Author Archives: Pollyana Teixeira

#MobilizaçãoSocial: Parceria com Seconci-MG põe em pauta enfrentamento ao Aedes

por: Ana Rita Fernandes

Sem título

Há cinco anos como parceiro da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), o Serviço Social da Indústria da Construção Civil no Estado de Minas Gerais (Seconci-MG), que tem o combate ao Aedes aegypti em sua pauta diária, publicou em seu informativo eletrônico “Seconci News” de fevereiro, uma nota que confere seu compromisso com a responsabilidade social sobre o tema. A previsão de alcance do boletim periódico é de 630 mil pessoas, entre trabalhadores e seus familiares, tendo o propósito de estender essa sensibilização por meio dos seus leitores.

Durante os treinamentos admissionais realizados pela entidade, são inseridas palestras visando à conscientização sobre os cuidados para prevenção da Dengue, Chikungunya e Zika, transmitidas pelo Aedes aegypti, que se reproduz em qualquer superfície com possibilidade de acumular água. O alerta transmitido aos trabalhadores põe em foco a educação em saúde, e na vigilância contínua na eliminação de criadouros, tanto no ambiente de trabalho quanto residencial, observando descuidos costumeiros, como latinhas e garrafas pets deixadas a céu aberto, entre outros, revertendo em cuidados e hábitos preventivos e saudáveis.

#MobilizaçãoSocial: SES-MG destaca ação pelo enfrentamento do Aedes em Juiz de Fora

por Ana Rita Fernandes

Arquivo do Núcleo Municipal de Mobilização Social de Juiz de Fora

Arquivo do Núcleo Municipal de Mobilização Social de Juiz de Fora

Com o propósito de ampliar o alcance da Mobilização Social, a educadora em saúde do Núcleo de Mobilização Social de Juiz de Fora, Maria Aparecida Assis, promoveu palestra sobre o enfrentamento ao Aedes aegypti a cerca de 200 colaboradores e pacientes que passaram pela sala de espera do Hospital Ascomcer de Juiz de Fora.

Além de esclarecer sobre as doenças transmitidas pelo Aedes aegypti – Dengue, Chikungunya e Zika – em parceria com trabalhadores do hospital, a educadora tirou dúvidas do público e destacou a importância de que cada pessoa tenha consciência de que a maneira mais eficiente de prevenção dessas doenças é, de forma constante e contínua, impedir que o mosquito se prolifere.

Para isso, os cuidados devem ser permanentes, retirando do ambiente qualquer possibilidade de acúmulo de água, com destaque aos criadouros mais encontrados nas residências em Minas Gerais: caixas d’água descobertas ou mal tampadas, pneus, garrafas pets, pratinhos de plantas, latinhas de bebida, além de calhas, bandejas de geladeiras e ar condicionados. Esses locais podem reter água e se transformarem em focos do Aedes aegypti. Por isso, é fundamental que a mobilização social atue e envolva toda uma comunidade em adquirir hábitos de combate ao mosquito.

Mobilização em Minas

Total de ações de mobilizaçãoEssa foi uma dentre as 238 ações de Mobilização Social contabilizadas pelo Núcleo do Nível Central e realizadas, em janeiro de 2019, pelos Núcleos Municipais de Mobilização Social, abordando vários temas de prevenção e promoção da Saúde em Minas Gerais.

Atualmente, 737 Núcleos Municipais de Mobilização Social já foram identificados, sendo que, no mês de janeiro de 2019, se destacaram em números de ações, os municípios da regionais de Montes Claros, Juiz de Fora e Pouso Alegre.

Hospital Ascomcer

Parceira em diversas ações de Mobilização Social em Saúde do Núcleo Municipal de Juiz de Fora, a Associação Feminina de Prevenção e Combate ao Câncer de Juiz de Fora – Ascomcer, é uma entidade civil de caráter filantrópico, mantenedora do Hospital Maria José Baeta Reis.

A instituição se destaca pela assistência hospitalar na área oncológica de toda a região, abrangendo cerca de 150 municípios, e destinando 94% de seu atendimento aos pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS), incluindo atendimentos ambulatoriais de diagnóstico e prevenção, além de realizar tratamentos especializados.

#DeuNaMídia: Diretora de Vigilância Epidemiológica da SES-MG fala sobre importância da vacina contra Febre Amarela

Nesta quinta-feira (14), a Diretora de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), Janaína Almeida, concedeu entrevista ao programa MG TV 1ª edição, da TV Globo Minas, sobre a importância da vacina contra a Febre Amarela. Janaína lembrou que a vacina é a medida mais eficaz de se proteger contra a doença,  e fez um alerta especial àqueles que pretendem viajar neste Carnaval e devem tomar a vacina com antecedência de 10 dias, que é o prazo para que a imunização surta efeito.

Confira:

#SaúdeNaEscola: Termina nesta sexta-feira (15) indicações de municípios para o Programa

pse-capa

Gestores públicos de 1.643 municípios têm até a próxima sexta-feira (15/02) para sinalizar o interesse em participar do Programa Saúde na Escola (PSE). As inscrições estão abertas desde o dia 19 de novembro do ano passado. A partir deste ano, para participar do Saúde na Escola, os gestores municipais devem indicar especificamente as escolas, e não mais o nível de ensino. Desta forma, em conjunto com as equipes da Atenção Básica, as instituições assumem o compromisso de desenvolver atividades envolvendo doze ações para o cuidado à saúde no ambiente escolar. Dentre essas ações estão o incentivo à atividade física, combate ao aedes e atualização da situação vacinal de alunos e professores.

As estratégias estão previstas na Portaria nº 1.055 de 2017 e podem ser combinadas, levando em consideração o nível de ensino, as demandas das escolas, do território e a análise de situação de saúde do território.

O credenciamento é feito no site e-Gestor Atenção Básica, espaço para informação e acesso aos sistemas da Atenção Básica. O acesso deve ser feito com CPF e senha do perfil cadastrado como “gestor municipal” vinculado ao “módulo PSE”. Caso o gestor não tenha entrada habilitada ou perfil no módulo PSE, é o CNPJ e a senha do Fundo Municipal de Saúde que deve gerenciar o cadastro.

O Ministério da Saúde acompanhará o desempenho dos municípios por meio do registro de ações do programa e indicadores de resultados descritos no Sistema de Informação da Atenção Básica (SISAB). Caso os recursos não sejam integralmente executados, os valores deverão ser devolvidos.

Saúde na Escola

Criado em 2007 pelo governo federal, o Programa Saúde na Escola surgiu como uma política intersetorial entre os ministérios da Saúde e da Educação, com o objetivo de promover qualidade de vida aos estudantes da rede pública de ensino por meio de ações de prevenção, promoção e atenção à saúde. O investimento anual do Governo Federal no último ciclo do PSE foi de R$ 89 milhões. Mais de 90% dos municípios brasileiros aderiram ao Programa. As ações envolveram um universo de 20 milhões de estudantes de 85.706 escolas e mais de 36 mil equipes da atenção básica do SUS.

#PICS: Fundação João Pinheiro faz workshop sobre práticas integrativas e complementares de saúde

pics

Em parceria com a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) e Instituto René Rachou/Fundação Oswaldo Cruz Minas (Fiocruz), a Fundação João Pinheiro (FJP) realizam, nesta sexta-feira (15/2), o workshop “Tecendo Redes: práticas integrativas e complementares de saúde”.

Voltado para profissionais que atuam na área da saúde, como agentes comunitários, gerentes de Unidades Básicas de Saúde e gestores públicos, o evento ocorre, a partir das 8h, no auditório principal do campus Pampulha da Fundação João Pinheiro (Alameda das Acácias, 70, 2º andar – São Luiz – Belo Horizonte/MG). A participação é gratuita, mas sujeita à lotação do espaço. As inscrições podem ser feitas neste link.

Programação
8h: Credenciamento
8h30: Mesa de abertura
9h: Apresentação do projeto “Movimentos Sociais Femininos e a resposta à síndrome de Zika vírus no Brasil e a inserção das Práticas Integrativas Complementares (PIC)”
9h40: coffee break
10 – Práticas exitosas em PIC
10h40 – Exibição do vídeo Semeando Vida: saberes ancestrais e práticas integrativas de saúde
11h30 – Encerramento e sorteio de agendas educativas e calendários

Outras informações: (31) 3448-9561 / 3448-9588

E-book: “Mulher faz ciência” reúne histórias de cientistas brasileiras

Mulher-faz-ciencia-capa

Quando nós analisamos os números, as estatísticas, no mundo inteiro, apenas um terço dos cientistas são mulheres. Quando analisamos os cargos mais elevados, só cerca de 10% são ocupados por mulheres. Então, nós ainda temos um problema, sim, de desigualdade.

A análise é da bióloga Rafaela Salgado Ferreira, uma das 15 jovens cientistas de todo o mundo que receberam um prêmio internacional para talentos promissores da ciência, o International Rising Talents, em 2018. Rafaela é uma das dez personagens reunidas no e-book Mulher faz Ciência: dez cientistas, muitas histórias, que o projeto Minas Faz Ciência lança para marcar o Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência, comemorado em 11 de fevereiro. A data foi instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2016.

No e-book, Rafaela relembra sua trajetória, iniciada como aluna do Colégio Técnico da UFMG (Coltec), depois como participante do programa de vocação científica do Centro de Pesquisas René Rachou, ligado à Fundação Oswaldo Cruz, em Belo Horizonte, até se tornar professora do Instituto de Ciências Biológicas (ICB) da UFMG.

Dez cientistas, muitas histórias

O e-book Mulher faz ciência: dez cientistas, muitas histórias traz também os depoimentos da historiadora e escritora indígena Aline Pachamama; da bióloga Fernanda Staniscuaski, fundadora do projeto Parent in Science [leia entrevista na edição nº 74 da revista Minas faz Ciência]; da cientista da computação Ingrid Splangler; da física Márcia Barbosa; da técnica em Meio Ambiente Myllena Crystina da Silva; da bióloga Natália Oliveira; da arquiteta e urbanista Priscila Gama; da astrônoma e vulcanóloga Rosaly Lopes e da professora de Física Experimental Sônia Guimarães.

O e-book Mulher faz ciência: dez cientistas, muitas histórias está disponível para download no site Minas Faz Ciência.

#Vacinação: Criança sem cicatriz vacinal não precisa revacinar contra tuberculose

Dia D de mobilização da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e Sarampo.

Dia D de mobilização da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e Sarampo.

Crianças que não apresentarem cicatriz vacinal após receberem dose da vacina contra tuberculose (BCG) não precisam ser revacinadas. A nova recomendação do Ministério da Saúde está alinhada com a Organização Mundial da Saúde (OMS) e Comitê Técnico Assessor de Imunizações (CTAI) após estudos comprovarem a eficácia do imunobiológico também em crianças que não ficam com cicatriz depois da vacina.

Seguimos a recomendação da OMS com relação a BCG porque a ausência da cicatriz vacinal não significa que a criança não está protegida contra a doença. Essa medida vai facilitar ainda mais o calendário de vacinação das crianças que conta, atualmente, com 14 vacinas, diminuindo uma dose que não traria benefícios adicionais para a criança , explicou a coordenadora do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde, Carla Domingues.

A medida foi discutida com especialistas em 2018, durante reunião do Comitê Técnico Assessor de Imunizações (CTAI) com base no último Position Paper da OMS, publicado no ano passado. Instituído em 1991, o CTAI é integrado por representações de várias instituições ou organizações reconhecidas nacional e internacionalmente, como a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm); Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI); Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP); Sociedade Brasileira de Imunologia (SBI); Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo); Organização Pan-Americana da Saúde (Opas); Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco); entre outros.

A principal maneira de prevenir a tuberculose em crianças é com a vacina BCG, ofertada no Sistema Único de Saúde (SUS). Ela deve ser dada às crianças ao nascer nas maternidades, ou na primeira visita da criança no serviço de saúde, o mais precocemente possível. A vacina também está disponível na rotina dos serviços para crianças menores de cinco anos de idade. A vacina, que necessita de apenas uma dose, protege as crianças das formas mais graves da doença, como a tuberculose miliar e a meníngea.

__

Fonte: Ministério da Saúde

#MitoOuVerdade: Notícias falsas podem prejudicar diagnóstico e tratamento do câncer

por Blog da Saúde

Água gelada causa câncer? E água de coco quente cura o câncer? Na internet, são inúmeros os boatos sobre o câncer. Diversas notícias falsas tratam desde supostas vacinas até alimentos milagrosos para cura da doença. Com a popularização de aplicativos de mensagem, a divulgação das chamadas fake News (notícias falsas em inglês) acontece de forma ainda mais rápida e intensa. Porém, acreditar nessas notícias pode trazer graves consequências para pacientes oncológicos, dificultando o tratamento e agravando o já frágil quadro de saúde. O Instituto Nacional do Câncer (INCA) lançou a publicação Dietas Restritivas e Alimentos Milagrosos Durante o Tratamento do Câncer: Fique fora dessa!, esclarecendo os principais mitos sobre o assunto.

Para evitar o impacto das notícias falsas na saúde da população, o Ministério da Saúde possui um canal aberto com a população, pelo WhatsApp, para esclarecimento de Fake News. No Saúde Sem Fake News, qualquer cidadão pode enviar gratuitamente mensagens com imagens ou textos que tenha recebido nas redes sociais para confirmar se a informação procede, antes de continuar compartilhando.

O número para envio de mensagens é o (61) 9-9289-4640. O canal recebe muitas dúvidas relacionadas ao câncer. Por isso, no mês em que se comemora o Dia Mundial do Câncer, o Blog da Saúde reuniu 15 notícias falsas sobre a doença recebidas pelo Saúde Sem Fake News. Confira!

1 – Cientistas israelenses e a cura do câncer – É FAKE NEWS!

Essa notícia é falsa! Não compartilhe!  A iniciativa é um esforço de uma empresa que não foi sequer testada clinicamente ainda. Não há qualquer evidência sólida clínica reportada que permita dizer que haverá qualquer cura baseada no que está sendo proposto. A terapia proposta é uma utilização de peptídeos, pequenos fragmentos de proteínas, que tem potencial terapêutico. O texto apresentado, no entanto, é essencialmente sensacionalista e não se sustenta em dados sólidos. Como está elaborado, é Fake News.

2 – Frutas e a cura do câncer – É FAKE NEWS!

A notícia é falsa. Não há evidência científica de que comer frutas após as refeições, aquecidas ou cozidas piorem a oferta de nutrientes das frutas. As principais instituições de pesquisa em câncer não realizaram revisões sistemáticas sobre esta questão, o que significa que elas não são um tema importante. Frutas são uma parte essencial de uma dieta saudável. Elas são excelentes fontes de muitos nutrientes importantes. Elas fornecem uma dieta baixa em calorias e rica em fibra, o que contribui para manter um peso saudável. Os efeitos do consumo das frutas na diminuição do risco de câncer são indiretos, por meio da ingestão de fibras e da sua associação com uma dieta hipocalórica. Recomenda-se alternar frutas de diferentes cores para o consumo diário, dando preferência às frutas frescas.

 3 – Gelo causa câncer – É FAKE NEWS!

Não compartilhe essa mensagem! Ela é falsa! Não há nenhum nexo científico nas afirmações. Trata-se de uma afirmativa falsa, não há relação entre consumir gelo em qualquer período do ciclo menstrual e a incidência de câncer.

 4 – Câncer é deficiência da vitamina B17 – É FAKE NEWS!

O conteúdo da mensagem é falso. O complexo vitamínico B inclui as vitaminas B1, B2, B3, B5, B6, B7, B9 e B12. O complexo vitamínico B é um grupo de nutrientes que exercem importantes funções no organismo. Como são encontradas em vários tipos de alimentos, sua necessidade diária é suprimida com uma boa alimentação. Somente em circunstâncias excepcionais é indicado suplementação dessas vitaminas.

5 – Cura do câncer por médico militar – É FAKE NEWS!

Essa mensagem é falsa! Não compartilhe! Ela tem todas as características de Fake News, erros de português, caráter alarmista, pede compartilhamento. O Instituto Nacional do Câncer (INCA) afirma que apenas três estudos clínicos para avaliar o efeito da substância fosfoetanolamina em pacientes com câncer receberam aprovação ética da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (CONEP), permitindo a sua realização no Brasil. Os resultados do estudo realizado pelo Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (ICESP) já foram divulgados. Na etapa inicial, foi constatado que esta substância não causou eventos adversos graves aos participantes. Após a segunda etapa deste estudo, em que foram tratados 72 pacientes, chegou-se à conclusão que a fosfoetanolamina não se mostrou eficiente contra o câncer.

6 – Estudo associa Omeprazol com tumores no estômago – É FAKE NEWS!

Essa notícia é falsa! Não compartilhe. A afirmação de que remédio para gastrite, úlcera e refluxo dobra o risco de câncer implica uma relação de causa e efeito. Entretanto, o estudo citado encontrou apenas uma correlação, não permitindo identificar se o omeprazol (ou similares) foi realmente a causa do aumento da doença. O estudo apenas relata que quem tomou o remédio teve mais câncer de estômago do que os que não tomaram.

7 – Água gelada faz mal – FAKE NEWS!

Essa mensagem é falsa! Não compartilhe. Além de atribuir o texto ao Dr. Dráuzio Varella com uma especialidade diferente da dele, o texto contém diversas informações falsas e alarmistas. Essa mensagem já foi desmentida pelo portal Boatos.org, parceiro do Ministério da Saúde no combate às Fake News. O portal esclarece que essa mensagem circula há algum tempo, com pequenas modificações. Saiba mais: https://www.boatos.org/saude/drauzio-varella-agua-gelada-cancer.html

8 – Água de coco quente é a cura do câncer – FAKE NEWS!

Essa mensagem é falsa! Não compartilhe! Não existe um alimento específico ou milagroso para a prevenção e/ou cura do câncer. Não existem evidências científicas que atribuam tal capacidade a água de coco quente. O que previne o câncer é praticar uma alimentação saudável, manter o peso corporal adequado e praticar atividade física. Uma alimentação saudável e protetora de câncer é composta por alimentos in natura, alimentos minimamente processados e preparações culinárias feitas com esses alimentos. Além disso, uma alimentação saudável também deve ser pobre em alimentos ultraprocessados, que são aqueles prontos para aquecer e consumir, pobre em carnes processadas e sem bebidas alcoólicas.

9 – Cura do câncer por alimentos milagrosos – FAKE NEWS!

O conteúdo da mensagem é falso. Apesar da redução do consumo de açúcar ser benéfica para a saúde e para a prevenção do câncer, uma vez que a doença está instalada, não há alimentos ou medidas milagrosas capazes de eliminá-la. O paciente de câncer deve buscar orientação médica, seguir o tratamento proposto pelo especialista e evitar buscar soluções milagrosas divulgadas de forma imprudente nas mídias sociais.

10 – Beber água antes de pintar o cabelo – FAKE NEWS!

Garantir que a ingestão de água durante “todo o tempo de ação do produto, manter a bexiga cheia e só esvaziar após lavar os cabelos” como forma de precaução “para que as partículas de chumbo que as tinturas contêm não fiquem depositadas na bexiga, que é para onde elas são direcionadas”, prevenindo assim o surgimento de câncer é uma interpretação muito superficial sobre a cinética do chumbo no organismo. Este ato pode ainda levar maior quantidade de chumbo aos tecidos mineralizados, favorecendo seu acúmulo em ossos e dentes, ao invés de contribuir com a sua eliminação de fato.

11 – Uso do celular no escuro e câncer de olho – FAKE NEWS

O texto intitulado USO DO CELULAR NO ESCURO está repleto de informações equivocadas e sem comprovação científica. Não existem estudos científicos mostrando que o uso do celular, seja a noite ou durante o dia provoque maculopatia (que o texto erroneamente classifica como câncer no olho), catarata, olho seco, degeneração macular ou perda de visão.

12 – Vacina anticâncer – FAKE NEWS

Não existe vacina anticâncer. O próprio Hospital Sírio-Libanês citado na mensagem já desmentiu essa Fake News, que circula desde 2008. A Secretaria de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, também atestou como Fake News essa notícia.

13 – Vacina contra o HPV sob julgamento devido a horríveis efeitos colaterais – FAKE NEWS

Não existe e nunca existiu a proibição da vacina HPV (Papilomavírus Humano) mencionada na imagem. O Ministério da Saúde esclarece que essa vacina é segura e eficaz e, assim como todas as vacinas ofertadas pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI), passa por um rígido processo de validação e possui os devidos registros na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). No entanto, como qualquer medicamento, pode causar Eventos Adversos Pós-Vacinação (EAPV), embora sejam raros.

14 – MPF proíbe vacina contra HPV – FAKE NEWS

Não existe e nunca existiu a proibição da vacina HPV (Papilomavírus Humano) mencionada na imagem. O Ministério da Saúde esclarece que essa vacina é segura e eficaz e, assim como todas as vacinas ofertadas pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI), passa por um rígido processo de validação e possui os devidos registros na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). No entanto, como qualquer medicamento, pode causar Eventos Adversos Pós-Vacinação (EAPV), embora sejam raros.

15 – Medicamentos para hipertensão pode causar câncer – VERDADE!

Essa notícia é verdadeira! A Anvisa divulgou em 2018 um alerta para o aumento do risco de câncer de pele não-melanoma decorrente do uso cumulativo do medicamento hidroclorotiazida, utilizado para tratamento da hipertensão arterial e para controle de edemas. Você pode conferir o alerta no Portal da Anvisa: https://bit.ly/2RH79VC

#Brumadinho: Site especial reúne orientações e informes sobre cuidados em saúde em decorrência do rompimento da barragem

No dia 25 de janeiro, uma barragem contendo rejeitos de processamento de minério se rompeu no município de Brumadinho, Região Metropolitana de Belo Horizonte. Imediatamente, a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) reativou o Comitê de Operações de Emergência na Saúde (COES), responsável por coordenar ações para enfrentamento de desastres, dentro do âmbito da Saúde Estadual.

Para esclarecer a população e aos profissionais de saúde sobre como proceder em situações de emergência de saúde pública, a SES-MG colocou no ar o hotsite saude.mg.gov.br/brumadinho, que reúne orientações, comunicados, informes e protocolos sobre cuidados em saúde diante desse acontecimento. O rompimento da barragem de Brumadinho oferece riscos imediatos e futuros à saúde de quem possa ter contato com os rejeitos provenientes da barragem, e àqueles que vivem próximo ao rio Paraopeba.

Acesse e conheça: saude.mg.gov.br/brumadinho

capa_home

#MobilizaçãoSocial: Núcleo de Juiz de Fora busca participação popular contra o Aedes aegypti

por Ana Rita Fernandes

05

Com o objetivo de informar sobre os cuidados para eliminar possíveis focos do mosquito Aedes aegypti, propagador da Dengue, Chikungunya e ZiKa, o Núcleo de Mobilização Social de Juiz de Fora realizou uma blitz educativa, na Avenida Juscelino Kubitschek, bairro Santa Lúcia, no município de Juiz de Fora.

Motoristas de veículos particulares e passageiros de transporte coletivo foram abordados pelas equipes envolvidas na ação, que ofereceram panfletos informativos a fim de sensibilizá-los para a importância da participação popular no controle das doenças provocadas pelo Aedes.

A equipe de Educação em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde de Juiz de Fora, integrante do Núcleo de Mobilização Social em Saúde, contou com a participação da Defesa Civil, Secretaria de Transportes (Settra), Polícia Militar Rodoviária, Secretaria de Atividades Urbanas (SAU), Agentes de Combate às Endemias, e Guarda Municipal.

#SaúdeNaCozinha: Conheça e previna-se de doenças transmitidas por alimentos

Warut Chinsai

Warut Chinsai

Você sabia que a ingestão de água ou alimentos contaminados é capaz de provocar mais de 250 tipos de doenças? São as chamadas DTA’s, ou doenças transmitidas por água e alimentos. A maioria delas são infecções causadas por bactérias e suas toxinas, vírus e outros parasitas, e são uma importante causa de morbidade e mortalidade em todo o mundo. Existem ainda as intoxicações causadas por toxinas naturais, como por exemplo, cogumelos venenosos, toxinas de algas e peixes ou por produtos químicos prejudiciais que contaminaram o alimento, como chumbo e agrotóxicos.

Dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) apontam que, por ano, são notificados em média 700 surtos de DTA no Brasil, com envolvimento de 13 mil doentes e 10 óbitos. É considerado surto de DTA quando duas ou mais pessoas apresentam doença ou sintomas semelhantes após ingerirem alimentos e/ou água da mesma origem. Para doenças de alta gravidade, como Botulismo e Cólera, apenas um caso já é considerado surto.

Sinais e sintomas

Como as doenças transmitidas por alimentos (DTA) podem ter várias causas, não há um quadro clínico específico. No entanto, os sintomas mais comuns são: náuseas, vômitos, dores abdominais, diarreia, falta de apetite e febre. O tempo que o organismo leva para apresentar os primeiros sinais após infecção, varia conforme o agente etiológico, mas usualmente é curto, variando de 1-2 dias a no máximo 7 dias.

Marcos Santos | USP Imagens

Marcos Santos | USP Imagens

Tratamento

O tratamento das DTA é baseado em medidas de suporte para evitar a desidratação e óbito. Os sintomas tendem a desaparecer em alguns dias e geralmente os antimicrobianos são indicados quando há comprometimento do estado geral, febre persistente (por mais de três dias), sangue nas fezes e desidratação grave. Em todos os casos, é importante monitorar o estado de hidratação e a duração dos sinais e sintomas, além de procurar o serviço de saúde para a indicação de terapêutica específica, de acordo com a suspeita clínica. Também é fundamental a reposição de líquidos, principalmente em crianças, idosos e imunodeprimidos que apresentam diarreia. Quando a diarreia é aguda, deve-se ingerir sal de reidratação oral, disponibilizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS), ou outras soluções de reidratação oral. As bebidas esportivas não compensam corretamente as perdas de fluidos e eletrólitos e não devem ser utilizadas.

Como prevenir as doenças transmitidas por alimentos

01_fb