Monthly Archives: junho 2020

Novo PODCAST: “A Gestão Regional do SUS em Minas Gerais frente à Pandemia da Covid-19

Por Ascom/ESP-MG

A Escola de Saúde Pública do Estado de Minas Gerais (ESP-MG) divulga mais um PODCAST.

Neste episódio preparamos um bate papo entre o Superintendente de Educação e Pesquisa da ESP-MG, Rodrigo Machado, e o Subsecretário de Gestão Regional da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais, Darlan Venâncio. O debate perpassa pelas questões da gestão, do apoio regional, comissões, cooperação entre entes e os desafios enfrentados no Estado.

🔊📲 Ouça agora! Acesse a página de PodCasts da ESP-MG: https://bit.ly/2SkRrli

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Dia Mundial do Doador de Sangue: momento de gratidão

Por Camila Dias Motta de Oliveira | Coordenação de Jornalismo | Assessoria de Comunicação Social – Fundação Hemominas – SUS / MG

A celebração da data é um reconhecimento a todos os doadores voluntários que fazem da solidariedade um propósito de vida.

Neste domingo, Dia Mundial do Doador de Sangue, o mundo reverencia os doadores voluntários pela atitude altruísta, responsável e solidária. Doar sangue beneficia não somente os pacientes hematológicos atendidos pela Fundação Hemominas, mas todos aqueles que estão nos hospitais dependendo de transfusões para sobreviver.

Quem salienta a grandeza do gesto é a gerente de Captação e Cadastro de Doadores da Fundação Hemominas, Viviane Guerra: “Sempre é tempo de lembrar a todos sobre a importância da doação de sangue. O sangue é um remédio diferente dos outros: não conseguimos fabricar, nem comprar. Dependemos, exclusivamente, da solidariedade daqueles que comparecem para doar.”

O Dia Mundial do Doador de Sangue é comemorado desde 2005, por iniciativa da Organização Mundial da Saúde (OMS). A escolha da data marca o nascimento do médico austríaco Karl Landsteiner, que deu início à classificação da tipagem sanguínea pelo sistema ABO e descobriu o fator Rh.

Foto: Adair Gomez

Foto: Adair Gomez

Quem não pode doar sangue tem, também, um papel muito válido e necessário: conscientizar outras pessoas sobre a importância do ato. Assim, a Fundação Hemominas estende os agradecimentos e homenagens a todos aqueles que contribuem com a causa, seja doando, compartilhando informações e também aos que trabalham para que a instituição exerça esse papel essencial à sociedade.

Mesmo em tempos de pandemia, com todas as restrições e recomendações quanto ao isolamento social, a doação de sangue se torna ainda mais crucial, pois a demanda é permanente e há pacientes que precisam de transfusão de sangue para o tratamento de diversas doenças, sem esquecer as ocorrências de emergência e traumas.

A Hemominas atua para que as doações ocorram da forma mais segura possível. Para isso, orienta a população que agende suas doações online ou pelo MGapp, para evitar aglomerações e organizar o fluxo de atendimentos. Atenta às recomendações do Ministério da Saúde, a Fundação intensificou os procedimentos de higienização e prevenção, entre eles: a obrigatoriedade do uso do álcool gel / líquido70% nas mãos (qualquer doador ou pessoa que entrar nas unidades); só são aceitas caravanas de doadores de, no máximo, 10 pessoas; as salas de espera das unidades, como as de coleta do sangue, foram reorganizadas de forma a garantir um distanciamento mínimo de 1 metro entre os doadores.

Foto: Adair Gomez

Foto: Adair Gomez

A todos os doadores, a presidente da Hemominas, Júnia Cioffi, deixa uma mensagem: “Agradecemos ao doador pela grandeza que reveste o ato de doar, quando ele se predispõe a esse gesto tão significativo, fundamental à preservação da vida. Este gesto garante melhor qualidade de vida aos pacientes acometidos pela doença falciforme, atendidos pela Fundação, e outros pacientes que demandam atenção, cuidado e qualidade de vida”.

Qual a importância do Educador Sanitário?

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Por Amanda Nathale Soares – Trabalhadora da ESP-MG

Amanda Soares é graduada em Enfermagem pela UFMG, Especialista em Docência e Gestão do Ensino Superior pela PUC-MG. Mestrado, Doutorado e Pós Doutorado em Enfermagem pela UFMG – Linha de Pesquisa: Educação em Saúde e Enfermagem.

A figura do educador sanitário, ou melhor, da educadora sanitária (eram mulheres, em sua maioria) nasceu na década de 1920, em um contexto de crescimento de uma série de problemas, como fome, pobreza, más condições de moradia, epidemias, grandes taxas de mortalidade infantil. Com a necessidade de instituir novos modos de viver e outras formas de cuidar, houve um deslocamento na centralidade da política de saúde pública da época, que deixa de ser marcadamente policialesca e passa a enfatizar a formação da consciência sanitária da população[i]. É aí que nascem as educadoras sanitárias para orientar a população sobre a prevenção de doenças e os cuidados com a própria saúde.

Atualmente, podemos dizer que todos os trabalhadores do SUS são considerados educadores em saúde, incorporando em suas práticas muitas atribuições anteriormente vinculadas ao educador sanitário. Um exemplo mais claro é a atuação do Agente Comunitário de Saúde (ACS).  A potência educativa, antes sustentada na figura da educadora sanitária, hoje, de algum modo, pode ser observada na figura do ACS, também de maioria feminina. Os ACS compõem as equipes que trabalham nas unidades básicas de saúde e estão mais próximos dos usuários do SUS, por meio das visitas domiciliares que realizam cotidianamente. São trabalhadores que, em geral, moram no mesmo território em que atuam e, por isso, conhecem os modos de vida e de cuidado das pessoas, as dinâmicas locais, as crenças relacionadas à saúde e à doença. Essa relação estreita com o território permite ao ACS desenvolver melhor o seu papel de educador, distintamente dos demais trabalhadores da saúde.

Entretanto, como já dito, é necessário e urgente fazermos crescer a potência educativa entre os diferentes profissionais de saúde do SUS. Precisamos talvez dizer menos de um educador sanitário e mais de uma potência educativa que precisa ser ampliada, discutida e trabalhada nos diferentes espaços do SUS.

Em Minas Gerais, a Escola de Saúde Pública (ESP-MG) realiza a formação de trabalhadores do SUS, em suas diferentes categorias profissionais. Nos processos formativos, é abordada a dimensão educativa do trabalho em saúde, com a intenção de capilarizar a potência educativa tão necessária para o cuidado em saúde da população. Algumas ofertas da ESP-MG são desenvolvidas, especificamente, para o fortalecimento da educação em saúde no SUS, como, por exemplo, o curso “Educação em Saúde nas Práticas do ACS”, ofertado na modalidade EAD, que já formou 922 ACS atuantes em 238 municípios mineiros.

A educação em saúde é tão fundamental que, hoje em dia, no contexto da pandemia da Covid-19, tem sido a principal estratégia utilizada para o cuidado da população. A educação em saúde contribui para que as pessoas potencializem suas capacidades de compreender sobre a doença, as suas formas de contágio e as medidas de prevenção (uso de máscara, higienização das mãos e distanciamento social). Apostando nisso, a ESP-MG produziu o curso “ACS no enfrentamento da Covid-19”, que contribuirá para qualificar a atuação de 6 mil ACS do estado de Minas Gerais junto às comunidades.

#MobilizaçãoSocial: Una promove ação de conscientização sobre Covid-19 junto a povos tradicionais

As unidades da Una Cristiano Machado e Linha Verde, da Ânima Educação, coordenaram, junto à Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), ação de conscientização sobre a pandemia de Covid-19, que envolveu doação de máscaras em comunidades indicadas pelo Conselho Estadual de Promoção da Igualdade Racial (CONEPIR).

A fim de auxiliar e contribuir na proteção de famílias que vivem em condições habitacionais mais vulneráveis à contaminação por Covid-19 – como trupes circenses, povos quilombolas e indígenas de Belo Horizonte e Região Metropolitana – os colaboradores voluntários que atuam nos cursos de Saúde da Una foram treinados para instruir sobre higienização das mãos, a relevância do isolamento social, e o uso correto dos Equipamentos de Proteção Individuais (EPIs).

Para o diretor das unidades de ensino da Una, Bruno Antunes Soares, teoria e ação social caminham juntas no processo de aprendizado. “Sempre fortalecemos as ações sociais nos diversos conteúdos trabalhados com os alunos, e no dia a dia com os colaboradores. O ensino não pode ser apenas teórico, precisa se materializar com a prática e com o nosso exemplo”, ressaltou Bruno.

#PartiuVacinação: Dia Nacional da Imunização destaca a importância da prevenção de doenças por meio da vacinação em todas as fases da vida

Por Josianne Dias Gusmão – Graduada em Ciências Biológicas, Bacharel em Enfermagem, Especialista em Gestão de Programas Saúde da Família; Prática e Gestão da Clínica na Atenção Primária à Saúde; Gestão da Clínica na Atenção Primária à Saúde e Mestrado em Ciências da Saúde. Atua no Nível Central da Secretaria de Estado da Saúde de Minas Gerais como Especialista em Políticas e Gestão da Saúde, Autoridade Sanitária Vigilância Epidemiológica, Ambiental e Saúde do Trabalhador e atualmente como Coordenadora Estadual do Programa de Imunizações. 

O Dia Nacional da Imunização, 09 de junho, tem como objetivo destacar a importância da prevenção de doenças por meio da vacinação em todas as fases da vida tanto para o indivíduo como para a saúde coletiva. Manter a vacinação em dia é uma das formas mais eficientes de evitar doenças.

No Brasil e no mundo, muitas doenças deixaram de ser um problema de saúde pública por causa da vacinação massiva da população.

O Brasil conta com um dos mais completos Programas de Imunizações, com grande abrangência de vacinas recomendadas pela Organização Mundial da Saúde – OMS e disponibilizadas de forma gratuita para a população. O Programa Nacional de Imunizações – PNI – foi criado em 1973, representando um instrumento destinado à proteção da população brasileira contra doenças que podem ser evitadas com o uso de imunobiológicos, incluindo as vacinas.

O Programa Nacional de Imunizações alcançou consideráveis avanços nas últimas décadas. Doenças imunopreveníveis como a rubéola e o tétano foram eliminadas. Outras doenças como a influenza, coqueluche, tétano acidental, hepatites, meningites, febre amarela, HPV, formas graves da tuberculose, varicela e caxumba tiveram significativa redução a partir da vacinação em massa.

Foto: Marcus Ferreira / SES-MG.

Foto: Marcus Ferreira / SES-MG.

O Calendário Nacional de Vacinação contempla não só as crianças, mas também adolescentes, adultos, idosos, gestantes e povos indígenas. Ao todo, são disponibilizadas 19 tipos de vacinas para mais de 20 doenças, cuja proteção se inicia, ainda, nos recém-nascidos e se estende por toda a vida.

As vacinas são seguras e passam por diversas fases de avaliação, desde os processos iniciais de desenvolvimento até a produção e a fase final, na aplicação, garantindo sua segurança. Além disso, as vacinas são avaliadas e aprovadas por institutos reguladores muito rígidos e independentes. No Brasil, essa função cabe à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), órgão vinculado ao Ministério da Saúde.

Para quem perdeu o cartão de vacina, a orientação é procurar a Unidade de Saúde onde recebeu as vacinas afim de resgatar o histórico de vacinação e fazer a segunda via. A ausência do cartão de vacina não impede a vacinação.

O cartão de vacina é o documento que comprova a situação vacinal do indivíduo, e deve ser guardado junto aos demais documentos pessoais.

No contexto da pandemia do COVID-19, o Programa Nacional de Imunizações (PNI), de acordo com as recomendações realizadas pela Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS), orienta que a vacinação deve ser considerada uma ação de saúde essencial e imprescindível que não deve ser interrompida.

Neste dia agradecemos aos profissionais de saúde, principalmente os vacinadores, em cujas mãos estão depositadas a certeza e a confiança nos resultados do Programa Nacional de Imunizações e à população mineira, que responde sempre de forma positiva aos chamamentos do setor de Saúde para a vacinação e o enfrentamento dos desafios de controlar ou eliminar doenças e agravos.

Vacinar é proteger você e sua família.

#partiuvacinação

#ObesidadeInfantil: prevenção e controle envolvem alimentação saudável, atividade física e brincadeiras sem dispositivos eletrônicos

por Nathália Ribeiro Mota Beltrão, nutricionista, referência técnica da Coordenadoria de Promoção da Alimentação Saudável e Adequada e Atividade Física da SES-MG

No dia 03 de junho é celebrado o Dia da Conscientização Contra a Obesidade Mórbida Infantil. No Brasil, 3 a cada 10 crianças entre 5 e 9 anos atendidas no Sistema Único de Saúde (SUS), estão acima do peso, e 14% das crianças nessa faixa etária estão obesas (POF, 2008-2009). Em Minas Gerais, segundo o Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (SISVAN), dados referentes ao ano de 2019 indicam que 28,15% das crianças na mesma faixa etária estão com excesso de peso, sendo 13,15% o percentual das que estão com obesidade.

A obesidade é uma doença multifatorial, que dentre as suas causas encontram-se a má alimentação, a inatividade física e o desmame precoce.

A mudança dos hábitos alimentares da população brasileira, caracterizada pelo aumento do consumo de alimentos processados e ultraprocessados (congelados, macarrão instântaneo, salgadinhos tipo “chips”, biscoitos recheados, refrigerantes, guloseimas e outros), e a redução no consumo de alimentos in natura ou minimamente processados como frutas, legumes, arroz, feijão, carnes, leite e ovos, determina, dentre outras consequências, o desequilíbrio na oferta de nutrientes e a ingestão excessiva de calorias e alimentos nutricionalmente pobres em sua composição.

Essa tendência favorece a incidência do sobrepeso e do desenvolvimento das Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT), como o diabetes, a hipertensão, as doenças cardiovasculares e certos tipos de câncer. Anteriormente, manifestadas com maior frequência em pessoas idosas, atualmente, as DCNT, atingem, também adolescentes e crianças, sendo um importante problema de saúde pública mundial.

A inatividade física é outra mudança de hábito entre a população, principalmente entre as crianças, que estão dedicando grande parte do tempo em comportamentos sedentários como: assistindo à televisão, jogando videogame, utilizando tablets e celulares. Essa redução no gasto energético favorece o aumento da prevalência da obesidade.

Uma relação desconhecida por muitos é entre o aleitamento materno e a obesidade infantil. Muitos estudos têm demonstrado um efeito protetor do aleitamento contra a obesidade infantil (MS, 2012).

Diante desse cenário, o Ministério da Saúde lançou em 2019 a Campanha de prevenção e controle da obesidade infantil: “1,2,3 e já!”, baseada em 3 pilares: Alimentação Saudável, Atividade física e Brincadeiras sem televisão, celular e videogame.

Foi disponibilizado um site para a divulgação e compartilhamento de informações sobre a Campanha, que contém materiais de apoio; vídeos e materiais para serem compartilhados pelas redes sociais; cartazes, jogo de tabuleiro e outros materiais.

Profissionais de Saúde

O profissional de saúde tem papel fundamental para auxiliar no controle dessa epidemia que se tornou a obesidade infantil. No cenário atual de pandemia devido ao novo Coronavírus, os profissionais devem adaptar as orientações e ações de promoção da saúde anteriormente ofertadas. Dessa forma, orientações sobre atividade física, promoção do aleitamento materno e de uma alimentação saudável podem ser ofertadas de forma remota, nos atendimentos individuais e nas visitas domiciliares. É importante oferecer estratégias para que as crianças se mantenham ativas em casa.  Além disso, os atendimentos presenciais que forem mantidos, como as consultas de puericultura, imunização, consultas de pré-natal, e avaliação de crescimento e desenvolvimento da criança, são uma oportunidade de coleta de dados antropométricos e de consumo alimentar, seguido de orientações individualizadas sobre a adoção/ manutenção de uma alimentação mais saudável.

Ressaltamos a importância de registrar no Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional os dados antropométricos da população, principalmente das crianças. Com esse registro é possível, posteriormente, realizar o diagnóstico do estado nutricional da população atendida, identificando, por exemplo, a prevalência de obesidade entre crianças atendidas na unidade ou no município, subsidiando ações e políticas específicas.

Para estimular a adoção de hábitos saudáveis desde a infância, a SES-MG elaborou uma Cartilha com informações sobre alimentação complementar para crianças menores de 02 anos, disponível neste link. Também existem diversas publicações do Ministério da Saúde para auxiliar o profissional, como o Guia Alimentar para a População Brasileira, o Guia Alimentar para Crianças Brasileiras Menores de 02 anos, além de outras publicações disponíveis no site www.saude.mg.gov.br/vidasaudavel.

Coronavírus, sistemas de cura e SUS são alguns dos temas da programação de junho da VideoSaúde

Por Equipe VideoSaúde/ Fiocruz

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A VideoSaúde continua ao seu lado neste período de pandemia! Disponibilizamos para você e sua família uma programação relevante, rica em experiências e que desperta a vontade de aprender. Este mês faremos vários destaques. Começaremos com uma produção da Fiocruz. O documentário faz uma abordagem sobre o coronavírus, suas características e estratégias de enfrentamento.

Ainda com foco na saúde, vamos relembrar o trabalho do Projeto Xingu e sua influência nas práticas voltadas para a saúde indígena. Em “ataque silencioso dos fungos” o infectologista Arnaldo Colombo fala da identificação e combate das infecções fúngicas. Em outro documentário, não menos importante, o também infectologista Guido Carlos Levi fala sobre imunização – vacina e seus benefícios.

A ciência também marca presença no retrato de cotidiano da cientista Rafaela Bruno, bióloga e percussionista, que durante uma carona conversa sobre sua profissão e sobre o seu dia a dia.

O Sistema Único de Saúde (SUS) também é destaque. Em “Bem-Te-Vi”, as ações compartilhadas com a Secretaria de Saúde do Estado da Bahia mostram um SUS que dá certo. O documentário “SUS em defesa da vida” destaca os princípios da universalidade e integralidade nesse olhar ampliado sobre a saúde, atuando na atenção básica, média e alta complexidade.

No programa especial exibiremos “Pedras, plantas e outros caminhos’’. O filme retrata uma exitosa experiência em saúde mental.

O Programa VideoSaúde vai ao ar às 22h30, segundas-feiras pelo Canal Saúde, com diferentes reprises ao longo do mês. É só se programar para assistir.

Acesse o link para ver os dias e horários dos vídeos selecionados para a programação de junho de 2020 pela VideoSaúde.