Author Archives: Ricarda Caiafa

#FicaADica: Fim do horário de verão pode afetar nosso organismo

No próximo domingo (18/02) termina o horário de verão. A partir da meia-noite, os relógios devem ser atrasados em uma hora nas Regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Mas, você sabia que o fim do horário de verão pode alterar o corpo humano de diferentes maneiras? Segundo os especialistas, entre as principais consequências estão a sonolência, a enxaqueca, a dor de estômago e, até mesmo, alteração do apetite.

A nova adaptação de horário dura, em média, sete dias. Para evitar problemas durante o período, o recomendado é preparar-se para dormir no horário de costume e evitar o consumo de bebidas que tirem o sono, como café, refrigerante e alguns tipos de chá que contêm cafeína.

Além disso, o estilo de vida também influência nesse desconforto do organismo. Pessoas que têm uma vida mais regrada em relação aos horários de alimentação e sono tendem a ser mais afetadas. Já para quem tem mais flexibilidade na rotina, o recomendado é acordar 15 minutos mais cedo diariamente, para que a transição ocorra aos poucos. Abaixo, confira algumas dicas:

#Acessibilidade: VideoSaúde lança 13 filmes com audiodescrição

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Como resultado da parceria entre a VideoSaúde Distribuidora, do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict/Fiocruz), e a TV Câmara, foram lançados 13 filmes do Selo Fiocruz Vídeo com audiodescrição no canal do Youtube da Distribuidora. Desde o segundo semestre de 2017, a TV Câmara já exibe as produções da VídeoSaúde em seu canal.

A audiodescrição propicia conteúdo das obras com faixa narrativa adicional para cegos e deficientes visuais, que consiste na descrição de todas as informações compreendidas visualmente e não estão contidas nos diálogos, como, por exemplo, expressões faciais e corporais que comuniquem algo, informações sobre o ambiente, figurinos, efeitos especiais, mudanças de tempo e espaço, movimento de câmera, além da leitura de créditos, títulos e qualquer informação escrita na tela.

A iniciativa se enquadra nas políticas institucionais – principalmente da Política de Comunicação Pública da Fiocruz – que visam ampliação de oferta de conteúdos acessíveis a todos os públicos. Com isso, a partir de hoje, as páginas oficiais da Fiocruz poderão dispor dos filmes/audiovisuais com audiodescrição.

A VideoSaúde criou um canal exclusivo no Youtube para os filmes com autodescrição, que também já podem ser acessados abaixo, apenas clicando no nome do filme:

Saúde em trânsito

Crack repensar

Nascer nas prisões – Gestar, nascer e cuidar

Nascer nas prisões – Impacto social

Mulheres das águas

Esporotricose

Nuvens de veneno

Paracoco, uma endemia brasileira

Fé eterna na Ciência

Cinematógrafo brasileiro em Dresden

Diários de tuberculose

Oswaldo Cruz na Amazônia

Fonte: Agência Fiocruz de Notícias

#SaúdeNoCarnaval: Não esqueça da hidratação durante a folia

carnaval_5A hidratação durante as festas de carnaval é extremamente importante, mas como o folião costuma se esquecer de beber água entre as bebidas alcóolicas, Marcelo Ribeiro, gerente assistencial do Hospital João XXIII, sugere a ingestão de soro caseiro antes e depois dos blocos. “Bebendo o soro antes de sair de casa, quando retornar, as chances de uma desidratação são praticamente zero. A pessoa pode até ter náuseas, dores de cabeça, mas estará hidratada”, afirma o coordenador de plantão.

Outra forma de evitar os problemas consequentes do abuso de álcool é comer algo antes de sair de casa. De acordo com Marcelo, o importante é se alimentar, independente se a comida é considerada saudável ou não. “A pessoa deve estar nutrida. Se há uma ingestão de proteínas e carboidratos, é o suficiente”, explica o profissional.

Deve-se ter cuidado também ao beber nas latinhas, que costumam ficar armazenadas em uma água suja. Segundo Marcelo, pode haver contaminação por uma bactéria existente nesta água, e a pessoa acaba associando erroneamente seu mal estar à bebida alcoólica. “Antes de beber direto na latinha, limpe- a com água ou um lenço umedecido”, recomenda ele.

Veja outras dicas e cuide da sua saúde durante a folia:

#FoliaComAsCrianças: Veja dicas importantes para pular carnaval com os pequenos foliões

Carnaval em família é um ótimo divertimento, mas com as crianças exige alguns cuidados especiais. O Diretor do Hospital João XXIII, da Rede Fhemig e pediatra Sílvio Grandinetti, ressalta que os incidentes mais comuns com crianças em blocos de carnaval são as quedas da própria altura e a desidratação. “É preciso oferecer líquido (água, suco, água de coco) constantemente a elas, e alimentos leves, para que elas não passem mal”, afirma o médico. O protetor solar também é fundamental para evitar queimaduras solares. “É importante lembrar que o ideal é que as crianças pulem carnaval com outras, em blocos destinados a elas, com percursos curtos”, conclui Grandinetti.

Outra dica é a identificação das crianças, que é importante para caso elas se percam dos pais: “uma opção é colocar uma pulseira no braço, ou pendurar um crachá, com nome, telefones e endereço”, sugere o pediatra. Além disso, a organização “Criança Segura” recomenda que os pais segurem os pulsos dos filhos ao invés das mãos, pois o risco é menor de eles escaparem para brincar e sumirem no meio da multidão.

Veja na galeria abaixo outras dicas e boa diversão:

#SaúdeNoCarnaval: Dicas para quem vai curtir a natureza

Créditos: Divulgação Internet

Créditos: Divulgação Internet

Quem escolher como destino durante as festas de carnaval lugares que tenham nas proximidades rios e cachoeiras, deve ter atenção com os perigos causados por mergulho em águas rasas. Todo o cuidado é pouco, pois mesmo que a pessoa esteja acostumada a nadar no local, a ingestão de álcool contribui para que ela perca a noção da profundidade das águas, que também pode mudar de acordo com a época do ano.

No Hospital João XXIII, há um aumento no registro de casos de afogamentos e lesões graves de coluna durante os feriados prolongados. Na maioria das vezes, o afogamento de adultos acontece quando a pessoa ingere bebida alcoólica de forma excessiva, a ponto de diminuir os reflexos, e, em seguida, entra na água – muitas vezes sem saber nadar.

O mergulho em águas rasas é a quarta causa de lesão medular no Brasil, de acordo com dados do Ministério da Saúde. A maioria dessas lesões afeta pessoas com idade entre 10 e 30 anos. Um mergulho mal calculado – seja em rio, piscina ou mar – pode ser suficiente para deixar uma pessoa paralisada por toda a vida. Ao cair do alto, de cabeça, num local raso ou onde há pedras ou bancos de areia, o choque faz com que o pescoço seja dobrado enquanto o resto do corpo continua a se mover, causando fratura de uma das vértebras.

Por isso, veja as dicas abaixo e aproveite com segurança:

– Não mergulhe em locais desconhecidos;
– Busque informações sobre a profundidade do local em que você pretende mergulhar;
– Entre primeiro no local, sem mergulhar;
– Evite brincar de empurrar amigos para dentro de piscina, cachoeira, lagoa ou mar

Fonte: Fhemig

#SaúdeNoCarnaval: O que deve ser observado ao usar maquiagem?

Você sabia que o uso incorreto de maquiagem pode causar alergia e irritação na pele? E no carnaval, a Fundação Ezequiel Dias (Funed), ressalta que algumas questões devem ser observadas pelas pessoas.  A chefe do Serviço de Medicamentos, Saneantes e Cosméticos, da Divisão de Vigilância Sanitária do IOM, Daniella Guimarães da Silva, ressalta que os consumidores devem sempre observar se o cosmético atende às normas de segurança da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), respeitando as orientações de uso e o prazo de validade. Além disso, Daniella reforça que o protetor solar é um importante aliado nos dias de folia. “O protetor solar é essencial para evitar queimaduras e prevenir o câncer de pele. É muito importante não sair de casa sem passar o protetor solar e seguir as instruções de uso descritas no rótulo do produto”, recomenda.

Veja nossas dicas e boa folia:

 

#FicaADica: Não deixe o abuso de álcool estragar seu carnaval!

Arte: Izabela Baiense

Arte: Izabela Baiense

Belo Horizonte vai receber ainda mais foliões em 2018 – são esperados 3,6 milhões de foliões nas ruas, 20% a mais que em 2017. Apesar de a capital mineira estar preparando uma estrutura adequada para receber tantas pessoas, é preciso ter atenção, e evitar o exagero no álcool é uma forma de não perder o controle no meio da multidão.

Segundo o gerente assistencial do Hospital João XXIII , Marcelo Lopes Ribeiro, o número de pessoas alcoolizadas, desidratadas e vítimas de pequenas agressões que chegam à emergência do hospital durante o carnaval é alto – muitas vezes, de 30 a 40 ao mesmo tempo. Esta é uma realidade do cenário atual, já que antigamente, como grande parte da população de BH viajava nesta época, o mais comum era a chegada de vítimas de acidentes nas estradas. “Alguns pacientes dão entrada muito alvoraçados, outros prostrados, com vômitos ou dor abdominal. Fazemos os exames necessários, e no final o que se constata é o abuso de álcool. A maioria deles, quando questionados, diz que estava em um bloquinho de carnaval”, afirma o médico. Ao beberem, as pessoas acabam se exaltando e brigando até sem motivo, e muitas vezes, podem sair vários feridos destas confusões. Portanto, tente se afastar quando vir inícios de discussões mais calorosas. “As ruas de Belo Horizonte estão ficando muito cheias, e a segurança não consegue conter os ânimos de todos os foliões. Portanto, é melhor prevenir e se afastar de problemas”, diz Marcelo.

As consequências de abusar do álcool durante vários dias seguidos são várias: uma das mais comuns é a queda de imunidade da pessoa, fazendo com que ela fique mais susceptível a doenças, que vão desde uma simples gripe, a uma amigdalite ou até mesmo uma faringite. Outros problemas graves que podem aparecer em decorrência do abuso das bebidas, são a desidratação do organismo e o sobrecarregamento do fígado. Este último pode gerar sintomas bem desagradáveis para o paciente, como vômitos e diarreias em grande quantidade – o que acaba contribuindo também para a desidratação.

Veja dicas para se hidratar na folia: Sucos naturais auxiliam na hidratação e garantem disposição para o Carnaval

Fonte: Fhemig

#SaúdeNoTrânsito: Se beber, não dirija!

Arte: Deise Meireles

Arte: Deise Meireles

Se quiser curtir a folia na rua em sua própria cidade, deixe o carro em casa. Mas, caso vá viajar, todo o cuidado é pouco nesta época do ano: durante o carnaval, o número de veículos nas estradas aumenta, e consequentemente os riscos de acidentes.

Segundo Paulo Roberto Carreiro, médico cirurgião do Hospital João XXIII, quanto maior a velocidade, mais graves serão as lesões causadas pela batida. “Na hora do impacto, a velocidade do veículo se converte em energia a ser transmitida para o corpo dos ocupantes, e é a quantidade desta energia que determina a gravidade dos ferimentos”, explica ele.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde, 90% dos acidentes de trânsito são causados por falha humana. Para reduzir as chances disto acontecer, tome os seguintes cuidados:

  • Realize manutenção preventiva do veículo antes de viajar;
  • Não dirija em alta velocidade;
  • Jamais dirija sob efeito de álcool;
  • Mantenha a distância segura em relação ao veículo da frente;
  • Não realize ultrapassagem à direita;
  • Use cinto de segurança;
  • Crianças devem ser transportadas com a utilização de equipamentos de segurança adequados à idade, peso e altura;
  • Objetos e bagagens devem ser transportados no porta-malas. Em uma colisão, o objeto solto pode ser arremessado no interior do veículo e seu peso é multiplicado por 50 vezes, ou mais, dependendo da velocidade.

Fonte: Fhemig

#InternetSegura: Data alerta sobre riscos do uso da rede por crianças

Dia Internacional da Internet Segura

No Dia Internacional da Internet Segura (Safer Internet Day, em inglês), celebrado nesta terça-feira (06/02) em dezenas de países em todo o mundo, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) alerta para o acesso desigual às novas tecnologias e para os inúmeros perigos do uso da rede mundial pelos menores de idade.A campanha deste ano tem o lema “Criar, conectar e compartilhar o respeito: uma internet melhor começa com você”.

Em um relatório lançado hoje em Madri, intitulado Los niños y niñas de la brecha digital en España (Os meninos e meninas da abertura digital na Espanha), o Unicef revela que o acesso de menores à internet está acontecendo cada vez mais cedo. Os que agora têm 15 e 16 anos começaram a usar a rede digital com 10 anos, e aqueles que agora têm entre 9 e 10 anos começaram com sete.

Na Espanha, 95% das crianças entre 10 e 15 anos utilizam a internet. Mas ainda há 300 mil crianças e adolescentes que não têm acesso a computadores e 140 mil que nunca tiveram contato com a internet.

“No ambiente digital em que essas crianças nasceram, não ter acesso à tecnologia informatizada é uma forma de exclusão que pode ter consequências para o seu desenvolvimento pessoal e trabalho futuro”, afirma Maite Pacheco, diretora de Conscientização e Políticas Infantis, da Comissão Espanhola do Unicef.

Perigos da rede

Os riscos a que as crianças estão expostas quando navegam nas redes sociais e na internet são diversos. O uso excessivo, cyberbullying (bullying através da internet), sexting (divulgação de conteúdos eróticos através de celulares), acesso a conteúdos não adequados para menores de idade, falta de privacidade e uso indevido de dados pessoais, são alguns dos malefícios existentes.

Entre os perigos está também o assédio sexual, que afeta principalmente as meninas. O Unicef baseou-se em um estudo realizado em 2016 com uma amostra de 4 mil crianças. A pesquisa mostrou que 42,6% das meninas disseram terem sido vítimas de algum tipo de violência ou assédio sexual online, em comparação com 35,9% dos meninos.

O relatório apresentou o depoimento de uma menina de 13 anos que diz que “muitas pessoas” lhe pediram fotos. “Foi o que me incomodou, porque me pediam fotos de partes do meu corpo e eu disse que não e não. Nunca os enviei, eu costumava enviar só do meu rosto, mas nunca enviei nada daqui para baixo”.

Minorias

As crianças de grupos tradicionalmente discriminados, como crianças da comunidade cigana, de origem migratória ou do grupo LGTBI são as mais vulneráveis e as mais atacadas. A discriminação e o discurso de ódio têm um impacto muito negativo sobre elas, uma vez que perpetua estereótipos e dificulta sua integração.

O relatório do Unicef enfocou o uso de novas tecnologias por crianças de origem equatoriana e da África magrebina (oriundos do Marrocos, Argélia, Túnisia, Saara Ocidental e Mauritânia) e subsaariana, pois são as populações de imigrantes mais representativas na Espanha. O estudo leva em consideração meninos e meninas que migraram com suas famílias, bem como aqueles que já nasceram no país.

Em geral, essas crianças têm alto acesso à internet nos telefones celulares. De acordo com o estudo, “se eles não têm Wi-Fi (acesso à rede sem fio) em casa, eles se conectam com um amigo ou membro da família. O problema enfrentado por esses menores é, principalmente, o recebimento de mensagens de ódio”.

Riscos e Oportunidades

De acordo com o relatório, diariamente mais de 175 mil crianças acessam a internet pela primeira vez no mundo, ou seja, um jovem entra na rede a cada meio segundo. E, apesar dos riscos, de um modo geral a rede pode desempenhar um papel fundamental para que essas crianças possam desenvolver seu potencial, melhorar sua integração e até buscar referências e ajuda.

O acesso à informação através de aplicativos e plataformas especializadas pode ajudá-las na construção de relacionamentos sociais com outras crianças que têm as mesmas preocupações e dificuldades.

“Para mim, as redes sociais têm sido uma grande ajuda”, explica a estudante marroquina Nora Kaddour, de 18 anos. “Graças às redes, fiz amigos e posso estar em contato com minha família, contar-lhes o que acontece comigo ou o que eu preciso. Através da internet, posso obter informações para estudar e é mais fácil fazer os trabalhos (escolares)”. Gabriel Díaz, 19 anos, estudante e ativista LGTBI, conta que a internet mudou sua vida. “Consegui encontrar respostas para um mar de dúvidas e senti que não era o único. Também é verdade que encontrei muitas informações erradas e enfrentei discriminação e ódio contra o coletivo LGTBI”.

 

 

Fonte: Agência Brasil.

#DiaMundialDoCâncer: Campanha aborda o estigma social e notícias falsas sobre o câncer

dia mundial do cancer

O Dia Mundial do Câncer, celebrado em 04 de fevereiro, é uma data criada pela União Internacional para o Controle do Câncer (UICC), em 2005, para conscientizar a população mundial sobre a doença e incentivar as pessoas a falarem mais sobre o assunto no dia a dia. Neste ano, o INCA escolheu como tema o estigma social do câncer.

A campanha tem o objetivo de desmistificar marcas negativas associadas à doença, como emoções tristes ou até a morte, por meio do compartilhamento de experiências de pessoas que tiveram a doença e o foco no acolhimento e apoio da família.

Além disso, a campanha abordará o problema da desinformação provocado pela veiculação de notícias falsas e equivocadas sobre o tema, que podem atrapalhar a prevenção e o tratamento do câncer.

Todo esse movimento segue ainda a campanha criada em 2016 pela UICC para o triênio 2016-2018 que tem como slogan: “Nós podemos. Eu posso”. O objetivo é mostrar como todas as pessoas do mundo – em grupo ou individualmente – podem agir de diferentes maneiras para reduzir o impacto do câncer no planeta.

  • Acesse aqui e saiba mais sobre a campanha do Dia Mundial do Câncer.
Fonte: INCA.

#VidaSaudável: Diversificar as atividades físicas pode estimular ainda mais as crianças a se movimentarem

Foto: iStock / Reprodução.

Foto: iStock / Reprodução.

Incentivar os filhos a fazer atividade física regularmente é apenas o primeiro passo. Os pais devem se lembrar que as crianças precisam testar atividades diferentes e variadas. A diversidade de atividades vai garantir aos pequenos uma base de proteção para lesões precoces, ajudar no desenvolvimento motor, no controle de peso e ainda aumentará as chances de ter um futuro mais ativo. Ela também pode garantir uma maior adesão à prática regularmente.

“Crianças não precisam de padrões sistemáticos de exercícios, como os adultos que vão à academia. Elas têm de trabalhar mais o lado lúdico, ou seja, se exercitar brincando. Mas o problema é que muitas vezes o foco fica em uma só atividade. No Brasil, pratica-se muito futebol, então muitas vezes o estímulo dos pais fica todo direcionado ao esporte mais popular do país. Para o melhor desenvolvimento motor da criança é essencial que ela faça várias atividades. Ou seja, por um tempo ela joga bola, depois pode testar o vôlei, jogar peteca, fazer natação, pular corda, pega-pega, ping-pong. O aprendizado motor acontece por meio de gestos diferentes”, explica Maurício Milani, cardiologista e médico do esporte.

A natação, por exemplo, além de desenvolver o físico como um todo, ainda evita afogamentos. Dos esportes normalmente praticados em escolas, o vôlei, o handebol e o basquete trabalham bastante os membros superiores, enquanto o futebol foca bastante os inferiores.

Não se pode esquecer que várias brincadeiras também são importantes – tanto pelo desenvolvimento físico quanto pela criatividade. Entre elas estão amarelinha, pique-pega e pique-bandeira e outros.

Veja também:
#VidaSaudável: Por onde começar atividade física para as crianças?
#PartiuFérias: Incentivar as crianças brincarem ao ar livre faz bem à saúde

Que tal levar a criançada da sua família ou da sua vizinhança para brincar ao ar livre? 😆⚽🌳👦👧💖 Click To Tweet

“A variedade de atividade física é muito importante para a formação neural da criança, pois ela aprende gestos motores diferentes e ganha habilidades motoras variadas. E a diversidade prepara bem o corpo, prevenindo contra lesões, além de evitar a monotonia”, exemplifica Milani.

No início, a criança quer, inclusive, testar todos os tipos de experiências, descobrir várias coisas. Futuramente, ela acaba encontrando maior afinidade em uma modalidade. “Nessa fase é importante a diversidade para que a atividade não fique monótona e que a criança não acabe abandonando. Quando chega a adolescência, aí sim ele pode focar mais em uma atividade específica”, explica Milani.

“Vale lembrar que jamais devemos impor uma modalidade a uma criança. Ela tem de se sentir bem na atividade física e se divertir com isso para tomar gosto pela prática. E se os pais puderem acompanhar a atividade física e praticar junto, tanto melhor. A prática em família dá muito certo e coloca a saúde de todo mundo em dia”, finaliza o cardiologista.

Fonte: Portal Saúde Brasil