para o Cuidado Domiciliar por Profissionais de Nível Superior

Com carga horária de 60 horas, a oferta tem como objetivo preparar os profissionais de saúde para o atendimento domiciliar nos casos em que o paciente exige cuidados complexos e específicos, como o tratamento de feridas profundas, infecções, entre outros procedimentos do gênero.

Dividido em sete unidades, o curso aborda, dentre outros temas, estomas; lesões cutâneas crônicas; acesso venoso central; fecaloma: abordagem clínica, princípios e intervenções; diálise; paracentese abdominal terapêutica e os princípios para o cuidado à saúde bucal na Atenção Domiciliar.

Oxigenoterapia e Ventilação Mecânica em Atenção Domiciliar

Com carga horária é de 45 horas, o objetivo do curso é preparar profissionais de saúde que atuam no SUS para o exercício de práticas terapêuticas que melhorem a qualidade de vida de pessoas com insuficiência respiratória. O curso aborda temas como traqueostomia e avaliação e fisioterapia respiratória.

Atenção Domiciliar

A Atenção Domiciliar (AD) é uma forma de atenção à saúde, oferecida na moradia do paciente e caracterizada por um conjunto de ações de promoção à saúde, prevenção e tratamento de doenças e reabilitação, com garantia da continuidade do cuidado e integrada à Rede de Atenção à Saúde.

Com abordagens diferenciadas, esse tipo de serviço está disponível no Sistema Único de Saúde (SUS). De acordo com a necessidade do paciente, esse cuidado em casa pode ser realizado por diferentes equipes. Quando o paciente precisa ser visitado com menos frequência, por exemplo, uma vez por mês, e já está mais estável, esse cuidado pode ser realizado pela equipe de Saúde da Família/Atenção Básica de sua referência. Já os casos de maior complexidade são acompanhados pelas equipes multiprofissional de atenção domiciliar (EMAD) e de apoio (EMAP), do Serviços de Atenção Domiciliar (SAD) – Melhor em Casa.

A Atenção Domiciliar proporciona ao paciente um cuidado ligado diretamente aos aspectos referentes à estrutura familiar, à infraestrutura do domicílio e à estrutura oferecida pelos serviços para esse tipo de assistência. Dessa forma, evita-se hospitalizações desnecessárias e diminui o risco de infecções. Além disso, melhora a gestão dos leitos hospitalares e o uso dos recursos, bem como diminui a superlotação de serviços de urgência e emergência.

Os pacientes que precisam de equipamentos e outros recursos de saúde e demandam maior frequência de cuidado, com acompanhamento contínuo, também podem ser assistidos pelo Melhor em Casa.
Como receber atendimento domiciliar

O Serviço de Atendimento Domiciliar (SAD), por meio do programa Melhor em Casa, é composto por diversos profissionais da saúde, que realizam atendimento no domicílio das pessoas que necessitam de cuidados de saúde mais intensivos. O acesso ao SAD é geralmente feito no hospital em que o usuário estiver internado ou ainda por solicitação da equipe de Saúde da Família/Atenção Básica ou da Unidade de Pronto Atendimento (UPA).

Caso você precise desse serviço ou saiba de alguém que precise, faça contato com a Unidade Básica de Saúde mais próxima da sua casa ou com a Secretaria de Saúde do seu município para mais informações.

Fonte: Blog da Saúde/Ministério da Saúde

#SaúdeNoTrabalho: Mês de abril marca a importância da conscientização acerca de acidentes no trabalho

Arte: Nivaldo Cesar

Arte: Nivaldo Cesar

Lembrado no dia 28 de abril o Dia Mundial em Memória das Vítimas de Acidentes e Doenças do Trabalho, a data é uma oportunidade de reflexão sobre os cuidados com a saúde e a vida daqueles que exercem atividades laborais. É o momento para alertar empregados e empregadores, de todos os níveis de governo e empresas privadas, sobre a importância de se  prevenir e reduzir a ocorrência de acidentes e doenças no ambiente de trabalho, além de melhorar o bem-estar físico, mental e social dos trabalhadores.

De acordo com a edição de 2017 do Anuário Estatístico de Acidentes de Trabalho (AEAT), da Secretaria de Previdência do Ministério da Fazenda, foram registrados no Brasil 1.757.410 casos de acidentes de trabalho no período de 2015 a 2017. Em Minas Gerais foram registrados 178.635 acidentes de trabalho nesse período, o que equivale a aproximadamente 10% do total dos acidentes do país.

Segundo o Observatório de Saúde e Segurança do Trabalho de 2017, Minas Gerais possuía, em 2015, 4.821.116 postos de empregos formais e, nesse mesmo ano, houve 21.698 afastamentos por doença ou acidente ao trabalhador ou a trabalhadora.

Também é expressivo o número de óbitos por acidentes de trabalho no Brasil. Em 2016, ocorreram 3.136 mortes, das quais 179 foram em Minas Gerais.

Esses números podem ser maiores, pois muitas pessoas sofrem acidentes e não informam que a situação está relacionada ao trabalho e também porque, em muitos casos, os profissionais que prestam o atendimento não fazem essa apuração, o que gera uma grande subnotificação.

Como reduzir os acidentes de trabalho?

Para reduzir os acidentes de trabalho a melhor estratégia é a prevenção. Para isso, as empresas devem:

  • Ter uma política de segurança;
  • Ter um responsável pela área de segurança da empresa;
  • Orientar os colaboradores, divulgar informações, corrigir erros e solicitar sugestões sobre ações de segurança do trabalho na empresa;
  • Inspecionar regularmente a empresa e certificar que a equipe está seguindo as políticas implementadas;
  • Ofertar ferramentas necessárias para a execução das tarefas;
  • Ofertar equipamentos adequados e novos aos trabalhadores;
  • Ofertar treinamento regulares para todos os cenários que representem risco de acidentes.
  • Investigar os acidentes de trabalho e criar planos de ação para evitar futuros acidentes.

#Autismo: SES-MG promove roda de conversa sobre o tema

Créditos: Ricarda Caiafa

Créditos: Ricarda Caiafa

Nesta quarta-feira (24/04), a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) realizou uma roda de conversa com o tema: Cuidado às pessoas com transtornos de espectro do autismo e suas famílias na rede de atenção à Saúde do SUS. A atividade foi proposta nesse mês de abril como forma de refletir sobre o Dia Mundial de Conscientização do Autismo, celebrado em 2 de abril.

O autismo, ou transtorno do espectro do autismo, é um distúrbio de desenvolvimento que afeta o sistema neurológico e compromete as habilidades de comunicação e interação social. Com níveis de comprometimento classificados em graus leve, moderado ou severo, a síndrome pode atingir uma a cada 50 crianças, sendo sua prevalência maior em meninos, na proporção de 3 homens para 1 mulher. Estima-se que, no Brasil, existam 2 milhões de pessoas com algum grau desse transtorno.

A referência técnica da Coordenação de Saúde Mental da SES-MG, Lírica Sallus Mattos Pereira, ressaltou a importância de se discutir sobre o tema. “É um avanço termos um dia de conscientização mundial, visto que há muito que se discutir sobre o autismo. O cuidado deve ser singular, pois cada criança irá apresentar uma característica pessoal”, comentou ela.

Ela também frisou sobre a rede de atendimento no SUS. “O Sistema Único de Saúde (SUS) dispõe de uma Rede de Atenção à Saúde, integrada e composta por serviços nos diversos níveis de atenção. Essa rede atua com um olhar ampliado para ofertar o apoio diagnóstico, continuidade do cuidado e acolhimento às famílias, de acordo com a demanda apresentada”, pontuou.

Diagnóstico

Para identificar o autismo é preciso que os responsáveis pelo cuidado, sejam eles profissionais, pais ou cuidadores, estejam atentos ao desenvolvimento da criança e, quando necessário, busquem atendimento médico especializado que pode ser pediatra, psiquiatra e/ou neurologista, conforme esclarece a Coordenação da Saúde da Pessoa com Deficiência, do Ministério da Saúde.

A porta de entrada no Sistema Único de Saúde (SUS) é a Atenção Básica. Portanto, é necessário procurar inicialmente o atendimento em Unidades Básicas de Saúde (UBS), que devem realizar o acolhimento, ou seja, o primeiro atendimento, e encaminhar para os serviços especializados para auxiliarem no diagnóstico e no tratamento, sempre que necessário.

Com informações do Blog da Saúde

#Meningite: Saiba mais sobre os tipos da doença e formas de prevenção

arte: Nivaldo Júnior

arte: Nivaldo Júnior

Nesta quarta-feira, 24 de abril, é celebrado o Dia Mundial de Enfrentamento à Meningite. Em alusão à data, o #BlogDaSaúdeMG descreve as diversas etiologias da doença, sua forma de prevenção e tratamento.

Meningite bacteriana

Apesar de terem o mesmo nome, existem diversos fatores etiológicos que causam meningite, o que pode tornar a doença ainda mais recorrente e passível de atenção.

Em relação à forma bacteriana, a princípio, todas as espécies de bactérias podem causar meningite. No entanto, as que causam gravidade e sequelas são a Neisseria meningitis, também conhecida como meningococo; o Haemophilus influenzae do sorotipo B; e o Streptococus pneumoniae. “Cerca de 5 a 15% da população têm essas bactérias presentes na garganta ou nariz de modo assintomático. A transmissão se dá através do contato com gotículas expelidas por pessoas doentes ou por meio do compartilhamento de alimentos, bebidas ou cigarros entre indivíduos sadios e portadores assintomáticos”, explica a referência técnica em meningites da SES-MG, Fernanda Barbosa.

Em relação ao meningococo, os principais sorogrupos da doença são o A, B, C, W e Y, sendo o grupo C o mais frequente e, por isso, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferta para o público prioritário composto por crianças de 3, 5 e 12 meses de idade e adolescentes de 11 a 14 anos, a vacina meningocócica C conjugada. ”A meningite por meningococo tem importância devido à gravidade do quadro clínico, sua rápida evolução e pela possibilidade de causar surtos e epidemias. Os grupos prioritários de todas as vacinas ofertadas pelo SUS são definidos considerando o risco, vulnerabilidade, especificidades sociais dessas pessoas. Dessa forma, o Programa Nacional de Imunizações (PNI), preconizado pelo Ministério da Saúde, define anualmente os calendários de vacinação com orientações específicas para crianças, adolescentes, adultos, gestantes, idosos e pessoas indígenas”, explica Josianne Dias Gusmão.

Já o Streptococus pneumoniae (pneumococo), causa infecções nos pulmões e no ouvido, mas também pode causar meningite. Há 92 sorotipos de pneumococo e a maioria das pessoas que possuem essas bactérias, na garganta, continuam saudáveis. No entanto, “indivíduos com problemas crônicos de saúde ou que tenham o sistema imunológico enfraquecido, apresentam um risco maior de apresentar a meningite pneumocócica”, ressalta Fernanda.

Meningite viral

A meningite viral é a modalidade menos grave, mais frequente que a versão bacteriana e apresenta melhora sem tratamento específico. Causada, em geral, pelos vírus dos grupos enterovírus – echovírus, vírus coxsackie A e B; vírus do grupo Herpes – herpes simplex, varicela-zoster, Epstein-barr e citomegalovírus; arbovírus – dengue, zika, Chikungunya, febre amarela e febre do Nilo ociental; vírus do sarampo e da caxumba, esses podem ser evitados pela vacina – tríplice viral -, entre outros.

Os enterovírus encontram-se na garganta e fezes de pessoas infectadas. Tais vírus têm maior possibilidade de serem disseminados em situações inadequadas de higiene e há o contato com mãos/dedos de pessoas contaminadas. “As pessoas com contato próximo com pacientes com meningites virais não necessitam de tratamento preventivo com antibióticos, mas deverão lavar as mãos frequentemente com água e sabão ou utilizar produtos para limpeza das mãos à base de álcool gel para evitar a propagação desses vírus”, afirma Fernanda.

Meningite causada por fungos e parasitas

Ambas modalidades da doença não são transmitidas de pessoa a pessoa. Geralmente os fungos são adquiridos por meio da inalação dos esporos – pequenos pedaços de fungos -, que entram nos pulmões e podem chegar até as meninges. Tais fungos podem ser encontrados em ambientes contaminados com excrementos de pássaros, morcegos e até em ambiente hospitalar ou residencial.

Já os parasitas que causam meningite normalmente infectam animais e não pessoas. A contaminação humana tem início a partir da ingestão de água ou alimentos contaminados.

Para mais informações sobre a doença, acesse aqui.

SES-MG E UFMG promovem websimpósio sobre câncer de lábio e cavidade oral

Tipo de câncer é o 5º mais frequente em homens e o 12º em mulheres e pode ser prevenido 

 

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Na próxima quarta-feira, dia 24 de abril, e no dia 15 de maio, a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), promove um Websimpósio sobre câncer de lábio e cavidade oral. A ação tem como público prioritário os profissionais de saúde bucal e das equipes da atenção primária à saúde, bem como profissionais de saúde bucal da atenção especializada. Para participar, basta acessar aqui e fazer um breve cadastro para registro.

A participação da SES-MG ocorre nesta quarta-feira, das 09 às 11h, com as referências técnicas da atenção especializada em Saúde Bucal da SES-MG, Wanda Taulois Braga e Jacqueline Silva Santos que abordarão, respectivamente, a Rede de Atenção no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) em Minas Gerais e a produção do cuidado nos pontos de atenção. A professora do Departamento de Clínica, Patologia e Cirurgia da Faculdade de Odontologia da UFMG, Maria Cássia Ferreira de Aguiar, falará sobre os aspectos clínicos de câncer de lábio e cavidade oral.

A doença

O câncer de lábio e cavidade oral tem como localização primária os lábios, a cavidade oral e as glândulas salivares e não se considera como uma doença contagiosa, mas sim como consequência de um distúrbio no processo de renovação do tecido epitelial que pode ocorrer pela influência de fatores de risco, como o hábito de fumar, mascar tabaco e consumo de álcool. De acordo com a coordenadora de Saúde Bucal da SES-MG, Fernanda Vilarino, “o número de casos de ocorrência dessa modalidade de câncer em fumantes chega a ser de duas a três vezes maior que entre os não fumantes. Além disso, a exposição excessiva e desprotegida à radiação ultravioleta também é um fator de risco”, explica.

Os cânceres de orofaringe também são fortemente associados ao álcool e ao tabaco. No entanto, também há associação da doença em relação ao HPV. Por esse motivo, a vacinação é fundamental.

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), Minas gerais registrou, em 2018, 973 óbitos relacionados ao câncer de lábio e cavidade oral. Em 2019, ainda segundo o Instituto, são esperados 1.440 novos casos, 1.110 em homens e 330 em mulheres.

Sintomas

Inicialmente, são lesões indolores que ocorrem na língua, boca e lábios. Quando o câncer é diagnosticado nesta fase, o prognóstico é positivo, no entanto, quanto maior for a demora para se diagnosticar, menor é a possibilidade de cura.

Os principais sinais e sintomas são caracterizados por feridas, manchas, caroços e placas na cavidade oral ou nos lábios que não cicatrizam e persistem por mais de 15 dias. Nódulos no pescoço, rouquidão persistente, dificuldade para mastigar ou engolir, dificuldade na fala, sensação de que há algo preso na garganta e dificuldade para movimentar a língua também podem ocorrer. Nesses casos, assim que notar algum dos sintomas acima, é fundamental que a pessoa procure uma Unidade Básica de Saúde (UBS) para avaliação.

Prevenção e tratamento

A melhor forma de prevenir a doença consiste no controle dos comportamentos de risco, como não fumar, evitar o consumo de bebidas alcoólicas, utilizar protetor labial em caso de exposição excessiva ao sol, utilizar preservativos nas relações sexuais e, nas faixas etárias indicadas, se vacinar contra o HPV.  “É de extrema importância também um alto índice de suspeição por parte de dentistas e médicos no exame clínico da cavidade oral. Consultas regulares ao dentista para exames de rotina, em especial em usuários com maior risco, são fundamentais para se detectar precocemente esse tipo de câncer”, afirma Fernanda.

O diagnóstico definitivo do câncer de lábio e cavidade oral é determinado pela biópsia, que será pedida pelos profissionais das unidades básicas de saúde, caso necessário. Tal exame é realizado, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), nos Centros de Especialidades Odontológicas (CEO).

O tratamento dos indivíduos é feito nos hospitais da rede de oncologia de cabeça e pescoço e é definido de acordo com a especificidade de cada tumor e pode envolver cirurgia, quimioterapia e radioterapia.

 

 

#Hemofilia: SUS fornece tratamento para a doença

Por Ascom Hemominas

O Dia Mundial de Conscientização da Hemofilia, lembrado no último dia 17 dia de abril, tem o objetivo de conscientizar sobre o tratamento, que é essencial para garantir a qualidade de vida dos pacientes. Em Minas Gerais, o tratamento profilático pode ser acessado no Sistema Único de Saúde (SUS) por meio da Fundação Hemominas.

Distúrbio genético e hereditário, a doença afeta a coagulação do sangue. O hemofílico apresenta baixa atividade dos fatores de coagulação, responsáveis por estancar as hemorragias quando ocorre o rompimento de vasos sanguíneos.

A hemofilia A é causada pela deficiência de atividade do Fator VIII e sua incidência é de 1 caso para cada 10 mil nascimentos de crianças do sexo masculino. Já a hemofilia B ocorre devido à falta de atividade do Fator IX e incide em 1 caso para cada 30 mil nascimentos de crianças do sexo masculino.

Foto: Adair Gomez

Foto: Adair Gomez

O paciente hemofílico recebe acompanhamento da Fundação Hemominas desde a suspeita da doença. A hematologista Ana Luíza Santoro explica os procedimentos necessários para iniciar o tratamento. “Em casos de suspeita da doença, o paciente deve levar um relatório médico à Fundação Hemominas para que seja agendada uma consulta com nossa equipe profissional. Após a avaliação do estado clínico e, caso seja confirmado o diagnóstico de hemofilia, o paciente será acompanhado por toda a vida”, esclarece.

A instituição oferece acompanhamento com equipe multidisciplinar que abrange as áreas de hematologia, enfermagem, fisioterapia, ortopedia, odontologia, serviço social, pedagogia, psicologia e farmácia.

Os profissionais do Ambulatório do Hemocentro de Belo Horizonte (HBH) realizam constantemente ações do Projeto Infusão Segura que auxiliam na profilaxia. Por meio dele, os pacientes e seus familiares têm a oportunidade de atualizar a rotina do tratamento domiciliar e ajustar a conduta terapêutica, caso haja necessidade. No caso da hemofilia, uma das medidas preventivas para a preservação da saúde é a administração venosa do fator de coagulação, que previne a ocorrência de hemorragias.

Além do atendimento presencial nos hemocentros e hemonúcleos, o médico hematologista de plantão cuida dos contatos por telefone. O serviço está disponível no período noturno, além de finais de semana e feriados. O plantonista é responsável por informar os pacientes, familiares e profissionais de saúde sobre os procedimentos necessários ao tratamento dos hemofílicos em casos de urgências, como os sangramentos.

É importante que, além do acompanhamento da equipe multidisciplinar da Hemominas, o paciente seja assistido também por um pediatra ou clínico geral. Neste caso, nas Unidades Básicas de Saúde ou convênios.

#DeuNaMídia: Coordenadora de Imunização da SES-MG ressalta a importância da vacinação contra a gripe

A Coordenadora de Imunização da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), Josiane Dias Gusmão, concedeu entrevista na manhã desta quarta-feira (17/04) ao Bom Dia Minas, da Tv Globo Minas, para falar sobre a campanha de vacinação contra a Gripe. A campanha teve início no dia 10 de abril e segue até 31 de maio em todos os postos de saúde do estado.

Durante a entrevista a Coordenadora de Imunização ressaltou que a vacina contra influenza protege contra os principais tipos da doença que podem causar complicações, hospitalizações e óbitos.

Assista a entrevista na íntegra:

>> Saiba mais sobre a Gripe: www.saude.mg.gov.br/gripe

#SaúdeNaCozinha: Conheça os benefícios do peixe para a saúde!

Muito consumido nessa época do ano, os peixes previnem doenças cardiovasculares, auxiliam na redução do nível de colesterol e a ansiedade, além de ativar a memória. Além disso, vários tipos de pescado são fontes de ômega 3, que é encontrado principalmente em peixes como atum, pintado, sardinha, arenque, anchova, tainha, bacalhau e truta.

O ômega 3 auxilia na manutenção de níveis adequados de triglicerídeos, desde que associado a uma alimentação equilibrada e hábitos de vida saudáveis. Uma curiosidade é que tanto os peixes de rio como de mar fazem bem à saúde. Mas, muitas dúvidas surgem com relação ao que deve ser observado na hora de comprar esse alimento. Por isso, veja essas dicas que o Blog da Saúde MG preparou e tenha uma vida mais saudável:

#FiquePorDentro: SES lança hotsite de mobilização social em saúde

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Por Ana Rita Fernandes 

Como importante ferramenta de Comunicação, a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) criou o hotsite da Mobilização Social, com o propósito de integrar, ainda mais, os atores da Rede Estadual de Mobilização Social em Saúde, incluindo o Núcleo Central, as 28 Regionais de Saúde, os 853 municípios do estado e todos os parceiros da sociedade civil e governamental.

Notas e fotos de ações realizadas pelos núcleos ativos da Rede Estadual que se destacarem no decorrer de cada mês serão publicadas nesse espaço, além do balanço mensal e anual dos relatórios de ações. Para consultas e orientações, também figuram, nesse ambiente online, o tutorial das oficinas de capacitação, de reciclagem de resíduos e de teatro, fotos do grupo de teatro “Saúde em Cena”, calendário de campanhas de saúde e muito mais.

#Parceiros da Saúde foi outra estratégia criada no hotsite da Mobilização Social. É um projeto desenvolvido para ampliar a prática de mobilização social em saúde. Pretende-se, com ele, estabelecer um diálogo com blogueiros e influenciadores digitais para multiplicar o alcance de informações sobre saúde pública na internet.

Com o novo /mobilização, a proposta é intensificar as duas mais modernas ferramentas de comunicação social para obter êxito na realização das políticas públicas de saúde em Minas Gerais: a mobilização social e a internet.

Conheça o site: www.saude.mg.gov.br/mobilizacao

#SaúdeNaCozinha: Como ter uma páscoa mais saudável?

Com a Páscoa, aumenta a oferta de chocolates dos mais variados tipos e sabores. Quando consumido na quantidade adequada, este doce derivado da semente torrada do cacau pode ser um aliado à saúde. Quanto mais amargo, maior a quantidade de cacau que ele contém e, por isso, mais nutrientes.

Desse modo o chocolate amargo tem 70% de cacau, em segundo lugar vem o meio amargo, que tem 50% de cacau, o ao leite que terá 25% de cacau e por último o branco, que não tem cacau, mas sim a manteiga de cacau e não é saudável.

Além disso, tem outro alerta: quando ultrapassar a quantidade de 30% de cacau, o chocolate pode trazer malefícios para a saúde, pois a ingestão de mais gordura e mais açúcar pode desencadear obesidade, glicemia, colesterol e, até mesmo, diabetes.

Pensando em consumo saudável, o Blog da Saúde MG elaborou quatro dicas para um consumo consciente dessa iguaria. Confira: