#Podcast: ‘Fiocruz no Ar’ aborda sífilis em gestantes

By | 25 de setembro de 2019

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Considerada como uma epidemia pelo Ministério da Saúde desde 2016, a sífilis vem avançando no Brasil. Desde 2005, quando começaram a ser coletados os dados sobre a doença, os números só fazem aumentar. Em relação às gestantes, de 2005 a 2018, foram notificados 259.217 casos, sendo que 52% das ocorrências foram em mulheres na faixa etária entre 20 e 29 anos

Médico e professor da Universidade Federal de Minas Gerais, Gabriel Osanan fala sobre essa IST e a importância do tratamento adequado no podcast Sífilis em gestantes: um risco para mães e bebês, do projeto Fiocruz no Ar.

Sífilis

Causada pela bactéria Treponema Pallidum, a sífilis é uma Infecção Sexualmente Transmissível (IST) e pode ser adquirida por meio de relação sexual sem preservativo ou do contato com feridas expostas (a chamada sífilis adquirida) ou transmitida da gestante para a criança ainda no útero (a sífilis congênita). No caso das gestantes infectadas, a transmissão para o bebê pode levar a danos graves, como parto prematuro, fissura perto da boca, convulsões, surdez, dificuldade de aprendizado e até a morte. Para o tratamento da sífilis, é utilizada o antibiótico do tipo penicilina. O importante é manter o cuidado e procurar imediatamente o médico assim que surgirem os sintomas. Não é recomendado o tratamento por conta própria: um erro ou a resistência do organismo materno à penicilina pode causar sérios danos à mãe e à criança.

Fonte: Agência Fiocruz

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