Monthly Archives: maio 2019

#EaD: OPAS oferece cursos gratuitos sobre saúde pública

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A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) disponibiliza uma série de cursos de autoaprendizagem, gratuitos e em português, na sua plataforma Campus Virtual de Saúde Pública. Formações abordam temas variados, como doenças transmissíveis e crônicas, saúde mental, os problemas do consumo de álcool para mulheres e gestantes e a relação entre saúde, saneamento e gestão hídrica.

Um dos cursos oferecidos é o Esquistossomose nas Américas: aspectos multidisciplinares, conta com dez módulos sobre estratégias de controle e eliminação dessa doença como problema de saúde pública. As lições discutem a história da esquistossomose, diagnóstico, tratamento, saneamento, vigilância e hospedeiros intermediários, entre outros assuntos.

A OPAS também promove a formação Uso de Álcool e Saúde da Mulher e Gestante, que analisa o consumo de bebidas alcoólicas com base nas mais relevantes e atuais evidências científicas. O curso aborda os problemas relacionados à ingestão de álcool para mulheres em idade reprodutiva ou que estão grávidas. A capacitação discute tópicos como detecção precoce, motivação para mudança e a promoção da saúde desse segmento da população.

Sobre o Campus Virtual

O Campus Virtual de Saúde Pública oferece ainda outras aulas e materiais de ensino a respeito dos seguintes temas: desenvolvimento sustentável, equidade em saúde, gênero e diversidade cultural; emergências de saúde; doenças não transmissíveis e saúde mental; doenças transmissíveis e determinantes ambientais da saúde; evidência e inteligência para ação em saúde; família, promoção da saúde e curso de vida; gestão do conhecimento e publicações; e sistemas e serviços de saúde. A plataforma é uma rede de pessoas e instituições que compartilham recursos, serviços e atividades de educação, com o objetivo comum de melhorar as habilidades da força de trabalho e as práticas da saúde pública.

Fonte: Nações Unidas Brasil

#Curiosidade: Saiba qual é a quantidade ideal de pasta de dente para bebês

Créditos: PixaBay

Créditos: PixaBay

Com a chegada de um bebê na família tudo é uma novidade, principalmente quando se nasce os dentes. São várias as dúvidas: quando começar a escovação, qual tipo de escova e de pasta dental e ingerir creme dental é prejudicial?

A consultora da Coordenação de Saúde Bucal do Ministério da Saúde, Nicole Aimée, explica que a pasta de dente deve ser usada desde bem cedo, logo quando aparecerem os primeiros dentinhos. Contudo, é importante observar a quantidade de pasta colocada na escova. “Se for um bebê com até oito dentes na boca ou menos de 10 Kg, recomenda-se que coloque uma quantidade equivalente à metade de um grão de arroz cru, se for um bebê ou criança que não sabe cuspir com mais de 10 Kg, a gente recomenda que seja colocado uma quantidade equivalente a um grão de arroz cru. Já para aquelas crianças que já sabem cuspir, a recomendação é colocar uma quantidade equivalente a um grão de ervilha”, esclarece.

Sobre o flúor, a técnica ressalta que é preciso observar quantidade na composição do produto. “A pasta usada pode ser a de uso comum da casa, o importante é saber dosar e observar a quantidade de flúor recomendada, que é de com 1000 a 1400ppm (que é a concentração de flúor) ”, salienta.

Mãe do Heitor, de um ano e 10 meses, a ortodontista Thays Martins ressalta a importância do momento da higienização. “Eu e o pai dele sempre escovamos com ele, ou seja, não é um momento só dele, é de todos nós e sempre fazemos a escovação no banheiro que é o ambiente adequado para estimular a higienização bucal dele”, orienta.

Antes de deixar o Heitor na escola, Thays faz a escovação após o café da manhã e almoço e também orientou as professoras para o cuidado com os dentes do filho. “Mando junto com material dele a pasta e a escova com cerda mole e apropriada para ele. Sempre após o lanche ele faz a escovação”, conta.

A ortodontista destaca que o mais importante para ela é a supervisão para evitar que ele engula o produto. “O flúor quando ingerido em excesso pode ser ruim, podendo dar dor no estômago, mal-estar e quando uma criança ingere uma grande quantidade de flúor, pode danificar o desenvolvimento da dentição permanente, que é a fluorose”, alerta.

Fluorose
Mesmo com a supervisão dos pais, muitas vezes as crianças acabam engolindo um pouco de creme dental. Segundo a consultora do Ministério da Saúde, isso é apenas um alerta, mas não é motivo para maiores preocupações. “Quando a criança engole grandes quantidades de pasta o principal problema que pode acontecer é a fluorose nos dentes permanentes, que são manchas brancas no esmalte do dente. Mas não tem nenhum impacto na saúde da criança, é algo que fica restrito ao dente”, explica.

Bebê
Uma dica da consultora é começar a cuidar das gengivas do bebê antes mesmo de aparecer os dentes. “Não é preciso usar pasta de dente, apenas passe o dedo com uma fralda suavemente nas gengivas usando água. É importante para tirar o excesso de leite”, conta ela. Além disso, deve-se limpar as bochechas e a língua.

Por Blog da Saúde

#Mobilização: Saúde em Cena realiza intervenção teatral sobre vacinação contra a gripe

O Grupo de Teatro Saúde em Cena, da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), realizou na manhã desta quarta-feira (15/05) uma intervenção teatral na Academia HidroVida em Belo Horizonte. A atividade teve como temática ressaltar a importância da vacinação contra a gripe e outros cuidados gerais para evitar a doença, como a etiqueta da tosse, por exemplo.

Os alunos que assistiram a apresentação são em sua maioria da terceira idade, público elegível para receber a vacina contra a gripe. A cobertura vacinal no estado está em 64,85%, e a campanha vai até o dia 31 de maio nos postos de saúde.

Parcerias

Essa ação é fruto de mais uma parceria do Núcleo de Mobilização Social da SES-MG.  As parcerias são feitas com instituições públicas ou privadas, que atuam em conjunto com a Mobilização Social em diversas campanhas (Aedes, Vacinação da Gripe, Saúde da Mulher, Saúde do Homem) através de ações e projetos junto ao público do parceiro.

Saiba mais sobre Mobilização Social: www.saude.mg.gov.br/mobilizacao

Veja abaixo galeria de fotos desta ação:

#DoençasRaras: UFMG lança com informações para pacientes e profissionais de saúde

Raro: incomum, que se encontra poucas vezes, extraordinário, que ocorre de forma infrequente. Esta palavra é parte da realidade de pacientes em Minas Gerais, que enfrentam o desafio da desinformação, dificuldades de diagnósticos e tratamentos. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), doenças raras são aquelas que 1,3 pessoas para cada 2 mil indivíduos. As crianças são as principais acometidas por essas doenças.

O número exato dessas doenças é desconhecido, mas são descritas cerca de 7 a 8 mil. Só no Brasil, são cerca de 13 milhões de afetados.

As doenças raras podem ser dividas em dois grandes grupos: de origem genética – que englobam anomalias congênitas, deficiência intelectual, erros inatos do metabolismo – ou de origem não genética – em que se incluem doenças infecciosas, inflamatórias, autoimunes.

A lista de doenças é grande, algumas conhecidas e outras nem tanto: Síndrome de Down, Autismo, Fenilcetonúria, Hipotireoidismo Congênito, Anemia Falciforme, Hiperplasia Adrenal Congênita, alguns cânceres hereditários, alterações enfrentada por casais em relação à reprodução humana, entre outras.

telegenetica

Diante desse cenário, será lançado esta semana, pelo Serviço Especial de Genética Médica do Hospital das Clínicas (HC) da UFMG, o site TelegenéticaMG que pretende aproximar pacientes com doenças raras, familiares e profissionais de saúde das diversas regiões do estado. A ideia é que essas pessoas tenham uma referência de informação de qualidade e, futuramente, contem com uma teleconsultoria.

Telemedicina

De acordo com a médica residente, Lívia Maria Ferreira Sobrinho, uma das responsáveis pelo projeto, Minas Gerais vive um paradoxo: grande demanda de pacientes com doenças raras, que precisam de apoio da genética médica, uma especialidade nova e com poucos profissionais formados. Ao todo, no Brasil, são 300 geneticistas, quantidade insuficiente para atender a essas pessoas

Por isso, o HC decidiu investir no uso de ferramentas tecnológicas para viabilizar o auxílio a essas pessoas, principalmente quando se tem o fator crítico da distância. “Em Minas, a gente vê muito isso. Há pacientes que gastam até 12 horas para chegar ao hospital”, explica Lívia Maria.

O site ajudará a divulgar informações sobre doenças raras de origem genética, esclarecendo sobre etiologia, quadro clínico, avaliação inicial, indicações de encaminhamento de pacientes por meio da aplicação de ferramentas contempladas pela telemedicina. Haverá duas áreas de acesso, uma para pacientes e familiares, outra para profissionais de saúde.

O projeto TelegenéticaMG é integrado também por Melissa Machado Viana (coordenadora), Marcos José Burle de Aguiar (idealizador), Regina Amélia Lopes Pessoa de Aguiar, Letícia Lima Leão, Cézar Antônio Abreu Souza, Rodrigo Arantes Resende, Anisse Marques Chami, Bárbara de Castro Venuto.

Simpósio

No dia 16 de maio, acontece o simpósio Desafios e perspectivas das Doenças Raras em Minas Gerais, no salão nobre da Faculdade de Medicina da UFMG. O evento é aberto para profissionais de saúde, estudantes de graduação da área da saúde, pacientes e familiares. Para participar, é necessário fazer inscrição pelo site . O simpósio marca a comemoração dos 33 anos de atividade do Serviço Especial de Genética Médica do Hospital das Clínicas e o lançamento do TelegenéticaMG.

Por Minas Faz Ciência

#Alergias: Saiba como evitar

Com temperaturas mais amenas, especialmente a noite, e queda da umidade relativa do ar, o Outono traz consigo o agravamento de algumas doenças, principalmente as respiratórias e as alergias.  Segundo a Organização Mundial da Saúde, centenas de milhões de pessoas de todas as idades sofrem dessas alergias respiratórias em todos os países do mundo. A rinite alérgica pode ser considerada a doença de maior prevalência entre as doenças respiratórias crônicas e problema global de saúde pública, acometendo cerca de 20 a 25% da população em geral.

Dentre os sintomas mais comuns da rinite estão corrimento nasal, obstrução ou prurido nasal e espirros sequenciais. Muitas vezes acompanham sintomas oculares como coceira, vermelhidão e lacrimejamento. Esses sintomas podem melhorar espontaneamente e nos casos crônicos, podem ocorrer perda do paladar e do olfato. É muito importante procurar um profissional de saúde que irá pesquisar as causas de alergia e recomendar o tratamento mais adequado para controlar a doença, promover a prevenção e o alívio dos sintomas de forma segura e eficaz. Por isso, vamos combinar: Nada de automedicação hein!?

Além disso, com algumas medidas simples é possível evitar as crise. Veja nossas dicas abaixo:

 

#PráticasIntegrativas: Websimpósio aborda aromaterapia, homeopatia, yoga e práticas chinesas

O websimpósio “Práticas Integrativas e Complementares em Saúde” (Pics) recebe inscrições para o terceiro módulo até esta terça-feira, 14 de maio. Com o tema “Aromaterapia, Homeopatia, Yoga e Práticas Corporais Chinesas: Conceitos, benefícios e evidências”, o módulo conta com quatro exibições, que iniciam nesta terça. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas através de formulário online. Haverá emissão de certificado aos participantes.

O evento é destinado aos profissionais de todos os níveis de formação vinculados à Atenção Primária. O objetivo é promover a inserção das práticas integrativas e complementares e fortalecer ações e serviços de Pics na Rede de Atenção à Saúde Primária. O evento também visa promover a interação e a troca de experiências entre os profissionais envolvidos com as práticas integrativas em saúde.

Neste terceiro módulo, as exibições serão realizadas a cada duas semanas, e abordarão os seguintes temas: aromaterpaia, homeopatia, yoga e práticas corporais chinesas. Nos dois primeiros módulos do websimpósio, foram discutidos assuntos como fitoterapia e plantas medicinais, meditação mindfulness e ayurveda. Estão previstos, ainda, mais dois módulos para 2019, com temas que serão divulgados em breve.

Os participantes que desejarem obter certificados deverão ter o mínimo de 75% de aproveitamento no total de dias de evento. Haverá uma lista de presença para cada uma desses dias e certificados separados para cada módulo.

A iniciativa

O websimpósio é promovido pela Secretária de Estado de Saúde junto ao Núcleo de Telessaúde da Faculdade de Medicina da UFMG, que pertence ao Programa Nacional Telessaúde Brasil Redes do Ministério da Saúde.

Veja abaixo o cronograma completo:

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Por Comunicação Faculdade de Medicina UFMG

#EaD: Inscrições para curso sobre direitos das pessoas LGBT e identidade de gênero estão abertas

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A Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese) vai promover, a partir do dia 22 de maio, o curso de Formação em Direitos Humanos e Cidadania: Direitos das Pessoas LGBT e Identidade de Gênero. A capacitação tem carga horária de 60 horas e duração de três meses. As inscrições já podem ser feitas no site www.direitoshumanos.mg.gov.br, menu ‘Programas e Serviços’, ‘Cursos e Capacitações’, digitando o código SEDPAC446.

O curso será disponibilizado na modalidade de educação a distância, por meio da Escola de Formação em Direitos Humanos em Minas Gerais. O treinamento busca contribuir para a formação de profissionais e estudantes que atuam na promoção e proteção em direitos humanos, como agentes públicos estaduais e municipais, estudantes universitários e sociedade civil.

A capacitação prevê quatro módulos, com temas como direitos humanos e dignidade da pessoa humana, classificações dos direitos humanos, cidadania e direitos humanos; legislação, identificação e enfrentamento das violações de direitos humanos, redes de atendimento e proteção; planejamento, monitoramento e avaliação em ações de direitos humanos e cidadania, além da temática específica de proteção, promoção e reparação dos direitos das pessoas LGBT e identidade de gênero.

Para ter direito ao certificado de conclusão do curso, o participante deverá obter a média de 60% de aproveitamento em cada módulo da capacitação.

Mais informações: Assessoria de Comunicação – Secretaria de Desenvolvimento Social – (31) 3916-8238

#Enani: Ministério da Saúde bate à porta para falar sobre alimentação de crianças

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Banco de Imagem Pixabay

O Ministério da Saúde começou a bater à porta de 15 mil domicílios brasileiros em 123 municípios que abrigam crianças menores de 5 anos de idade. Esses lares foram selecionados para participarem do Estudo Nacional de Alimentação e Nutrição Infantil (ENANI), que busca mapear a situação de saúde e nutrição de crianças em todo o país, com informações detalhadas sobre hábitos alimentares, crescimento e desenvolvimento. Essas informações ajudarão na construção de políticas públicas e estratégicas de promoção da saúde.

Diante da importância desta ação, o Ministério da Saúde alerta a toda a população para a circulação de informações falsas, que buscam desacreditar a iniciativa. Por isso, gestores de saúde devem dar suporte às equipes e promoverem ações de esclarecimentos e conscientização sobre a importância do levantamento para direcionar as políticas públicas voltadas à alimentação e nutrição de crianças.

Os pesquisadores que estão indo aos lares brasileiros estão identificados com camisas e crachás com o nome e a fotografia, além do logotipo do Ministério da Saúde. Assim que chegar no local, o entrevistador explicará os procedimentos e entregará um Termo de Consentimento Livre e Esclarecido, com detalhes da pesquisa e orientações de como entrar em contato com a coordenação para tirar dúvidas, incluindo a opção gratuita de ligar para o telefone 0800 808 0990. A participação é voluntária e os dados são sigilosos.

Conheça a pesquisa Enani sobre alimentação e nutrição

A pesquisa de campo é coordenada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e foi encomendada pelo Ministério da Saúde, em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Sessenta pesquisadores são parceiros deste levantamento.

Ao bater à porta, os agentes realizam um questionário, verificam medidas de peso e altura das crianças e das mães biológicas e, ainda, coletam uma amostra de sangue das crianças com mais de seis meses de vida para avaliação de 14 micronutrientes (ferro, vitamina A, D, minerais zinco e selênio, entre outros).

Também são levantadas informações sobre amamentação, doação de leite humano, consumo de suplementos de vitaminas e minerais, habilidades culinárias, ambiente alimentar e condições sociais da família.

O ENANI é trabalhado em três grandes blocos temáticos: consumo alimentar, antropometria e indicadores bioquímicos. As informações vão permitir avaliar o crescimento e desenvolvimento e deficiências de nutrientes nas crianças menores de cinco anos.

A coleta de dados acontecerá em diferentes estados, se estendendo até outubro. Os primeiros foram Espírito Santo; Rio de Janeiro; Bahia; Rio Grande do Sul; Minas Gerais, Mato Grosso do Sul; Rio Grande do Sul; e Santa Catarina. 

Com informações do Ministério da Saúde

#Podcast: Uso correto de antibiótico é tema do “Fiocruz no Ar”

com Icict | Fiocruz

Dentre as várias causas que levam à resistência antimicrobiana estão a ingestão incorreta do medicamento e o não respeito aos horários de uso indicado pelos médicos. Por isso, o tema deste podcast do projeto Fiocruz no Ar, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), é Uso correto do antibiótico. Nele, o farmacêutico Orlando Neto, do Hospital Central da Aeronáutica e aluno de doutorado do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), explica como se deve tomar o antibiótico e os riscos de uma ingestão inadequada, como, por exemplo, com leite ou suco, ou fora dos horários estabelecidos pelo médico.

Ação mundial
No final de abril, o Grupo da Coordenação Interagências para a Resistência Antimicrobial (da sigla em inglês IACG) enviou o relatório No time to wait: Securing the future from drug-resistant infections (“Não há tempo para esperar: protegendo o futuro de infecções resistentes a drogas”) ao Secretário Geral das Nações Unidas, alertando que os países tomassem medidas urgentes para a questão da resistência antimicrobriana, que poderá matar, a partir de 2050, dez milhões de pessoas por ano e trará problemas econômicos a todas as nações.

#SaúdeELiteratura: REDESCOLA publica livro sobre formação em Saúde Pública com capítulo da ESP-MG.

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Rede Brasileira de Escolas de Saúde Pública – REDESCOLA publicou o livro “Nova Formação em Saúde Pública: Aprendizado coletivo e lições Compartilhadas na RedEscola” com as experiências da formação de sanitaristas, em cursos de especialização, em dez estados brasileiros. A Escola de Saúde Pública do Estado de Minas Gerais – ESP-MG apresenta, em um dos capítulos da publicação, o percurso formativo do Curso de Especialização em Saúde Pública da Instituição.
Os conteúdos do livro retratam o desenvolvimento e a consolidação das vivências acumuladas pelas instituições formadoras, com ênfase em processos inovadores, desafios e acolhimento das demandas em cada território. No capítulo “Construindo percursos formativos em Saúde Pública: a experiência do Curso de Especialização da Escola de Saúde Pública de Minas Gerais” os docentes, autores, da ESP-MG relatam as experiências em duas edições da formação realizadas entre os anos de 2016 e 2018. No relato, o processo seletivo, a construção metodológica e pedagógica dos módulos, o perfil dos egressos e as potencialidades do curso são os destaques.
Ao todo, os cursos de Especialização em Saúde Pública em parceria com a REDESCOLA, apresentados no livro, formaram 610 alunos nos 10 territórios. Além da ESP-MG em Minas Gerais, as experiências das Escolas da Bahia, Ceará, Goiás, Mato Grosso, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Tocantins e Acre foram retratadas na publicação.
A Especialização em Saúde Pública da ESP-MG
Ofertado desde 1947, o Curso de Saúde Pública é a formação mais tradicional da ESP-MG. Em 2017, o curso recebeu da agência de Acreditação Pedagógica vinculada à Associação Brasileira de Saúde Coletiva – ABRASCO, o certificado de excelência na formação de sanitaristas no Sistema Único de Saúde.
Por Jean Alves / ESP-MG

#MaioAmarelo: Por que essa campanha é importante?

O mês de maio é também conhecido como Maio Amarelo, que é um movimento internacional de conscientização para redução de acidentes de trânsito. A cor da campanha simboliza atenção e também a sinalização e advertência no trânsito.

Em 2019, o tema escolhido é  No trânsito, o sentido é a vida e propõe o envolvimento direto da sociedade nas ações, além de uma reflexão sobre uma nova forma de encarar a mobilidade. Trata-se de um estímulo a todos os condutores, seja de caminhões, ônibus, vans, automóveis, motocicletas ou bicicletas, e aos pedestres e passageiros, a optarem por um trânsito mais seguro.

No Sistema Único de Saúde (SUS), os acidentes de trânsito são responsáveis por uma das principais causas de internações e óbitos no país, contribuindo para a diminuição da expectativa de vida da população.

Os acidentes de trânsito são, de fato, uma questão importante de saúde pública, e não apenas uma decorrência da mobilidade veicular. Promover uma cultura de paz no trânsito, ampliar as atitudes pessoais e a capacidade da comunidade de melhorar as condições físicas e psicossociais nos espaços onde as pessoas vivem, estudam, trabalham e se divertem, ou seja, onde a vida transita, reduziriam as admissões hospitalares e a gravidade dos traumas. O setor também ganharia se – com a garantia de condições mais seguras para pedestres e ciclistas – mais pessoas adotassem o hábito saudável de caminhar ou andar de bicicleta, sem temer pela própria vida.

Por isso, é importante conhecer e praticar ações que promovam um trânsito mais saudável. Saiba quais são elas no site Vida no Trânsitowww.saude.mg.gov.br/vidanotransito

Veja abaixo nossa galeria de imagens sobre o tema:

Com informações do site https://maioamarelo.com/.