Author Archives: Wander Veroni

#Curiosidade: Qual é a relação entre o nosso cérebro e a disseminação de Fake News?

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O professor e pesquisador do Departamento de Neurociências da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Bruno Souza, foi à Escola de Saúde Pública do Estado de Minas (ESP-MG) na última quarta-feira (13/06) para ministrar uma palestra sobre os “Os impactos da Fake News na Ciência e na Saúde”. A atividade foi uma parceria das Assessorias de Comunicação Social da ESP-MG e da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) com o objetivo de explicar o atual cenário de disseminação de notícias falsas, que impactam diretamente as informações para os cidadãos.

Em sua apresentação, o pesquisador explicou que o compartilhamento desse tipo de notícia está ligado diretamente ao condicionamento de nosso cérebro. “Nosso cérebro é o órgão mais falho de nosso corpo, devido ao que ele absorve, guarda e se condiciona. Optamos por acreditar nessas informações, ainda mais se elas estiverem carregadas de emoções”, diz.

  • Para ler a matéria completa no site da SES-MG, clique aqui.

Também conhecida como boatos ou notícias, as Fake News são informações publicadas de forma desonesta com a intenção de enganar e confundir as pessoas. No caso da saúde, gera sérios impactos para a população como contestar a eficácia de vacinas, levando muitas pessoas a não participarem das campanhas pontuais de vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS). Por isso, listamos algumas atitudes que impactam para a disseminação das Fake News:

#FalaRegional: Regional de Saúde de Leopoldina promove treinamento sobre segurança do paciente

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Nesta semana, a Regional de Saúde de Leopoldina promoveu nos dias 12 e 13 de junho o Workshop de Segurança do Paciente. A atividade foi realizada em parceria com a Casa de Caridade Leopoldinense e com o Hospital de Cataguases – Santa Casa de Misericórdia. O objetivo foi capacitar representantes municipais e dos hospitais sobre a implementação da Segurança do Paciente nos pontos de assistência que atendem a população pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

O público foi composto por representantes das Vigilâncias Sanitárias municipais, coordenadores da Atenção Primária à Saúde, farmacêuticos, técnicos em radiologia e enfermeiros dos hospitais da região, totalizando 81 participantes. O evento contou com a participação na abertura de Dora Camila Zangirolami Meneguitte Alves (Substituta Legal da Diretora da GRS-Leopoldina), Marcela Bella Lopes (Coordenadora de Vigilância em Saúde da GRS-Leopoldina), Wolney Aguilar (Administrador da Casa de Caridade Leopoldinense), Wilson Crepaldi Júnior (Provedor do Hospital de Cataguases) e Wilian Teixeira Rodrigues (Coordenador da Unidade de Fiscalização do COREN-MG).

No primeiro dia foram debatidos os seguintes temas: Desafios em Segurança do Paciente com Francklin Inácio da Silva (RT Enfermeiro da Casa de Caridade Leopoldinense, Segurança do Paciente em Vigilância Sanitária com Maria Luiza da Silva de Souza (Coordenadora da Vigilância Sanitária da GRS-Leopoldina) e Organização, Vigilância e Controle das infecções Hospitalares com Raquel Cunha Pinto (Enfermeira da CCIH do Hospital de Cataguases. No segundo dia Segurança do Paciente e Qualidade em Saúde com Peterson Gomes Faria (Enfermeiro RT do Núcleo de Segurança do Paciente do Hospital de Cataguases) e Quais os maiores desafios na gestão de líderes? com Eloi de Oliveira Rodrigues (Enfermeiro RT do Hospital de Cataguases).

 

#VacinaGripe: Ministério da Saúde estende ainda mais o prazo da campanha contra gripe

Por Paula Gargiulo

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O Ministério da Saúde anunciou nesta quinta-feira, 13/06, o adiamento da Campanha de Vacinação contra a Gripe para o dia 22 de junho, a campanha iria terminar na próxima sexta-feira, dia 15/06. O objetivo é alcançar a meta de 90% do público prioritário.

Em Minas Gerais, até o momento, 85,80% da população que faz parte do público prioritário já foi imunizada. Tal número está acima da média nacional de imunizados contra a gripe, que atualmente está em 78,80%. “Atualmente, 488 municípios mineiros atingiram a cobertura vacinal acima de 90%, o que representa 57,2% dos municípios”, afirma Janaína Fonseca Almeida, Diretora de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG).

No entanto, ainda há preocupação com as crianças de 0 a 5 anos e com as gestantes. No primeiro grupo, apenas 70% está imunizado e no segundo, somente 71%. “As crianças fazem parte do grupo de risco, uma vez que possuem maior risco para complicações e óbitos pela doença. Para tentar aumentar a cobertura vacinal, os municípios são orientados a realizar busca ativa de todas as crianças que ainda não foram vacinadas, ou seja, agentes de saúde vão de casa em casa à procura dessas pessoas”, explica Janaína Almeida.

A escolha dos grupos prioritários para a vacinação contra a gripe segue recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS) e é definida a partir de estudos epidemiológicos. São priorizados os grupos mais suscetíveis ao agravamento de doenças respiratórias.

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#Evento: 5º Fala Ciência debate comunicação pública, ciência e tecnologia

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Pesquisadores, jornalistas, estudantes e profissionais de diferentes áreas, que tenham interesse em aprender e discutir a comunicação pública da ciência e tecnologia, estão convidados para a quinta edição do Fala Ciência, que acontecerá no dia 12 de junho. O evento ocorre a partir das 8h30, no Museu de Ciências Naturais PUC Minas (rua Dom José Gaspar, 290) e as inscrições, gratuitas, podem ser feitas aqui.

A iniciativa é uma realização da Rede Mineira de Comunicação Científica (RMMC), grupo formado por 18 instituições, entre universidades instaladas no Estado (UFMG, UFJF, UFV, Ufla, UFVJM, Uemg, ESP-MG, Cefet-MG, PUC Minas, UFU, Unifei, UFSJ e Ufop), instituições de pesquisa, governamentais e conta com significativo apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG).

Na programação está confirmada a palestra proferida pela professora Denise Tavares, da Universidade Federal Fluminense, que vai falar dos processos, investimentos, ambiguidades e desafios para a divulgação científica. Haverá também, na parte da manhã, a palestra Mídia e Divulgação Científica: há uma nova “onda” no Jornalismo Científico no Brasil?, proferida pelo pesquisador Luís Amorim, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Já no período da tarde, o assunto não podia ser outro: as Fake News na Ciência, com o professor Yurij Castelfranchi, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Confira a programação completa:

#VacinaGripe: Imunização foi prorrogada até o dia 15 de junho

A Campanha de Vacinação contra a Gripe, iniciada em 23 de abril, foi prorrogada pelo Ministério da Saúde para até o dia 15 de junho. A meta é vacinar 90% do público que faz parte do grupo prioritário, o que representa cerca 5 milhões de pessoas.  Conforme dados do Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunização (SIPNI), até o momento, a cobertura vacinal em Minas Gerais está em 80,5%. Abaixo, assista vídeo com a coordenadora de Imunização da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), Eva Lídia Arcoverde Medeiros:

#EAD: UNA-SUS/UFCSPA aborda a incorporação de tecnologia em saúde

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Para capacitar profissionais de saúde e pessoas interessadas na incorporação de novas tecnologias em saúde, a Universidade de Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre, integrante da Rede UNA-SUS, desenvolveu um curso exclusivo que possibilita a compreensão do fluxo de inclusão de uma tecnologia no Sistema Único de Saúde (SUS). O curso de 20h é 100% online, gratuito e autoinstrucional, permitindo que o aluno organize os estudos de acordo com a sua disponibilidade de tempo. As inscrições podem ser feitas até o dia 15 de agosto, pelo link.

A capacitação de profissionais contribui para o desenvolvimento tecnológico da saúde no Brasil. Para o coautor do curso, Prof. Dr. Rodrigo Della Méa Plentz, “é importante que o profissional saiba escolher as melhores tecnologias em saúde para a população, considerando as necessidades e preferências dos pacientes”.

A capacitação incita a discussão sobre a avaliação dessas inovações, abordando os princípios básicos, como revisão sistemática de efetividade e segurança, análise de custo-efetividade e impacto orçamentário. Nas palavras do autor do curso e também pesquisador do Instituto de Avaliação de Tecnologia em Saúde (IATS), Prof. Dr. Rodrigo Antonini Ribeiro, “a avaliação de tecnologias em saúde (ATS) é uma ferramenta fundamental para sistemas de saúde com recursos financeiros limitados, realidade de muitos países incluindo o Brasil”. Para o pesquisador, ainda que seja papel do gestor a tomada de decisão, é importante que demais profissionais de saúde – que atuam diretamente no cuidado ao paciente – compreendam os conceitos de ATS, para facilitar o entendimento das decisões de incorporação de tecnologias que afetam seu trabalho no dia a dia.

“Compreender o que é a avaliação dessas tecnologias e o processo adotado pelo Ministério da Saúde sua incorporação é fundamental para o profissional estar constantemente atualizado”, destaca Rodrigo Plentz. O conteúdo do curso é estruturado em forma de módulo único organizado em mapa de estudo, incluindo leituras, casos e atividades avaliativas, tornando o processo de aprendizagem mais dinâmico.

Fonte: UNA-SUS/UFCSPA.

#Tecnologia: Aplicativo “Alerta MG” auxilia mulheres em situação de risco

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Nesta semana, o Governo de Minas Gerais lançou o aplicativo “Alerta MG. Trata-se de um ferramenta criada para fiscalizar o cumprimento de medidas protetivas e reforçar ações de segurança voltadas para as mulheres mineiras, permitindo, por exemplo, que possíveis vítimas de violência procurem socorro rápido e seguro.

Além disso, a ferramenta possibilita a criação de uma rede privada de contatos para que a usuária possa, com apenas um clique, acionar as pessoas que ela mesma cadastrou quando vivenciar qualquer situação de risco ou perigo. O app envia um SMS para todos os contatos pré-indicados, anexando a localização georeferenciada e eventual texto redigido pela usuária.

Uma outra função, disponível para algumas mulheres cadastradas pela Polícia Civil de Minas Gerais de acordo com alguns critérios previamente definidos, habilita um acionamento emergencial, possibilitando a geração de um alerta em uma central de monitoramento com o imediato deslocamento das forças de segurança para o atendimento.

A central acompanhará em tempo real o deslocamento da vítima e manterá contato com a equipe que foi direcionada para atualizar as informações. Esta função estará, neste momento, disponível para a capital, e depois será ampliada para o interior. “Ele coloca a tecnologia a serviço da proteção das mulheres, do combate à violência contra a mulher. O aplicativo é muito fácil e qualquer mulher pode usar para se sentir mais segura. Nós devemos divulgá-lo. É uma conquista tecnológica que está agregando ao nosso trabalho”, afirma o Governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel.

A chefe do Departamento de Investigação, Orientação e Proteção à Família, delegada-geral Carla Cristina Vidal, explicou que o aplicativo terá a função informativa, de prevenção e de combate à violência. “Esta é uma plataforma tecnológica voltada à informação, orientação, prevenção e proteção, bem como a fiscalização das medidas protetivas. É inovador no estado de Minas Gerais, e está em sintonia com a utilização da tecnologia para o combate a qualquer tipo de violência. O maior objetivo é encorajar toda e qualquer mulher a romper com esse ciclo de violência e sair desse silenciamento”, disse.

Todos os usuários poderão encontrar a lista dos locais de funcionamento de serviços públicos ou de interesse público voltados à proteção e orientação à mulher. As informações também irão auxiliar no diagnóstico dos fatores que circundam estes crimes, fomentando, assim, as ações preventivas e políticas públicas adequadas.

O Alerta MG foi desenvolvido com a expertise da Polícia Civil, sendo necessária apenas a aquisição de equipamentos para testes e implementação do projeto piloto, o que demandou investimento de cerca de R$ 45 mil, oriundos de emenda parlamentar. O aplicativo está preparado para receber novas funcionalidades, visando o amplo atendimento, orientação e proteção a mulher.

 

Fonte: Agência Minas.

#Reconhecimento: Hospital João XXIII fica em 1º lugar no Congresso Brasileiro de Queimaduras

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Profissionais de enfermagem do Hospital João XXIII, que atuam na Unidade de Tratamento de Queimados, ficaram em 1º lugar no Congresso Brasileiro de Queimaduras, realizado em Foz do Iguaçu (Paraná), de 09 a 12 de maio, com a apresentação do trabalho “Elaboração e Avaliação de um Instrumento de Gestão de Insumos em uma unidade de Tratamento de Queimados”.

O estudo, realizado entre janeiro e fevereiro de 2018 por Grazyelle de Souza e pelas co-autoras Manuela Estrela e Cristiana Barbosa, buscou individualizar o tipo e os quantitativos de insumos usados no banho e curativos dos pacientes queimados. Para isso, foi realizado inicialmente um check-list, por meio do qual todas as informações do paciente foram reunidas, como nome, número do leito, e a extensão da superfície lesionada. Assim pôde-se determinar o tamanho das compressas de gases algodonadas para cada caso, armazenadas em kits personalizados.

“Foi observado redução de custos desnecessários para o hospital. O custo total dos insumos reduziu em média 24,4%, podendo chegar até 32,5% por kit, por dia de tratamento”, contou Grazielly. Outros resultados foram a redução do tempo de curativo e a diminuição do risco de contaminação aos demais pacientes.

Veja também no site da SES-MG:
– Hospital João XXIII faz alerta sobre a importância da prevenção de queimaduras

Fonte: Fhemig.

#Curiosidade: Quais são as consequências das queimaduras?

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As queimaduras são acompanhadas de altas taxas de infecção e mortalidade, que aumentam quando a internação é muito prolongada e as lesões são muito graves, o que é típico no Hospital João XXIII, da Rede Fhemig. “Quando um paciente perde sua defesa, já que a pele é a primeira barreira de proteção, a propensão de bactérias oportunistas aumenta muito. Estamos em um grande hospital, e por mais cuidado que se tenha, há muitos germes hospitalares. O paciente queimado é o mais susceptível a sepse”, afirma o gerente assistencial do Hospital João XXIII, Marcelo Lopes Ribeiro.

O tempo médio de internação de um paciente com mais de 25% da superfície do corpo queimada, é de três meses. Acima de 60 %, este tempo é de no mínimo um ano. Além disso, o tratamento ambulatorial pode durar anos em virtude da necessidade de cirurgias reparadoras e reabilitação. “Muitas vezes damos alta para o paciente, mas no retorno temos que reinterná-lo, pois a ferida não foi tratada adequadamente no centro de saúde para o qual ele foi encaminhado”, explica.

Um paciente queimado custa cerca de R$ 3.500 por dia, podendo chegar a R$ 8.000. Caso precise de diálise, este valor aumenta ainda mais. De acordo com Rodrigo Sizenando, o paciente queimado é o mais grave que existe, o índice de mortalidade é muito alto e ele sofre muito, por isso pensa muitas vezes em desistir. “Existe um limite para oferecer tratamento. Porém, no Hospital João XXIII, este limite é levado ao máximo. A luta contra as queimaduras deve ser todos os dias, e não apenas no dia 06 de junho”, ressaltou, durante a coletiva.

Veja também no site da SES-MG:
– Hospital João XXIII faz alerta sobre a importância da prevenção de queimaduras

Avanço

O Hospital João XXIII aguarda novas tecnologias para que o tratamento oferecido ao queimado seja ainda mais eficaz. Uma delas é a chegada da membrana amniótica, retirada da placenta, que serve como um curativo biológico para as lesões das queimaduras.

A membrana amniótica um líquido cheio de proteínas, formador de células que podem acelerar o processo até mesmo melhor que a pele. “Com ela, é possível tampar a lesão, evitar a infecção e promover a cicatrização”, explica Izabela Honorato. A alternativa deve chegar ao HPS ainda em 2018.

 

Fonte: Fhemig. 

#Curiosidade: É possível devolver ou trocar um medicamento nas farmácias?

Crédito: iStock / Reprodução.

Crédito: iStock / Reprodução.

O que fazer quando compramos um medicamento que não está surtindo o efeito ou que possui algum tipo de danificação? É possível devolver ou trocá-lo nas farmácias? A resposta é: depende!

A Lei 8.078/90, Artigo 18, do Código do Consumidor (CDC), assegura que em casos de medicamentos dispensados, em que o paciente verifique, posteriormente, um desvio de qualidade (alterações de aspecto, cor, odor, sabor, número de comprimidos na embalagem, volume ou presença de corpo estranho ou validade do produto), o estabelecimento farmacêutico deverá obrigatoriamente aceitar a devolução e dar direito ao cliente de escolher entre: substituir o medicamento (por outro) da mesma espécie em perfeitas condições de uso; restituir de forma imediata a quantia paga ou realizar o abatimento proporcional do preço no momento da compra.

Quando não é possível a devolução?

Caso o cliente opte em devolver o medicamento por não querer mais o produto ou por necessidade de interrupção do tratamento, a farmácia não tem a obrigação de aceitar a devolução. Nestes casos, o consumidor pode encaminhar o medicamento controlado à Vigilância Sanitária da sua região. A autoridade sanitária emitirá um documento comprobatório do recebimento e, posteriormente, dará o destino conveniente (inutilização ou doação).

Risco sanitário

O maior motivo para que medicamentos não possam ser trocados com tanta facilidade, como celulares e outros produtos, é que existe o chamado risco sanitário, que preza pela segurança da saúde do próprio consumidor.

Pois, ao sair da farmácia, não há garantias que o produto teve um bom condicionamento, ou seja, cuidados de armazenamento para sua preservação.

Outras informações, acesse o site: www.saude.mg.gov.br/medicacaosegura

Fonte: Anvisa.

#GabineteDeCrise: Reunião propõe ações que minimizam impacto da Paralisação dos Caminhoneiros

Crédito: Marcelo Sant'Anna / Imprensa MG.

Crédito: Marcelo Sant’Anna / Imprensa MG.

O governador Fernando Pimentel se reuniu nesta segunda-feira (28/05) no Palácio da Liberdade, em Belo Horizonte (MG), com a equipe do Gabinete de Crise e com representantes dos Poderes Institucionais de Minas Gerais para tratar da crise do abastecimento de combustível e acompanhar as ações em curso por parte do Estado para minimizar os efeitos da paralisação dos caminhoneiros.

O governador ressaltou que as medidas que cabem ao Estado estão sendo adotadas, mas lembrou que a política de preços dos combustíveis, origem do conflito, é de responsabilidade do governo federal.

Em coletiva à imprensa, o governador destacou que a Polícia Militar está trabalhando para permitir que caminhões com carregamentos de medicamentos e combustível para áreas essenciais da saúde e segurança cheguem aos seus destinos e atendam à população.

Saúde Pública

A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) também adotou medidas para garantir o atendimento da população. A recomendação é para priorizar os serviços de urgência e emergência. Em relação às vacinas, o estoque está abastecido. Para reforçar o trabalho de entrega de remédios, nesta segunda-feira (28/05) os medicamentos termolábeis e termovirais saíram do almoxarifado da SES-MG em dois caminhões refrigerados para as Regionais de Saúde.

As cirurgias eletivas estão suspensas desde a última sexta-feira (25/05). A decisão partiu dos próprios municípios, tendo em vista que a prioridade, no momento, é a urgência e emergência. A Farmácia de Todos, localizada na avenida do Contorno, número 8495, no bairro Santo Agostinho, em Belo Horizonte, está com o horário de atendimento reduzido e funcionará de 8h às 17h.

Nos SAMUs, as regiões Norte e Oeste são as mais atingidas. As regiões Centro-Sul, Sul e Nordeste do Jequitinhonha estão abastecidas para atender até o início desta semana. Diante desse panorama, foi solicitado um cadastro emergencial, priorizando as regiões Norte e Oeste para prover o combustível por meio da Defesa do Estado de Minas. Os cadastros já estão sendo feitos, e as regiões críticas já estão abastecendo com a autorização efetuada pelo Estado nos postos do Governo de Minas autorizados.

  • Para ver a matéria completa no site da SES-MG, clique aqui.